quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Por trás de sistemas e robôs onipresentes, uma casta regendo o mundo?

Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Um evento risível foi protagonizado pelo sofisticado robô Knightscope K5, equipado com sensores e programas de reconhecimento facial parecidos com o R2-D2 de Star Wars.

Ele acabou afundando ridiculamente numa bacia ornamental do prédio de escritórios de Washington que devia vigiar.

O episódio, entretanto, foi revelador de um problema que inquieta os espíritos mais precavidos.

Parecia atração futurista: branco, cônico, um androide de saga cinematográfica. Mas não era feito para turistas ou fãs da ciência-ficção.

Era um robô de alta tecnologia, responsável pela segurança do prédio, dotado de sistemas de reconhecimento facial, captura de vídeo de alta definição, laser de busca, sensores térmicos, infravermelhos, ultrassônicos e de qualidade do ar, segundo noticiou “La Nación”.

Knightscope K5 foi desenhado em 2013, após o massacre na escola americana de Sandy Hook (Connecticut) que matou 26 pessoas, 20 delas crianças. Sua responsabilidade era muito grande: garantir a segurança em centros de ensino, bairros e empresas.

Que outros erros não programados poderá praticar, pondo talvez em perigo seres humanos?
Que outros erros não programados poderá praticar,
pondo talvez em perigo seres humanos?
Ele vinha sendo usado por companhias e escolas dos EUA por sua capacidade de identificar delinquentes apoiado numa base de dados de rostos, e supunha-se que iria substituir os seguranças humanos.

Até que, ao fazer sua ronda habitual pelas instalações do prédio vigiado, ele não soube identificar um inocente espelho de água decorativo. Caiu nele e “se afogou”. Um técnico foi tirá-lo e o levou para secar.

Ele poderá ser reprogramado para não mais cair na água, mas em que outras “ingenuidades” inesperadas poderá incorrer?

Se o robô capaz de detectar um criminoso não identifica um pequeno espelho de água, que outros erros não programados poderá praticar, pondo talvez em perigo seres humanos?

Os comentários irônicos ou hilariantes proliferaram nas redes sociais. Mas o problema vai além da risada inicial.

Num mundo em que os robôs policiais – como o K5 da Knightscope, empresa do Sillicon Valley – forem cada vez mais potentes, o homem ficará cada vez mais em inferioridade de condições em relação a eles.

Diversos acidentes de menor relevância já foram registrados. Mas o temor não diminui: o que será dos indivíduos no dia em que os sistemas informáticos tiverem tomado conta da organização humana, como aparentemente se pretende fazer?

Knightscope K5 será corrigido, aperfeiçoado até atingir poderes fora do comum. O temor é aparecer uma casta que domine os sistemas e robôs planetariamente.
Knightscope K5 será corrigido, aperfeiçoado até atingir poderes fora do comum.
O temor é aparecer uma casta que domine os sistemas e robôs planetariamente.
Porém, a objetividade manda achar que esses sistemas – robôs e outros instrumentos que estão vendo a luz em laboratórios avançados – não serão capazes por si sós de assumir a direção do mundo.

Eles requererão sempre um pequeno número de super-engenheiros que os comandarão e terão por isso poderes incomensuráveis.

Essa será a super-casta que já se insinua para o futuro, apesar de se manter longe de público, nas escuridões das salas de comando em alguma cidade desconhecida.

A organização more mecanico da sociedade levaria a uma situação diametralmente oposta à ordem natural e cristã.

Sim, oposta à Civilização Cristã que a Igreja bafejou e fez nascer em meio ao caos da queda do Império Romano e as devastações das hordas bárbaras.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Polícia religiosa chechena
aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

Patrulha da Sharia aterroriza Berlim
Patrulha da Sharia aterroriza Berlim
Trata-se – escreve Soeren Kern – de uma gangue com cerca de uma centena de adeptos liderados por ex-capangas de Dzhokhar Dudayev, ex-líder separatista checheno.

Imagens censuráveis de uma mulher chechena de 20 anos que mora em Berlim foram roubadas de seu celular e espalhadas. Em questão de uma hora, o tio da mulher exigiu falar com os pais dela.

Eles concordaram em “resolver o problema” enviando a mulher de volta à Chechênia, onde seria morta para restaurar a honra da família. A polícia alemã interveio poucas horas antes de a mulher embarcar no avião com destino à Rússia.

Agora é dever de qualquer checheno encontrá-la e puni-la onde quer que esteja, na Alemanha ou alhures.

De acordo com Meduza, organização de mídia independente sediada na Letônia, pelo menos metade das meninas chechenas solteiras na Alemanha têm informações suficientes em seus celulares para serem consideradas culpadas de infringir a Adat.

As regras são mais rígidas e rigorosas na Alemanha que na Chechênia. E os atos de violência contra as mulheres “errantes” são saudados como “atos de patriotismo”. As feministas alemãs nada dizem desses dramas.

Conforme o jornal Tagesspiegel, outros membros da gangue vieram do Daguestão e da Inguchétia. Eles atacam muçulmanos e não muçulmanos, incluindo cristãos, em abrigos de migrantes em Berlim.

A gangue está ligada a várias mesquitas da capital alemã, incluindo a Fussilet 33, que já serviu de sede do assim chamado Califado de Berlim.

Caritas católica está na frente da abertura das portas aos invasores, estimulada desde o Vaticano.
Caritas católica lidera abertura das portas aos invasores, estimulada desde o Vaticano.

Cerca de 60.000 chechenos residem na Alemanha, segundo estatísticas oficiais. Incluindo os ilegais, o número seria bem maior.

Segundo a Auditoria Nacional (Bundesrechnungshof), “a maioria das pessoas não autorizadas a permanecerem na Alemanha são cidadãos russos de etnia chechena, sendo que alguns têm vínculos com facções terroristas islâmicas”, referiu Soeren Kern.

