terça-feira, 16 de abril de 2019

O rosto de Jesus Cristo impresso em Notre Dame

A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






“Eu não posso me esquecer que uma das viagens que eu fiz a Paris, eu cheguei à noitinha. Jantei, e fui imediatamente ver a Catedral de Notre-Dame.

Era uma noite de verão, não extraordinariamente bonita, comum.

A Catedral estava iluminada, e o automóvel em que eu vinha passava da rive gauche para a ilha, e eu via a Catedral assim de lado, e numa focalização completamente fortuita.

Ela me pareceu desde logo, naquele ângulo tomado assim, se acaso existisse ‒ em algum sentido existe ‒ eu diria que é tomado ao acaso, eu olhei e achei tão belo que eu fiquei com vontade de dizer ao automóvel:

“Para, que eu quero ficar aqui! Eu sei que o resto é muito belo, mas eu creio que poucos olharam essa Catedral desse ângulo e pararam.

“E eu quero ser dos poucos, para dar a Nossa Senhora o louvor deste ponto de vista aqui, que os outros talvez não tenham louvado suficientemente.

“Ao menos se dirá que uma vez, um peregrino vindo de longe amou o que muitos outros, por pressa, por isso ou por não terem recebido uma graça especial naquele momento para aquilo, não chegaram a amar.”

“E em todos os grandes monumentos da Cristandade, depois de admirar as maravilhas, eu tenho a tendência a ir admirando os pormenores, num ato de reparação, porque esses pormenores talvez não tenham sido amados como eles deveriam ser amados.

“E então fazer ao menos isto: amar o que deveria ter sido amado e que foi esquecido. É sempre a nossa vocação de levar à tona as verdades esquecidas, que os homens põem de lado.

“Eu fiquei encantado com a Catedral naquele ângulo.

“Depois dei a volta, e voltei para o hotel com a alma cheia.

“E se alguém naquele momento me lembrasse da palavra da Escritura:

“Eis a igreja de uma beleza perfeita, a alegria do mundo inteiro”, eu teria dito: “Oh! como está bem expresso! É bem o que eu sinto a respeito da Catedral.”

“E aí, do fundo de nossas almas, do fundo de nossas inocências, sobe uma coisa que é luz, superluz, mas ao mesmo tempo é penumbra ou é obscuridade sem ser treva.

“E é a ideia de todas as catedrais góticas do mundo, as que foram construídas, e as que não foram construídas, dando uma ideia de conjunto de Deus. Que, entretanto, ainda é infinitamente mais do que isso.

“Aí o espírito que inspirou todas essas catedrais nos aparece.

“E aí, realmente, mais nós vivemos no Céu do que na Terra.

“E aí o nosso desejo de uma outra vida, de conhecer um Outro, tão interno em mim que é mais eu do que eu mesmo sou eu, mas tão superior a mim que eu não sou nem sequer um grão de poeira em comparação com Ele, esse meu desejo se realiza.

“Eu digo: “Ah, eu compreendo, o Céu deve ser assim!”

“Nós amamos ainda mais o puríssimo Espírito, eterno e invisível, que criou tudo aquilo, para dizer:

“Meu filho, Eu existo. Ame-me e compreenda: isto é semelhante a Mim.

“Mas, sobretudo, por mais belo que isto seja, Eu sou infinitamente dessemelhante disto, por uma forma de beleza tão quintessenciada e superior, que é só quando me vires que verdadeiramente te darás conta do que Eu sou.

“Vem, meu filho. Vem, que eu te espero!

“Luta por mais algum tempo, que Eu estou me preparando para te mostrar no Céu belezas ainda maiores, na proporção em que for grande e dura a tua luta.

“Espera que, quando estiveres pronto para veres aquilo que Eu tinha intenção de que visses quando Eu te criei.

“Meu filho, sou Eu a tua Catedral!

“A Catedral demasiadamente grande! A Catedral demasiadamente bela!

“A Catedral que fez florescer nos lábios da Virgem um sorriso como nenhuma jóia fez florescer, nenhuma rosa, e nem sequer nenhuma das meras criaturas que Ela conheceu.”

“Essa Catedral é Nosso Senhor Jesus Cristo.

“É o Coração de Jesus que tirou do Coração de Maria harmonias como nada tirou. Ali, tu o conhecerás.”

“Ele disse dEle: “Serei Eu mesmo a vossa recompensa demasiadamente grande”.


Vídeo: O rosto de Jesus Cristo impresso em Notre Dame



terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Restaurante nudista de Paris fecha por falta de clientes

O regulamento do nudismo era ditatorial integralmente tolerante para proibir e expulsar quem não estiver de acordo
O regulamento do nudismo era ditatorial se dizendo tolerante para proibir e expulsar quem não estiver de acordo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Durou pouco mais de um ano o imoral e prosaico projeto de um restaurante para nudistas em Paris, capital do bom gosto e da gastronomia do mais alto nível.

O'Naturel foi inaugurado em novembro de 2017 com toda a pompa com que a mídia e o jet set do dinheiro, do exibicionismo e da revolução cultural espalham sua imoralidade e debocham dos bons costumes em nome da modernidade e do futuro.

