quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Queimem o Papa!” respondem feministas à proposta de “acolhida”

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma parada composta por alguns milhares de feministas e militantes LGBT atacou a catedral de Resistencia, no nordeste argentino, tentando atear-lhe fogo, pichando-a, jogando garrafas e pedras, segundo ficou registrado em vídeos citados por “LifeSiteNews”.

Esse tipo de mulheres – qualificadas pela imprensa local de “feminazis” – tentou primeiro incendiar a porta da catedral, assanhando-se contra uma imagem da Bem-aventurada Virgem Maria que reina na fachada do prédio sagrado.

Para maior escárnio, algumas delas se apresentaram em topless, com o busto pichado com blasfêmias e slogans da agenda LGBT.

O ódio à religião e à pureza dos costumes levou-as a se revoltar contra os prédios e monumentos da cidade, cujo estilo reflete os gostos e a alma católica.

Não foram poupados escolas, prédios de escritórios e monumentos a personalidades históricas. Os prédios foram pichados com frases como “Vai matar teu pai, teu namorado e teu irmão”; “Queimem o Papa”, “Padres abusadores”, “Abortem os meninos”, “Morte aos homens”, etc.

As pessoas que tentaram interpor-se pacificamente entre as mulheres e a catedral foram sujadas com sprays de tinta.

Explosões semelhantes de ódio já aconteciam todos os anos em diversas cidades argentinas por ocasião do “Encontro Nacional de Mulheres”, financiado pelo governo populista-bolivariano kirchnerista afim ao PT.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Os ataques se tornaram o rito de uma antirreligião populista e igualitária que promove o aborto, a homossexualidade, a prostituição e outras condutas perversas condenadas pelo catolicismo.

Paradoxalmente, representantes destacados dessa antirreligião recebem calorosa acolhida no Vaticano.

A fim de evitar os já previsíveis ataques e profanações dos anos anteriores, a parada não estava autorizada a passar em frente da catedral. Mas, como nesses anos, um grupo previamente organizado atacou o prédio sagrado.

As barreiras policiais foram derrubadas e o conflito tornou-se mais grave quando moradores enfurecidos saíram de suas casas exigindo que os profanadores abandonassem o local.

“Nossa cidade é pobre e não queremos que continuem destruindo o pouco que temos. Eles vieram quebrar tudo o que temos”, disse uma mulher indignada.

“Eu como mulher não quero ser incluída entre essas moças, se é que podem ser chamadas assim”, disse a senhora.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
“Uma mulher usa vestido e se distingue pelo perfume, e não pelo cheiro de álcool e de drogas como essas. Além do mais, elas são assassinas, não querem a vida”, acrescentou.

A provocação foi precedida por um ataque contra a catedral de Buenos Aires.

No mês de março, mulheres mascaradas e em topless entraram em atrito com a polícia ao tentaram arrombar as barreiras instaladas diante da Sé.

Essas feministas violentas participavam do “Dia Internacional da Mulher”.

As concessões, “acolhidas” e “acompanhamentos” oferecidos a essas militantes à luz da ‘Amoris Laetitia’ não tiveram nenhum efeito.

O ódio que anima essas agressões – o qual foi observado, aliás, pela imprensa – não obedece a nenhum raciocínio, mas apenas a um impulso demoníaco.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras
pedindo seja afastada a invasão do Islã

Poloneses rezam caminhando na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Poloneses rezam na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Luis Dufaur
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.

Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.

Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.

A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.

O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.

A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O Islã martiriza mas os cristãos crescem no Oriente Médio

No Oriente Médio o sangue dos mártires está sendo semente de cristãos
Luis Dufaur
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Há uma realidade esperançosa colocada em surdina ou muito mal contada pela grande imprensa ocidental a propósito das agressões e das invasões praticadas pelo islamismo.

Nossa grande imprensa foca espetacularmente os crimes dos muçulmanos mais obedientes ao Corão.

O efeito é desanimador: cristãos massacrados, seitas islâmicas pacíficas dizimadas e turistas desprevenidos atropelados ou apunhalados até a morte com requintes de barbárie.

