quinta-feira, 3 de maio de 2012

Islâmicos nigerianos martirizam cristãos em obediência ao Alcorão


Centenas de católicos estão sendo martirizados em covardes atentados perpetrados na Nigéria por uma seita islâmica denominada “Boko Haram”. A mídia não explica de onde vem esse grupo. Entretanto, seu líder, o Imam Abubakar Shekau, diz o que pensa até no Youtube:

“Todo o mundo sabe que a democracia e a Constituição são o paganismo, e que existem algumas coisas que Deus proibiu no Alcorão que não podem ser mencionadas, inclusive a educação ocidental! (...).

“Alá disse que nós devemos mostrar o caminho certo e abraçar a pessoa que não vai seguir Alá. Você [NR: dirige-se ao presidente da Nigéria] deve saber que o Jesus dos cristãos é um servo e profeta de Deus. Ele não é o Filho de Deus. A religião do cristianismo que você está praticando não é uma religião de Deus – é o Paganismo. Deus a desaprova. O que você está praticando não é religião.

Crianças martirizadas na festa de Natal 2011
“Além disso, vocês, cristãos, nos enganaram e nos mataram a ponto de comer a nossa carne como canibais. Estamos tentando forçar você a abraçar o Islã, porque é isso que Deus nos instruiu fazer. (...) É por isso que, como líder desta seita, eu digo que se arrependa, e vocês, cristãos, se arrependam!

“O caminho que estamos tomando é o caminho de Alá. Alá nos deu a vitória e temos feito o que nós queríamos fazer.

“Nós dizemos basta! Nós servimos a Alá (...), seguimos os princípios do Alcorão e, qualquer um que pensar que nós podemos lutar contra Alá, não deve achar que sua oração na mesquita pode salvá-lo. Qualquer muçulmano que pretender nos enganar e se esconder sob o manto da religião, se descobrirmos tal pessoa, não hesitaremos em eliminá-la. Sim, eu estou dizendo isso porque não leva cinco minutos para matarmos alguém do jeito que estamos sendo mortos. Nós seguimos os ensinamentos do Alcorão. Isto é o que Deus me disse para explicar”.

Pode-se sinceramente falar em ecumenismo com esses seguidores do Alcorão?

Video: Imam Abubakar Shekau ameaça seguir assassinando cristãos



quinta-feira, 26 de abril de 2012

Invasão islâmica na Catalunha aproveita espaços esvaziados de cultura católica

'Plaza de Toros' de Barcelona: futura Grã Mesquita?

Os muçulmanos pediram a arena da praça de touros mais famosa de Barcelona, o Coliseu, para transformá-la numa mesquita gigante. Os ativistas ambientalistas conseguiram interditar as “corridas” na cidade, deixando sem uso o enorme prédio, abrindo essa oportunidade para os islâmicos.

Segundo reportagem televisiva da CBN News, algumas cidades espanholas se parecem agora mais com o Oriente Médio. A TV americana apresenta muitas imagens tiradas da vida quotidiana (vídeo abaixo).

Na cidade catalã de Salt, os muçulmanos já representam 40% dos moradores e em breve serão a maioria.

Um projeto de mesquita financiado pela seita radical Wahhabita, da Arábia Saudita, não foi aprovado pela prefeitura. E um anônimo jogou no local uma cabeça de porco, porque a superstição muçulmana proíbe a construção de mesquita em solo contaminado com substâncias impuras, como seria a carne de porco.

Mas o número de muçulmanos aumenta tão rapidamente em Salt que é só questão de tempo para eles assumirem o controle da cidade.

No século VII, exércitos muçulmanos invadiram a maior parte da Espanha, chamando-a de Al-Andalus. Mas acabaram sendo expulsos definitivamente pelos Reis Católicos em 1492, após oito séculos de Cruzada de Reconquista.

Agora eles estão retornando. Pesquisa da Pew registrou que 70% dos muçulmanos na Espanha se consideram muçulmanos, e não espanhóis.