O primeiro estaurante nudista de Paris foi saudado como uma experiência única na Cidade Luz e foi frequentado por aqueles seletos da moda e das esquerdas que estadeiam a vulgaridade suma de andar sem roupas em praias e campings reservados, descreveu reportagem de Clarín de Buenos Aires.

O'Naturel encarnou no ponto mais ousado por agora a utopia da revolução hippie, Woodstock e Maio de 68 que sonhava com a plenitude frenética da libertação moral e sexual, o paraíso do “proibido proibir”.

Essa enganação utopista constituiu o faro que iluminava a caminhada das modas para a degradação total. Mas essa marcha dizia que ia rumo a um futuro inelutável e nela se engajaram os ávidos de exibição revolucionária “pra frente”.

Porrém as tendências atuais se inclinam mais num sentido conservador e por um retorno às normas morais e as formas culturais de compostura e bom gosto.

Foi assim que O'Naturel fechou por falta de clientes.

“Lamentavelmente, anunciamos o fechamento definitivo do restaurante O'Naturel no dia sábado 16 de fevereiro de 2019”, explicaram seus fundadores, os irmãos Mike e Stéphane Saada, na sua página web.

“Não temos suficientes clientes – admitiu Mike ao jornal “Le Figaro” –. Queremos sair desse projeto e dar uma oportunidade àqueles que queiram tenta-lo”.
Nos armários, os clientes deviam deixar até os celulares
Nos armários, os clientes deviam deixar até os celulares

O'Naturel se apresentava como um restaurante normal numa rua tranquila no leste da capital. Apenas uma densa cortina impedia ver o interior onde numas 20 mesas, quando ocupadas, as pessoas se exibiam como em certas “obras de arte” ou “performances” em museus e zoos contemporâneos.

No ingresso podia se ler o estrito regulamento que impunha o nudismo total. A regra sublinhava o caráter tolerante do local, mas advertia que quem não estivesse de acordo seria expulso.

Os clientes deixavam tudo num armário, incluído o celular, e sentavam inteiramente nus. Os garçons e empregados andavam vestidos por normas municipais para evitar contágios ou espalhar infecções alimentares.

O menu girava entre 39 e 49 euros e os pratos incluíam opções veganas e uma lauta carta de vinhos.

Por vezes, certos domingos nas ruas desérticas de bairros ricos se ve circular nostálgicos do hippismo assaz idosos sobre poderosas motos Harley-Davison, exibindo longas cabeleiras brancas, calcas boca-de-sino esfiapadas e jaquetas de couro com incrustações de metal, reimaginando interiormente a utopia de 68.

As fotos dos comensais de O'Naturel que não reproduzimos pelo atentado ao pudor evidente e pelo seu prosaísmo déplaisant, apresentam o mesmo perfil psicológico de frequentadores idosos querendo reviver um sonho danoso que morreu.


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Quebec: mais de 500 igrejas viram templos do queijo, do culto do corpo e do erotismo

A igreja de Notre-Dame-du-Perpétuel-Secours, hoje Théâtre Paradoxe, virou boate e local de festas imorais
A igreja de Notre-Dame-du-Perpétuel-Secours, hoje Théâtre Paradoxe, virou boate e local de festas imorais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na província de Québec (Canadá), as igrejas católicas estão sendo convertidas em “templos do queijo, do fitness e do erotismo”.

Os confessionários de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro (Notre-Dame-du-Perpétuel-Secours), uma imponente igreja de Montreal, serviram para a exibição de comédias, e até para a filmagem de um vídeo pornográfico.

O vídeo imoral foi intitulado ironicamente “Há muito pessoal na Missa”.

O cineasta explicou suas intenções na igreja enquanto uma grande audiência ria às gargalhadas.

A igreja de Nossa Senhora do Perpetu o Socorro virou o Theatre Paradoxe.
A igreja de Nossa Senhora do Perpetu o Socorro virou o Theatre Paradoxe.
O templo, outrora sagrado, é hoje o Théâtre Paradoxe, onde se realizam festas rock iluminadas por um candelabro gigante cor rosa.

Numa dessas orgias, dezenas de bailarinos em transe dançaram em torno do que fora o altar-mor, enquanto uma dupla homossexual se exibia e uma mulher fazia malabarismos com bolas.

É muito lembrado o “Halloween dos crucifixos” com bailarinos quase nus.

Os bancos dos fiéis foram adaptados para banquetes regados a álcool.

Também há aulas para ex-dependentes de drogas e delinquentes.

A igreja do Espírito Santo serve de Escola do Circo de Québec
A igreja do Espírito Santo serve de Escola do Circo de Québec
A antiga sacristia onde os sacerdotes se paramentavam para o Santo Sacrifício agora é um vestuário “digno de uma diva”, segundo o jornal “La Nación”.

A igreja de Santa Isabel, localizada na pequena cidade de Warwick, ao nordeste da Grande Montréal, foi vendida por um dólar, e sua nave central serve hoje para estocar e maturar queijos, sendo mais frequentada que a missa dominical.

Nos anos 50, 95% da população ia à Missa, mas hoje apenas 5% o faz.

Até abril de 2018 foram fechadas, vendidas ou transformadas 547 igrejas segundo o Conselho do Patrimônio Religioso de Quebec.

