segunda-feira, 9 de abril de 2018

A producao em laboratorio do homem perfeitamente igualitário e o reinado de Satanás

Macacos de laboratório Zhong Zhong e Hua Hua pensando no homem planificado exatamente igual pela ditadura marxista
Macacos de laboratório Zhong Zhong e Hua Hua
pensando no homem planificado exatamente igual pela ditadura marxista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O Instituto de Neurociências de Xangai (China) procedeu a clonar dois primatas numa primeira experiência para aplicar a técnica na produção de seres humanos visando um futuro em que a Humanidade estaria composta de seres inteiramente iguais programados segundo as conveniências materiais do Partido Comunista.

No caso, o experimento foi feito com macacos-de-cauda-longa que receberam os nomes repetitivos de Zhong Zhong e Hua Hua por serem geneticamente idênticos. Os nomes significam em mandarim ‘nação’ e ‘pessoa’, segundo a BBC.

Os cientistas responsáveis publicaram seu trabalho na revista Cell, e alegaram visar o estudo de doenças e o desenvolvimento de novos remédios. Porém, foram alvo da fúria de instituições que condenam experimentos de clonagem, segundo “The Guardian” de Londres

Até uma ONG Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais (Peta), que milita no extremismo ecologista divulgou protesto classificando a clonagem como uma “ciência Frankenstein”.

A ONG argumenta que 90% dessas tentativas resultam em fracassos. A ovelha Dolly, pioneira do método, em 1996, foi o único animal que sobreviveu até adulto após 277 tentativas. Mas foi abatida com poucos anos porque atingida de infecção pulmonar incurável, provavelmente resultante de um envelhecimento precoce.

Para produzir Zhong Zhong e Hua Hua, foram necessários 127 óvulos. Diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células Tronco em Doenças Genéticas (USP), Mayana Zatz ressalta que animais clonados são mais propensos a ter problemas no sistema imunológico.

Perfeitamente iguais, homens-robôs do exército chinês, como peças recém saídas da linha de produção: ideal marxista da igualdade radical.
Perfeitamente iguais, homens-robôs do exército chinês,
como peças recém saídas da linha de produção: ideal marxista da igualdade radical.
Mayana acredita que a clonagem poderá ser aplicada em seres humanos.

— Hoje já existem técnicas para manipulação dos genes, de forma que você pode escolher, por exemplo, a cor do cabelo e dos olhos de uma pessoa.

O professor Robin Lovell-Badge, do Instituto Francis Crick, em Londres, afirma que a técnica usada para clonar Zhong Zhong e Hua Hua é “um procedimento muito ineficiente e perigoso”.

Porém, o comunismo chinês está marcado a fogo pelos ensinamentos fanaticamente igualitários de seu fundador Mão Tsé Tung. Ele chegou a afirmar que no momento em que a China puder dar o pulo para conquistar o mundo não deverá hesitar em sacrificar 300 milhões de pessoas.

A utopia marxista da perfeita igualdade entre os homens vai ao encontro das experiências de clonagem humana para estabelecer a tirania sobre massas imensas de escravos em que será transformada a humanidade com a plena efetivação dos ideais socialistas de Karl Marx.

E isso com o apoio do comuno-progressismo ébrio de “Teologia da Libertação” que comemorará a igualação universal como sendo o reino da Justiça.

Só que esse não será o Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas o de seu oposto: Satanás.

Vídeo: A producao em laboratorio do homem perfeitamente igualitário e o reinado de Satanás





segunda-feira, 2 de abril de 2018

“Arte moderna”: instrumento de tortura


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O francês Alfonso Laurencic ficou sinistramente célebre em Barcelona torturando a serviço da Frente Popular socialista-comunista com requintes de sadismo nas “checas”, equivalentes às prisões da KGB soviética, onde eram torturados e mortos os opositores, durante a Guerra Civil Espanhola (1936-1939).

Uma de suas perversas singularidades, que alias não existiam nem na Uniao Soviética, consistia em montar nas celas dos torturados obras de “arte moderna” e assim acentuar suas aflições.

Quando em 12 de julho de 1939 Alfonso Laurencic se apresentou ante o tribunal de crimes de guerra que acabaria condenando-o à morte, os presentes acharam estar diante de um personagem do “cinema negro”, um monstro, uma espécie de perverso Frankenstein que habitava escondido detrás das aparências de um homem mundano, culto e sedutor, escreveu “El Mundo” de Madri.

Alfonso Laurencic e sua esposa
Do cérebro enfermiço de Laurencic saíram as “checas” mais diabólicas da Guerra Civil espanhola. Eram cárceres da Frente Popular – coalisão de partidos de esquerda – onde centenas de infelizes seres humanos foram torturados e assassinados, explica o jornal espanhol.

Laurencic entendia de cores e efeitos de luz. Por isso combinava figuras de ilusão óptica nas “checas”, dentro de cubículos de dois metros de altura e meio metro de largura para afundar mais o ânimo do recluso.

Ele as chamava de celas “psicotécnicas”. Eram suas salas de tortura modelares, as mais cruéis.

Laurencic as decorava com desenhos inspirados nos artistas da Bauhaus alemã, escola de design, artes plásticas e arquitetura que é das mais importantes expressões do Modernismo.

Estavam recobertas de alcatrão por dentro e por fora para acentuar a sensação de forno asfixiante. A tábua que servia de cama estava inclinada 20 centímetros para o preso rolar no chão caso dormisse.