Heiko Homburg, funcionário do Ministério do Interior de Brandemburgo, o estado da federação alemã que circunda Berlim, salientou que a maioria dos extremistas islâmicos conhecidos provém da Chechênia:

“O problema em Brandenburgo é que o Emirado Caucasiano (organização jihadista ativa no sudoeste da Rússia), ao qual muitos chechenos se sentem engajados, ligou-se ao Estado islâmico. Querendo ou não, temos de fato organizações do tipo Estado Islâmico aqui em Brandemburgo”.

Outro número acentua as preocupações: a segurança alemã estima que entre 1.500 a 2.000 chechenos estão combatendo no Iraque e na Síria.

À medida que o Estado islâmico se descompõe pela derrota militar, teme-se que muitos combatentes refluam para a Europa com a ajuda das relações dos clãs pan-europeus e chechenos.
Para muitos europeus a entrada massiva de refugiados islâmicos é o início da III Guerra mundial Foto na República Checa.
Para muitos europeus a entrada massiva de refugiados islâmicos
funcionará como estopim da III Guerra mundial. Foto na República Checa.

Em Frankfurt (Oder), cidade alemã situada na fronteira com a Polônia, a polícia alerta que a migração chechena é uma bomba-relógio:

“Os chechenos radicais estão constantemente indo e voltando da fronteira da Alemanha com a Polônia. Suas famílias estão montando estruturas nos quatro cantos da Europa para financiar o Estado Islâmico com o lucro do crime organizado. Os chechenos compõem o grupo mais perigoso. Não estamos dando a devida atenção a isso”.

As ONGs, órgãos da UE e de associações caritativas católicas dirigidas pelos bispos costumam ser os protetores dos recém-chegados, lhes fornecendo-lhes apoios logísticos e legais.

E do Vaticano o Papa Francisco justifica indiscriminadamente essa migração.

Não é novo. Em 711, o bispo Dom Opas interveio em favor da capitulação dos católicos diante dos invasores islâmicos que se assenhoreavam da Península ibérica.

Em sentido oposto, com o portentoso auxílio de Nossa Senhora, o rei Don Pelayo e um punhado de fiéis esmagaram os invasores em Covadonga, dando início a uma longa, mas gloriosa Reconquista.


“Vídeo oficial” da gangue turca “Osmanen Germania” (“Alemanha Otomana”)





quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
Muitos dos líderes mais importantes da Europa, porém, não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, o francês Emmanuel Macron; o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel foi recebido oficialmente no Vaticano de mãos dadas com seu parceiro homossexual. Mais um acompanhamento coonestado pela “Amoris laetitia”!

O jornalista italiano cita a propósito o filósofo alemão Rüdiger Safranski: Para aqueles que não têm filhos, pensar em termos de gerações vindouras perde a relevância. Portanto, eles se comportam como se fossem os últimos e se consideram como se estivessem no fim da cadeia.

A Europa está cometendo suicídio ou no mínimo os líderes europeus decidiram se suicidar, ressaltou Douglas Murray no jornal “The Times”.

Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão.

Angela Merkel – prossegue Meotti – tomou a decisão fatal de abrir as portas da Alemanha para um milhão e meio de migrantes.

Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante. A entrada maciça de migrantes pode mudar a sociedade alemã para sempre
Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante.
A entrada maciça de migrantes pode mudar a Alemanha para sempre
Merkel, que não tem filhos, é tida de ‘Mãe Misericordiosa dos migrantes’, mas evidentemente pouco se importa com a perspectiva de o influxo maciço de migrantes mudar a sociedade alemã provavelmente para sempre.

Dennis Sewell escreveu recentemente no “Catholic Herald” que a inculpação da 'civilização ocidental' aumenta enormemente o pânico demográfico.

Isso já aconteceu em Gibraltar no remoto ano 714, quando os invasores islâmicos quase extinguiram a civilização cristã na Espanha e atingiram o coração da França, até serem barrados em Poitiers.

O resto da história implicou oito séculos de guerras de Reconquista para repor as coisas em seu lugar.

Mas visigodos, francos e espanhóis tinham filhos para restaurar a boa ordem. Quem restaurará a Europa se continuar assim?


Merkel reflete a sociedade germânica: segundo a União Europeia, 30% das alemãs não têm filhos, e entre as universitárias a percentagem vai a 40%.

A ministra da defesa alemã Ursula von der Leyen salientou que se a taxa de natalidade não voltar a crescer, o país terá que “apagar as luzes”.

Ou, por outra, as únicas luzes que ficarão acesas serão as dos lares e mesquitas islâmicas.

O Institut National d'Études Démographiques estima que um quarto das mulheres europeias nascidas nos anos 1970 poderá ficar sem filhos.

Macron rejeitou a afirmação de seu predecessor, o socialista François Hollande, que em meio às explosões dos caminhões-bombas chegou a blasfemar contra o ‘politicamente correto’, dizendo que “a França tem um problema com o Islã”.

As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso. Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso.
Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
Macron é contra a suspensão da cidadania dos jihadistas, apesar de todas as evidências que clamam pelo contrário, escreveu o editor cultural do “Il Foglio”.

O presidente francês se sente autorizado a achar que o Estado Islâmico não é islâmico e decreta quem é o quê na religião de Maomé.

“O problema não é o Islã, mas certos comportamentos tachados de religiosos e depois impostos àqueles que praticam aquela religião”, pontificou o novo presidente.

Macron fala do colonialismo como “crime contra a humanidade”. Mas esse crime não existe quando o Islã coloniza qualquer país derramando rios de sangue.