A igreja de São Matias, que atendia espiritualmente grande número de operários das fábricas virou o restaurante Le Chic Resto Pop, para artistas boêmios.

Os comensais se refestelam entre túmulos, hoje vazios, de sacerdotes que imolaram suas vidas pelos paroquianos mais necessitados.

A igreja gótica det Saint Jude é templo do fitness
A igreja gótica de São Judas Tadeu é templo de fitness
Jean Morin, proprietário de La Fromagerie du Presbytère que comprou a igreja por um dólar e ganhou o Grande Prêmio do Queijo Canadense defende que “para mim, o paraíso é produzir meu queijo aqui”.

O que o ateísmo da Rússia soviética mal conseguiu fazer, o “progressismo” está realizando em profundidade.

Mas para os funcionários da Igreja católica de Quebec trata-se de mera questão de demografia e pragmatismo econômico.

Dom Christian Lépine, arcebispo de Montreal, convidou a “aceitar a realidade” nova e, aliás, sacrílega, filha da apostasia em massa do último meio século.

Um exemplo muito concreto da “mudança de paradigma” na Igreja promovida desde o Concílio Vaticano II e agora num auge durante o pontificado de Francisco I.


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Invasores descem em praia de naturistas insensíveis ao desembarco

Desembarco de imigrantes ilegais numa praia de Tarifa, Espanha
Desembarco de imigrantes ilegais numa praia de Tarifa, Espanha

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O jornal de Madri “El País” divulgou um breve vídeo de uma cena estarrecedora das invasões islâmicas que ameaçam submergir Europa no caos e no regime de humilhante escravatura prometida aos cristãos pelo Corão.

No vídeo filmado na praia del Cañuelo, em Tarifa, província de Cádiz, por volta das 13:00 do dia 28 de julho aparecem banhistas, vários deles naturistas, deitados na praia.

Inesperadamente descem de um grande bote inflável por volta de 50 pessoas provenientes da África. As imagens foram tiradas por turistas.

A cena virou emblemática da decadência moral europeia e da ânsia de avançar e ocupar os espaços continentais por parte dos invasores islâmicos.

Um banhista filmou o incrível desembarco numa praia de Tarifa
Um banhista filmou o incrível desembarco numa praia de Tarifa
O fato poderia ter degenerado em tragédia. Mas os invasores desapareceram rapidamente entre a vegetação próxima temendo a chegada da polícia e provavelmente se dirigindo a um local predisposto para recebe-los.

No dia anterior, por volta de mil pessoas foram resgatadas de águas do Estreito de Gibraltar quando navegavam em por volta de 50 botes infláveis ou em mal estado, segundo informou a agência EFE.

Até o dia 25 de julho neste ano (2018) foram acolhidos 20.992 ilegais chegados às costas espanholas, o triplo do mesmo período de 2017.

Foi quase o 40% da imigração ilegal recenseada na Europa, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). O cômputo não inclui os imigrantes sub-reptícios como os captados no vídeo.

No que vai do ano, mais de 1.500 pessoas faleceram na tentativa de atravessar o perigoso estreito de Gibraltar. Mas isso não detém a determinação dos invasores, nem de seus instigadores.

Não reproduzimos o vídeo posto o degradante estado de nudez dos turistas.

Centenas de ilegais comemoram ter pulado a fronteira de Ceuta (Espanha)
Centenas de ilegais comemoram ter pulado a fronteira de Ceuta (Espanha)
A cena pressagia a repetição de cenas de invasão de extermínio de habitantes decadentes a mãos do Islã como já aconteceu repetidamente em séculos passados na Espanha.

A filmagem impressionou ao jornal argentino “La Nación”: notadamente a correria terra adentro dos invasores e o olhar atônito dos banhistas que não souberam reagir diante daquilo que pressagia o mais trágico futuro para seu país.

Diante do espanto manifestado por muitos, o ministro socialista do Interior foi até o local e instou a achar uma “solução europeia”.

Palavreado que equivale a dizer que não fará nada. Assim, a invasão não será obstada inteligentemente, mas será favorecida com medidas burocráticas que repercutirão na inevitável descristianização do continente e na sua islamização.



quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Suécia penetrada pelo Islã radical: de Lutero ao suicídio final

O Islã entra desafiante nos países escandinavos
O Islã entra desafiante nos países escandinavos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Universidade de Defesa da Suécia quis saber mais sobre o salafismo, sombria crença que condensa a radicalização dos muçulmanos naquele país, informou por meio de uma cuidadosa resenha o Gatestone Institute.

Os salafistas dizem inspirar-se nas primeiras três gerações de seguidores de Maomé, ou “antepassados devotos”, muito mitificados, pois não há testemunho histórico deles.

Sua ideologia é de feitio moderno e está associada ao terrorismo de Al-Qaeda e aos postulados assassinos do ISIS.

Segundo o estudo, os salafistas rejeitam a sociedade ocidental em favor de um Islã “puro” que não sabem especificar bem qual é, mas no qual matar ‘infiel’ ou cristão é virtude.

O estudo não soube estimar quantos fanáticos desses há na Suécia, mas demonstra que evoluíram e se fortaleceram, principalmente na última década, em diversas cidades e localidades.

