quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Trabalho-lazer: um mito que a realidade desmintiu

O Mobile World Congress em Barcelona testou ao vivo formas de teletrabalho por smartphone. A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
O Mobile World Congress em Barcelona testou formas de teletrabalho por smartphone.
A comunicação foi constante mas o trabalho ficou desarticulado
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





No início da era da informática houve um sonho. Só que desconectado da psicologia humana e fadado por isso ao fracasso.

O sonho falava em “trabalhar no lar na ponta de um terminal de computador”, escreveram Eugenio Marchiori e Andrés Hatum, professores da Escola de Negócios da Universidade Torcuato Di Tella, para “La Nación” de Buenos Aires.

O mito dizia que o teletrabalho beneficiaria empresas e funcionários.

No ambiente mais silencioso e com menos distrações do lar, mistificava-se, os empregados se concentrariam mais nas tarefas e renderiam mais. Não teriam que ir ao trabalho, reduzindo assim a contaminação ambiental.

Também poderiam dedicar-se mais à família, aos esportes ou a atividades de lazer.

Cada um faria o horário que bem entendesse, os custos baixariam etc., etc.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Por trás de sistemas e robôs onipresentes, uma casta regendo o mundo?

Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Capacidades espantosas para controlar os humanos E falha de dar risada
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Um evento risível foi protagonizado pelo sofisticado robô Knightscope K5, equipado com sensores e programas de reconhecimento facial parecidos com o R2-D2 de Star Wars.

Ele acabou afundando ridiculamente numa bacia ornamental do prédio de escritórios de Washington que devia vigiar.

O episódio, entretanto, foi revelador de um problema que inquieta os espíritos mais precavidos.

Parecia atração futurista: branco, cônico, um androide de saga cinematográfica. Mas não era feito para turistas ou fãs da ciência-ficção.

Era um robô de alta tecnologia, responsável pela segurança do prédio, dotado de sistemas de reconhecimento facial, captura de vídeo de alta definição, laser de busca, sensores térmicos, infravermelhos, ultrassônicos e de qualidade do ar, segundo noticiou “La Nación”.

Knightscope K5 foi desenhado em 2013, após o massacre na escola americana de Sandy Hook (Connecticut) que matou 26 pessoas, 20 delas crianças. Sua responsabilidade era muito grande: garantir a segurança em centros de ensino, bairros e empresas.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Polícia religiosa chechena
aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim

Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Polícia religiosa fanática aterroriza até muçulmanos ‘relaxados’ em Berlim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Cerca de cem islamistas já integram a autoproclamada Polícia da Moralidade que vigia a obediência à Lei Islâmica (Sharia) nas ruas da capital alemã, disse a polícia local, que investiga uma nova série de ataques violentos.

Esse é um dos dados de um informe elaborado por Soeren Kern, do Instituto Gatestone, sediado em Nova Iorque.

A polícia ilegal é composta por salafistas [N.R.: seita radical que cobra a Lei Islâmica ao pé-da-letra e da qual emanaram os terroristas “jihadistas”] vindos da Chechênia [parte da Rússia]. Eles agem como justiceiros e intimidam os migrantes para não se integrarem na sociedade alemã.

As autoridades germânicas que os recebem imbuídas do espírito de “diálogo”, “acolhida” e capitulação mostram-se incapazes de detê-los.

Em maio de 2017, salafistas chechenos lançaram um vídeo ameaçando de morte seus conterrâneos na Alemanha que não observam a lei islâmica e a Adat, velho código de conduta checheno.

O vídeo circulou via WhatsApp e mostrava um homem com capuz apontando uma pistola para a câmera. Falando em checheno, ele advertia:

“Aqui na Europa, certas mulheres e homens chechenos que se parecem com mulheres estão fazendo coisas abomináveis. É por isso que declaramos: aos que se afastaram de sua identidade nacional, que flertam com homens de outras etnias e se casam com eles, mulheres chechenas que escolhem o caminho errado, colocaremos todos na linha”.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Idolatria da “acolhida” é imenso desserviço à Igreja

A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
A sofismada acolhida é uma bomba a retardamento para o cristianismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Laurent Dandrieu, redator das páginas de cultura da revista francesa Valeurs actuelles, acrescentou um escrito candente à sua vasta produção literária: “A Igreja e a imigração, o grande mal-estar” (“Eglise et immigration, le grand malaise”, Editions Presses de la Renaissance, Paris, 2017, 288 p), segundo comentário da jornalista Jeanne Smits em seu blog.

No livro, Laurent Dandrieu mostra o erro garrafal do discurso “angélico” da hierarquia da Igreja Católica face à imigração que invade a Europa trazendo nas mochilas as bandeiras religiosas do Islã.

O problema, explica o autor, é a maneira como foi instaurado o ‘diálogo’, como uma espécie de fim em si mesmo.

Para o escritor, o Papa Francisco repete constantemente que não há envolvimento específico algum do Islã com a violência.

Ora, vemos que a evidência nega tal afirmação. Cultivando esse discurso angélico a respeito do Islã, o Papa não presta serviço algum a quem quer que seja.

Não ajuda os europeus, pois seu discurso vem contribuindo para adormecer a legítima desconfiança dos europeus face à islamização progressiva do continente.