O filósofo Mathieu Bock-Coté definiu Macron, de 39 anos, casado com sua ex-professora de 64, como símbolo da “feliz globalização, livre da memória da glória francesa perdida”. Ou símbolo do coveiro de um glorioso passado de dezessete séculos.

A “Manif Pour Tous”, movimento contra o “casamento” homossexual na França, viu em Macron o “candidato antifamília”.

Mas este escolheu para nome de seu partido o slogan “En Marche!” (Em Marcha!), visando encarnar as elites globalizadas e descristianizadas engajadas numa evolução que se autodestrói enquanto caminha.

Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos c
como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Rumo a quê? – O líder turco Erdogan incentiva os muçulmanos a terem “cinco filhos”, e os imãs islâmicos exortam os fiéis a “terem filhos”.

Para quê?

Para ocupar o território dos infiéis cristãos envelhecidos e desfibrados. A História se repete: querem conquistar a Europa!

Os novos invasores criam o choque de civilizações no coração da Europa por meio de caminhão, bomba, punhal ou de qualquer outro argumento tirado do “Islã, religião de paz”.

Eles escarnecem os anfitriões ocidentais pelo fato de os verem suicidar-se, ficar voluntariamente sem população, sem valores, e abandonar sua própria cultura.

É claro que ao olharem para Merkel, Rutte, Macron e outros, esses islâmicos vão achar que a hora profetizada pelo Corão chegou.

“Nossos líderes europeus – conclui Meotti – estão caminhando como sonâmbulos para o desastre. Eles não se preocupam se no final de suas vidas a Europa ainda será a Europa”.

Joshua Mitchell pergunta-se num ensaio se vale a pena “construir um mundo”. E a resposta cínica aflora como um haraquiri final: “A longa cadeia de gerações já fez isso por nós. É hora de nos divertirmos”.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Idolatria da “acolhida” é imenso desserviço à Igreja

A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
Luis Dufaur
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Laurent Dandrieu, redator das páginas de cultura da revista francesa Valeurs actuelles, acrescentou um escrito candente à sua vasta produção literária: “A Igreja e a imigração, o grande mal-estar” (“Eglise et immigration, le grand malaise”, Editions Presses de la Renaissance, Paris, 2017, 288 p), segundo comentário da jornalista Jeanne Smits em seu blog.

No livro, Laurent Dandrieu mostra o erro garrafal do discurso “angélico” da hierarquia da Igreja Católica face à imigração que invade a Europa trazendo nas mochilas as bandeiras religiosas do Islã.

O problema, explica o autor, é a maneira como foi instaurado o ‘diálogo’, como uma espécie de fim em si mesmo.

Para o escritor, o Papa Francisco repete constantemente que não há envolvimento específico algum do Islã com a violência.

Ora, vemos que a evidência nega tal afirmação. Cultivando esse discurso angélico a respeito do Islã, o Papa não presta serviço algum a quem quer que seja.

Não ajuda os europeus, pois seu discurso vem contribuindo para adormecer a legítima desconfiança dos europeus face à islamização progressiva do continente.

Francisco I está fazendo tremendo desserviço à Igreja e ao mundo, diz Dandrieu
Francisco I está fazendo tremendo desserviço à Igreja e ao mundo, diz Dandrieu
Menos ainda ajuda os muçulmanos, pois como se pode perceber, muitos desses europeus se assustam diante da violência e da barbárie do Estado islâmico.

Dandrieu é categórico ao escrever que julga tratar-se de um desserviço da Igreja Católica, pela voz do Papa, trabalhar para silenciar esses interrogantes, pois se “a acolhida ao próximo faz parte do DNA do católico, também a fidelidade e o amor preferencial por seus pais fazem igualmente parte desse DNA”.

Contudo, há já algumas décadas que esse sábio equilíbrio mantido pela Igreja ao longo de toda a sua história fora quebrado pela idolatria da “acolhida”.

Igreja e imigração – o livro polêmico de Laurent Dandrieu








quarta-feira, 26 de julho de 2017

Derrubam Cruz de pedra, que lhes cai sobre a cabeça

Num vídeo amador: berros de alerta para a virada inesperada
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A onda de ataques contra símbolos da religião católica gerou mais um episódio na Espanha. Porém, com um resultado imprevisto, no qual se fez sentir a mão de Deus.

A Câmara de vereadores de Larrabetzu, província de Vizcaya, de maioria ultra-esquerdista, aprovou por unanimidade a demolição de uma Cruz situada no monte Gaztelumendi, próximo da estrada local.

O pretexto foi que o monumento religioso era “franquista”, pois fora erigido após a Guerra Civil espanhola (1936-1939) e não tinha manutenção.

Militantes de diversas esquerdas, comunistas, suspeitos de terroristas, nacionalistas e separatistas de regiões rivais entre si conceberam uma festa para comemorar o estraçalhamento da Cruz.

A prefeitura convocou o ato, bancou a festa, deixou instalar bandeiras separatistas bascas (da região) e catalãs (em briga com os bascos), forneceu o caminhão que puxou a corda e a cobertura policial, informou o site “Contando Estrelas”.

O monumento da Cruz foi previa e ofensivamente pichado
O monumento da Cruz foi previa e ofensivamente pichado
Com os punhos fechados em alto, os presentes entoaram a “Internacional”, o velho hino da revolução comunista mundial, usado pela Revolução russa de 1917.

Mas eis que, na hora de o caminhão puxar a corda, o monumento com o sagrado símbolo da Redenção que estava sendo conspurcado, girou inesperadamente para o lado dos presentes.

E, caindo, despedaçou-se no chão, gerando uma nuvem de pedras que atingiu como metralha os presentes que a vituperavam.

Felizmente não houve mortos, mas pelos menos seis inimigos da Cruz ficaram feridos.