Os “salafistas – resume o estudo – defendem a segregação de gênero, exigem que as mulheres usem os véus islâmicos para limitar a 'tentação sexual', restringem o papel das mulheres na esfera pública e se opõem categoricamente a ouvir música e a determinadas atividades esportivas”.

Atentado terrorista com caminhão em Estocolmo fez 5 mortos e 15 feridos, em 7.4.2017.
Atentado com caminhão em Estocolmo fez 5 mortos e 15 feridos, em 7.4.2017.
Em poucas palavras, substituem as mais descabeladas ‘conquistas’ antinaturais e anticristãs das agendas LGBT pelo delírio oposto, porém mais feroz. Entre as duas pinças o cristianismo é esquartejado

Muitos salafistas instruem os muçulmanos a não fazerem amizade com os suecos, referindo-se a eles como “kufr” ou “infiel”, equiparáveis em direitos a um porco, animal de carne impura, segundo o Corão.

O pregador salafista Anas Khalifa salientou:

“Isso significa que se você se deparar com um cristão ou com um judeu, você o odeia em nome de Alá. Você sente ódio porque ele não acredita em Alá. Você quer do fundo da alma que ele ame Alá”.

Os salafistas dividiram geograficamente a Suécia entre si


Segundo o estudo, “os pregadores salafistas dividem sua da'wa (missão) em diferentes áreas geográficas”. Há um plano de conquista.

Passeatas islâmicas radicais vem aumentando na Suécia. Foto em Malmo.
Passeatas islâmicas radicais vem aumentando na Suécia. Foto em Malmo.
Em Borås, crianças muçulmanas não bebem a água da escola nem pintam com aquarelas porque dizem que a água é “cristã”.

A polícia informou que essas crianças disseram a seus colegas de classe que vão cortar suas gargantas e mostraram decapitações em seus celulares.

Há casos de “adolescentes que chegam às mesquitas no final de um dia na escola para se 'lavarem' após terem interagido com a sociedade não muçulmana”.

Um funcionário da saúde ressaltou: “Há uma rede que controla as mulheres para que não fiquem sozinhas com os funcionários da saúde.

“Elas não têm condições de dizer a ninguém o que lhes acontece. Muitas mulheres vivem numa situação pior que em seus países de origem”.

Trabalho ativo da Irmandade Muçulmana para multiplicar o número de ativistas na Suécia.
Trabalho ativo da Irmandade Muçulmana
para multiplicar o número de ativistas na Suécia.
Em Västerås, a influência religiosa se entrelaça com o crime.

“Se um bando entra numa mercearia e a mulher do caixa não estiver usando véu, eles pegam o que querem sem pagar, chamam a caixeira de 'prostituta sueca' e cospem nela”, disse um policial citado pelo estudo.

Sírios e curdos, donos de lojas e de restaurantes, são molestados, apesar de dizerem que sua religião não é o Islã.

Em Gotemburgo, salafistas proibiram os muçulmanos de votar nas eleições, dizendo: “No dia do julgamento vocês serão responsáveis por tudo que fizerem os políticos estúpidos nos quais votaram”.

“Numa seção eleitoral eles balançaram a bandeira do Estado Islâmico”, testemunhou um funcionário local.

Dos 300 muçulmanos suecos que se alistaram no ISIS na Síria e no Iraque, praticamente um terço saiu de Gotemburgo.

O pregador somali-canadense Said Regeah, ao discursar na Mesquita Salafista Bellevue, em Gotemburgo “chamou a atenção para a importância das pessoas nascerem 'puras' e que somente os muçulmanos são puros”.

Os estabelecimentos propriedade de não muçulmanos foram vandalizados com pichações a favor do Estado Islâmico e os donos sofreram ameaças de decapitação.

A fotomontagem revela como muitos veem o futuro da Suécia
A fotomontagem revela como muitos veem o futuro da Suécia
O emprego em um restaurante muçulmano é negado a quem não for religioso. E como a sociedade sueca teme as represálias dos radicais, não ajuda aos muçulmanos não praticantes.

Na região da capital Estocolmo, os jihadistas (combatentes da ‘guerra santa’) salafistas podem somar 150 e estão concentrados na região de Järva, uma das “zonas proibidas” de Estocolmo.

Lá, jihadistas e delinquentes comuns se enfrentam pelo controle das redes do crime organizado e os muçulmanos aterrorizam os residentes.

Uma mulher ressaltou que os salafistas dominam empresas e mesquitas instaladas em subsolos e associações culturais. Segundo ela, “os suecos não têm ideia do tamanho da influência do Islã político nos subúrbios”.

Os pregadores instruem as mulheres a não denunciarem os maridos que abusam delas. “As leis suecas não são cumpridas nos subúrbios”.

Escalada salafista na Suécia está ligada a mesquitas da "religião da paz"
Escalada salafista na Suécia está ligada a mesquitas da "religião da paz"

Cegueira oficial para o elo entre mesquitas e extremistas 


O estudo reprova as autoridades suecas por sua incapacidade de relacionar os islâmicos radicais com os “ambientes e mesquitas que moldam sua maneira de pensar e, em certos casos, facilitam o ímpeto de se juntarem a grupos mais radicais e violentos”.

