quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018!

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Mao Tsé Tung glorificado em igreja da cidade natal de Santo Tomás de Aquino

Murais do grande perseguidor da Igreja Mao Tsé tung na capela de São Tomás de Aquino, na cidade natal do santo
Murais do grande perseguidor da Igreja Mao Tsé tung
na capela de São Tomás de Aquino, na cidade natal do santo
Luis Dufaur
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Na cidade de Roccasecca, no sul de Roma, onde nasceu São Tomás de Aquino, na igreja a ele consagrada foi aberta uma amostra dedicada ao fundador do comunismo chinês Mao Tsé-Tung. O absurdo não tem pé nem cabeça, mas faz parte da ofensiva do terrorismo da blasfêmia e foi informado pelo jornal local “La Provincia”.

Para maior acinte, a amostra foi montada na igreja de São Tomás de Aquino, do século XIII.

Os promotores imaginaram um artifício para tentar driblar a oposição – aliás, previsível – dos habitantes chocados e ofendidos.

A amostra levou o título em inglês “If I were Mao” (“Se eu fosse Mao”) e expunha fotos de sósias do cruel ditador marxista chinês.

Para todos os efeitos, quem entrava na igreja a encontrava recoberta de fotos representando o grande perseguidor da Igreja na China.

A indignação dos habitantes de Roccasecca explodiu nas redes sociais e externou-se nas ruas e praças da cidade.

Para os católicos não havia dúvida: era uma profanação: “Um perseguidor dos cristãos exaltado na igreja? Será que ficamos loucos?! Tentem fazer isso numa mesquita!” – comentava um vizinho.

As fotografias gigantes de Mao cobriam as paredes do templo sagrado, ofendendo estridentemente o senso católico. Era a casa de Deus sendo profanada por efígies de quem combateu encarniçadamente a Igreja Católica, por vezes mandando degolar os fiéis de público, no intento de extinguir o Cristianismo para sempre.

Notícia de primeira página no jornal local 'La Provincia'
Notícia de primeira página no jornal local 'La Provincia'
O prefeito Sacco apelou para o sofisma presente na boca do terrorismo da blasfêmia: trata-se apenas de um percurso artístico-cultural. Nesse percurso há mais duas exibições previstas: uma sobre o Ganges, rio sagrado do hinduísmo e do budismo, e outra sobre Cuba. Velho paganismo e neopaganismo de braços dados.

As amostras ofensivas foram financiadas pela Regione Lazio, comparável a um governo estadual brasileiro.

Os sósias de Mao que posaram para as fotos são atores chineses especializados em imitar o chefe máximo do materialismo comunista da China, onde ele é paradoxalmente cultuado como uma espécie de semideus.

Esses atores recorrem até à cirurgia plástica para se parecerem mais com um Mao Tsé-Tung redivivo.

Nessa igreja – e isto atinge um máximo de profanação – estão o Santíssimo Sacramento e um Cristo crucificado venerado pela população.

O pároco mostrou-se plenamente de acordo e disse ao prefeito que não tinha nada de inconveniente.

“Tudo foi combinado com a paróquia. Não há imagens ofensivas à sacralidade do local”, sofismou o prefeito.

Com todos os terremotos que varreram essa região italiana nos últimos anos, não causará surpresa se a natureza em cólera se abater sobre a cidade.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Islã progride porque a moral católica é contrariada e abandonada

Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Luis Dufaur
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Os atentados terroristas islâmicos contra o Ocidente ex-cristão não cessam. Antes, multiplicam-se e se intensificam.

Na hora que começamos a escrever, o mais recente deles semeou a morte em Manhattan, Nova York. Mas não é impossível que, quando tivermos terminado de redigir, outro ou vários tenham sido perpetrados não se sabe onde.

Em território como o espanhol, invadido em algum momento histórico pelas hordas maometanas, a agressão alega o “direito” de “reconquista”.

Mas o Corão ordena avançar também sobre territórios nunca invadidos previamente por seus sequazes.

Se o Brasil não está sofrendo atentados, é apenas por uma questão de proximidade geográfica. Em dado momento eles poderão começar.

Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Acresce que em países como a Espanha, com o desfazimento da família as crianças não nascem e a população mirra.

Uma consequência disso é o fechamento pelos governos de escolas do ensino fundamental.

O exemplo paradigmático escolhido por Giulio Meotti, diretor cultural do jornal “Il Foglio”, é o do Japão: quando o número de alunos cai para menos de 10% de sua capacidade, a escola é fechada.