Notadamente a vereadora Maria Luisa Mezo, promotora da iniciativa, que teve a tíbia e o peroneu das duas pernas fraturadas por uma das pedras, submetendo-se por isso a uma cirurgia múltipla no hospital de uma cidade vizinha, paradoxalmente chamada Cruzes.

O prefeito, Iñigo Gaztelu, explicou à ‘Cadena SER’ que a intenção era aproveitar as pedras do monumento cristão para fazer outro em memória dos militantes comunistas-nacionalistas mortos naquela guerra há 80 anos.

Tudo pronto para cair de lado
Tudo pronto para cair de lado
Segundo o jornal pró-socialista “El País”, de Madri, a prefeitura agiu de acordo com a polêmica Lei de Memória Histórica.

Alegando querer apagar as lembranças da Guerra Civil na qual o bando socialista-comunista-republicano foi derrotado, dita lei serve de subterfúgio para tentar apagar todo símbolo católico existente na Espanha. Por exemplo, retirar das ruas os nomes de santos.

Muitos habitantes da localidade discordavam desse atentado contra a Cruz. O desfecho, obviamente, foi fartamente comentado nas redes sociais.

Com Deus não se brinca. Menos ainda quando Ele parece deixar correr blasfêmias e atentados, como o dessa pequena localidade basca, até tocar no limite fixado soberanamente por Ele.



Vídeo: Derrubada da Cruz de Larrabetzu acaba numa espécie de castigo divino










quarta-feira, 12 de julho de 2017

Robô “abençoa” comemorando Lutero e evocando ídolos

Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Luis Dufaur
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Há 500 anos o monge apóstata Martinho Lutero iniciou na Alemanha a maior e mais sangrenta revolução religiosa da era cristã. Ele fixou a seu bel-prazer dois imensos dogmas.

Pelo primeiro, o da justificação, segundo o qual estamos todos salvos por Jesus sem necessidade de praticar boas obras nem de ligar para os Mandamentos.

Pelo segundo, o da livre interpretação, cada qual interpreta as Escrituras como bem entende. E, se nelas algo houver que não seja de seu agrado, arranque as folhas à vontade, como, aliás, Lutero fez para justificar seus vícios.

Se isso for verdade, entre outras consequências, o clero é dispensável. Um padre celebrar a Missa para tornar Deus propício com um sacrifício perfeito?

Estamos todos salvos. Não precisamos de nada disso. O ato religioso consiste em passar um bom momento em comunidade, cantarolar, chacoalhar, fazer banzé, segundo o gosto predominante na seita.

Também uma leitura da Bíblia e uma pregação arrumada do jeito que a turma gosta. O pregador? Qualquer um que se sentir inspirado, ou o mais velhaco de todos, e pronto!

E a bênção divina que concede o clero católico, padres e bispos?

Nada de bênção! Não tem mais clero e já estão todos salvos! Mas se o povo sentir falta e reclamar muito, fica confiado à esperteza do pastor/a inventar qualquer coisa. .

Na continuidade da pregação luterana, o jornal britânico “The Guardian” noticiou que na cidadezinha de Wittenberg a igreja protestante de Hesse e Nassau apresentou o robô BlessU-2 em comemoração pelo 500º aniversário da trágica revolta de Lutero.

O nome faz um jogo de palavras cuja sonoridade evoca a expressão “sejam abençoados”.

Segundo os fabricantes, no futuro os robôs puxarão as cerimônias religiosas nos templos protestantes.

Ecumenismo confunde as religiões que poderão ser 'servidas' por máquinas. Arcebispo Bernard Longley (católico) e bispo Martin Lind (luterano)
Ecumenismo confunde as religiões que poderão ser 'servidas' por máquinas.
Arcebispo Bernard Longley (católico) e bispo Martin Lind (luterano)
“Queremos que as pessoas percebam se é necessário que a bênção seja feita por uma pessoa ou por um robô”, explicou Stephan Krebs, membro da igreja evangélica de Hesse e Nassau ao jornal inglês. “A ideia é provocar um debate sobre nossa religião. O pessoal da rua acha engraçado”, acrescentou.

De fato, a bênção de um pastor/a é tão inoperante do ponto de vista da graça sobrenatural quanto a de uma máquina.

O robô de ar antipático possui uma tela no “peito” onde o crente pode selecionar a língua da bênção (alemão, inglês, francês, espanhol ou polonês).

Também pode escolher se quer uma voz masculina ou feminina.

Segundo o “The Guardian”, de momento o androide pode emitir sons, levantar os braços, acender luzes e reproduzir versos bíblicos.

O invento está em perfeita sintonia com o ateísmo de fundo que permeia o protestantismo e suscita no espírito católico uma aversão instintiva.

O BlessU-2 não é o primeiro “robô religioso”. Em 2016, um templo budista na área de Pequim desenvolveu um robô-monge que pode cantar ‘mantras’ e explicar dados básicos dessa religião satânica.

Esse robô não causou tanta impressão, pois os templos pagãos têm grande número de ídolos.

Santo Agostinho, em seu grande tratado intitulado Cidade de Deus, fala de ídolos nos quais o falso sacerdote escondido se fazia ouvir respondendo aos idólatras trapaceados.

Não pode se excluir que, com a protestantização crescente do culto católico, a diminuição do clero e o apagamento da fé, algum teólogo “ecumênico” apareça propondo testar o monstrengo para presidir assembleias ou cultos católicos.

Bastará acrescentar a função “católico”, “protestante”, “budista” ou alguma outra. Em rigor, até a “Igreja de Satanás” poderá pleitear seu ícone.

No fim, teremos ídolos instalados nos recintos sagrados, todos eles servindo uma religião universal de cheiro luciferino.