Video: reportagem sobre invasão islâmica na Catalunha



A polícia da cidade de Lleida julga que os muçulmanos estão envenenando os cachorros, por serem considerados animais imundos. Lleida foi a primeira cidade espanhola a proibir o uso da burka. Em seguida, o prefeito fechou mesquita da cidade, porque estava transbordando de adoradores na sexta-feira. Esses indícios mostram a gravidade da fratura social e cultural que está em andamento.

Haveria na Espanha mais de 100 mesquitas da seita radical Wahhabita, segundo a CBN News. Dois canais de televisão islâmicos do Oriente Médio estão agora retransmitindo no país.

Em sentido contrário, os espanhóis nativos estão desaparecendo lentamente pelo controle da natalidade. O número de nascimentos já é inferior ao de substituição da população.

Além disso, um grande número de espanhóis em idade universitária está fugindo do país para escapar de uma taxa de desemprego de 50% para os jovens.

A taxa de natalidade dos muçulmanos – cujo número decuplicou nos últimos 20 anos – é pelo menos duas vezes a dos espanhóis nativos.

Um relatório secreto da inteligência espanhola, que vazou para a mídia, descobriu que grupos radicais do Oriente Médio estão investindo grandes somas de dinheiro na Espanha a fim de controlar os muçulmanos instalados no país.

Na Catalunha, muitos dizem que “eles vêem para cá para conquistar o que, de acordo com os muçulmanos, lhes pertencia”.



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Episódio de heroísmo anti-cristianofóbico na Nigéria

Pároco se interpôs entre metralhadoras e fiéis

Na saída da missa de Natal da igreja de Santa Teresa, em Madalla, Nigéria, a milícia islamita de Boko Haram assassinou covardemente 44 fiéis e feriu mais de cem.

A imagem de Nossa Senhora da Piedade ficou coberta pelo sangue dos mártires, espalhado por violenta explosão.

O pároco Isaac Achi viu os corpos queimados e ouviu os feridos gemendo.

Na confusão, as forças do exército começaram a disparar contra milhares de fiéis em pânico, mas o sacerdote se interpôs entre ambos. Os soldados pararam.

Pietà salpicada do sangue dos fiéis mártires nigerianos
Para os fiéis, ele é o verdadeiro herói de Santa Teresa.

O padre Isaac ficou recolhendo durante três dias partículas humanas dos muros da igreja, noticiou o “ABC” de Madri.

A Cristofobia ruge na Nigéria e o demônio seu inspirador também.



quinta-feira, 29 de março de 2012

Censurando o dicionário: a caminho da novilíngua da ditadura do pensamento?

O fato não está em “1984” nem se deu na Revolução Cultural de Mao Tse Tung mas aconteceu em Belo Horizonte, 2012.

O Ministério Público Federal – MPF de Belo Horizonte ajuizou pedindo a retirada de circulação do dicionário Houaiss porque conteria “expressões pejorativas e preconceituosas” contra os ciganos.

De fato, entre as múltiplas definições para a palavra, constam “aquele que trapaceia, velhaco, burlador” e “agiota, sovina”. O Houaiss marca esses usos como pejorativos.

A “Folha de S.Paulo” (02/03/2012) comenta que, nessa lógica, o MPF deveria também mandar recolher todos os dicionários que trazem, por exemplo, o termo “beócio” do qual o Aurélio registra o uso: “curto de inteligência; ignorante, boçal”. A palavra vem do fato dos atenienses acharem que os habitantes da Beócia eram camponeses ignaros.

O jornal cita também “capadócio” (natural da Capadócia, mas também ignorante, trapaceiro, canalha), “filisteu” (antigo habitante da Palestina e pessoa inculta, vulgar), “vândalo” (membro de uma tribo germânica e destruidor), além de “lapônio”, “ladino”, “safardana”, “maltês”. Também carregam alguma dose de intolerância termos como “judiar” (agir como judeu e maltratar), “cretino” (quem padece de hipotireoidismo), “escravo” (que vem de eslavo).