O estudo cita o então Coordenador Nacional Contra o Extremismo Violento, para quem “a razão pela qual tanta gente sai da Suécia para se juntar ao Estado Islâmico ilustra a incapacidade das autoridades suecas (com exceção da polícia de segurança) de enxergarem que esse problema não apareceu do nada”.

Essa cegueira deliberada diante do terrorismo jihadista é alimentada também pelas autoridades europeias e ocidentais.

Mesquita em Estocolmo
revela crescimento de adeptos.
Elas pretendem que os ataques terroristas derivam de “doenças mentais”, e não do Islã.

Não se sabe bem por que qualificam o Islã, aliás, culposamente, de “religião de paz”.

O estudo exemplifica com uma menina muçulmana que queria tirar o véu para brincar de cabeleireira com outras crianças, mas os funcionários suecos não permitiram por respeito aos desejos dos pais.

Em outro caso, em uma pré-escola sueca, uma menininha não queria usar o véu, mas os funcionários suecos forçaram-na a usá-lo, “ainda que parecesse errado”, porque esse era o desejo dos pais.

Mesquita de Uppsala.
Mesquita de Uppsala.
Os funcionários da escola sueca também disseram que não sabem como agir quando as crianças querem comer e beber durante o Ramadã, visto que os pais as instruíram para jejuar.

O estudo é o primeiro na Suécia a finalmente reconhecer que há um problema. Porém, o governo e os líderes políticos se recusam a ver a realidade.

Nesse caso, o estudo terá sido em vão, conclui Judith Bergman, advogada e analista política, autora da resenha do Gatestone Institute.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O milagre do terço em Hiroshima:
Nossa Senhora de Fátima salvou os missionários

Os padres Hugo Lassalle (Superior dos jesuítas no Japão), Hubert Schiffer,
Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik [assinalados no círculo da foto]
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No dia 6 de agosto de 1945, solenidade da Transfiguração de Nosso Senhor e praticamente no fim da II Guerra Mundial, a aviação americana lançou sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, a bomba atômica “Little Boy”, de urânio, que provocou a morte de 140 mil pessoas, mais de 70 mil feridos, e grande parte da cidade destruída.

Três dias depois, a mesma aviação lançou a bomba nuclear de plutônio, “Fat Man”, sobre a cidade de Nagasaki. Essa bomba destruiu a catedral da Imaculada Conceição, matando muitos católicos que estavam no templo.

Foi a primeira e única vez em que armas nucleares foram usadas contra alvos civis.

Devido à radiação, entre dois a quatro meses após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 e 166 mil pessoas em Hiroshima, e 60 a 80 mil em Nagasaki.

Durante os meses seguintes, várias pessoas morreram por causa do efeito de queimaduras, envenenamento radioativo e outras lesões, que foram agravadas pelos efeitos da radiação.

Nesse terrível cenário, ocorreu nessa cidade um fato surpreendente, que passou a ser conhecido como o “Milagre de Hiroshima”: quatro sacerdotes jesuítas alemães sobreviveram à catástrofe, inclusive a seus efeitos, apesar de estarem muito perto do local onde a bomba explodiu.

Pe. Hubert Schiffer SJ
Esses religiosos eram os padres Hugo Lassalle (Superior dos jesuítas no Japão), Hubert Schiffer, Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik.

No momento da explosão, eles se encontravam na casa paroquial da igreja de Nossa Senhora da Assunção, um dos poucos edifícios que resistiu à bomba.

Um dos sacerdotes estava celebrando a Santa Missa, outro tomava o café da manhã e os demais se encontravam em dependências da paróquia.

O edifício religioso sofreu apenas danos menores, como vidros quebrados, conforme escreveu o Pe. Hubert Cieslik em seu diário, mas nenhum dano em consequência da energia atômica liberada pela bomba.

O Pe. Schiffer escreverá depois o livro O Rosário de Hiroshima, no qual narra tudo o que lhes sucedeu naqueles dias fatídicos.

Os religiosos atribuem sua preservação a uma proteção particular da Santíssima Virgem, pois “vivíamos a mensagem de Fátima e rezávamos juntos o Rosário todos os dias”.

Quando, mais tarde, esses jesuítas receberam tratamento médico, foi-lhes dito que devido à radiação eles teriam lesões graves, enfermidades, e inclusive uma morte prematura.

Porém, contra todas as expectativas, tal não sucedeu. Nenhum deles teve qualquer transtorno físico.

Pelo contrário, em 1976 — 31 anos depois do lançamento da bomba —, o Pe. Schiffer participou do Congresso Eucarístico de Filadélfia, onde relatou sua história.

Ele confirmou que os quatros jesuítas ainda viviam, sem nenhuma enfermidade.

Isso foi comprovado por dezenas de médicos que os examinaram cerca de 200 vezes nos anos posteriores, não encontrando qualquer sinal da radiação em seus corpos.

Catedral da Assunção de Nossa Senhora, em HIroshima, o novo templo hoje
Catedral da Assunção de Nossa Senhora,
em HIroshima, o novo templo hoje
O Pe. Hugo Lassalle continuou em Hiroshima, e em 1948 naturalizou-se japonês com o nome Enomiya Mabiki.