Aliás, algo similar à confusão universal das religiões que o grande sacerdote carmelita Beato Francisco Palau previu no século XIX que aconteceria num futuro que se parece com o nosso presente.





quarta-feira, 28 de junho de 2017

Blasfêmias contra Nossa Senhora de Fátima e incêndios em Portugal

Luis Dufaur
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No centenário das Aparições em que Nossa Senhora de Fátima advertiu os homens para abandonarem a imoralidade, estamos assistindo a fatos assustadores e inimaginados.

Que ano poderia ser mais propício para a hierarquia católica retomar com fervor e clareza a pregação moral católica, alicerçada nas palavras de Nossa Senhora em Fátima?

A moral familiar, por exemplo, tão necessitada de uma restauração. Essa só poderá vir com um auxílio sobrenatural, com a frequentação dos sacramentos, com a recitação do Terço e a prática das devoções tradicionais.

E o comunismo, a tintura-mãe de todas as formas da imoralidade? Ele continua sendo espalhado desde a Rússia, mas também pelos agentes da Revolução Cultural, amigos da “nova-Rússia”, instalados em muitos governos do Ocidente!

Nada! Nada digno de destaque está sendo feito face à grave decadência moral que devasta o mundo.

S.S.Francisco I foi a Fátima, canonizou os santos pastorinhos Jacinta e Francisco. Mas o apelo à conversão pedido em Fátima e que desejávamos ouvir do Santo Padre com o vigor com que o Beato Urbano II convocou as Cruzadas, não veio.

Fez-se um impressionante silêncio.

Silêncio? Só silêncio?

Multiplicam-se as blasfêmias e atentados sacrílegos. O inferno já nada respeita.

Em 20 de abril, o “Diário de Notícias”, jornal de referência de Lisboa, ecoava a indignação que circulava nas redes sociais portuguesas por um objeto com cariz de culto fálico que está à venda em site da Internet como uma versão de Nossa Senhora de Fátima!

Pranto miraculoso de uma imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.
Aconteceu em 1970 em Nova Orleans.
A cidade ficou insensível... e veio o furacão Katrina! Por que?
A blasfema peça cujo nome oficial é “Escultura Nossa Senhora” custa quase 500 reais e foi confeccionada “na sequência do centenário das aparições”, segundo o “Diário de Notícias”.

A ofensa dificilmente poderia ser maior. Nossa Senhora como boa mãe perdoa tudo, mas não devemos nos espantar se seu Divino Filho faz sentir o que pensa dessa agressão atroz à Sua virginal Mãe.

O sacerdote espanhol Alfonso Gálvez verteu lágrimas de sangue, se isso pode ser feito num artigo de Internet.

Entre outras coisas, pelo silêncio sobre a simples possibilidade de que os recentes incêndios em Portugal estejam relacionados com a má recepção da mensagem de Nossa Senhora em Fátima. O religioso se exprimiu longamente no site Adelante la Fé.

Ele evoca quanto foi “desvirtuada e falsificada a Mensagem de Nossa Senhora” nos presentes dias. E cita com horror os cultos pagãos e até esotéricos praticados no santuário de Fátima em nome de um enviesado “ecumenismo”.

O sacerdote lembra as colunas exteriores do santuário recobertas com as cores distintivas da agenda LGBT, e outros eventos que antes seriam tidos em conta de “chacota geral contra os autênticos devotos da Virgem e contra a verdadeira Fé”.

O Pe. Gálvez se espanta que ninguém lembre a possibilidade de os incêndios que estouraram em Portugal serem consequência das tentativas de enxovalhar a grande devoção de Fátima.

E conclui que é perigoso os homens não levarem a sério a infinita paciência de Deus. Porque nós desconhecemos o ponto em que essa divina e adorável paciência atinge seu limite, sobre tudo quando insultada Sua amadíssima e Santíssima Mãe.

Em 17 de junho, os habitantes das aldeias de Pedrógão Grande no departamento de Leiria, encostado no departamento de Santarém onde fica o santuário de Fátima, viram eclodir incêndios de características inéditas.

E essa é a opinião dos mais anciões moradores que assistiram a muitas outras conflagrações nos bosques locais.

Eles o descreveram como “uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”: um incêndio histórico que se assemelhava a um “inferno nunca visto”, segundo o “Diário de Notícias”.

O presidente da Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves, equivalente a um prefeito, sublinhou dizendo: “aquele inferno que me mostravam na igreja quando andava na catequese”. Cfr TSF.

“Foi uma coisa fora do normal”, testemunhou António Dinis. “Não há explicação, foi uma coisa de repente que passou e que parecia o diabo”, acrescentou Joaquim Costa.

O prefeito de Pedrógão Grande: “aquele inferno que me mostravam na igreja quando andava na catequese”
O prefeito de Pedrógão Grande: “aquele inferno
que me mostravam na igreja quando andava na catequese”
João Silva dos Santos, um dos pilotos que atuaram no combate ao incêndio, relatou: “assisti a trovoadas secas com relâmpagos brutais a cair na floresta, ventos fortíssimos e sempre a mudar de direção e um tipo de nebulosidade que nunca tinha visto... quando julgava que já tinha visto tudo afinal estava enganado”, recolheu o “Observador”, jornal eletrônico português.

Dezenas de milhares de hectares foram consumidos pelas chamas. As aldeias ficaram desabitadas, imersas em mortal silêncio. Cifras provisórias falam de 64 mortos e mais de 200 feridos.

O antigo comandante dos Bombeiros de Pedrógão Grande, João Dias, confirmou à agência Lusa: “o vento era como o diabo, que corria mais do que nós”, segundo Tvi24.

“Como o diabo” é um modo de dizer, mas quão eloquente!

“Isto foi a morte que saiu à rua”, dizia Maria dos Anjos, de 90 anos, à agência Lusa.

