segunda-feira, 30 de julho de 2007

“Ritual litúrgico laico” incrementa paganismo na Catalunha

O governo autônomo da Catalunha publicou um “ritual litúrgico laico”, contendo fórmulas pagãs para batismo, matrimônio e exéquias, informou o diário madrileno "La Razón". O pretexto da ímpia iniciativa consiste no fato de que os casamentos religiosos são menos numerosos do que os exclusivamente civis. O novo rito inclui leituras do escritor comunista Pablo Neruda, da Constituição Espanhola e músicas rock de Cat Stevens ou dos Beatles, entre outras. Para os enterros, esse absurdo ritual recomenda piadas. O laicismo conduz ao paganismo e à paródia blasfema do catolicismo.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Venenos chineses em alimentos, remédios e creme dental


Pelo menos 365 pessoas, sobretudo crianças, morreram em oito envenenamentos coletivos no Panamá, por causa de um produto tóxico de origem chinesa. Exportado a “preço de banana” e com rótulo falsificado na fábrica, ele foi misturado em remédios produzidos no Ocidente. No Panamá, o governo distribui 260.000 vidros de antigripal mortífero. Também houve intoxicações em massa na Argentina, Índia, Nigéria, Haiti e Bangladesh. A fonte do produto venenoso foi a Taixing Glycerine Factory, “fábrica modelo” chinesa, informou “The New York Times”. Nos EUA foi detectado veneno em alimentos, rações para animais e dentifrícios importados da China. A contrafação de produtos da China é escandalosa, mas a notícia de remédios e alimentos venenosos é mais recente, apresentando maior gravidade, pois é de caráter criminoso.
Comprar baratinho chinês não é tão lógico como parece...

Morto “olhando” a TV é achado um ano depois

O cadáver de Vincenzo Ricardo, de 70 anos, foi achado diante da TV um ano após o falecimento. O fato pôs em relevo um dos lados menos falados do mundo moderno: a solidão. A polícia encontrou o corpo “olhando” para a TV ainda ligada, em sua casa no estado de Nova York. Ninguém notou sua falta, até que estourou um cano de água no prédio. A dissolução das famílias faz com que ninguém mais se interesse pelos velhos. Ou vão para um asilo ou ficam isolados num apartamento, quando não são mortos pela eutanásia. A TV funciona como válvula de escape para a frustração. Quando cessa o relacionamento de alma entre os parentes próximos, a TV atua como emplastro. Não há verdadeiro entretenimento... e reina a TV! Já antes da morte física, reina a morte moral.

Videogame excitou fúria de jovem assassino


Alucinado pela violência dos videogames, o estudante canadense Kimveer Gill, de 25 anos, entrou na Universidade de Montreal atirando indiscriminadamente contra os alunos, matando um, ferindo 19, e por fim suicidando-se. No seu blog, o assassino serial dizia-se fã do jogo on-line Super Columbine Massacre, inspirado na chacina de 13 estudantes efetuada por dois jovens numa escola do Colorado (EUA). Reações análogas podem se repetir em jovens moral ou psicologicamente débeis, bem como abalados por problemas familiares, que se dedicam a jogos desse tipo de videogames.

Escolas inglesas deixam de ensinar distinção entre bem e mal


Pelo novo currículo oficial, os mestres ingleses não ensinarão mais a distinção entre o bem e o mal, o verdadeiro e o falso, mas inculcarão pseudo-valores relativistas. Também foram abolidas as referências ao bem comum. As novas linhas foram expostas por Ken Boston, chefe executivo do Qualifications and Curriculum Authority (QCA), noticiou “The Times”, de Londres. Sem a fundamental distinção entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, todas as formas de crime, ignorância e horrores podem grassar entre os homens; em conseqüência, a sociedade ficará insustentável.
Perder a idéia da distinção -- e a oposição -- entre o bem e o mal, o verdadeiro e o falso, o feio e o belo, é o método mais seguro de ficar doido barrido.