Não cabe ao lexicógrafo dar lições de moral ou depurar o idioma das injustiças sociais que carrega, mas tão somente registrar as acepções presentes e passadas dos vocábulos. Se não, a obra torna-se inútil, constata a “Folha”.

De fato, o País cairia numa situação tragi-comica, para dizer só isso, como a descrita em “1984” em que os agentes da “Polícia do Pensamento” corrigiam todos os dias os impressos do passado para re-escrever a História numa “novilingua” imposta pela mais radical das ditaduras.

Estariamos na antessala da pior ditadura do pensamento imaginada pelo novelista anarquista George Orwell?








quinta-feira, 22 de março de 2012

Demolição e dessacralização massiva de igrejas na Europa

Santa Catarina virará mercado, Bruxelas
A igreja de Santa Catarina, no coração de Bruxelas, será desmantelada e transformada em bazar, informou o site “Vatican Insider”.

A Bélgica era um país catolicíssimo, até ser atingida pelos erros do “progressismo” incubados na Ação Católica nos anos 30 e 40, os quais deram no desastre do chamado “espírito do concílio”.

A igreja de Santa Catarina quase não tem paroquianos e é uma das 40 de Bruxelas – num total de 110 – que serão desativadas pela crise progressista na Igreja.

Até a arquidiocese de Bruxelas fala em “excesso” de igrejas.

Igreja de Sankt Jacobus virou casa, Utrecht, Holanda
Na Grã Bretanha, 50 mil prédios eclesiásticos, na sua grande maioria anglicanos, não conseguem se manter e muitos já foram transformados em lojas, mercadinhos ou escritórios.


Na Itália, encontram-se à venda 50 “ex-locais de culto”.

O mais antigo é a igreja de Volterra, fundada no ano de 850.

Por vezes os templos viram habitações particulares.

Na Holanda, algumas igrejas estão sendo ecumenicamente transformadas em mesquitas, mas também em lojas e até em pistas de skate.

A cada semana dois templos fecham para sempre.

Igreja transformada em residência, Inglaterra
Bancos de igreja são postos à venda por 40 ou 60 euros. Mas pode-se também comprar pia batismal ou órgão.

Marc de Beyer, historiador da arte de Utrecht, ficou célebre como algoz dos templos, com a colaboração dos governos e autoridades eclesiásticas.

Ele participou da elaboração do “plano estratégico” para transformar o Convento de Santa Catarina em museu, e criou um manual que vem sendo distribuído nas paróquias dos Países Baixos, instruindo como fechar igrejas.

O que Lenine sonhou, e os soviets tentaram fazer numa orgia de sangue e fogo, torna-se agora satânica realidade no espírito relativista do “período pós-conciliar” sob o sorriso complacente da União Europeia.







domingo, 26 de fevereiro de 2012

A cada 5 minutos um cristão é martirizado no mundo

Indonesia: muçulmanos atiçam ódio


105 mil cristãos são mortos cada ano no mundo por causa de sua fé. O que equivale a um martírio a cada cinco minutos. A impressionante cifra esteve no centro do simpósio realizado na Aula Magna da Pontifícia Universidade Lateranense.

O tema sintetizou numa frase da mensagem de Fátima: “Os bons serão martirizados”, informou Radio Vaticana.

A reunião foi promovida pela associação “Luci sull’Est”, fundada há 20 anos para promover e sustentar os valores básicos da Civilização Cristã, especialmente nos países que sofreram – a ainda sofrem – sob a ditadura comunista.

Catedral de Badad
“Desde Jesus Cristo até o ano 2000 houve 70 milhões de martírios de cristãos, dos quais 45 milhões só no século XX”, relatou o sociólogo Massimo Introvigne, baseado no trabalho estatístico de David Barrett.

Introvigne é o representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra o racismo, a xenofobia e a discriminação.

O espantoso ritmo do massacre continuou no patamar de 160 mil cristãos por ano na primeira década do século XXI.