Maria Augusta Nunes de 84 anos assistiu a muitos incêndios em sua longa vida, mas nunca vira algo igual e insistia sem vontade de fazer muita metáfora: “o vento era o Diabo que levava o fogo para todo o lado”, reproduziu o site Ciberia.

Pormenor expressivo: “da igreja para cima há luz desde ontem de manhã, da igreja para baixo não há luz”, contou Vítor Bernardino.

O primeiro-ministro António Costa falou da “pior tragédia da história recente do país”, informou “O Globo”. 

“Estamos diante da maior tragédia de vítimas humanas dos últimos tempos por uma calamidade desse tipo” acrescentou, segundo “El País” de Madri.

O incêndio começou durante uma tempestade elétrica “seca” (a chuva se evapora antes de tocar terra, mas com descargas).

Foi tão rápido que famílias inteiras que voltavam da praia ou de passeio ficaram carbonizadas no meio da estrada sem poderem sair de seus carros. Na estrada nacional EN236 a temperatura atingiu os 1.100ºC quando num forno crematório atinge 900ºC, segundo “El Mundo”.

O secretário-geral das Nações Unidas, a União Europeia, o Papa Francisco e as autoridades do santuário de Fátima enviaram mensagens humanitárias aos atingidos.

Não encontramos na abundante informação difundida pela Internet, notícias de eclesiásticos que tenham ido ao local para dar assistência religiosa a feridos, moribundos e fiéis afundados no desespero pela perda de familiares, amigos e vizinhos.

“Apenas pensei: ‘meu Deus, nos ajuda porque não temos mais ninguém’”, contou Paula. Ela viu um carro passando e batendo contra uma castanheira. “Ficaram todos carbonizados”, afirmou.


O britânico Gareth Roberts, de 36 anos, mora em Portugal há quatro anos conseguiu escapar das chamas por muito pouco e contou sua história à BBC.

Como a maioria dos mortos, ele estava voltando de carro para casa com sua mulher e ficaram subitamente envoltos pelo bosque em chamas. Mas, eles conseguiram descer na aldeia de Mó Grande, também cercada pelo fogo.

“Um homem gritou nos oferecendo abrigo em sua casa, (...) ficamos sem energia e as chamas vieram como um tornado feroz e vermelho passando pelas janelas. Nós nos encolhemos no chão durante uma hora, tentando respirar, rezando, chorando”, lembra.

“Não sou um homem religioso, mas não tenho vergonha de dizer: estava rezando, todos estávamos. Não havia mais nada a fazer”, conta.

“Agora a única coisa que posso fazer é rezar por Portugal”, conclui.

É o que nós fazemos de todo coração.

Mas, só por Portugal?

O Brasil, e o mundo todo, não precisam também de muitas orações em função de tragédias que podem advir e que foram preanunciadas por Nossa Senhora em Fátima se não moralizava os costumes?


Vídeo: Incêndios em Portugal: ofendem a Mãe, o que querem que o Filho faça?











quarta-feira, 21 de junho de 2017

Atentado satánico contra a Santa Face de Alicante

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





A Polícia Científica espanhola investiga a pichação de símbolos satânicos no vidro blindado que protege a relíquia da Santa Face em Alicante (Espanha).

Ela encontrou também várias cruzes invertidas na igreja do mosteiro, conforme noticiou ACIDigital.

A Santa Face de Alicante é uma cópia autêntica do véu com o qual Santa Verônica enxugou o rosto de Cristo durante a Paixão. O mosteiro é um importante lugar de peregrinação desde 536.

No vidro blindado que protege a relíquia o sacerdote responsável pela abertura da igreja do convento encontrou pichados três números seis, alusivos ao anticristo, uma cruz invertida e sinais de difícil interpretação.

Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
De acordo com o jornal “El Mundo”, a autora dos fatos foi identificada com ajuda de videocâmaras e as autoridades policiais esperam prendê-la.

Ela tentou quebrar o vidro protetor, mas não conseguiu. Então, escreveu nele o número 666, evocando o anticristo. Além disso, roubou um livro litúrgico e registros sobre as atividades do Mosteiro, sem valor material.

O objetivo não era o dinheiro, mas infligir a Nosso Senhor Jesus Cristo uma ofensa como que suprema.

O inferno ruge neste ano do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, que anunciou as perseguições que viriam contra a Igreja.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

O Islã é a religião cruel da espada, escancara jesuíta egípcio

Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Sem olhar para os cadáveres de cristãos massacrados por ordem do Corão de Maomé, apóstolos de um incompreensível e falso ecumenismo continuam a martelar que “o islã é uma religião de paz”.

Em dioceses e templos católicos está proibidíssimo falar de “guerra de religião” ou de “terrorismo islâmico”, ainda quando na mesquita vizinha o pregador conclame a exterminar os cristãos em nome de Alá.

Em 2014, na histórica revista dos jesuítas italianos La Civiltà Cattolica – conta o vaticanista Sandro Magister –, o Pe. Luciano Larivera deixou-se levar pela realidade.

Eis o que ele escreveu num editorial sobre a ala mais extremista do Islã: “A guerra deles é de religião e de aniquilação. Instrumentaliza o poder da religião, e não vice-versa”.

Isso foi suficiente para que o referido sacerdote fosse catapultado da revista pelo seu diretor, Pe. Antonio Spadaro S.J., muito próximo do Papa Francisco.

O mantra salpicado de sangue “Islã religião de paz” voltou a ser ouvido durante a viagem do Papa Francisco ao Cairo. A visita fora precedida por horríveis massacres de cristãos que rezavam em suas igrejas.

Na véspera da viagem, o padre jesuíta Henri Boulad, concedeu no dia 13 de abril, Quinta-feira Santa, uma entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, pertencente ao Vaticano.