Especialista atribui quadro de macaco a pintor moderno


A doutora Katja Schneider, diretora do Museu Estadual de Arte de Moritzburg (Alemanha), olhou para o quadro e logo apontou o uso das manchas de cores. Garantiu então tratar-se de obra de Ernst Wilhelm Nay, pintor que ganhou o prêmio Guggenheim. Porém, a “obra” era de autoria da chimpanzé Banghi, do zoológico de Halle, na Alemanha, informou o diário “The Australian”. Segundo os guardas desse zôo, o aludido símio gosta de pintar, mas seus "quadros" são depois destruídos pelo chimpanzé Satscho.

Rádio na Internet para cães e gatos. Ou para os donos?


Em Los Angeles (EUA) funciona uma rádio exclusiva para animais domésticos, transmitindo em inglês e espanhol, via Internet: a DogCatRadio. Os locutores "falam" para os bichos e tocam músicas, que supõem sejam do gosto animal. Na verdade, a emissora mais parece voltada para os donos, aos quais de fato se dirigem as mensagens e as propagandas.

O isolamento psicológico e moral num mundo em que a família é menosprezada e os crianças são tidas como empecilhos, chegou ao ponto de haver quem procure ouvir uma rádio dirigida a gatos e cachorros! Não é um mundo cada vez mais cheio de doidos?

Cadáver de suicida confundido com boneco de Halloween


Halloween (o dia das bruxas, anualmente comemorado) é mera brincadeira? Na penultima edição, em Delaware, EUA, o cadáver de uma infeliz mulher suicida ficou pendurado em uma árvore a uma altura facilmente visível. As pessoas passavam sem tomar qualquer iniciativa, acreditando ser mais uma montagem de Halloween, explicou a esposa do prefeito William Glanden para o diário “The Wilmington News Journal”. Se um dia o rei da loucura infernal se manifestar sensivelmente, as pessoas não estarão já preparadas para aceitá-lo?

Moda da tatuagem: irracionalidade neopagã prenhe de satanismo


O costume das tribos pagãs mais primitivas da África, ou da Polinésia, de tatuarem o próprio corpo, sempre causou horror aos civilizados. Deforma o corpo de modo contrário à própria natureza humana, tornando-o feio e por vezes repugnante. Sinal dos tempos: em São Paulo a 7ª Convenção Internacional de Tatuagem reuniu 17 mil pessoas. Participaram 500 tatuadores, 50 deles estrangeiros.

Homens e mulheres abriam vulgarmente suas vestes para exibir desenhos, muitas vezes com alusões sensuais, ocultistas ou satânicas. Um dos sucessos foi o método de tatuagem japonês tebori, que no Japão, servia para marcar o corpo de criminosos, como punição. Hoje é usado até como identificação pelos mafiosos da Yakuza, a maior organização delituosa daquele país.

Sob pretexto de liberdade e originalidade, o homem revolucionário entediado e sem graça, ou moderno, embrenha-se no ambiente próprio ao crime e à neo-barbárie pagã.

Habeas corpus para macaco; aborto e eutanásia para homens


A Promotoria do Meio Ambiente da Bahia pediu habeas corpus para a chimpanzé Suíça, "presa" no Zoológico de Salvador. Assinaram o pedido o promotor Eron Santana, cinco professores de Direito e militantes ambientalistas. Santana observou que a chimpanzé tem 99,6% de genes do homem, e por isso "é uma pessoa que não pode permanecer presa". O juiz da 9ª Vara Criminal de Salvador, Edmundo Lúcio, admitiu considerar o pedido — fato que foi comemorado como uma vitória ecologista. Porém, Suíça morreu logo depois. O promotor exigiu autópsia. No Brasil, em nome da liberdade, qualquer absurdo é invocado em favor dos animais. Entretanto, entre os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus, a prática do aborto expande-se assustadoramente. Também a eutanásia já começa a ser adotada nas legislações de alguns países.

Poucos sabem: por tras de piercing e implantes metálicos há uma iniciação no satanismo


Logo atrás da moda dos piercings vem a dos implantes metálicos, que desfiguram atrozmente homens e mulheres. Chifres, saliências, vértebras horripilantes, figuras antinaturais sob a pele, língua cortada pela metade à semelhança das cobras, são alguns dos efeitos monstruosos.