A estimativa para 2011 é de 105 mil mártires, um a cada 5 minutos. Equivale, portanto, ao desaparecimento anual de uma cidade com essa população.

Na execução desses martírios não age só a mão humana, observou Mons. Luigi Negri, bispo de San Marino-Montefeltro.

Na Sra das Graças, Belém, Terra Santa
“No martírio dos cristãos manifesta-se de modo extraordinário o poder do príncipe das trevas, que combate desde o primeiro dia contra Cristo e seu reinado”, disse.

Da parte dos executores humanos, D. Luigi Negri apontou o orgulho supremo de se acharem um deus com o direito de impor sua ideologia sobre os outros.

O prelado citou como exemplos extremos desse orgulho anti-humano a ideologia laicista, toda baseada na adoração do progresso cientifico – e o marxismo deu acabadas provas disso –, como também o radicalismo das seitas protestantes, “animadas de um ódio feroz contra o catolicismo”.

O bispo denunciou também os “poderes definidamente anticatólicos” que no Ocidente tecem “alianças inéditas e, sob certos pontos de vista, incompreensíveis” com o islamismo que “quer antes de tudo destruir a Cristo e sua Igreja”.

Talvez o prelado tivesse em vista as figuras políticas e autoridades públicas – até mesmo altos prelados católicos – que favorecem o estabelecimento e a expansão do islamismo no Ocidente.

Segundo o bispo de San Marino, esta “terrível era de martírio” deve mover os católicos a uma reflexão sobre sua própria “identidade e responsabilidade diante do mundo”. “Os mártires nos impulsionam a sermos cristãos autênticos”, acrescentou.

Sagração ilícita na China: fiéis não compreendem aproximação de Pequim com o Vaticano
Para o Padre Bernardo Cervellera, diretor da agência de notícias Asianews e um dos máximos conhecedores da realidade chinesa, embora a China tenha mudado muitíssimo em matéria econômica, nela “a perseguição religiosa continua sempre a mesma. O projeto maoísta de criar uma Igreja nacional independente continua igual, desde 1958 até hoje”.

Sagrações ilícitas, bispos encarcerados, “a situação é muito dura, narrou o sacerdote, porque os bispos são controlados e com freqüência forçados a participar em convênios nos quais se exalta a política do Partido Comunista”.

Entretanto, observou o Pe. Cervellera, “na China há um grande renascimento religioso”, diante do qual “o materialismo está se esmigalhando”. “O número de batismos católicos de adultos poderia estar perto de pelo menos 150 mil por ano”, acrescentou.

Compreendemos que só este número faça os ditadores socialistas – preocupados somente em promover o materialismo – perderem a paciência, e que o ódio seletivo anticatólico os impulsione a aumentar a perseguição.

Paradoxalmente, disse o especialista na China, “o Partido Comunista chinês é sustentado sobretudo pelo Ocidente, porque todos se inclinam diante do poder econômico chinês, sentem necessidade dos capitais da China e silenciam os direitos humanos”.

Capitais esses, glosamos nós, que uma incompreensível política ocidental de favorecimento do regime comunista chinês pôs na mão dos ditadores de Pequim.

Onde a perseguição atinge um aspecto ainda mais feroz e patente é no mundo islâmico.

Magdi Cristiano Allam, eurodeputado e ex-muçulmano convertido ao catolicismo, denunciou a pusilanimidade dos cristãos onde eles são maioria, e a perseguição onde são minoria.

Allam mostrou que na China, na Índia e na Coréia do Norte a perseguição tem fundamentos ideológicos. Mas que nos países islâmicos ela é estritamente religiosa. “O Islã considera o judaísmo e o cristianismo como desvios heréticos, sendo que o Islã se acha a única religião verdadeira”.

“Hoje – continuou Allam –está se repetindo o que sucedeu no século VII, quando a submissão ao Islã por parte de populações e territórios cristãos aconteceu em virtude da agressividade dos exércitos islâmicos, mas sobretudo pela pusilanimidade interior das comunidades cristãs”.