O chão era ondulado, inspirado no design da Bauhaus, para dificultar o caminhar. As paredes eram curvas. Nelas, Laurencic pintava motivos geométricos e obras abstratas e surrealistas de Kandinsky, Paul Klee e outros artistas das tendências modernistas.

Cela "psicotécnica" com tijolos no chão para que o preso não pudesse andar
e desenhos modernistas nas paredes para aumentar sua aflição.
A mais brutal pintura usada é a chamada “El perro andaluz”, de Buñuel, na qual se exibe como racham o olho de uma mulher com uma navalha de barbeiro.

Nas “checas” das ruas Vallmajor e Zaragoza, em Barcelona, que eram museus de horrores, abriu uma grande fossa aonde levava o preso e simulava que um pelotão o fuzilava, mas disparava balas de fogueio para enlouquece-lo.

Hoje o design modernista e os estilos artísticos preferidos de Laurencic, instrumentos de suas sádicas torturas, impregnam obras públicas e privadas.

As “obras de arte” na linha do pesadelo do torturador são objeto de amostras públicas gordamente pagas por governos e grandes empresas.

Compreende-se melhor então que na vida quotidiana muitas pessoas se sintam imersas num mundo de horrores.


segunda-feira, 19 de março de 2018

Epidemia surpreende a África: a obesidade!

O cardiologista Dr. Anders Barasa, mal consegue atender os pacientes na clínica do coração no Hospital da Universidade de Aga Khan em Nairobi.
O cardiologista Dr. Anders Barasa, mal consegue atender os pacientes
na clínica do coração no Hospital da Universidade de Aga Khan em Nairobi.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em muitos lugares no continente mais pobre do mundo, o crescimento das economias vem provocando uma “epidemia” desconhecida: os índices de obesidade na África subsaariana estão se disparando mais rápido do que em qualquer outro lugar do mundo, provocando uma crise de saúde pública que paga o continente e o mundo de surpresa, escreveu o “The New York Times”.



Em Burkina Faso, a obesidade de adultos cresceu quase 1.400% nos últimos 36 anos. Em Gana, Togo, Etiópia e Benin foi mais do 500%.

Oito dos 20 países com o crescimento mais rápido da obesidade nos adultos se encontram na África, segundo estudo da Universidade de Washington, citado pelo jornal.

O crescimento econômico vertiginoso com propriedade privada, capital e livre iniciativa introduziu um cambio radical em todos os aspectos da vida.

Muitos africanos passaram a consumir alimentos importados, mas também fazem menos trabalho manual e migram do campo para as cidades.

O problema é que na África se preparavam opinião pública enfrentar outros problemas de saúde, doenças ou epidemias. E não a invasora obesidade.

Os médicos foram treinados para curar a malária, a tuberculose, febres tropicais e o AIDS, e não sabem e carecem de recursos para enfrentar a nova “epidemia”.

“Estamos vendo a pior epidemia que jamais verá o país a longo prazo, quiçá pior que a epidemia de HIV dos 90”, declarou Anders Barasa, cardiologista na Quênia, falando da obesidade.

Burger King no mall do bairro de Karen em Nairobi.
Burger King no mall do bairro de Karen em Nairobi.
Nesse país só há 40 cardiologistas para uma população de 48 milhões de habitantes. Nos EUA, há um cardiologista cada 13 mil pessoas.

Isso não significa que a fome foi derrotada. Ainda há milhões de famintos. Mas a situação está virando determinada pela propriedade privada e o capitalismo que os “teólogos da lbertacao” e que os militantes ambientalistas condenam ao inferno, sem fazer nada proporcionado à magnitude das carências alimentares de muitos.

Nancy Kunyiha, endocrinologista queniana, disse que quando abriu um consultório de diabetes há poucos anos, seus colegas da Faculdade de Medicina acharam que estava louca.

Porém, hoje a diabetes Tipo II vinculada à obesidade na África subsaariana virou uma “epidemia em rápido crescimento”, concluiu recente relatório. E os pacientes de Kunyiha quadruplicaram.

Valentine Akinyi mora num bairro pobre onde os moleques a chamam de “elefante” e está lendo muitos artigos sobre como perder peso. “Adoro Sprite”, confessa com um sorriso cúmplice.

Deixou a escola no secundário é ganha 40 dólares lavando roupa para se manter a ela e seus três filhos. Há milhões na mesma situação: já saíram da miséria, mas ainda tem status de pobres.

O paradoxo é que têm dinheiro para comprar batatas fritas e outros alimentos processados. A Coca-Cola montou uma estratégia especial para atingir esses “novos ricos” que estão saindo da pobreza.

Os melhoramentos se fazem sentir na alimentação da família e no lar.
Os melhoramentos se fazem sentir
na alimentação da família e no lar.
Burger King, Domino’s, Cold Stone Creamery e Subway abriram franquias no Quênia e planejam expandir sua penetração pela África toda.

Para muitos quenianos ser magro ainda significa ser pobre ou estar doente, explica a Dra. Kunyiha.

A natalidade apresenta altos índices impulsionada pela melhora da saúde e favorece a migração para as cidades onde os quenianos adotam os novos alimentos e caem vítimas da “epidemia da obesidade”.

A agricultura produz mais e como recomenda o cardiologista Anderws Barasa: “se você trabalhar no campo oito horas por dia, você pode comer tudo o que quiser”. Mas, “se ficas sedentário, tudo muda totalmente”.

Esse problema não é só da África. Existe em todos os países ricos ou em vias de desenvolvimento. A novidade é que no existia no continente africano.