Declarações intimidadoras, propostas sádicas, discursos virulentos e promessas de crueldades ainda mais atrozes enchem o noticiário sobre os avanços do Islã.

Os cristãos fogem do Oriente Médio e as terras que viram a expansão da Boa-nova do Evangelho se esvaziam, deixando atrás um deserto povoado de cadáveres e igrejas explodidas ou incendiadas.

A gente diria que é o fim da Cruz de Cristo nessa imensa e histórica região.

Porém, o fato verdadeiro é que nessa região flagelada pela perseguição maometana e encharcada pelo sangue dos mártires, o número de cristãos não faz senão aumentar globalmente. Certos locais estratégicos conhecem até uma expansão insuspeitada. Mas de nada disso fala a nossa imprensa.

A começar pela área nevrálgica do Golfo Persico, encostada nas cidades sagradas do maometanismo.

O quadro dessas tendências surpreendentes apareceu mais uma vez em um novo relatório publicado pela Catholic Near East Welfare Association – CNEWA, associação de direito pontifício e um dos principais pontos de referência mundial sobre as Igrejas de Oriente. Os dados foram comentados pelo site italiano La Nuova Bussola Quotidiana.

O CNEWA estudou a situação dos cristãos em nove países onde ela opera in loco, do Egito até a Síria, de Israel até o Iraque, da Jordânia até o Líbano.

As estatísticas da presença cristã nesses países foram atualizadas em 2017 e comparadas com os resultados de 2010.

Milícias cristãs anti-ISIS
Milícias cristãs anti-ISIS
O resultado aponta que nos países do Oriente Médio onde a Igreja Católica está presente ininterruptamente desde os tempos apostólicos, os cristãos de todas as denominações somam 14.525.880, apenas 213.780 menos (–1,45%) com relação há sete anos.

A queda é muito inferior do que se imaginava, consideradas a extensão e a ferocidade das guerras na Síria e no Iraque, que provocaram um êxodo maciço, além da inumana “limpeza” étnico-religiosa praticada pelos adeptos mais “sinceros” do Alcorão.

No Egito, os coptas constituem a mais numerosa comunidade cristã do Oriente. De 2010 a 2017 eles aumentaram de 8,1 a 9,4 milhões, acompanhando o ritmo de crescimento vegetativo da população e mantendo a proporção dos cristãos em cerca de 10% do total nacional.

Essa estabilidade se mantém em meio a bombas e incêndios de igrejas, fuzilamento indiscriminado dos fiéis, acrescidos na fase em que a tintura-mãe do fundamentalismo islâmico, a organização dos Irmãos Muçulmanos, participou do governo.

A maior emigração acontece na Síria, devastada por seis anos de guerra. Segundo a CNEWA, a presença dos cristãos diminuiu de 2,2 para 1,2 milhões de pessoas. No Iraque, a queda foi de 1,5 milhões para apenas 250 mil.

Trata-se de comunidades hoje prófugas que poderiam voltar com a paz, mas que tendem a se instalar duradouramente em outros países à medida que passa o tempo.

O caso mais evidente é o da Jordânia. Em boa medida pela afluência de cristãos da Síria e do Iraque, os cristãos constituem um grupo de 350.000 membros.

São mais numerosos que todos os cristãos que habitam presentemente em Israel e na Palestina. Nestes países, aliás, também o número voltou a crescer, contrariando a tendência à diminuição que prevalecia até pouco.

Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque
Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque
Mas a grande surpresa vem do Golfo Pérsico, onde nem o CNEWA pode estar presente em virtude da intolerante aplicação da Sharia (Lei Islâmica).

O Kuwait, os Emirados Árabes Unidos, a própria Arábia Saudita – “guardiã dos locais santos” Meca e Medina – estão vendo que os trabalhadores cristãos importados para trabalhos servis não só não se pervertem ao Islã, mas fazem prosélitos locais.