No quê consiste essa pusilanimidade?

“Na base de nossa fraqueza – sustentou Allam – está a desvalorização de nossas raízes, de nossa fé, dos valores não negociáveis de nossa identidade, de nossa civilização. Nós nos tratamos como se fôssemos uma terra deserta e, em conseqüência, acabamos sendo vistos como uma terra de conquista. Ou nós nos elevamos a ponto de reconquistar a certeza de quem somos, ou acabaremos inexoravelmente desaparecendo como civilização, porque queiram ou não nossa civilização está fundamentada no cristianismo” – advertiu.

“Nossa missão é dar uma nova alma à Itália, à Europa, ao Ocidente, ao mundo”, exortou finalmente o ex-muçulmano e eurodeputado católico.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Internet abala a vida interna de mosteiro de clausura


No mosteiro de Notre-Dame-de-la-Plaine, na periferia de Lille, norte da França, a entrada da Internet abalou a vida monástica e a clausura das religiosas bernardinas, segundo entrevista do diário parisiense “Le Monde” à superiora da comunidade.

As religiosas decidiram introduzir a Internet na área da clausura com a ilusão de contribuírem com a evangelização e fazerem pesquisas sobre matérias monásticas e religiosas. Mas os temas procurados começaram a se misturar com mundanismos aos quais as religiosas haviam renunciado na hora de ingressar no convento.

E, dos mundanismos “ingênuos” na fronteira do tolerado, passaram a beirar precipícios, como reconheceu a Irmã Mary-Helen, priora general da Ordem das Bernardinas.

A superiora, bem penetrada do ‘espírito pós-conciliar’, acabou preferindo fechar os olhos ao que se passa nos conventos.

“Eu confio em nossas freiras. Elas não visitam sites satanistas ou pornográficos – disse, para estupor do jornalista que a entrevistava. Eu conheço mosteiros onde foi necessário instalar um controle parental (recurso para evitar esses sites perigosos)... mas eu não acho que exista necessidade. Cada uma tem que se controlar.”

Mas a irmã Marie-Francis, de 91 anos, 66 dos quais passados no convento, exprimiu a forte impressão de que com essa novidade as religiosas estão perdendo seu tempo e sua razão de ser.

Na França, o “aggiornamento” religioso reduziu o número de religiosas de clausura a menos de 3.700. Há apenas 170 professas temporárias que poderiam ocupar o lugar das antigas.

A crise das vocações é alarmante e a Internet virou um instrumento de duplo gume. Altas autoridades eclesiásticas a estimulam como possibilidade de difundir o estilo de vida de renúncia radical ao mundo que empolgou almas de elite durante séculos.

Porém, os resultados, a julgar pela entrevista da superiora das bernardinas, apontam para um futuro desastroso dissimulado numa chuva de incessantes emails e conversas por Skype.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

“Costa Concórdia”, “Titanic” do século XXI: presságio de um fim de época?

Com passageiros na proa, pouco antes do final: um símbolo de nossa época?


O afundamento do “Costa Concordia” rememorou na Europa os tristes presságios levantados pela perda do “Titanic”, escreveu Ben Macintyre, do diário “The Times” de Londres, reproduzido pelo "The Australian".

Sir Osbert Sitwell viu na tragédia do transatlântico inglês, ocorrida em 14 de abril de 1912, um “símbolo de uma sina que se avolumava sobre a civilização ocidental”. E, de fato, não muito depois, a I Guerra Mundial arrasaria o continente europeu, pondo fim à sua rica, requintada e irrefletida Belle Époque.

Émulo do "Titanic" que "nem Deus afundava", semi-afundado.
Hoje, no momento em que a União Europeia se afunda em dívidas, na incerteza política e na instabilidade social, o desastre do luxuoso cruzeiro italiano inspira presságios não menos convidativos à reflexão.

Neste ano em que vai se decidir se o euro naufraga ou se permanece à tona, o “Costa Concordia” surge como uma alegoria perfeita da extravagância financeira e da artificialidade da imensa construção europeia.