É um tipo de problemas ligado ao aumento da riqueza e que sempre são menos graves e dramáticos do que os problemas da miséria, das doenças endêmicas e da morte de fome.

Mas isto, as inefáveis esquerdas não falam e, arguindo serem pelos pobres, tripudiam contra o único sistema que no momento atual está acabando com a pobreza inclusive nas regiões mais miseráveis.


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Crescem as ameaças digitais às crianças com celular

Luis Dufaur
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As ameaças digitais pairam sobre mais da metade (56%) das crianças entre oito e 12 anos. Elas estão expostas ao cenário qualificado de “pandemia de risco cibernético”, que inclui perigos como ciberbullying, vício em videogames e comportamento sexual perverso on-line, noticiou a “Folha de S.Paulo”.

A conclusão faz parte do relatório de impacto DQ 2018, preparado pelo Instituto DQ e pelo Fórum Econômico Mundial.

O levantamento sobre segurança infantil on-line e cidadania digital divulgado avaliou o comportamento de 34 mil crianças em idade escolar de 29 países, que não incluem o Brasil.

O estudo constatou que 47% das crianças foram vítimas de ciberbullying ou assédio virtual, no ano de 2017, 17% tiveram algum comportamento sexual on-line e 10% conversaram e marcaram encontros com estranhos nas redes.

O relatório estima que 260 milhões de crianças em todo o mundo correm ciber-riscos e que o número pode aumentar para 390 milhões até 2020.

O estudo esclarece que o fato de terem sido expostas a esses riscos cibernéticos não indica que as crianças sofreram “danos físicos ou mentais permanentes”.

Porém, a exposição contínua a esses assédios e condutas deformantes numa idade precoce é um perigo para o desenvolvimento, bem-estar, relacionamentos e oportunidades futuras das crianças.

“A pandemia de risco cibernético nos diz que não é uma questão de alguns indivíduos em alguns países, mas um problema global e geracional” – avalia o relatório.

As ameaças são 33% maiores nas economias emergentes, onde a internet penetrou mais a fundo, e representarão 90% dos novos internautas até 2020.

As crianças passam 32 horas sozinhas na frente de telas digitais, quer dizer, mais tempo do que na escola. Quanto mais horas expostas às telas, maiores riscos elas correm.

A criança com celular próprio e redes sociais consome 12 horas-tela e tem 70% de chance a mais de cair numa ameaça virtual.

Segundo o relatório, 60% delas ganham um celular aos 10 anos e 85% usam redes sociais.

“A posse do celular nem sempre leva à exposição aos riscos ou ao tempo de tela excessivo. Isso ocorre apenas quando as crianças são também usuárias ativas de redes sociais”.

A atividade on-line preferida dessas crianças (72%) é assistir a vídeos, ouvir música e fazer buscas (ambos com 51%), jogar videogame (49%) e conversar (38%).

O site mais popular nessa faixa etária é o YouTube, usado por 54% dos entrevistados. Depois aparecem WhatsApp (45%), Facebook (28%), Instagram (27%) e Snapchat (23%).

Outras pesquisas apontam que o abuso da tela prejudica o sono, deixa as crianças mais solitárias e agressivas e impactam sua saúde física e mental.

A saída, segundo o relatório passaria pela educação no uso de tecnologia e o desenvolvimento do raciocínio crítico sobre conteúdos e contatos na rede.

Mas é precisamente isso que está faltando, sendo até perseguido ou proibido em nome das liberdades que o homem teria conquistado na era moderna.


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

A França desliga celulares nas escolas

Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Luis Dufaur
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A França proibiu que os alunos de até 15 anos tirem do bolso ou usem o celular no horário escolar, recreios incluídos.

Falando para a rádio RTL, o ministro da Educação Jean-Michel Blanquer explicou se tratar de “uma mensagem de saúde pública para as famílias”, reportou “El Mundo” de Madri.

“Por vezes, um celular pode ser necessário por razoes ligadas ao ensino. Porém, seu uso deve ser controlado”, sublinhou o ministro. “É bom que as crianças não fiquem tanto tempo diante da telinha. Melhor seria que nunca o façam antes do sete anos de idade”.

A proibição mentalmente profilática vigorará desde setembro (2018). Não impedirá levar os celulares para a escola, mas sim emprega-los em qualquer ponto do recinto educativo.

Os sindicatos de esquerda se revoltaram. Mas os pais dos alunos reclamavam muito a medida.

Desligados do ensino, educados para a incomunicação
Desligados do ensino, educados para a incomunicação humana
O presidente Emmanuel Macron atraiu muitos votos para se eleger prometendo reiteradamente na sua campanha para o palácio de Eliseu que acabaria com os telefoninhos nas horas de estudo e formação.

A norma não é uma novidade. Muitas escolas já vinham interditando o uso dos celulares nas aulas, especialmente as melhor sucedidas.

A iniciativa está crescendo também na Espanha em centros educacionais pioneiros.

Esses impedem até que os alunos se liguem por telefone entre eles nos recreios. A esperança é de que aprendam a conversar entre eles e desenvolvam qualidades sociais e relacionais que lhe garantam entrar futuramente em harmonia na sociedade, no trabalho e na vida familiar.


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

A gramática feminista ou “inclusiva” é “perigo mortal” para a cultura

Luis Dufaur
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A Academia Francesa, um dos pilares da cultura universal, repudiou a barbárie da “linguagem igualitária” ou “linguagem inclusiva”, informou “El País” de Madri.