O governo japonês transforma então os locais para educar crianças em asilos para cuidar dos idosos.

Nesse país, 40% da população têm 65 anos ou mais.

Isso não é pesadelo ou ficção científica.

O Japão se tornou a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde se forjou a expressão popular “civilização fantasma“.

O Instituto Nacional de População e Pesquisas de Previdência Social do Japão prevê que por volta de 2040 a maioria das pequenas cidades japonesas terá perdido entre um terço e metade de sua população.

Muitas câmaras municipais não podem mais operar: os representantes não têm a quem representar! Foram então fechadas.

Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
O número de restaurantes caiu de 850 mil em 1990 para 350 mil hoje. A causa aduzida é o “esgotamento da vitalidade”.

As previsões também sugerem que em 15 anos o Japão terá 20 milhões de casas abandonadas.

Será também este o futuro da Europa?

Especialistas em demografia já falam da Europa como o “Novo Japão“. O Japão, no entanto, se defende proibindo a imigração muçulmana, diz Meotti.

Mas a Europa está cometendo suicídio demográfico, fazendo o que o historiador britânico Niall Ferguson chama de “a maior redução sustentada da população desde a Peste Negra do século XIV”, segundo observou recentemente o historiador George Weigel.

E os muçulmanos convergem na Europa para preencher esse vazio.

O arcebispo de Estrasburgo, Dom Luc Ravel, citou o que “os muçulmanos devotos (...) chamam de a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: ‘um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso’”...

Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir
Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir.
O instituto interdisciplinar de estudos Centro Machiavelli julga que, pelas tendências atuais, na Itália por volta do ano 2065 os descendentes dos imigrantes da primeira e segunda geração de islâmicos ultrapassarão 22 milhões, ou mais de 40% da população.

Na Alemanha, 36% das crianças menores de cinco anos têm pais imigrantes.

Em 13 dos 28 países membros da UE, em 2016, morreram mais pessoas do que nasceram.

A queda livre demográfica é mais visível na “nova Europa”, em países do antigo bloco soviético como Polônia, Hungria e Eslováquia, que foram formados oficialmente na imoralidade do socialismo ateu e igualitário.

Neles está explodindo a “bomba do decrescimento populacional”, colapso devastador da taxa de natalidade que o analista de questões contemporâneas Mark Steyn chamou de “o maior problema da nossa época“.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán salientou que há aqueles que querem preencher o vazio populacional europeu recorrendo à imigração.

Não é o caso de seu país, onde querem resolver os problemas demográficos com os próprios recursos, em primeiro lugar “renovando-nos espiritualmente”.

O problema maior não é saber se a Europa será muçulmanizada. É saber se ela “continuará a pertencer aos europeus”, reflete Meotti.

As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens. Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens.
Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
E o problema é antes de tudo moral e religioso.

Está na essência da família.

Houve uma época em que os países da Europa Oriental temiam os tanques soviéticos, agora eles temem os berços vazios, comenta Meotti.

Segundo a ONU, a Europa Oriental tinha cerca de 292 milhões de habitantes em 2016, 18 milhões a menos do que no início da década de 1990.

O número é equivalente a toda a população da Holanda.

Segundo o jornal Financial Times, a Europa Oriental sofre “a maior perda de população na história moderna”.

Sua população está diminuindo como nunca antes. Nem durante a II Guerra Mundial, com os massacres, deportações e movimentos populacionais soviéticos se chegou a tal abismo.

A imigração islâmica em massa zerará as estatísticas negativas, mas a Europa também se tornará uma “civilização fantasma” que cometeu um tipo de suicídio diferente, porém mais atroz, conclui Meotti.



Acréscimo de Giulio Meotti


Média de idade na América do Sul também está decaindo,
e os problemas da migração invasora virão junto
A Romênia perderá 22% da população até 2050, seguida pela Moldávia (20%), Letônia (19%), Lituânia (17%), Croácia (16%) e Hungria (16%). Romênia, Bulgária e Ucrânia são os países onde o declínio da população será mais drástico.

Estima-se que em 2050 a população da Polônia encolherá dos atuais 38 milhões para 32 milhões. Cerca de 200 escolas foram fechadas, mas há crianças suficientes para preencher as que ainda restam.

Na Europa Central, a proporção dos habitantes com “mais de 65 anos” aumentou em mais de um terço entre 1990 e 2010.