Os cristãos filipinos, indianos, sudaneses e eritreus que trabalham em Dubai, Doha ou Abu Dhabi, frequentemente em condições duríssimas, duplicaram em número desde 2010, atingindo 3,8 milhões.

No Kuwait, eles constituem o 17% da população; no Bahrein, 14,5%. Praticam a religião a portas rigorosamente fechadas, para não serem pegos pela polícia religiosa oficial. Não têm licença para construir igrejas, mas o número deles é tão grande, que são cada vez menos invisíveis.

Computando esses cristãos das catacumbas do século XXI, chega-se ao de fato que, desde 2010, o saldo positivo deles na região incrementou-se em quase 1,6 milhões, um crescimento de 9,5%.

Esse aumento compensa e supera com largueza as perdas em outros países

Hoje um cristão de cada cinco no Oriente Médio vive na Península Arábica e no Golfo Pérsico. Trata-se de uma semente aparentemente frágil e precária, mas quando fecundada pela graça do Espírito Santo pode-se prever um futuro maravilhoso.

Foi também uma pobre semente em fuga das perseguições do Sinédrio em Israel, constituída por São Pedro e os primeiros discípulos, que deu origem à árvore gigante da Igreja.

Essa estende a partir de Roma sobre toda a Terra seus braços cheios de folhas, flores e frutos, enfrentando toda espécie de tempestades.



Vídeo gravado durante a retomada de Mosul registra o reerguimento do cristianismo no Iraque




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A solução está em Aparecida e não em Brasília

Nossa Senhora Aparecida
Nossa Senhora Aparecida
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No Terceiro Centenário de Nossa Senhora Aparecida


Existem devoções nacionais a Nossa Senhora, como é o caso de Aparecida, da mesma maneira que há grandes invocações que têm uma realeza entre as invocações de Nossa Senhora, como é o caso de Nossa Senhora do Rosário.

Quase não existe um país da Terra que não tenha uma grande devoção a Nossa Senhora e de que Ela não seja, debaixo de algum título, a Padroeira.

Também existem as invocações a Nossa Senhora das regiões e das cidades, como é, por exemplo, Nossa Senhora da Penha, em São Paulo.

E, às vezes, ainda há imagens de Nossa Senhora particularmente invocadas numa paróquia, numa parte de uma cidade, etc.

Há até famílias que têm uma devoção especial por alguma imagem de Nossa Senhora por alguma relação especial dEla com aquela família.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Luteranos não ligam para Lutero.
Ficção de “ecumenismo” só esvazia o catolicismo

Mons. Rudolf Voderholzer, bispo de Regensburg: 'Cessemos de protestantizar a Igreja antes que se esvazie como a dos luteranos!'
Mons. Rudolf Voderholzer, bispo de Regensburg:
'Cessemos de protestantizar a Igreja
antes que se esvazie como a dos luteranos!'
Luis Dufaur
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“Cessemos de protestantizar a Igreja antes que se esvazie como a dos luteranos!”.

Esses termos caseiros podem bem resumir a homilia de Dom Rudolf Voderholzer, Bispo de Regensburg, por ocasião da romaria ao santuário de Santa Ana Schäffer, mística alemã, em Mindelstetten.

O bispo falou das estatísticas apresentadas pelo Arcebispo de Munique e presidente da Conferência Episcopal, Cardeal Reinhart Marx, sobre a participação dos fiéis na Igreja Católica alemã.

Segundo Dom Rudolf, os números são tão desastrosos quanto os da igreja luterana. Sublinhou também que todos os “remédios” aplicados fracassaram. Tais remédios procuraram relativizar a moral e a fé da Igreja “liberando-a” de dogmas supostamente opressivos, disse o bispo, segundo o blog “In Caelo”.

Para o Bispo de Regensburg, os números mostram que a fé está se evaporando na Igreja Católica alemã. Esses números são tão depressivos que deveriam produzir um sobressalto e um reerguimento. Mas, de fato, isso não está acontecendo.