Os 40 membros da célebre instituição, apelidados de “imortais” deixaram claro em comunicado que “diante dessa aberração inclusiva, a língua francesa se encontra em perigo mortal”.

“Nossa nação é responsável ante as gerações futuras”, defendeu a Academia fundada em 1763.

A polêmica na França pegou fogo com o manual escolar de Sophie Le Callennec, professora de geografia e história, o primeiro que adotou a “linguagem inclusiva” com o pretexto superficial de “evitar as fórmulas sexistas”.

O livrinho escolar tem de fato um objetivo subversivo na linha da Revolução cultural que fica claro em seu título “Questionar o mundo”.

O artifício não enganou o culto público francês e suscitou uma onda de indignação.

Políticos e intelectuais de esquerda massivamente tentaram aos berros incluir a “linguagem igualitária” no uso comum da língua.

A professora Le Callennec agiu aplicando as instruções do governo socialista francês emitidas em 2015. A questão é radicalmente ideológica.


Naquele ano, o Conselho Superior para a Igualdade, uma dependência da Presidência francesa então ocupada pelo socialista François Hollande, publicou uma Guia prática “para uma comunicação pública sem estereótipos de sexo”.

Essa recomendava citar sempre os dois gêneros e em ordem alfabética — “agriculteurs et agricultrices”, ou “femmes et hommes”.

Também recomendava incorporar um sufixo feminino aos substantivos masculinos.

O jornal socialista espanhol “El País”, mostrou que o artifício de escrever em espanhol ‘ciudadanos/as’, ‘ciudadanxs’ o ‘ciudadan@s’, no francês produz palavras difíceis de ler.

O caos ficou instalado com propostas alternativas como “citoyen/ne/s” ou “citoyen.ne.s”, “citoyen-ne-s”, “citoyenNEs”, “citoyen(ne)s” ou o mais frequente “citoyen·ne·s”.

Até as línguas regionais cuja pureza o socialismo diz querer proteger e/ou restaurar como o catalão e o occitano, seriam obrigadas a adotar essa esquisitice.

Políticos, jet-set e alguns órgãos da mídia como a revista lésbica Well Well Well tentam generaliza-la.

Mas, escreve “El País”, a resistência do público continua férrea e por certo maioritária.

A revista “Le Point” reescreveu em “linguagem inclusiva” fragmentos de Molière ou Proust, sublinhando a ridiculize do invento.

O filósofo Raphaël Enthoven qualificou este fanatismo ideológico de “agressão à sintaxe” e de “novilíngua” orwelliana. E ele estava exprimindo o pensamento de muitos outros intelectuais.

A escritora Catherine Millet explicou a “Le Monde” de Paris”: “tentei pronunciar algumas palavras e é infernal”.

A autora franco-iraniana Abnousse Shalmani opinou que o uso da “linguagem igualitária” não favorece forma alguma de equidade.

O atual ministro francês da Educação, Jean-Michel Blanquer, alega que “fragmenta as palavras” e “machuca a língua”, malgrado ele pessoalmente se declara “um homem feminista”.

Por sua vez, também Françoise Nyssen que dirige a pasta da Cultura, se disse contrária à “ortografia inclusiva”. “Como essa será compreensível para as crianças com dificuldade de aprendizagem?”, declarou a Le Point.

Para os acadêmicos franceses estar-se-ia destruindo a língua e a cultura nacional.

As dificuldades para aprender e compreender a novilíngua supostamente antissexista faria que as pessoas procurassem usar outras línguas para a comunicação planetária.

Para Richard Herlin, corretor do categorizado jornal “Le Monde” a população ama sua língua como a um “tesouro imemorial”.

Herlin menospreza essa opinião geral, mas os democratas de esquerda são assim: quando o povo não quer o que eles querem, o condenam ao lixo.

Alain Rey, outro expoente da esquerda, tripudia a reação popular que acha fruto de “uma ideologia antifeminista” herdada da Idade Média.

Mas, pede tomar cuidado porque colidindo acintosamente com essa tradição, a esquerda fere a estrutura mental do francês e pode se encontrar em situação delicada.

Os internautas franceses não fazem esses sofismas complicados e riem considerando como é que ficariam por exemplo as fábulas de La Fontaine ou outros escritos clássicos falando do “Raposo e da Corva”, etc.

Na hora de falar do lava-roupas, como acrescentar inclusivamente o “masculino”? “Lava-roupos? Imagine em português: na hora de dizer “dar nome aos bois” seria preciso acrescentar “e às vacas”?

Membros da Académie Française: “diante da aberração inclusiva, a língua francesa está em perigo mortal”
Membros da Académie Française: “diante da aberração inclusiva,
a língua francesa está em perigo mortal”
Na proibição da disparatada “linguagem inclusiva” ou “igualitária”, o primeiro ministro francês Edouard Philippe, alega no Boletim Oficial “razões de inteligibilidade e clareza”, noticiou “Religión en Libertad”.

Os linguistas destacam que a lógica dos idiomas pede comunicar com clareza e concisão. O contrário proposto pela “linguagem inclusiva” gera uma intérmina e insuportável confusão.

Na Alemanha, um deputado estadual começou a saudar os presentes com as mais de 80 fórmulas que imporiam os “gêneros” LGBTQI etc. etc. hoje postulados. A presidente do parlamento lhe pediu parar embora ela também fosse favorável à “linguagem inclusiva”. O deputado lhe fez ver que não agia “politicamente correto” e a presidente engoliu o que disse.