A população húngara encontra-se no ponto mais baixo em meio século. O número de habitantes diminuiu de 10.709.000 em 1980 para 9.986.000 milhões hoje.

Em 2050 Hungria terá milhões de habitantes a menos e, em cada três deles, um terá mais de 65 anos. A Hungria conta hoje com uma taxa de fertilidade de 1,5 filhos por mulher. Se excluirmos a população cigana, o número cai para 0,8, o mais baixo do mundo.

Entre 2015 e 2050, a Bulgária terá o declínio populacional mais célere do mundo: mais de 15%, juntamente com a Bósnia Herzegovina, a Croácia, a Hungria, o Japão, a Letônia, a Lituânia, a Moldávia, a Romênia, a Sérvia e a Ucrânia.

Em 30 anos a população búlgara deverá cair de cerca de 7,15 milhões de habitantes para 5,15 milhões – uma queda de 27,9%.

Em 1990 nasceram na Romênia pós-comunista 315 mil crianças. Hoje, os dados oficiais registram 178 mil bebês. Em 2016, a Croácia teve 32 mil nascimentos, um declínio de 20% em relação a 2015.

Quando a República Tcheca fazia parte do bloco comunista, sua taxa de fertilidade se encontrava próxima do índice de substituição populacional (2,1). Hoje é o quinto país mais estéril do mundo!

A Eslovênia tem o PIB per capita mais alto na Europa Oriental, mas uma taxa de fertilidade extremamente baixa.


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Maomé é o nome mais atribuído a crianças na Grã-Bretanha

Criança islâmica na Grã-Bretanha
Criança islâmica na Grã-Bretanha
Luis Dufaur
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Somadas as suas diversas transliterações, Maomé é o nome de criança com maior número de registros na Inglaterra e Gales em 2016.

O nome mais frequente é Oliver, caso se considere a identidade de grafia, segundo o site “Quartz”.

Maomé pode ser registrado como “Muhammad”, “Mohammed” ou “Mohammad”, além de outras formas. Todas as variantes somadas fazem de Maomé o nome mais atribuído em 2016, segundo os dados do Office of National Statistics britânico.

Faz alguns anos que a predominância do nome Maomé se repete, superando nomes ingleses muito populares como Harry, Jack, Eric/Erik, Hanna/Hannah, Sean/Shaun e Oliver.

7.084 crianças foram registradas com o nome de “Maomé”, e 6.623 com o de Olivier.

O Office esclarece que “as estatísticas são baseadas na ortografia exata indicada no certificado de nascimento”, informou o site Francetv.info.

A casuística é reveladora. O expansionismo islâmico sonha com a ocupação da Europa através da imigração e muitos filhos.

As mudanças populacionais ameaçam a sobrevivência dos povos europeus, que além da invasão islâmica estão sendo corroídos pela imoralidade dos costumes que os leva a limitar a natalidade.



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

“Acolhida a Satanás” é o ponto final do falso ecumenismo?

Partidários do curso pós-escolar satanista segundo "Los Angeles Times"
Partidários do curso pós-escolar satanista segundo "Los Angeles Times"
Luis Dufaur
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Todas as religiões são iguais, pelo menos no essencial?

Deus, ou a procura de Deus, estará agindo igualmente em todas, embora de formas diversas, por vias culturalmente diferentes?

Se a resposta for NÃO, está de acordo com as Sagradas Escrituras e com o que a Igreja Católica sempre ensinaram a respeito.

Mas se for SIM, tirar-se-iam diversas consequências. Por exemplo, a respeito do ecumenismo, do igualitarismo laicista e do culto religioso a Satanás.

Em 2001 o assunto chegou à Suprema Corte americana, que autorizou grupos religiosos oferecerem cursos extracurriculares a alunos da rede pública.

Essa facilidade vinha sendo aproveitada por católicos e evangélicos.

Mas agora a “igreja do Templo Satanista” reivindicou também o direito, pois seria mais uma crença igual às demais.

Seu símbolo de campanha para obter o reconhecimento do “direito” é um lápis escolar de três pontas, simulando um tridente.

Símbolo do 'After School Satan'
Os cultuadores do príncipe das trevas querem aproveitar a legislação para “oferecer uma alternativa a crianças e pais”. E, de cambulhada, questionar a legitimidade dos cursos cristãos na rede de ensino infantil!