O “Costa Concordia” foi um enorme palácio flutuante, de um luxo que faria o “Titanic” ser considerado quinquilharia; de ostentação e gosto discutíveis, mas não por isso menos impressionantes para os nossos dias. Foi o maior cruzeiro que a Europa da era UE conseguiu construir ao faraônico preço de 572 milhões de euros e acabaou se desventrando nos recifes de uma simples e poética ilha toscana.

Os desastres – escreveu Macintyre – marcam de um modo poderoso as curvas da História. E assim como o desaparecimento do “Titanic” soou como um gongo para a era vitoriana, o fim do “Costa Concordia” poderia marcar simbolicamente o fim de uma época tão confiada quanto insegura como a nossa.

Construir um mundo de prazeres sem Deus, aonde leva?
Em 1912, G. K. Chesterton viu no afundamento do “Titanic” a punição da “modernidade”, de uma era orgulhosa que se auto-adorava num navio fruto de suas mãos e supostamente impossível de afundar, e que acabou reduzido a nada pela natureza que ele acreditava ter dominado para sempre.

O “Costa Concordia” – pergunta Macintyre – pressagiará uma mudança de época comparável, trará uma advertência ou uma eventual punição à obsessão por uma modernidade que adora as velocidades, as construções babilônicas e o luxo “globalizado”?

Acrescentamos nós: uma “modernidade” que pretende atingir o céu desconhecendo a própria moral natural e desafiando as leis do Criador?

Esta é uma questão que está no cerne dos anúncios do Céu como os de La Salette e Fátima, por exemplo, que vai ser tratada na próxima conferência do IPCO.



Na novena de Lourdes, acompanhe online o que está acontecendo na própria Gruta pela Webcam do santuário. 





segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Bispos nigerianos em favor da punição do “casamento” homossexual. E a CNBB?

Bispos nigerianos veneram túmulo de São Paulo em Roma
A Conferência Nacional dos Bispos da Nigéria elogiou a aprovação pelo Senado do país de projeto tornando ilegais as “uniões de casais do mesmo sexo” e as manifestações públicas de homossexualidade. Para os bispos, a decisão dos senadores foi “corajosa e promotora de esperança”.

Aprovada em 29 de novembro, a lei suscitou uma tempestade de queixas e ameaças partidas de chefes de Estado estrangeiros, como o primeiro-ministro inglês David Cameron e do Obama.

Em 7 de dezembro, a Conferência Episcopal da Nigéria emitiu declaração dizendo: “Queremos apoiar firmemente a proibição da união do mesmo sexo como expressão ao mesmo tempo de nossos valores culturais nigerianos e de nossas crenças religiosas enquanto cristãos”.

Igreja catolica em Lagos
Também a declaração episcopal causou mal-estar no exterior e até entre proeminentes bispos católicos. Entre estes, a agência LifeSiteNews cita o arcebispo de Westminster, Inglaterra, Mons. Vincent Nichols, que se manifestou num sentido favorável a essas uniões sodomíticas.

Os bispos nigerianos insistiram em que a proibição de atos públicos de “afeto” homossexuais é “essencial para a saúde moral do país”. “Muito longe de ser uma negação de um direito fundamental de alguns nigerianos que adotem essas condutas, a proibição protege nossa sociedade da usurpação de seu direito à saúde moral e à decência cultural”, explicaram.

Os bispos estão bem conscientes de que a “Nigéria de fato foi interpelada diretamente por alguns países ocidentais para reverter essa decisão sob pena de perder certas ajudas e apoios”.

A coragem do povo nigeriano, manifestada por seus legisladores e bispos, enfrentou as pressões da Inglaterra, Canadá e outros países “civilizados” que exigem dos países africanos rescindir suas leis pela família.