O índice dos que abandonam a Igreja modernizada no período pós-conciliar é “desconcertantemente alto”, disse o bispo. Desde 2015, a queda foi de aproximadamente 11%, tendo ocorrido integralmente sob o pontificado do Papa Francisco.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Vaticano promove migração que prepara anarquia universal

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O Papa Francisco pleiteia “passar a segurança pessoal dos migrantes por cima da segurança nacional”, referiu alarmado Laurent Dandrieu, redator-chefe de Cultura da revista francesa “Valeurs Actuelles”, em entrevista ao jornal de Paris “Le Figaro”.

Dandrieu observa que esse apelo foi redigido para a Jornada Mundial do Migrante e do Refugiado de 2018 e vai mais longe do que as outras posições defendidas pelo pontífice.

“Em entrevista a uma rádio portuguesa em 14 de setembro de 2015 – lembra o jornalista –, o Papa reconhecia o risco de infiltração terrorista entre os migrantes, mas achava que ainda assim o refugiado devia ser acolhido devido a um mandamento da Bíblia”.

Mas em sua nova mensagem Francisco escreve que “o principio da centralidade da pessoa humana (…) obriga a colocar sempre a segurança pessoal acima da segurança nacional”.

Comenta Dandrieu: “Fazendo isso, ele cede a um idealismo desastroso e esquece que a segurança nacional é a garantia mais sólida da segurança pessoal. Não pode existir segurança pessoal fora dos contextos jurídicos e legais que são sua salvaguarda.

“Jamais poderá haver segurança nacional se as nações ocidentais, em virtude do terrorismo ou de uma imigração incontrolável e impossível de administrar, se precipitarem na anarquia.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Opióides causam um '11 de Setembro'
cada três semanas nos EUA

Luis Dufaur
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A adição pelas drogas químicas de efeito análogo ao ópio – ou opióides – mata “em média 142 americanos por dia nos Estados Unidos”, concluiu a Comissão para o Combate à Toxicodependência e à Crise de Opióides, composta por legisladores dos dois grandes partidos americanos, o Democrata e o Republicano.

Por isso, segundo a Comissão, os EUA “estão tendo um número de fatalidades igual a um 11 de Setembro a cada três semanas”, informou a BBC Brasil.

Os opióides atingem as células nervosas e o cérebro. Alguns estão proibidos, como a heroína, ou funcionam como analgésicos que exigem receita médica muito controlada, como a morfina, a codeína, o fentanil e o oxicodona.

Desde 1999, o número de mortes por abuso de opióides quadruplicou, disse a comissão, citando o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês).

Um terço dos americanos recebeu prescrição de opióides em 2015.

A Comissão recomendou o estudo de novas formas de tratar os cerca de 100 milhões de adultos americanos (dados do Instituto de Medicina das Academias Médicas) que sofrem de dor crônica.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Trabalho-lazer: um mito que a realidade desmintiu

O Mobile World Congress em Barcelona testou ao vivo formas de teletrabalho por smartphone. A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
O Mobile World Congress em Barcelona testou formas de teletrabalho por smartphone.
A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
Luis Dufaur
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No início da era da informática houve um sonho. Só que desconectado da psicologia humana e fadado por isso ao fracasso.

O sonho falava em “trabalhar no lar na ponta de um terminal de computador”, escreveram Eugenio Marchiori e Andrés Hatum, professores da Escola de Negócios da Universidade Torcuato Di Tella, para “La Nación” de Buenos Aires.

O mito dizia que o teletrabalho beneficiaria empresas e funcionários.

No ambiente mais silencioso e com menos distrações do lar, mistificava-se, os empregados se concentrariam mais nas tarefas e renderiam mais. Não teriam que ir ao trabalho, reduzindo assim a contaminação ambiental.

Também poderiam dedicar-se mais à família, aos esportes ou a atividades de lazer.

Cada um faria o horário que bem entendesse, os custos baixariam etc., etc.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Polícia religiosa chechena
aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Idolatria da “acolhida” é imenso desserviço à Igreja

A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
Luis Dufaur
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Laurent Dandrieu, redator das páginas de cultura da revista francesa Valeurs actuelles, acrescentou um escrito candente à sua vasta produção literária: “A Igreja e a imigração, o grande mal-estar” (“Eglise et immigration, le grand malaise”, Editions Presses de la Renaissance, Paris, 2017, 288 p), segundo comentário da jornalista Jeanne Smits em seu blog.