“Se cursos religiosos são permitidos nas escolas, nós queremos espalhar nossos clubes por toda a nação para garantir que múltiplos pontos de vista estejam representados”, disse à BBC Brasil Chalice Blythe, diretora nacional do “Programa Satã depois da escola” (After School Satan Program), do Templo Satânico dos EUA.

Para a campanha pró-Lúcifer, os membros dessa “igreja” montaram um vídeo com áudio invertido e imagens de crianças com aranhas, bodes com longos chifres e outros símbolos satânicos, para “divertir” os estudantes enquanto eles são iniciados nas práticas obscuras do satanismo.

Um livro de colorir estimula as crianças a “ligar os pontos para formarem um pentagrama invertido”, símbolo classicamente associado ao reino de Satanás.

A Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade – TFP reagiu, classificando o projeto de “sacrilégio” e convocando os fiéis a exigir “o retorno da moral cristã”.

“Precisamos frear a popularidade do satanismo”, destacou a entidade, endossando uma onda de abaixo-assinados criados por igrejas para proibir cursos satânicos para crianças.

O Templo Satânico tem forte atuação em redes sociais, onde diz reunir mais de 100 mil seguidores em 13 Estados americanos. O número é discutível, sobretudo quando provém de seguidores do “pai da mentira”.

A popularidade desse culto às trevas cresce naturalmente entre ateus e ativistas políticos dos EUA, e também de outros países. E neste ponto talvez não estejam fantasiando tanto.

Reações católicas no Texas
Reações católicas no Texas
“Precisamos de uma filial do templo no Brasil”, escreveu um morador do Rio de Janeiro na página do grupo satanista no Facebook.

O Templo Satânico alega em seu favor o princípio-base do falso “ecumenismo”: “o Templo Satânico é uma religião igual a qualquer outra”, responde a satanista Blythe, em entrevista à BBC Brasil.

“Satanás é um símbolo do eterno rebelde em oposição à autoridade arbitrária”, responde. “Satanás é o herege que questiona as leis sagradas e rejeita todas as imposições tirânicas”.

No tempo em que Lutero é tratado pelas altas autoridades vaticanas responsáveis do ecumenismo como um reformador e precursor das atuais transformações “pós-conciliares”, o argumento torto entra como mão na luva.

O templo satânico inclui a instalação de monumentos dedicados a Satanás ao lado de estátuas cristãs erigidas em locais públicos, bem como intervenções não raramente provocativas em procissões religiosas.

Imagine-se uma dessas junto ou perto do Cristo Redentor! Poderia haver pior ofensa?

Mas o “Projeto Satã depois da escola” não fica por aí. Ele visa “‘vacinar’ as crianças contra qualquer forma de cristianismo”, segundo a fonte informativa.

À BBC Brasil, a porta-voz do Templo Satânico afirmou que os cursos infantis não propõem à devoção do diabo, mas “uma visão de mundo científica, racionalista e não supersticiosa”, como alternativa aos dogmas do ensino cristão.

Colaboradores da TFP americana num ato contra a aprovação do satanismo como religião com igualdade de direitos nos EUA
Colaboradores da TFP americana num ato contra a aprovação do satanismo
como religião com igualdade de direitos nos EUA
É uma velha formula para levar ao ateísmo e deixar a um passo do culto ao demônio. O laicismo – como explicou o bispo emérito de Isernia-Venafro, D. Andrea Gemma – é uma porta por onde o demônio toma posse das almas e da sociedade.

Confira: D. Gemma: o demônio entra nas almas e nas sociedades pela porta do laicismo


A suposição de que todas as religiões têm um fundo comum igual se revela então uma enganação que favorece a possessão diabólica.

No fundo do falso “ecumenismo” há um encontro com Satanás.

Veja, por exemplo: Beato carmelita: convergência ecumênica prepara a religião universal do Anticristo



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Queimem o Papa!” respondem feministas à proposta de “acolhida”

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Luis Dufaur
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Uma parada composta por alguns milhares de feministas e militantes LGBT atacou a catedral de Resistencia, no nordeste argentino, tentando atear-lhe fogo, pichando-a, jogando garrafas e pedras, segundo ficou registrado em vídeos citados por “LifeSiteNews”.

Esse tipo de mulheres – qualificadas pela imprensa local de “feminazis” – tentou primeiro incendiar a porta da catedral, assanhando-se contra uma imagem da Bem-aventurada Virgem Maria que reina na fachada do prédio sagrado.