Atentados islamicos nao intimidam catolicos, Natal 2011
A lei ainda deve voltar à Câmara e ser assinada pelo presidente Goodluck Jonathan. Daí a importância das pressões externas, pois os legisladores nigerianos defendem o pensamento e os costumes dos eleitores massivamente contrários a uma união contrária à Lei de Deus e da Ordem Natural.

Os prelados acrescentaram: “Declaramos que país algum tem o direito de impor a outro, normas que visam subverter nossos valores culturais e sociais só para satisfazer a exóticos desejos e tendências de alguns poucos”.

Leia a íntegra (em inglês) da declaração da Conferência dos Bispos Católicos da Nigéria aqui.

Quando é que a CNBB assumirá uma posição clara e corajosa contra a imposição das práticas homossexuais no Brasil, comparável pelo menos à dos dignos prelados nigerianos?

Há muito o Brasil aguarda... Até quando?



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Nigéria aprova lei anti-homossexuais e refuta com dignidade a um Obama irado

Senado nigeriano vota punição do homossexualismo
O Senado nigeriano aprovou lei que penaliza com até 14 anos de prisão o “casamento” de homossexuais e também de lésbicas. Todos os envolvidos na cerimônia poderão receber até 10 anos de pena.

O povo da Nigéria é muito religioso e considera o homossexualismo um pecado. Mais de 30 países da África punem a as relações homossexuais, noticiou a agência EFE.

O presidente Obama ameaçou cortar os auxílios a esses países.

Mas o governo nigeriano reagiu com dignidade, lembrando ao presidente americano que a Nigéria é soberana e livre, se rege pelo Direito, sua lei é democrática e de acordo com a sensibilidade da nação, enquanto o homossexualismo é muito ofensivo às culturas e tradições da África.

“Direitos humanos”, “democracia”, “soberania” e “respeito às culturas tradicionais” são princípios que as esquerdas utilizam e fingem respeitar somente quando servem para demolir a ordem natural e cristã.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Piauí: besouros invadem até igrejas, mas estas não invocam o auxílio do Céu

Praga sem precedentes

Uma praga sem precedentes de besouros infestou as ruas e os prédios de São João do Piauí, a 441 km de Teresina. Até as novenas tiveram de ser suspensas, pois nem sequer a Igreja Matriz de São João Batista escapou, segundo a UOL Notícias.

Segundo o padre Alaércio de Carvalho Souza, “os besouros mordem e deixam um líquido ácido que queima como fogo. A cidade está completamente infestada deles, que, além de picar as pessoas, deixam um mau cheiro”.

Os besouros são chamados de cascudos, têm a coloração preta com verde metálico e medem de 1 cm a 1,5 cm de comprimento.

“Recolhemos uns 10 baldes de besouros e botamos fogo em todos, mas não sei o que acontece que à noite eles minam de todos os buracos. De dia, a cidade fica um mar de besouros. A gente passa o dia varrendo e no dia seguinte mais besouros aparecem”, disse o padre.

“Fica impossível rezar com uma nuvem preta de besouros voando e nos atacando”, acrescentou.

“Eu nunca vi nada igual. Moro na cidade há 35 anos e nessa época é comum aparecer besouros, mas nesta quantidade eu nunca vi”, disse a aposentada Maria Fernanda da Silva, 63.

A preocupação maior dos moradores é com as crianças, principalmente os bebês. “Minha netinha de 4 meses de vida esta toda picada nas pernas e nos braços, mesmo a gente usando o mosquiteiro para proteger o berço. Os besouros encostam no mosquiteiro e quando ela está dormindo recebe a picada.”

Segundo a UESPI (Universidade Estadual do Piauí), a praga ocorre devido a uma deficiência de predadores naturais. Para o laboratório de biologia da UESPI, uma das possíveis causas é a poluição do rio Piauí, que acarretou o desaparecimento dos anfíbios que comiam os besouros.

A existência de pragas é tão antiga quanto a memória da humanidade. A Igreja tem recursos especiais com orações, bênçãos e atos de culto específicos para afastá-las e proteger os homens.

Nada na informação sugere que tenham sido utilizados? Por que?