Na Espanha a Real Academia (RAE) puxou a orelha dos políticos que usam “esse tipo de desdobramentos – meninos e meninos, deputados e deputadas”, etc. A Academia oficial qualificou esses recursos de “artificiosos e desnecessários do ponto de vista linguístico”.

Segundo a RAE essa tendência “se fundamenta em argumentos extralinguísticos”, gerando repetições que provocam “dificuldades sintáticas e de concordância, e complicam desnecessariamente a redação e a leitura”.

Nas Cortes espanholas os deputados da extrema-esquerda adotaram o risível “feminino genérico” infernizando os ouvintes com “genéricos desdobrados... e genéricas desdobradas!

De fato, é um recurso da Revolução Cultural para destruir a cultura, a literatura e o próprio pensamento dos povos ex-cristãos e ex-ocidentais.


quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Mao Tsé Tung glorificado em igreja da cidade natal de Santo Tomás de Aquino

Murais do grande perseguidor da Igreja Mao Tsé tung na capela de São Tomás de Aquino, na cidade natal do santo
Murais do grande perseguidor da Igreja Mao Tsé tung
na capela de São Tomás de Aquino, na cidade natal do santo
Luis Dufaur
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Na cidade de Roccasecca, no sul de Roma, onde nasceu São Tomás de Aquino, na igreja a ele consagrada foi aberta uma amostra dedicada ao fundador do comunismo chinês Mao Tsé-Tung. O absurdo não tem pé nem cabeça, mas faz parte da ofensiva do terrorismo da blasfêmia e foi informado pelo jornal local “La Provincia”.

Para maior acinte, a amostra foi montada na igreja de São Tomás de Aquino, do século XIII.

Os promotores imaginaram um artifício para tentar driblar a oposição – aliás, previsível – dos habitantes chocados e ofendidos.

A amostra levou o título em inglês “If I were Mao” (“Se eu fosse Mao”) e expunha fotos de sósias do cruel ditador marxista chinês.

Para todos os efeitos, quem entrava na igreja a encontrava recoberta de fotos representando o grande perseguidor da Igreja na China.

A indignação dos habitantes de Roccasecca explodiu nas redes sociais e externou-se nas ruas e praças da cidade.

Para os católicos não havia dúvida: era uma profanação: “Um perseguidor dos cristãos exaltado na igreja? Será que ficamos loucos?! Tentem fazer isso numa mesquita!” – comentava um vizinho.

As fotografias gigantes de Mao cobriam as paredes do templo sagrado, ofendendo estridentemente o senso católico. Era a casa de Deus sendo profanada por efígies de quem combateu encarniçadamente a Igreja Católica, por vezes mandando degolar os fiéis de público, no intento de extinguir o Cristianismo para sempre.

Notícia de primeira página no jornal local 'La Provincia'
Notícia de primeira página no jornal local 'La Provincia'
O prefeito Sacco apelou para o sofisma presente na boca do terrorismo da blasfêmia: trata-se apenas de um percurso artístico-cultural. Nesse percurso há mais duas exibições previstas: uma sobre o Ganges, rio sagrado do hinduísmo e do budismo, e outra sobre Cuba. Velho paganismo e neopaganismo de braços dados.

As amostras ofensivas foram financiadas pela Regione Lazio, comparável a um governo estadual brasileiro.

Os sósias de Mao que posaram para as fotos são atores chineses especializados em imitar o chefe máximo do materialismo comunista da China, onde ele é paradoxalmente cultuado como uma espécie de semideus.

Esses atores recorrem até à cirurgia plástica para se parecerem mais com um Mao Tsé-Tung redivivo.

Nessa igreja – e isto atinge um máximo de profanação – estão o Santíssimo Sacramento e um Cristo crucificado venerado pela população.

O pároco mostrou-se plenamente de acordo e disse ao prefeito que não tinha nada de inconveniente.

“Tudo foi combinado com a paróquia. Não há imagens ofensivas à sacralidade do local”, sofismou o prefeito.

Com todos os terremotos que varreram essa região italiana nos últimos anos, não causará surpresa se a natureza em cólera se abater sobre a cidade.


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Islã progride porque a moral católica é contrariada e abandonada

Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Luis Dufaur
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Os atentados terroristas islâmicos contra o Ocidente ex-cristão não cessam. Antes, multiplicam-se e se intensificam.

Na hora que começamos a escrever, o mais recente deles semeou a morte em Manhattan, Nova York. Mas não é impossível que, quando tivermos terminado de redigir, outro ou vários tenham sido perpetrados não se sabe onde.

Em território como o espanhol, invadido em algum momento histórico pelas hordas maometanas, a agressão alega o “direito” de “reconquista”.

Mas o Corão ordena avançar também sobre territórios nunca invadidos previamente por seus sequazes.

Se o Brasil não está sofrendo atentados, é apenas por uma questão de proximidade geográfica. Em dado momento eles poderão começar.

Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Média de idade no Oriente e na Austrália. Japão em ponto crítico.
Acresce que em países como a Espanha, com o desfazimento da família as crianças não nascem e a população mirra.

Uma consequência disso é o fechamento pelos governos de escolas do ensino fundamental.

O exemplo paradigmático escolhido por Giulio Meotti, diretor cultural do jornal “Il Foglio”, é o do Japão: quando o número de alunos cai para menos de 10% de sua capacidade, a escola é fechada.