Mas poucos —até mesmo entre adeptos dessas modas— conhecem o fundo oculto delas, estabelecido numa “igreja” com seus “reverendos”: a Igreja da Modificação do Corpo, sadomasoquista e satanista, que ao mesmo tempo pretende ser ecumênica!

Modas profanam símbolos e paramentos litúrgicos católicos


Retratos de santos ou símbolos veneráveis aparecem nas mais prosaicas peças de vestuário, em coleiras de cachorros ou embalagens de cosméticos. Conhecidas griffes de Milão comercializam vestidos e xales que evocam vestimentas litúrgicas, noticiou o “New York Times”.

Campos de extermínio soviéticos: atração turística!


Uma agência de turismo de Krasnoyarsk (Rússia) lançou uma excursão aos sinistros campos de concentração da Sibéria. O lúgubre passeio custará pouco mais de 2.000 reais e durará 12 dias. Sobre esses locais, o empresário Vladimir Demidov explicou: “Praticamente nada foi feito para adaptar os lugares, mas a região é tão fria, que estão perfeitamente preservados”.
Casas que foram teatro de crimes horríveis são tidas como mal assombradas. O que dizer de lugares onde foram mortas milhões de pessoas com requintes de crueldade? Tais locais mereceriam, isso sim, a visita de autoridades e especialistas para medir e julgar toda a dimensão dos delitos ali cometidos. Mas... para distração e esparcimento turístico não envolve perda da razão?

Justiça libera caníbal alemão


Armin Meiwes, de 42 anos, confessou ante o tribunal de Kassel, Alemanha, ter praticado canibalismo, com requintes de perversidade. Ele recrutava vítimas pela Internet, oferecia um guia prático para “cortar a carcaça humana para consumo humano” e sugeria receitas de molhos, incluindo uísque, molho inglês e alho picado.
Meiwes pôs o macabro anúncio numa sala de bate-papo na Internet sobre canibalismo e atraiu o engenheiro Bernd-Jurgen Brandes, de Berlim. Este assinou um contrato dando pleno consentimento ao ritual macabro, o qual foi filmado. As cenas mostram Meiwes cortando os órgãos sexuais do engenheiro, usando anestesia local, e depois comendo-os junto com a própria vítima. Por fim o canibal esfaqueou-lhe o pescoço e retalhou o cadáver, guardando os pedaços dele na geladeira e devorando-os depois.
A Justiça alemã acaba de o declarar livre, após breve passagem pela prisão.
Os estudantes revolucionários da Sorbonne cunharam, em 1968, o dito “é proibido proibir”. E a justiça alternativa age nesse sentido. No fim dessa senda, já se pode ouvir a gargalhada do inferno.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Piercing: moda de escravos e degradados virou bacana


Orelha, sobrancelha, queixo, nariz, bochechas, língua — tudo serve.

A moda de incrustar objetos no corpo é a moda da dor e da infelicidade.

Mais assustador é o fundo moral e psicológico que ela revela.

Um historiador da arte, Denis Bruna, pesquisou antecedentes no mundo cristão.

No pagão, não precisava, pois índios americanos e selvagens africanos ainda costumam deformar o corpo com artifícios até mais sádicos e supersticiosos.

Em pinturas do fim da Idade Média, Bruna descobriu indivíduos com a face traspassada com anéis, cadeias, penduricalhos ou broches.

Numa Via Crucis de Hieronymus Bosch, os carrascos de Nosso Senhor aparecem com piercing, com o rosto furado por anéis. Uma parteira histérica, um velho lúbrico e infiéis também portam esses piercings como estigmas de infâmia.

Dois mil anos depois da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a humanidade que recusou a Igreja e a Civilização Cristã disputa, para cravar em suas carnes, os sinais que outrora os pintores punham nos torpes semblantes dos carrascos que atrozmente crucificaram o Cordeiro sem mancha, nosso Divino Redentor.