De passagem por Roma, recebeu do Papa Pio XII autorização para recolher fundos destinados a reconstruir a igreja dedicada à Assunção de Nossa Senhora.

Em 1959, com a elevação de Hiroshima a diocese pelo Papa João XXIII, ela passou a ser catedral.

Sua construção começou em 1950 e foi concluída no dia 6 de agosto de 1954, nove anos após a explosão da bomba atômica.

É preciso dizer que a rendição do Japão se daria na solenidade da Assunção da Virgem aos Céus, 15 de agosto de 1945, poucos dias depois da explosão das bombas atômicas.

Hiroshima foi reconstruída totalmente, com aquela tenacidade própria aos filhos do Sol Nascente, contando hoje com mais de um milhão e cem mil habitantes.


(Fonte: ACIPrensa)



quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Prazer sadomasoquista em prisão soviética ou prelibação do inferno?

Hóspedes-prisioneiros recebidos no hotel-prisão de Karosta.
Hóspedes-prisioneiros recebidos no hotel-prisão de Karosta.
Luis Dufaur
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É atrativo passar uma noite num antro de sofrimento por onde passeou a morte? E, mais ainda, numa cela soviética na Letônia?

Há turistas que acham que sim.

Chega-se à prisão de Karosta, em Liepaja, oeste da Letônia, sobre o mar Báltico, atravessando uma densa floresta onde foram fuzilados e enterrados não poucos reclusos.

Os funcionários recebem com uniformes militares e gestos adustos. E instruem os hóspedes sobre as normas para sobreviver uma noite, narra uma reportagem de “La Nación” de Buenos Aires.

Hora de ir deitar no hotel-prisão de Karosta.
Hora de ir deitar no hotel-prisão de Karosta.
Construído por volta de 1900 para ser hospital, os comunistas o transformaram em cárcere inexpugnável do qual cativo algum evadiu com vida.

Começou a funcionar sob o czarismo russo, foi requintado pelo bolchevismo, por nazistas e por comunistas soviéticos e funcionou até 1997.

Foi posteriormente reciclado em museu, teatro, e agora em hotel de terror que oferece a experiência de sentir por algumas horas as angústias de um condenado.

Em rigor, não é bem o mesmo, porque o hóspede sabe que sairá em hora marcada, sem ferimentos e levando seus objetos pessoais.

Mas há opções que compensam essas “felicidades burguesas”.

Os carcereiros reproduzem em montagens cenas que teriam aterrorizado os antigos condenados.

Quarto de luxo na presídio sado-masoquista de Karosta.
Quarto de luxo na presídio sado-masoquista de Karosta.
Há uma opção de quarto pequeno, mas limpo, com duas estruturas de ferro que sustentam uns esquálidos colchões.

Na segunda opção, a cela é mais escura e só tem uma janelinha através da qual se filtram débeis raios de luz e onde esqueléticos colchões se apoiam diretamente sobre o chão cinza e gélido.

Após o check-in, um guia e um carcereiro conduzem o hóspede pelos andares do cárcere, contando fatos trágicos e cruéis, histórias de fantasmas, de mortos que deambulam pelos corredores e os métodos de castigo de épocas pretéritas.

O interruptor da luz do quarto fica no corredor, a dois metros de altura.

O hóspede-presidiário logo percebe que em seu setor não há mais ninguém.

A porta do quarto é de madeira grossa e pesada, e só fecha por fora.

Uma janelinha permite ao guarda vigiar tudo o que acontece.

Revista de horror na ex-prisão soviética de Karosta.
Revista de horror na ex-prisão soviética de Karosta.
O toalete fica na outra extremidade do pavilhão.

Chega-se até ele caminhando num silêncio inquietante através de um longo e lúgubre corredor mal iluminado.

Através das janelinhas das celas pode-se ver o que há nos cubículos vazios.

O pátio do cárcere é a única alternativa de distensão, mas é sombrio e transmite a opressão de espírito que afligia os detentos.

Apagando-se a luz, o silêncio afia os sentidos: qualquer som ou palavra no quarto se amplifica, antes de desaparecer na escuridão.

Quartos são prefigura dos confinamentos infernais.
Quartos são prefigura dos confinamentos infernais.
As histórias tétricas do local, as aberrações ali praticadas, as tragédias que se desprendem das paredes assaltam o pensamento.

Na manhã seguinte o guarda acorda o hóspede e o manda arranjar a cama.

Lá fora um militar ordena um grupo de jovens a realizar exercícios militares antes de ingressar na prisão.

O que faz alguém querer passar por esse túnel de horrores?

A doutrina católica diz que vai ao inferno quem quer.

O hotel-prisão de Karosta ajuda a compreender como isso pode acontecer.



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Socialismo escandinavo vira inferno de igualitarismo e atrito étnico-cultural

Solidão e depressão nórdica.
Solidão e depressão nórdica.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Costuma-se ainda a apresentar os países escandinavos como um paraíso material resultante de um igualitarismo avançado.

Neles os sistemas públicos seriam exemplares, os rankings de felicidade entrariam no ‘top 10’, e a igualdade de gênero teria tornado invejáveis a vida e o progresso social.