O governo japonês transforma então os locais para educar crianças em asilos para cuidar dos idosos.

Nesse país, 40% da população têm 65 anos ou mais.

Isso não é pesadelo ou ficção científica.

O Japão se tornou a nação com a maior concentração de idosos e a mais estéril do mundo, onde se forjou a expressão popular “civilização fantasma“.

O Instituto Nacional de População e Pesquisas de Previdência Social do Japão prevê que por volta de 2040 a maioria das pequenas cidades japonesas terá perdido entre um terço e metade de sua população.

Muitas câmaras municipais não podem mais operar: os representantes não têm a quem representar! Foram então fechadas.

Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
Média de idade na Europa. Muitos países em estado crítico.
O número de restaurantes caiu de 850 mil em 1990 para 350 mil hoje. A causa aduzida é o “esgotamento da vitalidade”.

As previsões também sugerem que em 15 anos o Japão terá 20 milhões de casas abandonadas.

Será também este o futuro da Europa?

Especialistas em demografia já falam da Europa como o “Novo Japão“. O Japão, no entanto, se defende proibindo a imigração muçulmana, diz Meotti.

Mas a Europa está cometendo suicídio demográfico, fazendo o que o historiador britânico Niall Ferguson chama de “a maior redução sustentada da população desde a Peste Negra do século XIV”, segundo observou recentemente o historiador George Weigel.

E os muçulmanos convergem na Europa para preencher esse vazio.

O arcebispo de Estrasburgo, Dom Luc Ravel, citou o que “os muçulmanos devotos (...) chamam de a Grande Substituição. Eles afirmam de maneira tranquila e resoluta: ‘um dia, tudo isso, tudo isso, será nosso’”...

Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir
Média de idade no Oriente próximo. Milhões poderiam migrar e invadir.
O instituto interdisciplinar de estudos Centro Machiavelli julga que, pelas tendências atuais, na Itália por volta do ano 2065 os descendentes dos imigrantes da primeira e segunda geração de islâmicos ultrapassarão 22 milhões, ou mais de 40% da população.

Na Alemanha, 36% das crianças menores de cinco anos têm pais imigrantes.

Em 13 dos 28 países membros da UE, em 2016, morreram mais pessoas do que nasceram.

A queda livre demográfica é mais visível na “nova Europa”, em países do antigo bloco soviético como Polônia, Hungria e Eslováquia, que foram formados oficialmente na imoralidade do socialismo ateu e igualitário.

Neles está explodindo a “bomba do decrescimento populacional”, colapso devastador da taxa de natalidade que o analista de questões contemporâneas Mark Steyn chamou de “o maior problema da nossa época“.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán salientou que há aqueles que querem preencher o vazio populacional europeu recorrendo à imigração.

Não é o caso de seu país, onde querem resolver os problemas demográficos com os próprios recursos, em primeiro lugar “renovando-nos espiritualmente”.

O problema maior não é saber se a Europa será muçulmanizada. É saber se ela “continuará a pertencer aos europeus”, reflete Meotti.

As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens. Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
As cercas não os conterão. Querem invadir, são jovens.
Os europeus parecem punidos por limitar a natalidade e abandonar a família católica
E o problema é antes de tudo moral e religioso.

Está na essência da família.

Houve uma época em que os países da Europa Oriental temiam os tanques soviéticos, agora eles temem os berços vazios, comenta Meotti.

Segundo a ONU, a Europa Oriental tinha cerca de 292 milhões de habitantes em 2016, 18 milhões a menos do que no início da década de 1990.

O número é equivalente a toda a população da Holanda.

Segundo o jornal Financial Times, a Europa Oriental sofre “a maior perda de população na história moderna”.

Sua população está diminuindo como nunca antes. Nem durante a II Guerra Mundial, com os massacres, deportações e movimentos populacionais soviéticos se chegou a tal abismo.

A imigração islâmica em massa zerará as estatísticas negativas, mas a Europa também se tornará uma “civilização fantasma” que cometeu um tipo de suicídio diferente, porém mais atroz, conclui Meotti.



Acréscimo de Giulio Meotti


Média de idade na América do Sul também está decaindo,
e os problemas da migração invasora virão junto
A Romênia perderá 22% da população até 2050, seguida pela Moldávia (20%), Letônia (19%), Lituânia (17%), Croácia (16%) e Hungria (16%). Romênia, Bulgária e Ucrânia são os países onde o declínio da população será mais drástico.

Estima-se que em 2050 a população da Polônia encolherá dos atuais 38 milhões para 32 milhões. Cerca de 200 escolas foram fechadas, mas há crianças suficientes para preencher as que ainda restam.

Na Europa Central, a proporção dos habitantes com “mais de 65 anos” aumentou em mais de um terço entre 1990 e 2010.

A população húngara encontra-se no ponto mais baixo em meio século. O número de habitantes diminuiu de 10.709.000 em 1980 para 9.986.000 milhões hoje.

Em 2050 Hungria terá milhões de habitantes a menos e, em cada três deles, um terá mais de 65 anos. A Hungria conta hoje com uma taxa de fertilidade de 1,5 filhos por mulher. Se excluirmos a população cigana, o número cai para 0,8, o mais baixo do mundo.

Entre 2015 e 2050, a Bulgária terá o declínio populacional mais célere do mundo: mais de 15%, juntamente com a Bósnia Herzegovina, a Croácia, a Hungria, o Japão, a Letônia, a Lituânia, a Moldávia, a Romênia, a Sérvia e a Ucrânia.