No livro, Laurent Dandrieu mostra o erro garrafal do discurso “angélico” da hierarquia da Igreja Católica face à imigração que invade a Europa trazendo nas mochilas as bandeiras religiosas do Islã.

O problema, explica o autor, é a maneira como foi instaurado o ‘diálogo’, como uma espécie de fim em si mesmo.

Para o escritor, o Papa Francisco repete constantemente que não há envolvimento específico algum do Islã com a violência.

Ora, vemos que a evidência nega tal afirmação. Cultivando esse discurso angélico a respeito do Islã, o Papa não presta serviço algum a quem quer que seja.

Não ajuda os europeus, pois seu discurso vem contribuindo para adormecer a legítima desconfiança dos europeus face à islamização progressiva do continente.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Derrubam Cruz de pedra, que lhes cai sobre a cabeça

Num vídeo amador: berros de alerta para a virada inesperada
Luis Dufaur
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A onda de ataques contra símbolos da religião católica gerou mais um episódio na Espanha. Porém, com um resultado imprevisto, no qual se fez sentir a mão de Deus.

A Câmara de vereadores de Larrabetzu, província de Vizcaya, de maioria ultra-esquerdista, aprovou por unanimidade a demolição de uma Cruz situada no monte Gaztelumendi, próximo da estrada local.

O pretexto foi que o monumento religioso era “franquista”, pois fora erigido após a Guerra Civil espanhola (1936-1939) e não tinha manutenção.

Militantes de diversas esquerdas, comunistas, suspeitos de terroristas, nacionalistas e separatistas de regiões rivais entre si conceberam uma festa para comemorar o estraçalhamento da Cruz.

A prefeitura convocou o ato, bancou a festa, deixou instalar bandeiras separatistas bascas (da região) e catalãs (em briga com os bascos), forneceu o caminhão que puxou a corda e a cobertura policial, informou o site “Contando Estrelas”.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Robô “abençoa” comemorando Lutero e evocando ídolos

Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Luis Dufaur
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Há 500 anos o monge apóstata Martinho Lutero iniciou na Alemanha a maior e mais sangrenta revolução religiosa da era cristã. Ele fixou a seu bel-prazer dois imensos dogmas.

Pelo primeiro, o da justificação, segundo o qual estamos todos salvos por Jesus sem necessidade de praticar boas obras nem de ligar para os Mandamentos.

Pelo segundo, o da livre interpretação, cada qual interpreta as Escrituras como bem entende. E, se nelas algo houver que não seja de seu agrado, arranque as folhas à vontade, como, aliás, Lutero fez para justificar seus vícios.

Se isso for verdade, entre outras consequências, o clero é dispensável. Um padre celebrar a Missa para tornar Deus propício com um sacrifício perfeito?

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Blasfêmias contra Nossa Senhora de Fátima e incêndios em Portugal

Luis Dufaur
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No centenário das Aparições em que Nossa Senhora de Fátima advertiu os homens para abandonarem a imoralidade, estamos assistindo a fatos assustadores e inimaginados.

Que ano poderia ser mais propício para a hierarquia católica retomar com fervor e clareza a pregação moral católica, alicerçada nas palavras de Nossa Senhora em Fátima?

A moral familiar, por exemplo, tão necessitada de uma restauração. Essa só poderá vir com um auxílio sobrenatural, com a frequentação dos sacramentos, com a recitação do Terço e a prática das devoções tradicionais.

E o comunismo, a tintura-mãe de todas as formas da imoralidade? Ele continua sendo espalhado desde a Rússia, mas também pelos agentes da Revolução Cultural, amigos da “nova-Rússia”, instalados em muitos governos do Ocidente!

Nada! Nada digno de destaque está sendo feito face à grave decadência moral que devasta o mundo.