Porém, a verdade está longe dessa fachada de modernidade igualitária bem-sucedida, conforme registrou reportagem do jornal portenho “La Nación”. “Existe um lado mais obscuro, conhecido por poucas pessoas”, escreve.

“Esses países parecem deslumbrantes. Muitos não enxergam além da ‘felicidade’, da riqueza, da abertura e da democracia.

“Acredito que as pessoas queiram achar que existe em algum local do mundo uma utopia maravilhosa”, explica o jornalista inglês Michael Booth, autor do livro Pessoas quase perfeitas. O mito da utopia escandinava.

Na última década, a residência de “Alice no país das maravilhas” e de Papai Noel foi imaginada na Escandinávia.

Porém, quando quanto mais alto se sobe no mito, mais dolorida é a queda na realidade.

A Suécia, país de 9,9 milhões de habitantes, é o mais conhecido do maravilhoso país de Alice por seu modelo de suposto bem-estar material.

Seu sistema estatal, intensamente socializado, faz de cada indivíduo um ser plenamente independente, pelo menos na teoria.

Mas o resultado final foi inesperado e devastador: a solidão se transformou em epidemia. A metade dos suecos vive sozinha e um de cada quatro morre sem ter quem o acompanhe.

Islândia: à testa do consumo mundial de antidepressivos
Islândia: à testa do consumo mundial de antidepressivos
O documentário “A teoria sueca do amor” exibe essa crua realidade com o caso de um homem achado morto em seu apartamento dois anos após o óbito. Suas contas caíam no débito automático e os vizinhos nem ligaram para a sua longa ausência.

O famoso etnólogo sueco Ake Daun conta no livro A mentalidade sueca que é comum as pessoas subirem pela escada para não se encontrarem com alguém no elevador, “de medo de não serem capaz de excogitar algo sobre o que falar”.

Segundo inquérito privado do Banco HSBC, embora a Suécia seja tida como 8º melhor país do mundo para se viver e trabalhar, no quesito amizade está no último lugar dos 46 países estudados.

A Islândia, recentemente muito louvada pelos seus sucessos no futebol, é um dos países que más consume antidepressivos no mundo.

E não é porque seus cidadãos não vivem felizes, pois, segundo a ONU, é o 4º país mais feliz do mundo, além de ser apresentado pela mídia como modelo de vida saudável.

É porque 11,8% de seus 334.000 habitantes consomem antidepressivos diariamente, segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE). A Islândia está no primeiro lugar em nível mundial nesse negro recorde.

Segundo Andreas Vilhelmsson, doutorado em Saúde Pública pela Universidade de Lund, Suécia, as investigações “sugerem que, a pesar do aumento do consumo dos antidepressivos, não se constata um impacto positivo na saúde pública”.

Alguns especialistas atribuem essa depressão generalizada ao isolamento geográfico, ao frio e à falta de sol. Mas é uma teoria.

Consumo de heroína em Oslo é recorde na Europa.
Consumo de heroína em Oslo é recorde na Europa.
Fora da Finlândia, o país é sinônimo de igualdade de oportunidades. Em 2017 ficou como o terceiro país mais igualitário em matéria de igualdade de chances para os sexos.

Mas a fachada estatística esconde que a taxa de violência de gênero é das mais elevadas do mundo.

Os investigadores espanhóis Enrique García e Juan Merlo, da Universidade de Valencia (Espanha) e de Lund (Suécia), cunharam a expressão “paradoxo nórdico” para tentar explicar essa chaga social que também aflige a Noruega, a Suécia e a Dinamarca.

Eles tentaram explicar o “paradoxo” com o consumo de álcool. Mas García explicou que isso é “só uma hipótese possível” entre outras.

O Swedish Research Council concede verbas para que os cientistas tentem decifrar o enigma. Mas eles não acham explicação na ciência, prescindindo, é claro, da moral e da religião.

A Noruega nada no petróleo e nenhum país do mundo a supera no tocante às benesses distribuídas pelo Estado. Mas o mal-estar generalizado induz ao consumo de heroína em volumes preocupantes.

É o país escandinavo mais rico e o mais desenvolvido do planeta, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela ONU.

Porém, possui a terceira maior taxa de mortes por overdose de drogas na Europa: 81,5 por milhão, quando a média europeia é de 21,8 por milhão, segundo o Observatório Europeu das Drogas e das Toxicomanias (OEDT).

Alto consumo de alcool e violência familiar na Finlândia.
Alto consumo de alcool e violência familiar na Finlândia.
A mortalidade tão elevada é atribuída à combinação de álcool com excesso de heroína, que hoje está sendo substituída por drogas sintéticas.

Para “resolver” o problema, em dezembro de 2017 o Parlamento despenalizou as drogas. Os viciados não responderão mais à Justiça, mas serão tratados pelo Ministério da Saúde.

Na Dinamarca, a paz social desapareceu. Seus 5,7 milhões de habitantes foram rachados ao meio, colididos pelo fluxo migratório islâmico e africano.

Alguns preferem continuar como um povo pequeno, mas homogêneo, pacificamente instalado em sua península e suas ilhas.