O religioso é egípcio, tem 86 anos e é descendente de uma família católica de rito melquita que conseguiu fugir dos massacres na Síria no longínquo ano de 1860.

A entrevista foi reproduzida pelo vaticanista Sandro Magister em seu blog.

Como o Pe. Boulad fora reitor do Colégio dos Jesuítas no Cairo, o jornal vaticano aproveitou esse antecedente para lhe pedir exemplos concretos sobre o convívio entre muçulmanos e cristãos.

Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão
são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
O sacerdote chamou então o jornalista à realidade:

“Mas de qual Islã estamos falando? No Corão há versículos escritos em Meca onde Maomé fala de amor, que judeus e cristãos são amigos dele. (...)

“Mas, em Medina, Maomé mudou: de chefe espiritual passou a chefe militar e político.

“As três quartas partes do Corão foram escritas em Medina e são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”, explicou o experimentado sacerdote.

Os doutores muçulmanos perceberam a contradição do Corão e nos séculos IX e X decidiram que os versículos belicosos de Medina revogavam os pacíficos da Meca.

E não só isso. Bibliotecas inteiras foram queimadas no Egito e na África do Norte para evitar que sobrassem edições com os versículos “heréticos”.

Por isso, “a religião muçulmana é uma religião da espada”, concluiu a resposta o Pe. Boulad.

Embebido do mantra “Islã religião de paz”, o jornalista voltou à carga citando genéricos e impessoais “observadores e analistas” que “falam de um Islã moderado”.

O velho sacerdote não temeu represálias e respondeu:

O islã moderado é uma heresia. A ideologia ensinada nos manuais escolares é radical. Todas as sextas-feiras [N.T.: dia santo da semana do Islã] as crianças têm que ouvir a pregação na mesquita.

“E é uma contínua incitação: quem deixa a religião muçulmana deve ser punido com a morte, não deve cumprimentar uma mulher ou um infiel.

“Pode ser que eles não pratiquem isso, mas os Irmãos Muçulmanos [movimento que anima os grupos extremistas] e os salafistas [rigoristas que apregoam a ‘guerra santa’ ou jihad] querem impor essa doutrina.

Atentado anti-católico no Egito.
Atentado anti-católico no Egito.
Os que têm o poder não são os muçulmanos que procuram adaptar-se à modernidade, mas os radicais, que aplicam uma interpretação literal do Corão e recusam qualquer diálogo”.

O jornalista vaticano insistiu no mantra, acenando que isso não podia ser assim porque vai contra antigos filósofos árabes como Avicenas ou Al-Ghazali.

Talvez o jornalista tenha percebido sua ignorância ouvindo a resposta do Pe. Boulad sobre o fracasso das tentativas de introduzir um pouco de racionalidade no Islã.

Pois o sacerdote explicou que o califa abássida El Maamoun – nascido em Bagdá em 786 e morto em Tarso no ano 833 – tentou uma reforma. Mas quem se lembra dele?

Prevaleceu o islã fechado e rigorista de Muhammad ibn Abd al-Wahhab.

A última tentativa de reforma havia sido feita pelo sheik Mahmoud Taha, do Sudão, que acabou enforcado em praça pública porque disse que os versículos pacíficos de Meca deveriam revogar os belicistas ferozes de Medina.

O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O jornalista procurou então fugir do assunto, perguntando sobre outros problemas do Egito atual.

O Pe. Boulad falou do crescimento do ateísmo nesse país, cuja religião oficial é o Islã e onde há mais de dois milhões de ateus porque muitos não suportam mais a religião da incitação à violência ou das execuções capitais.

Não querem mais saber do fanatismo do cerimonial islâmico, que é uma repetição mecânica de gestos e orações, explicou o sacerdote. A queda no ateísmo é algo inteiramente novo no Egito e no mundo árabe. Porque eles correm o risco de serem mortos.

É claro que uma entrevista como esta não teve eco na grande mídia brasileira ou mundial.

Mídia “livre e democrática” zelosa contra as “fake news” e defensora dos “direitos humanos”, mas que censura e distorce à vontade a informação.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

2017: onda de sacrilégios contra a Eucaristia,
contra Nossa Senhora e contra os Santos

Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego. No destaque: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego.
No destaque fotográfico: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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O ano de 2017 vem sendo marcado por uma onda de sacrílegos atentados contra Nossa Senhora em diversos países coincidindo estranhamente com o centenário das Aparições de Fátima.

Eis alguns satânicos exemplos:

Roubada urna com o cérebro de São João Bosco

O mundo católico inteiro estremeceu pelo roubo da urna-relicário que contem parte do cérebro de São João Bosco, segundo informou “Il Corriere della Sera” e a grande imprensa italiana.

O relicário se encontrava na Basílica de Colle Don Bosco, no município de Castelnuovo, Asti, numa capela por trás do altar principal.

É o local exato em que o grande don Bosco nasceu o dia 16 de agosto de 1815.

Basílica de Colle Don Bosco, no local onde nasceu o santo, Castelnuovo dAsti
Basílica de Colle Don Bosco, no local onde nasceu o santo, Castelnuovo, Asti
Os demais restos do grande santo repousam numa capela monumental no santuário de Maria Ausiliatrice, em Turim.

Os preciosos restos estavam custodiados num requintado relicário.

Os autores do atroz atentado agiram no fim do dia 5 de junho aproveitando a escuridão.

Um apelo do arcebispo de Turim, Mons. Cesare Nosiglia, para que os profanadores devolvam as relíquias caiu no vazio

O prefeito de Castelnuovo, Giorgio Musso, disse o que todos os fiéis pensam: “jamais aconteceu uma coisa deste gênero, mas nos tempos que correm tudo pode acontecer”, noticiou o jornal “La Repubblica”.