Em 30 anos a população búlgara deverá cair de cerca de 7,15 milhões de habitantes para 5,15 milhões – uma queda de 27,9%.

Em 1990 nasceram na Romênia pós-comunista 315 mil crianças. Hoje, os dados oficiais registram 178 mil bebês. Em 2016, a Croácia teve 32 mil nascimentos, um declínio de 20% em relação a 2015.

Quando a República Tcheca fazia parte do bloco comunista, sua taxa de fertilidade se encontrava próxima do índice de substituição populacional (2,1). Hoje é o quinto país mais estéril do mundo!

A Eslovênia tem o PIB per capita mais alto na Europa Oriental, mas uma taxa de fertilidade extremamente baixa.


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Maomé é o nome mais atribuído a crianças na Grã-Bretanha

Criança islâmica na Grã-Bretanha
Criança islâmica na Grã-Bretanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Somadas as suas diversas transliterações, Maomé é o nome de criança com maior número de registros na Inglaterra e Gales em 2016.

O nome mais frequente é Oliver, caso se considere a identidade de grafia, segundo o site “Quartz”.

Maomé pode ser registrado como “Muhammad”, “Mohammed” ou “Mohammad”, além de outras formas. Todas as variantes somadas fazem de Maomé o nome mais atribuído em 2016, segundo os dados do Office of National Statistics britânico.

Faz alguns anos que a predominância do nome Maomé se repete, superando nomes ingleses muito populares como Harry, Jack, Eric/Erik, Hanna/Hannah, Sean/Shaun e Oliver.

7.084 crianças foram registradas com o nome de “Maomé”, e 6.623 com o de Olivier.

O Office esclarece que “as estatísticas são baseadas na ortografia exata indicada no certificado de nascimento”, informou o site Francetv.info.

A casuística é reveladora. O expansionismo islâmico sonha com a ocupação da Europa através da imigração e muitos filhos.

As mudanças populacionais ameaçam a sobrevivência dos povos europeus, que além da invasão islâmica estão sendo corroídos pela imoralidade dos costumes que os leva a limitar a natalidade.



quarta-feira, 22 de novembro de 2017

“Acolhida a Satanás” é o ponto final do falso ecumenismo?

Partidários do curso pós-escolar satanista segundo "Los Angeles Times"
Partidários do curso pós-escolar satanista segundo "Los Angeles Times"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
sócio do IPCO,
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Todas as religiões são iguais, pelo menos no essencial?

Deus, ou a procura de Deus, estará agindo igualmente em todas, embora de formas diversas, por vias culturalmente diferentes?

Se a resposta for NÃO, está de acordo com as Sagradas Escrituras e com o que a Igreja Católica sempre ensinaram a respeito.

Mas se for SIM, tirar-se-iam diversas consequências. Por exemplo, a respeito do ecumenismo, do igualitarismo laicista e do culto religioso a Satanás.

Em 2001 o assunto chegou à Suprema Corte americana, que autorizou grupos religiosos oferecerem cursos extracurriculares a alunos da rede pública.

Essa facilidade vinha sendo aproveitada por católicos e evangélicos.

Mas agora a “igreja do Templo Satanista” reivindicou também o direito, pois seria mais uma crença igual às demais.

Seu símbolo de campanha para obter o reconhecimento do “direito” é um lápis escolar de três pontas, simulando um tridente.

Símbolo do 'After School Satan'
Os cultuadores do príncipe das trevas querem aproveitar a legislação para “oferecer uma alternativa a crianças e pais”. E, de cambulhada, questionar a legitimidade dos cursos cristãos na rede de ensino infantil!

“Se cursos religiosos são permitidos nas escolas, nós queremos espalhar nossos clubes por toda a nação para garantir que múltiplos pontos de vista estejam representados”, disse à BBC Brasil Chalice Blythe, diretora nacional do “Programa Satã depois da escola” (After School Satan Program), do Templo Satânico dos EUA.

Para a campanha pró-Lúcifer, os membros dessa “igreja” montaram um vídeo com áudio invertido e imagens de crianças com aranhas, bodes com longos chifres e outros símbolos satânicos, para “divertir” os estudantes enquanto eles são iniciados nas práticas obscuras do satanismo.

Um livro de colorir estimula as crianças a “ligar os pontos para formarem um pentagrama invertido”, símbolo classicamente associado ao reino de Satanás.

A Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade – TFP reagiu, classificando o projeto de “sacrilégio” e convocando os fiéis a exigir “o retorno da moral cristã”.

“Precisamos frear a popularidade do satanismo”, destacou a entidade, endossando uma onda de abaixo-assinados criados por igrejas para proibir cursos satânicos para crianças.

O Templo Satânico tem forte atuação em redes sociais, onde diz reunir mais de 100 mil seguidores em 13 Estados americanos. O número é discutível, sobretudo quando provém de seguidores do “pai da mentira”.

A popularidade desse culto às trevas cresce naturalmente entre ateus e ativistas políticos dos EUA, e também de outros países. E neste ponto talvez não estejam fantasiando tanto.

Reações católicas no Texas
Reações católicas no Texas
“Precisamos de uma filial do templo no Brasil”, escreveu um morador do Rio de Janeiro na página do grupo satanista no Facebook.

O Templo Satânico alega em seu favor o princípio-base do falso “ecumenismo”: “o Templo Satânico é uma religião igual a qualquer outra”, responde a satanista Blythe, em entrevista à BBC Brasil.