Para maior escárnio, algumas delas se apresentaram em topless, com o busto pichado com blasfêmias e slogans da agenda LGBT.

O ódio à religião e à pureza dos costumes levou-as a se revoltar contra os prédios e monumentos da cidade, cujo estilo reflete os gostos e a alma católica.

Não foram poupados escolas, prédios de escritórios e monumentos a personalidades históricas. Os prédios foram pichados com frases como “Vai matar teu pai, teu namorado e teu irmão”; “Queimem o Papa”, “Padres abusadores”, “Abortem os meninos”, “Morte aos homens”, etc.

As pessoas que tentaram interpor-se pacificamente entre as mulheres e a catedral foram sujadas com sprays de tinta.

Explosões semelhantes de ódio já aconteciam todos os anos em diversas cidades argentinas por ocasião do “Encontro Nacional de Mulheres”, financiado pelo governo populista-bolivariano kirchnerista afim ao PT.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Os ataques se tornaram o rito de uma antirreligião populista e igualitária que promove o aborto, a homossexualidade, a prostituição e outras condutas perversas condenadas pelo catolicismo.

Paradoxalmente, representantes destacados dessa antirreligião recebem calorosa acolhida no Vaticano.

A fim de evitar os já previsíveis ataques e profanações dos anos anteriores, a parada não estava autorizada a passar em frente da catedral. Mas, como nesses anos, um grupo previamente organizado atacou o prédio sagrado.

As barreiras policiais foram derrubadas e o conflito tornou-se mais grave quando moradores enfurecidos saíram de suas casas exigindo que os profanadores abandonassem o local.

“Nossa cidade é pobre e não queremos que continuem destruindo o pouco que temos. Eles vieram quebrar tudo o que temos”, disse uma mulher indignada.

“Eu como mulher não quero ser incluída entre essas moças, se é que podem ser chamadas assim”, disse a senhora.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
“Uma mulher usa vestido e se distingue pelo perfume, e não pelo cheiro de álcool e de drogas como essas. Além do mais, elas são assassinas, não querem a vida”, acrescentou.

A provocação foi precedida por um ataque contra a catedral de Buenos Aires.

No mês de março, mulheres mascaradas e em topless entraram em atrito com a polícia ao tentaram arrombar as barreiras instaladas diante da Sé.

Essas feministas violentas participavam do “Dia Internacional da Mulher”.

As concessões, “acolhidas” e “acompanhamentos” oferecidos a essas militantes à luz da ‘Amoris Laetitia’ não tiveram nenhum efeito.

O ódio que anima essas agressões – o qual foi observado, aliás, pela imprensa – não obedece a nenhum raciocínio, mas apenas a um impulso demoníaco.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras
pedindo seja afastada a invasão do Islã

Poloneses rezam caminhando na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Poloneses rezam na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Luis Dufaur
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.

Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.

Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.

A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.

O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.

A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O Islã martiriza mas os cristãos crescem no Oriente Médio

No Oriente Médio o sangue dos mártires está sendo semente de cristãos
Luis Dufaur
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Há uma realidade esperançosa colocada em surdina ou muito mal contada pela grande imprensa ocidental a propósito das agressões e das invasões praticadas pelo islamismo.

Nossa grande imprensa foca espetacularmente os crimes dos muçulmanos mais obedientes ao Corão.

O efeito é desanimador: cristãos massacrados, seitas islâmicas pacíficas dizimadas e turistas desprevenidos atropelados ou apunhalados até a morte com requintes de barbárie.

Declarações intimidadoras, propostas sádicas, discursos virulentos e promessas de crueldades ainda mais atrozes enchem o noticiário sobre os avanços do Islã.

Os cristãos fogem do Oriente Médio e as terras que viram a expansão da Boa-nova do Evangelho se esvaziam, deixando atrás um deserto povoado de cadáveres e igrejas explodidas ou incendiadas.

A gente diria que é o fim da Cruz de Cristo nessa imensa e histórica região.

Porém, o fato verdadeiro é que nessa região flagelada pela perseguição maometana e encharcada pelo sangue dos mártires, o número de cristãos não faz senão aumentar globalmente. Certos locais estratégicos conhecem até uma expansão insuspeitada. Mas de nada disso fala a nossa imprensa.

A começar pela área nevrálgica do Golfo Persico, encostada nas cidades sagradas do maometanismo.