S.S.Francisco I foi a Fátima, canonizou os santos pastorinhos Jacinta e Francisco. Mas o apelo à conversão pedido em Fátima e que desejávamos ouvir do Santo Padre com o vigor com que o Beato Urbano II convocou as Cruzadas, não veio.

Fez-se um impressionante silêncio.

Silêncio? Só silêncio?

Multiplicam-se as blasfêmias e atentados sacrílegos. O inferno já nada respeita.

Em 20 de abril, o “Diário de Notícias”, jornal de referência de Lisboa, ecoava a indignação que circulava nas redes sociais portuguesas por um objeto com cariz de culto fálico que está à venda em site da Internet como uma versão de Nossa Senhora de Fátima!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Atentado satánico contra a Santa Face de Alicante

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A Polícia Científica espanhola investiga a pichação de símbolos satânicos no vidro blindado que protege a relíquia da Santa Face em Alicante (Espanha).

Ela encontrou também várias cruzes invertidas na igreja do mosteiro, conforme noticiou ACIDigital.

A Santa Face de Alicante é uma cópia autêntica do véu com o qual Santa Verônica enxugou o rosto de Cristo durante a Paixão. O mosteiro é um importante lugar de peregrinação desde 536.

No vidro blindado que protege a relíquia o sacerdote responsável pela abertura da igreja do convento encontrou pichados três números seis, alusivos ao anticristo, uma cruz invertida e sinais de difícil interpretação.

Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
De acordo com o jornal “El Mundo”, a autora dos fatos foi identificada com ajuda de videocâmaras e as autoridades policiais esperam prendê-la.

Ela tentou quebrar o vidro protetor, mas não conseguiu. Então, escreveu nele o número 666, evocando o anticristo. Além disso, roubou um livro litúrgico e registros sobre as atividades do Mosteiro, sem valor material.

O objetivo não era o dinheiro, mas infligir a Nosso Senhor Jesus Cristo uma ofensa como que suprema.

O inferno ruge neste ano do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, que anunciou as perseguições que viriam contra a Igreja.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

O Islã é a religião cruel da espada, escancara jesuíta egípcio

Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Luis Dufaur
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Sem olhar para os cadáveres de cristãos massacrados por ordem do Corão de Maomé, apóstolos de um incompreensível e falso ecumenismo continuam a martelar que “o islã é uma religião de paz”.

Em dioceses e templos católicos está proibidíssimo falar de “guerra de religião” ou de “terrorismo islâmico”, ainda quando na mesquita vizinha o pregador conclame a exterminar os cristãos em nome de Alá.

Em 2014, na histórica revista dos jesuítas italianos La Civiltà Cattolica – conta o vaticanista Sandro Magister –, o Pe. Luciano Larivera deixou-se levar pela realidade.

Eis o que ele escreveu num editorial sobre a ala mais extremista do Islã: “A guerra deles é de religião e de aniquilação. Instrumentaliza o poder da religião, e não vice-versa”.

Isso foi suficiente para que o referido sacerdote fosse catapultado da revista pelo seu diretor, Pe. Antonio Spadaro S.J., muito próximo do Papa Francisco.

O mantra salpicado de sangue “Islã religião de paz” voltou a ser ouvido durante a viagem do Papa Francisco ao Cairo. A visita fora precedida por horríveis massacres de cristãos que rezavam em suas igrejas.

Na véspera da viagem, o padre jesuíta Henri Boulad, concedeu no dia 13 de abril, Quinta-feira Santa, uma entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, pertencente ao Vaticano.

O religioso é egípcio, tem 86 anos e é descendente de uma família católica de rito melquita que conseguiu fugir dos massacres na Síria no longínquo ano de 1860.

A entrevista foi reproduzida pelo vaticanista Sandro Magister em seu blog.

Como o Pe. Boulad fora reitor do Colégio dos Jesuítas no Cairo, o jornal vaticano aproveitou esse antecedente para lhe pedir exemplos concretos sobre o convívio entre muçulmanos e cristãos.

Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão
são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
O sacerdote chamou então o jornalista à realidade:

“Mas de qual Islã estamos falando? No Corão há versículos escritos em Meca onde Maomé fala de amor, que judeus e cristãos são amigos dele. (...)

“Mas, em Medina, Maomé mudou: de chefe espiritual passou a chefe militar e político.

“As três quartas partes do Corão foram escritas em Medina e são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”, explicou o experimentado sacerdote.

Os doutores muçulmanos perceberam a contradição do Corão e nos séculos IX e X decidiram que os versículos belicosos de Medina revogavam os pacíficos da Meca.

E não só isso. Bibliotecas inteiras foram queimadas no Egito e na África do Norte para evitar que sobrassem edições com os versículos “heréticos”.

Por isso, “a religião muçulmana é uma religião da espada”, concluiu a resposta o Pe. Boulad.

Embebido do mantra “Islã religião de paz”, o jornalista voltou à carga citando genéricos e impessoais “observadores e analistas” que “falam de um Islã moderado”.

O velho sacerdote não temeu represálias e respondeu:

“O islã moderado é uma heresia. A ideologia ensinada nos manuais escolares é radical. Todas as sextas-feiras [N.T.: dia santo da semana do Islã] as crianças têm que ouvir a pregação na mesquita.

“E é uma contínua incitação: quem deixa a religião muçulmana deve ser punido com a morte, não deve cumprimentar uma mulher ou um infiel.

“Pode ser que eles não pratiquem isso, mas os Irmãos Muçulmanos [movimento que anima os grupos extremistas] e os salafistas [rigoristas que apregoam a ‘guerra santa’ ou jihad] querem impor essa doutrina.

Atentado anti-católico no Egito.
Atentado anti-católico no Egito.
“Os que têm o poder não são os muçulmanos que procuram adaptar-se à modernidade, mas os radicais, que aplicam uma interpretação literal do Corão e recusam qualquer diálogo”.

O jornalista vaticano insistiu no mantra, acenando que isso não podia ser assim porque vai contra antigos filósofos árabes como Avicenas ou Al-Ghazali.

Talvez o jornalista tenha percebido sua ignorância ouvindo a resposta do Pe. Boulad sobre o fracasso das tentativas de introduzir um pouco de racionalidade no Islã.

Pois o sacerdote explicou que o califa abássida El Maamoun – nascido em Bagdá em 786 e morto em Tarso no ano 833 – tentou uma reforma. Mas quem se lembra dele?

Prevaleceu o islã fechado e rigorista de Muhammad ibn Abd al-Wahhab.

A última tentativa de reforma havia sido feita pelo sheik Mahmoud Taha, do Sudão, que acabou enforcado em praça pública porque disse que os versículos pacíficos de Meca deveriam revogar os belicistas ferozes de Medina.

O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O jornalista procurou então fugir do assunto, perguntando sobre outros problemas do Egito atual.

O Pe. Boulad falou do crescimento do ateísmo nesse país, cuja religião oficial é o Islã e onde há mais de dois milhões de ateus porque muitos não suportam mais a religião da incitação à violência ou das execuções capitais.

Não querem mais saber do fanatismo do cerimonial islâmico, que é uma repetição mecânica de gestos e orações, explicou o sacerdote. A queda no ateísmo é algo inteiramente novo no Egito e no mundo árabe. Porque eles correm o risco de serem mortos.

É claro que uma entrevista como esta não teve eco na grande mídia brasileira ou mundial.

Mídia “livre e democrática” zelosa contra as “fake news” e defensora dos “direitos humanos”, mas que censura e distorce à vontade a informação.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

2017: onda de sacrilégios contra a Eucaristia,
contra Nossa Senhora e contra os Santos

Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego. No destaque: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego.
No destaque fotográfico: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O ano de 2017 vem sendo marcado por uma onda de sacrílegos atentados contra Nossa Senhora em diversos países coincidindo estranhamente com o centenário das Aparições de Fátima.

