terça-feira, 29 de outubro de 2019

Catedrais protestantes viram templos de lúdico ateísmo

Torre tobogã na catedral anglicana de Norwich.
Torre tobogã na catedral anglicana de Norwich.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Catedrais medievais inglesas outrora católicas, confiscadas após o cisma protestante de Henrique VIII, viraram centro de lazer dotados até de tobogã, minigolfe, paisagens lunares ou um modelo realista da Terra pendurado do teto, segundo descreveu o jornal “The New York Times”.

As profanações estão na continuidade lógica da revolução protestante que fez da religião uma fonte de satisfações subjetivas.

As mudanças evocam a transformação das igrejas em centros de diversão ateus na ex-URSS. Já no seu início, a explosão de orgulho e sensualidade luterana deu no igualitarismo das seitas protestantes mais radicais que levou aos primeiros ensaios de comunismo, como no caso dos anabaptistas de Münster.

Na catedral de Norwich, Inglaterra, um tobogã serpenteia como num parque de diversões, debochando das sacrais colunas góticas da nobre catedral de pedra. O ‘cônego’ anglicano da catedral, Andy Bryant, defende a folia como fonte de uma “nova perspectiva sobre a religião”.

O ‘cônego’ anglicano Bryant não é um religioso consagrado. Como todos os eclesiásticos anglicanos, trata-se de um funcionário público concursado, pago pelo governo.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

França: o retorno dos heróis

Santa Joana d'Arc, santuário de Bois Chenu, Lorena, Herois medievais
Santa Joana d'Arco, santuário do Bois Chenu, França
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Uma das mais sublimes manifestações do espírito humano parecia afogada pelo prazer materialista da vida. O heroísmo parecia enterrado para sempre, e no país dos heróis cristãos que é a França! deplorou Louis de Raguenel em “Valeurs Actuelles”.

Em 2005, a maioria das teses dos alunos da Escola Nacional de Administração francesa (ENA), célebre pela sua exigência, “constatavam ou lamentavam a decadência de uma sociedade cada vez mais individualista que torna difícil aparecer grandes homens”.

Alguns escritos achavam resignadamente que essa queda ficou fatal por causa da evolução da sociedade.

E constatavam que se foram os tempos em que os heróis podiam aparecer falando e agindo preto sobre branco.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Maioria de fiéis acredita em anjos e demônios, mas púlpitos silenciam. Por quê?

Anjo tira do pecado e leva a Nossa Senhora
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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Para 77% dos adultos americanos, a existência e atividade dos anjos em torno dos homens é uma verdade muito real.

Foi o que revelou uma enquête da Associated Press e da GfK, após ouvir 1.000 pessoas no mês de dezembro.