O quadro dessas tendências surpreendentes apareceu mais uma vez em um novo relatório publicado pela Catholic Near East Welfare Association – CNEWA, associação de direito pontifício e um dos principais pontos de referência mundial sobre as Igrejas de Oriente. Os dados foram comentados pelo site italiano La Nuova Bussola Quotidiana.

O CNEWA estudou a situação dos cristãos em nove países onde ela opera in loco, do Egito até a Síria, de Israel até o Iraque, da Jordânia até o Líbano.

As estatísticas da presença cristã nesses países foram atualizadas em 2017 e comparadas com os resultados de 2010.

Milícias cristãs anti-ISIS
Milícias cristãs anti-ISIS
O resultado aponta que nos países do Oriente Médio onde a Igreja Católica está presente ininterruptamente desde os tempos apostólicos, os cristãos de todas as denominações somam 14.525.880, apenas 213.780 menos (–1,45%) com relação há sete anos.

A queda é muito inferior do que se imaginava, consideradas a extensão e a ferocidade das guerras na Síria e no Iraque, que provocaram um êxodo maciço, além da inumana “limpeza” étnico-religiosa praticada pelos adeptos mais “sinceros” do Alcorão.

No Egito, os coptas constituem a mais numerosa comunidade cristã do Oriente. De 2010 a 2017 eles aumentaram de 8,1 a 9,4 milhões, acompanhando o ritmo de crescimento vegetativo da população e mantendo a proporção dos cristãos em cerca de 10% do total nacional.

Essa estabilidade se mantém em meio a bombas e incêndios de igrejas, fuzilamento indiscriminado dos fiéis, acrescidos na fase em que a tintura-mãe do fundamentalismo islâmico, a organização dos Irmãos Muçulmanos, participou do governo.

A maior emigração acontece na Síria, devastada por seis anos de guerra. Segundo a CNEWA, a presença dos cristãos diminuiu de 2,2 para 1,2 milhões de pessoas. No Iraque, a queda foi de 1,5 milhões para apenas 250 mil.

Trata-se de comunidades hoje prófugas que poderiam voltar com a paz, mas que tendem a se instalar duradouramente em outros países à medida que passa o tempo.

O caso mais evidente é o da Jordânia. Em boa medida pela afluência de cristãos da Síria e do Iraque, os cristãos constituem um grupo de 350.000 membros.

São mais numerosos que todos os cristãos que habitam presentemente em Israel e na Palestina. Nestes países, aliás, também o número voltou a crescer, contrariando a tendência à diminuição que prevalecia até pouco.

Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque
Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque
Mas a grande surpresa vem do Golfo Pérsico, onde nem o CNEWA pode estar presente em virtude da intolerante aplicação da Sharia (Lei Islâmica).

O Kuwait, os Emirados Árabes Unidos, a própria Arábia Saudita – “guardiã dos locais santos” Meca e Medina – estão vendo que os trabalhadores cristãos importados para trabalhos servis não só não se pervertem ao Islã, mas fazem prosélitos locais.

Os cristãos filipinos, indianos, sudaneses e eritreus que trabalham em Dubai, Doha ou Abu Dhabi, frequentemente em condições duríssimas, duplicaram em número desde 2010, atingindo 3,8 milhões.

No Kuwait, eles constituem o 17% da população; no Bahrein, 14,5%. Praticam a religião a portas rigorosamente fechadas, para não serem pegos pela polícia religiosa oficial. Não têm licença para construir igrejas, mas o número deles é tão grande, que são cada vez menos invisíveis.

Computando esses cristãos das catacumbas do século XXI, chega-se ao de fato que, desde 2010, o saldo positivo deles na região incrementou-se em quase 1,6 milhões, um crescimento de 9,5%.

Esse aumento compensa e supera com largueza as perdas em outros países

Hoje um cristão de cada cinco no Oriente Médio vive na Península Arábica e no Golfo Pérsico. Trata-se de uma semente aparentemente frágil e precária, mas quando fecundada pela graça do Espírito Santo pode-se prever um futuro maravilhoso.

Foi também uma pobre semente em fuga das perseguições do Sinédrio em Israel, constituída por São Pedro e os primeiros discípulos, que deu origem à árvore gigante da Igreja.

Essa estende a partir de Roma sobre toda a Terra seus braços cheios de folhas, flores e frutos, enfrentando toda espécie de tempestades.