Eis alguns satânicos exemplos:

Roubada urna com o cérebro de São João Bosco

O mundo católico inteiro estremeceu pelo roubo da urna-relicário que contem parte do cérebro de São João Bosco, segundo informou “Il Corriere della Sera” e a grande imprensa italiana.

O relicário se encontrava na Basílica de Colle Don Bosco, no município de Castelnuovo, Asti, numa capela por trás do altar principal.

É o local exato em que o grande don Bosco nasceu o dia 16 de agosto de 1815.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Esvaziamento das igrejas italianas
enquanto os muçulmanos vão entrando

Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Cartaz na porta da igreja: missa suspensa por falta de fiéis, em Veneza.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Em artigo para o site La Nuova Bussola Quotidiana, o sacerdote italiano Pe. Claudio Crescimanno reproduziu um expressivo cartaz afixado na porta principal da igreja de São Erasmo, numa das ilhas da laguna de Venécia.

O cartaz estava algo envelhecido e ninguém tinha se preocupado em removê-lo, sobretudo se fosse uma provocação.

Ele dizia: “A missa foi suspensa por falta de fiéis”. E acrescentava que, a pedido, o Pe. Mário estava disponível para outros atendimentos.

O sacerdote se perguntou em quantas outras igrejas da Itália se poderia afixar um cartaz análogo.

E respondeu: em muitas, muitíssimas, infelizmente, como todos sabem.

Este é um processo de descristianização iniciado há cerca de quarenta anos.

O Pe. Claudio menciona outro dado desconcertante: até o ateísmo está em queda. Hoje os ateus declarados são a metade do que eram nos anos 70.

No quê acreditam, então, esses ex-fiéis e ex-ateus?

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Professora da Sorbonne denuncia ditadura sutil e implacável da mídia

Ingrid Riocreux, professora na Universidade da Sorbonne, Paris
Ingrid Riocreux, professora na Universidade da Sorbonne, Paris
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs





A professora da Sorbonne Ingrid Riocreux lançou o livro La langue des médias, destruction du langage et fabrication du consentement (A língua da mídia. A destruição da linguagem e o fabrico do consenso, Editions du Toucan, 336 págs)

Ela foi entrevistada pela BSCNews e descreveu seu itinerário intelectual. Quando ditava cursos de retórica para futuros jornalistas na Sorbonne, optou por haurir exemplos da mídia mais acatada.

Ela foi a primeira a ficar surpresa, porque se deparou com um modo de falar típico dos jornalistas. Esse é construído com fórmulas feitas, com uma sintaxe e slogans que embutem um “pré-pensamento” que condiciona a intelecção dos leitores.

A professora Ingrid se considera membro da “geração 21 de abril” de 2002, data em que o candidato da direita Jean Marie Le Pen tirou do segundo turno o candidato socialista Lionel Jospin.

Naquela época, ela não se interessava pela política e não sabia o que tinha acontecido. Mas subitamente deparou-se com seus colegas de estudo em crise, chorando e deblaterando contra os “cúmplices do fascismo”. “Le Pen – esbravejavam eles – é como Hitler!”

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Londonistão: 423 mesquitas novas e 500 igrejas fechadas:
um efeito do multiculturalismo ecumênico

Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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“Londres bem poderá ser chamada de Londonistão”, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, citado pelo Gateston Institute.

Não é uma piada, mas uma realidade estatística favorecida por personalidades britânicas que continuam abrindo as portas para a introdução da lei islâmica ou sharia nos usos e costumes do país.

Esse foi um dos fatores decisivos para que os britânicos aprovassem sair da União Europeia votando o Brexit no ano passado

“Um dos principais juízes da Grã-Bretanha, Sir James Munby, ressaltou que o cristianismo não influencia mais os tribunais e que estes devem ser multiculturais, ou seja, mais islâmicos”, escreve Meotti.

“Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o Chefe de Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria ‘incorporar’ elementos da Lei Islâmica (Sharia).

“As universidades britânicas também estão promovendo a lei islâmica. As diretrizes acadêmicas estabelecem que 'grupos religiosos ortodoxos' podem separar homens e mulheres durante os eventos.