De fato, o furor do inferno parece sentir seus dias contados e tenta seus derradeiros, mas piores golpes.

Atualização importante:

Felizmente, após 13 dias de investigações a polícia italiana recuperou a relíquia de Dom Bosco, numa casa na localidade de Pinerolo, informou a Rádio Vaticano no dia 21 de junho.

O responsável pelo roubo foi preso enquanto continuavam as indagações policiais sobre o caso ainda não inteiramente elucidado.

Furto da coroa da Imaculada Conceição de Fourvière na França

Na noite do dia 12 de maio, desconhecidos roubaram a excepcional coroa da Imaculada Conceição, venerada na famosíssima basílica de Fourvière, em Lyon, França.

Essa coroa tinha um valor único. Em 1899, aristocráticas famílias lionesas a ofereceram em agradecimento à Imaculada Mãe de Deus por ter afastado da cidade a invasão do exército prussiano e a eclosão da revolução comunista, ou Commune, que tocou fogo no país.

Principal jornal de Lyon noticia o furto sacrílego da coroa de Nossa Senhora de Fourvière.
Principal jornal de Lyon noticia o furto sacrílego da coroa de Nossa Senhora de Fourvière.
A joia simbólica tinha um grande valor material – incluía 1.791 pedras preciosas doadas por essas famílias – e estava no Museu de Arte Religiosa, de onde também foram roubados mais dois objetos: um anel e um cálice, segundo o site Aleteia.

O arcebispo da cidade, Cardeal Philippe Barbarin, manifestou indignação e comentou:

“Em Lyon, todo mundo ama Nossa Senhora de Fourvière. Quando Ela é agredida, os lioneses se sentem feridos”.

Porém, não se tem notícia de atos religiosos encomendados pela diocese em reparação proporcionada à ofensa cometida.

Destruição de imagem de Nossa Senhora de Guadalupe no Peru

Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe destruída em Lima, Peru
Imagem de Nossa Senhora de Guadalupe destruída em Lima, Peru
Em Lima, capital do Peru, “desconhecidos” destruíram sacrilegamente uma imagem da Virgem de Guadalupe num santuário arquidiocesano.

Os paroquianos não conseguiam acreditar no que havia acontecido face ao ódio satânico então manifestado, informou ACIDigital.

A imagem de gesso apareceu esmigalhada no chão, disse o pároco Pe. Rafael Reátegui. Havia 15 anos que era venerada numa gruta do lado de fora do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro La Victoria.

Uma nova imagem foi colocada na mesma gruta e recebeu repetidos atos de reparação oferecidos espontaneamente pelo povo.

A profanação aconteceu, observou o pároco, exatamente num “momento difícil e dramático no Peru”, onde estão se “perdendo os valores e atacando a família e a vida”.

É, pois, corrente que o furor do demônio está desatado.

Imagem de Santa Rosa de Lima substituída por símbolos satânicos, Lima, Peru.
Imagem de Santa Rosa de Lima substituída por símbolos satânicos, Lima, Peru.
No vídeo embaixo mais detalhes.
Atentado satânico contra Santa Rosa de Lima, em sua cidade

Ainda na capital peruana, no bairro San Juan de Lurigancho, outro grupo sacrílego atacou uma imagem de Santa Rosa de Lima e desenhou símbolos satânicos sobre sua urna, informou ACIDigital.

Agentes de segurança conseguiram recuperar a imagem no exato momento em que os profanadores tentavam fugir. Porém, foram liberados poucas horas depois, como está se tornando costume nos países que menosprezam a Lei de Deus

Segundo jornal televisionado 24 Horas, os satanistas picharam o santuário com uma cruz de cabeça para baixo, uma estrela invertida e o número 666, símbolo do anticristo.

Os fiéis reinstalaram a imagem em seu altar.



Guarulhos, SP: profanação sacrílega da Eucaristía

No Brasil, um ódio inexplicável se patenteou na invasão e profanação da igreja de Nossa Senhora do Rosário, na diocese de São Miguel Paulista (SP).

A comunidade ficou “estarrecida” pela diabólica violência contra a Eucaristia, noticiou também ACIDigital.

“Teve vandalismo, roubo dos cofres do dízimo, profanação do Santíssimo Sacramento”, relatou em sua página de Facebook a Paróquia São João Batista, em Itaim Paulista, à qual pertence a comunidade Nossa Senhora do Rosário.

Profanação na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, São Miguel Paulista, SP
Profanação na Igreja de Nossa Senhora do Rosário,
São Miguel Paulista
Na página foram publicadas fotos mostrando a depredação e hóstias jogadas sobre uma mesa.

“O Sacrário foi aberto e violado, espalharam hóstias, reviraram a sacristia toda, espalhando objetos sagrados”, relataram.

O pároco, Pe. Edmilson Leite Alves, disse que “muitas pessoas ficaram estarrecidas com tamanha violência com o Santíssimo Sacramento”.

Ele mesmo relatou que em 15 anos nessa paróquia nunca havia vivido algo parecido.

Os fiéis participaram de uma missa de desagravo ao Santíssimo Sacramento, com grande participação de paróquias vizinhas.

O Pe. Edmilson não abriu uma ocorrência na delegacia devido à impunidade existente em relação ao crime. “Nós nos sentimos impotentes”, lamentou.

Os homens podem ser impotentes, moles, relapsos, cúmplices ou ainda pior. Porém uma coisa é certa: quando o demônio desencadeia seu furor infernal é porque sente que seus dias estão contados.

O grande dia de Nossa Senhora está perto e então todos os crimes do chefe das potências infernais e de seus acólitos humanos serão punidos pelos anjos com magníficas manifestações de poder, enxotando Satanás e seus esbirros para os antros infernais.