Vídeo gravado durante a retomada de Mosul registra o reerguimento do cristianismo no Iraque




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A solução está em Aparecida e não em Brasília

Nossa Senhora Aparecida
Nossa Senhora Aparecida
Luis Dufaur
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No Terceiro Centenário de Nossa Senhora Aparecida


Existem devoções nacionais a Nossa Senhora, como é o caso de Aparecida, da mesma maneira que há grandes invocações que têm uma realeza entre as invocações de Nossa Senhora, como é o caso de Nossa Senhora do Rosário.

Quase não existe um país da Terra que não tenha uma grande devoção a Nossa Senhora e de que Ela não seja, debaixo de algum título, a Padroeira.

Também existem as invocações a Nossa Senhora das regiões e das cidades, como é, por exemplo, Nossa Senhora da Penha, em São Paulo.

E, às vezes, ainda há imagens de Nossa Senhora particularmente invocadas numa paróquia, numa parte de uma cidade, etc.

Há até famílias que têm uma devoção especial por alguma imagem de Nossa Senhora por alguma relação especial dEla com aquela família.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Luteranos não ligam para Lutero.
Ficção de “ecumenismo” só esvazia o catolicismo

Mons. Rudolf Voderholzer, bispo de Regensburg: 'Cessemos de protestantizar a Igreja antes que se esvazie como a dos luteranos!'
Mons. Rudolf Voderholzer, bispo de Regensburg:
'Cessemos de protestantizar a Igreja
antes que se esvazie como a dos luteranos!'
Luis Dufaur
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“Cessemos de protestantizar a Igreja antes que se esvazie como a dos luteranos!”.

Esses termos caseiros podem bem resumir a homilia de Dom Rudolf Voderholzer, Bispo de Regensburg, por ocasião da romaria ao santuário de Santa Ana Schäffer, mística alemã, em Mindelstetten.

O bispo falou das estatísticas apresentadas pelo Arcebispo de Munique e presidente da Conferência Episcopal, Cardeal Reinhart Marx, sobre a participação dos fiéis na Igreja Católica alemã.

Segundo Dom Rudolf, os números são tão desastrosos quanto os da igreja luterana. Sublinhou também que todos os “remédios” aplicados fracassaram. Tais remédios procuraram relativizar a moral e a fé da Igreja “liberando-a” de dogmas supostamente opressivos, disse o bispo, segundo o blog “In Caelo”.

Para o Bispo de Regensburg, os números mostram que a fé está se evaporando na Igreja Católica alemã. Esses números são tão depressivos que deveriam produzir um sobressalto e um reerguimento. Mas, de fato, isso não está acontecendo.

O índice dos que abandonam a Igreja modernizada no período pós-conciliar é “desconcertantemente alto”, disse o bispo. Desde 2015, a queda foi de aproximadamente 11%, tendo ocorrido integralmente sob o pontificado do Papa Francisco.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Vaticano promove migração que prepara anarquia universal

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Papa Francisco pleiteia “passar a segurança pessoal dos migrantes por cima da segurança nacional”, referiu alarmado Laurent Dandrieu, redator-chefe de Cultura da revista francesa “Valeurs Actuelles”, em entrevista ao jornal de Paris “Le Figaro”.

Dandrieu observa que esse apelo foi redigido para a Jornada Mundial do Migrante e do Refugiado de 2018 e vai mais longe do que as outras posições defendidas pelo pontífice.

“Em entrevista a uma rádio portuguesa em 14 de setembro de 2015 – lembra o jornalista –, o Papa reconhecia o risco de infiltração terrorista entre os migrantes, mas achava que ainda assim o refugiado devia ser acolhido devido a um mandamento da Bíblia”.

Mas em sua nova mensagem Francisco escreve que “o principio da centralidade da pessoa humana (…) obriga a colocar sempre a segurança pessoal acima da segurança nacional”.

Comenta Dandrieu: “Fazendo isso, ele cede a um idealismo desastroso e esquece que a segurança nacional é a garantia mais sólida da segurança pessoal. Não pode existir segurança pessoal fora dos contextos jurídicos e legais que são sua salvaguarda.

Jamais poderá haver segurança nacional se as nações ocidentais, em virtude do terrorismo ou de uma imigração incontrolável e impossível de administrar, se precipitarem na anarquia.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Opióides causam um '11 de Setembro'
cada três semanas nos EUA

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A adição pelas drogas químicas de efeito análogo ao ópio – ou opióides – mata “em média 142 americanos por dia nos Estados Unidos”, concluiu a Comissão para o Combate à Toxicodependência e à Crise de Opióides, composta por legisladores dos dois grandes partidos americanos, o Democrata e o Republicano.