Teriam sido esquecidos ou postos de lado como crendices da mal chamada “Igreja pré-conciliar”?


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Decretos da UE: água não serve contra desidratação e ameixa seca não é laxativa

Matéria de riso – para dizer pouco – foi a decisão burocrática da União Europeia proibindo os rótulos que digam que beber água evita a desidratação, noticiou “The Telegraph”. A decisão resultou de um emaranhado jogo de lobbies de pressão na cúpula executiva da UE.

Porém, o disparate chegou ao inacreditável quando a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar estipulou que comer muitas ameixas secas não tem efeito laxativo.

Não adiantou o eurodeputado Sir Graham Watson desafiar o Comissário da UE responsável pela norma a comer ameixas.

Sir Graham apontou pelo nome químico as substâncias reconhecidamente laxativas presentes nas ameixas.

Não adiantou. A UE se interessa tanto pela realidade quanto Hitler ou Stalin planificando a guerra ou a economia dos países escravos.

Sobre a proibição de escrever no rótulo das garrafas que a água serve contra a desidratação, o eurodeputado conservador Roger Helmer disse: “Esta é uma estupidez no sentido mais largo da palavra. O euro está pegando fogo, a UE está desabando, e eis que funcionários grossamente pagos e subvencionados legislam sobre as qualidades óbvias da água e tentam nos negar o direito de dizer o que é patentemente verdadeiro. Se alguma vez houve um episódio que demonstrou a loucura do grande projeto europeu, foi este aqui”, concluiu.

O estapafúrdio patenteia os extremos de dirigismo com que a UE invade a vida privada dos cidadãos.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ministra francesa: “não há islamismo moderado”

Jeannette Bougrab, ministra francesa da Juventude, declarou ao diário parisiense “Le Parisien” : “Eu não conheço islamismo moderado [...] Não há sharia light”.

Sua observação coincide com a do eurodeputado Magdi Allam, convertido ao catolicismo.

A ministra está alarmada com as vitórias fundamentalistas nas eleições no Marrocos, Tunísia e Egito.

Para ela, a opção entre ditaduras de um lado e regimes fundamentalistas do outro, é como ter que escolher “entre a peste e o cólera”.

Ela falou não como ministra, mas como “mulher francesa de origem árabe”.

“Eu sou daqueles que acham que se podem proibir os partidos políticos que trazem perigo para a Constituição”.

A Europa está percebendo que alimentou alegremente o monstro nascido da “Primavera Árabe”, que agora se volta contra ela de punhal na mão.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Avisos outrora ridículos: indício de decadência intelectual


“Não banhe o nenê na lavadora”; “não seque o celular no microondas”; “não passe com o ferro o bilhete da loteria”.

Estas são algumas das absurdas advertências que figuram em produtos comercializados no Ocidente [foto].

Elas foram objeto de um concurso de “avisos mais extravagantes”, realizado em Michigan (EUA). Contudo, se as empresas não as afixam, podem ser processadas e condenadas a multas de milhões de dólares.

Numa era em que prevalecesse o bom senso, tais advertências seriam alvo de chacotas. Entretanto, um estranho evanescimento explica a necessidade de avisos óbvios como esses, sem despertar uma sadia e generalizada reação do senso comum.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Polícia encontra cadáver de homem falecido diante da TV há seis meses

A agência de notícias “APA” noticiou que um aposentado de Salzburgo, Áustria, foi achado morto diante de seu televisor ligado.

“Ele estava no sofá da sala, com a TV ainda funcionando. Parece que morreu em março”, disse o policial Rudolf Feichtiger apontando para a programação da TV do dia 12 de março, ainda aberta sobre o sofá.

O cadáver só foi descoberto porque o condomínio ligou para a polícia após todo esse tempo de sumiço.

A polícia de Salzburg encontrou também o corpo de uma anciã, morta em seu apartamento um ano e meio antes.

Cenas macabras típicas de uma sociedade em que a família está desagregada.