“Satanás é um símbolo do eterno rebelde em oposição à autoridade arbitrária”, responde. “Satanás é o herege que questiona as leis sagradas e rejeita todas as imposições tirânicas”.

No tempo em que Lutero é tratado pelas altas autoridades vaticanas responsáveis do ecumenismo como um reformador e precursor das atuais transformações “pós-conciliares”, o argumento torto entra como mão na luva.

O templo satânico inclui a instalação de monumentos dedicados a Satanás ao lado de estátuas cristãs erigidas em locais públicos, bem como intervenções não raramente provocativas em procissões religiosas.

Imagine-se uma dessas junto ou perto do Cristo Redentor! Poderia haver pior ofensa?

Mas o “Projeto Satã depois da escola” não fica por aí. Ele visa “‘vacinar’ as crianças contra qualquer forma de cristianismo”, segundo a fonte informativa.

À BBC Brasil, a porta-voz do Templo Satânico afirmou que os cursos infantis não propõem à devoção do diabo, mas “uma visão de mundo científica, racionalista e não supersticiosa”, como alternativa aos dogmas do ensino cristão.

Colaboradores da TFP americana num ato contra a aprovação do satanismo como religião com igualdade de direitos nos EUA
Colaboradores da TFP americana num ato contra a aprovação do satanismo
como religião com igualdade de direitos nos EUA
É uma velha formula para levar ao ateísmo e deixar a um passo do culto ao demônio. O laicismo – como explicou o bispo emérito de Isernia-Venafro, D. Andrea Gemma – é uma porta por onde o demônio toma posse das almas e da sociedade.

Confira: D. Gemma: o demônio entra nas almas e nas sociedades pela porta do laicismo


A suposição de que todas as religiões têm um fundo comum igual se revela então uma enganação que favorece a possessão diabólica.

No fundo do falso “ecumenismo” há um encontro com Satanás.

Veja, por exemplo: Beato carmelita: convergência ecumênica prepara a religião universal do Anticristo



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Queimem o Papa!” respondem feministas à proposta de “acolhida”

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Uma parada composta por alguns milhares de feministas e militantes LGBT atacou a catedral de Resistencia, no nordeste argentino, tentando atear-lhe fogo, pichando-a, jogando garrafas e pedras, segundo ficou registrado em vídeos citados por “LifeSiteNews”.

Esse tipo de mulheres – qualificadas pela imprensa local de “feminazis” – tentou primeiro incendiar a porta da catedral, assanhando-se contra uma imagem da Bem-aventurada Virgem Maria que reina na fachada do prédio sagrado.

Para maior escárnio, algumas delas se apresentaram em topless, com o busto pichado com blasfêmias e slogans da agenda LGBT.

O ódio à religião e à pureza dos costumes levou-as a se revoltar contra os prédios e monumentos da cidade, cujo estilo reflete os gostos e a alma católica.

Não foram poupados escolas, prédios de escritórios e monumentos a personalidades históricas. Os prédios foram pichados com frases como “Vai matar teu pai, teu namorado e teu irmão”; “Queimem o Papa”, “Padres abusadores”, “Abortem os meninos”, “Morte aos homens”, etc.

As pessoas que tentaram interpor-se pacificamente entre as mulheres e a catedral foram sujadas com sprays de tinta.

Explosões semelhantes de ódio já aconteciam todos os anos em diversas cidades argentinas por ocasião do “Encontro Nacional de Mulheres”, financiado pelo governo populista-bolivariano kirchnerista afim ao PT.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Os ataques se tornaram o rito de uma antirreligião populista e igualitária que promove o aborto, a homossexualidade, a prostituição e outras condutas perversas condenadas pelo catolicismo.

Paradoxalmente, representantes destacados dessa antirreligião recebem calorosa acolhida no Vaticano.

A fim de evitar os já previsíveis ataques e profanações dos anos anteriores, a parada não estava autorizada a passar em frente da catedral. Mas, como nesses anos, um grupo previamente organizado atacou o prédio sagrado.

As barreiras policiais foram derrubadas e o conflito tornou-se mais grave quando moradores enfurecidos saíram de suas casas exigindo que os profanadores abandonassem o local.

“Nossa cidade é pobre e não queremos que continuem destruindo o pouco que temos. Eles vieram quebrar tudo o que temos”, disse uma mulher indignada.

“Eu como mulher não quero ser incluída entre essas moças, se é que podem ser chamadas assim”, disse a senhora.

Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
Militantes da agenda LGBT atacam a catedral de Resistencia, Argentina
“Uma mulher usa vestido e se distingue pelo perfume, e não pelo cheiro de álcool e de drogas como essas. Além do mais, elas são assassinas, não querem a vida”, acrescentou.

A provocação foi precedida por um ataque contra a catedral de Buenos Aires.

No mês de março, mulheres mascaradas e em topless entraram em atrito com a polícia ao tentaram arrombar as barreiras instaladas diante da Sé.

Essas feministas violentas participavam do “Dia Internacional da Mulher”.

As concessões, “acolhidas” e “acompanhamentos” oferecidos a essas militantes à luz da ‘Amoris Laetitia’ não tiveram nenhum efeito.

O ódio que anima essas agressões – o qual foi observado, aliás, pela imprensa – não obedece a nenhum raciocínio, mas apenas a um impulso demoníaco.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras
pedindo seja afastada a invasão do Islã

Poloneses rezam caminhando na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Poloneses rezam na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.

Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.

Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.

A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.

O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.

A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.