Por isso, segundo a Comissão, os EUA “estão tendo um número de fatalidades igual a um 11 de Setembro a cada três semanas”, informou a BBC Brasil.

Os opióides atingem as células nervosas e o cérebro. Alguns estão proibidos, como a heroína, ou funcionam como analgésicos que exigem receita médica muito controlada, como a morfina, a codeína, o fentanil e o oxicodona.

Desde 1999, o número de mortes por abuso de opióides quadruplicou, disse a comissão, citando o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês).

Um terço dos americanos recebeu prescrição de opióides em 2015.

A Comissão recomendou o estudo de novas formas de tratar os cerca de 100 milhões de adultos americanos (dados do Instituto de Medicina das Academias Médicas) que sofrem de dor crônica.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Trabalho-lazer: um mito que a realidade desmintiu

O Mobile World Congress em Barcelona testou ao vivo formas de teletrabalho por smartphone. A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
O Mobile World Congress em Barcelona testou formas de teletrabalho por smartphone.
A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
Luis Dufaur
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No início da era da informática houve um sonho. Só que desconectado da psicologia humana e fadado por isso ao fracasso.

O sonho falava em “trabalhar no lar na ponta de um terminal de computador”, escreveram Eugenio Marchiori e Andrés Hatum, professores da Escola de Negócios da Universidade Torcuato Di Tella, para “La Nación” de Buenos Aires.

O mito dizia que o teletrabalho beneficiaria empresas e funcionários.

No ambiente mais silencioso e com menos distrações do lar, mistificava-se, os empregados se concentrariam mais nas tarefas e renderiam mais. Não teriam que ir ao trabalho, reduzindo assim a contaminação ambiental.

Também poderiam dedicar-se mais à família, aos esportes ou a atividades de lazer.

Cada um faria o horário que bem entendesse, os custos baixariam etc., etc.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Por trás de sistemas e robôs onipresentes, uma casta regendo o mundo?

Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Luis Dufaur
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Um evento risível foi protagonizado pelo sofisticado robô Knightscope K5, equipado com sensores e programas de reconhecimento facial parecidos com o R2-D2 de Star Wars.

Ele acabou afundando ridiculamente numa bacia ornamental do prédio de escritórios de Washington que devia vigiar.

O episódio, entretanto, foi revelador de um problema que inquieta os espíritos mais precavidos.

Parecia atração futurista: branco, cônico, um androide de saga cinematográfica. Mas não era feito para turistas ou fãs da ciência-ficção.

Era um robô de alta tecnologia, responsável pela segurança do prédio, dotado de sistemas de reconhecimento facial, captura de vídeo de alta definição, laser de busca, sensores térmicos, infravermelhos, ultrassônicos e de qualidade do ar, segundo noticiou “La Nación”.

Knightscope K5 foi desenhado em 2013, após o massacre na escola americana de Sandy Hook (Connecticut) que matou 26 pessoas, 20 delas crianças. Sua responsabilidade era muito grande: garantir a segurança em centros de ensino, bairros e empresas.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Polícia religiosa chechena
aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Idolatria da “acolhida” é imenso desserviço à Igreja

A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
Luis Dufaur
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Laurent Dandrieu, redator das páginas de cultura da revista francesa Valeurs actuelles, acrescentou um escrito candente à sua vasta produção literária: “A Igreja e a imigração, o grande mal-estar” (“Eglise et immigration, le grand malaise”, Editions Presses de la Renaissance, Paris, 2017, 288 p), segundo comentário da jornalista Jeanne Smits em seu blog.

No livro, Laurent Dandrieu mostra o erro garrafal do discurso “angélico” da hierarquia da Igreja Católica face à imigração que invade a Europa trazendo nas mochilas as bandeiras religiosas do Islã.

O problema, explica o autor, é a maneira como foi instaurado o ‘diálogo’, como uma espécie de fim em si mesmo.

Para o escritor, o Papa Francisco repete constantemente que não há envolvimento específico algum do Islã com a violência.

Ora, vemos que a evidência nega tal afirmação. Cultivando esse discurso angélico a respeito do Islã, o Papa não presta serviço algum a quem quer que seja.

Não ajuda os europeus, pois seu discurso vem contribuindo para adormecer a legítima desconfiança dos europeus face à islamização progressiva do continente.