Mas desde 2015 uma torrente de imigrantes ilegais ingressou no país, desfazendo a unidade social.

A chamada ‘ultradireita’ – incarnada especialmente pelo Partido Popular Dinamarquês (DF), o mais votado nas últimas eleições – ergueu o machado viking de guerra. E pediu o confisco dos bens dos recém-chegados, para custear a permanência deles no país. A lei não passou, mas o país rachou.

“Nos países nórdicos, os partidos anti-imigração dominam o discurso político. Todos viram para a direita.

“A Dinamarca, que está na ‘linha de frente’ junto com a Alemanha [n.r.: diante da afluência de imigrantes ilegais], impôs unilateralmente regras muito draconianas”, explicou ainda o jornalista inglês Michael Booth.

Dinamarca atritos raciais e ideológicos com os imigrantes romperam a paz social.
Dinamarca atritos raciais e ideológicos com os imigrantes romperam a paz social.
Uma delas consistiu em desmanchar guetos (já há 22 no país) formados pelos imigrantes. O governo anunciou que derrubaria prédios para forçá-los a “se misturarem com pessoas de origem diferente”, leia-se dinamarqueses.

Crimes de toda espécie explodiram, sobretudo nas mal afamadas áreas dos guetos. A lei irá puni-los com penas dobradas.

Isso feito, a guerra étnica, cultural, social, religiosa e legal se desdobrará em proporções assustadoras em todos os países escandinavos.

Em suma, a utopia igualitária está tendo um resultado catastrófico.

Mas a mídia continua nos apresentando esses caldeirões em ebulição como sendo ainda o mundo maravilhoso de Alice.


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Fogo devora carro, mas Teca para a Eucaristia fica intacta

Teca intacta em carro consumido pelo fogo, Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP.
Teca intacta em carro consumido pelo fogo,
Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Um fato inacreditável para quem não tem Fé católica deu-se em Franca cidade do interior paulista: um carro ficou carbonizado pelas chamas quando levava uma teca (caixinha metálica onde é levada a Hóstia consagrada, para um doente por exemplo).

Sobre um banco do veículo, junto com a teca, ia uma folha com orações e um Terço.

E eis que esses três objetos sagrados não foram consumidos pelo fogo e ficaram intactos sobre o quase irreconhecível banco.

A surpresa inicial foi dos bombeiros que quando terminaram de apagar o fogo se depararam no interior carbonizado do carro a teca perfeitamente intacta. Não houve feridos.

As fotos foram postadas numa rede social e o sentimento geral é de que se está diante de um milagre, informou a imprensa

A teca pertence à igreja de Santa Rita de Cássia, e quando se deu a ocorrência era custodiada por uma ‘ministra extraordinária da Eucaristia’ que pegaria a Eucaristia na igreja e levaria para um doente.

A ‘ministra extraordinária da Eucaristia’ Dona Maria Emília da Silveira Castaldi, de 76 anos, também é Carmelita da Ordem Secular, e descreveu:

Bombeiro apaga o fogo do carro que levava a teca, Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP.
Bombeiro apaga o fogo do carro que levava a teca,
Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP.
“A Providência de Deus se fez presente no dia de hoje! O carro incendiou-se totalmente, não houve feridos. E ainda o milagre presente.

“Por causa do fogo só restaram cinzas, exceto a Teca, onde se carrega o corpo de Cristo, o terço e o panfleto de uma oração, que rogava pelo Papa e falava da Eucaristia.

“Ficaram intactos, sem se queimarem ou se molharem pelas águas dos bombeiros. E há quem não acredite na força da oração e da Eucaristia”.

É preciso esclarecer que a teca estava vazia.

“Eu tinha pegado todo o material e coloquei no carro o jaleco, o livro da liturgia diária e, em cima, tinha colocado a bolsinha em que carrego a teca, além do sanguíneo e de um corporal”, contou Dona Maria Emília. Cfr. Santuário Santa Rita de Cássia.

E ressaltou que “a teca estava vazia”, pois quando termina de levar a Sagrada Comunhão aos enfermos, a primeira coisa que faz é “a purificação” do objeto.

Ficou patente como uma cuidadosa purificação é indispensável, embora, certas vezes seja omitida ou feita de modo apressado até em Missas.

Material para a Eucaristia intacto em carro consumido pelo fogo. Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP
Material para a Eucaristia intacto em carro consumido pelo fogo.
Paróquia Santa Rita de Cássia, Franca - SP
Ela precisou: “queimou o carro todo, o jaleco, o livro da liturgia, o corporal, o sanguíneo.

“Ficou apenas a teca, o terço e uma oração que rezamos toda primeira sexta-feira do mês na Missa do Sagrado Coração de Jesus na Catedral de Franca. Esse folheto com a oração não queimou nem molhou com a água do bombeiro”.

Segundo a Rádio Vicente Pallotti, o fato aconteceu no último dia 8 de julho (2018), mas demorou em ser divulgado pelas redes sociais e imprensa.

O Bispo diocesano de Franca, Dom Paulo Roberto Beloto, após avaliar os fatos assinalou como Deus pode falar “conosco através dos fatos da vida”, dando apoio à ideia de mais um signo sobrenatural. Cfr. Santuário Santa Rita de Cássia.