quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Perseguição aos cristãos sírios no Oriente e no Ocidente.
Crimes de guerra rusos visam forçar migrações

Na Síria, os católicos se voltam especialmente para Nossa Senhora de Lourdes
Na Síria, os católicos se voltam especialmente para Nossa Senhora de Lourdes
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Os cristãos na Síria “estão dispostos a dar suas vidas e a que suas cabeças sejam cortadas para testemunhar Jesus Cristo”, afirmou a religiosa missionária Maria de Guadalupe.

Ela está na cidade de Aleppo há cinco anos e vive o drama da perseguição cristã desencadeada pelo Estado Islâmico, informou ACI Digital.

A irmã, que é do Instituto do Verbo Encarnado (IVE), passou 18 anos na Terra Santa, no Egito, e desde 2011 está na Síria. Ela teve a possibilidade de ir embora deste país quando começou a guerra, mas decidiu ficar.

“Eu acredito realmente que Deus lhes dá, como retribuição pela sua generosidade, fortaleza para ir até as últimas consequências”, sustentou a religiosa.

Trata-se dos “mártires de nossos tempos”, que “estão dispostos a entregar tudo, inclusive o bem mais precioso que é a própria vida”. Eles também “confiam nas orações do resto do mundo cristão que os apoia”.

A missionária explicou que, pela primeira vez em alguns anos, o Estado Islâmico está retrocedendo e algumas cidades estão sendo recuperadas. Isto faz com que os rebeldes “queiram mais vingança e intensifiquem os ataques aos civis”.

Do mesmo modo, denunciou que “o cristianismo ocidental tem pouco acesso às informações do que realmente está acontecendo, porque os meios de comunicação internacionais mais importantes não estão divulgando as notícias e isto não é uma casualidade”.

A religiosa insistiu que “os cristãos perseguidos na Síria e no Iraque confiam nas orações do resto do mundo”. Portanto, concluiu a Irmã Maria de Guadalupe, “eu não considero uma ignorância culpável do mundo cristão ocidental”, mas uma “anestesia provocada”.


Bombas russas de fragmentação jogadas contra a população civil

A religiosa dá exemplos disso.

“O lógico seria que os países islâmicos, por exemplo, os países do Golfo, que são muitos ricos, abrissem suas fronteiras para receber seus irmãos refugiados muçulmanos”, explicou, segundo o site Actuall.

Confira também: Aviação russa bombardeia hospitais civis e força migração de massa
Síria

Observamos que a afinidade religiosa, a proximidade geográfica, a riqueza dos países petrolíferos do Golfo e sua necessidade de mão de obra fazem deles o destino natural dos asilados muçulmanos do Meio Oriente.

Mas há uma “anestesia provocada” dessa opção natural para aliviar os necessitados. Nos jornais ocidentais, nos órgãos internacionais e do Vaticano só se fala e só se exige da imigração islâmica que vá para Europa, cujas raízes são cristãs, que exigem uma viagem em que morrem milhares, onde não há trabalho e cujas línguas são outras.

A irmã Maria de Guadalupe é missionária na Síria e Oriente Médio há 18 anos.
A irmã Maria de Guadalupe é missionária na Síria e Oriente Médio há 18 anos.
Que estranho fato está acontecendo nas capitais ocidentais e na Santa Sé para não verem a contradição?

A irmã Maria de Guadalupe pergunta por que aqueles que gastam milhões de euros construindo mesquitas na Europa não acolhem os mais necessitados.

“Por que não fazem isso? Seria conatural e muito mais simples se adaptarem em sua própria religião e em suas próprias terras. Então a Europa poderia receber seus irmãos cristãos. Isso não é discriminação, mas simplesmente perceber que a caridade não significa ‘bonismo tolo’”.

Soror Maria de Guadalupe também denuncia as falsas propagandas de demagogos humanitários e de eclesiásticos sobre a origem dos refugiados que entraram na Europa no último ano.

Com toda sua experiência, ela denúncia que os imigrantes não foram impulsionados pela guerra na Síria. “Há de tudo. Há na Alemanha famílias da nossa paróquia de Alepo, que conseguiram chegar e estão aterrorizadas”.

Bombas russas miram a população civil e hospitais em Aleppo. EUA, França e Grã-Bretanha falam em 'crimes de guerra'. A Rússia se beneficia com as migrações que caotizam Europa, sua maior vítima visada
Bombas russas miram a população civil e hospitais em Aleppo.
EUA, França e Grã-Bretanha falam em 'crimes de guerra'.
A Rússia quer as migrações que caotizam Europa, sua maior vítima visada
Entre os fatos que os grandes meios de comunicação e os demagogos políticos e eclesiásticos não contam, está o caso de uma cristã que parar na Alemanha fugindo da perseguição religiosa e que está sendo maltratada pelos muçulmanos em território europeu.

“Após tudo o que sofreram para chegar, estão padecendo maus-tratos horrorosos da parte dos refugiados muçulmanos com os quais foram alojados.

“Eles obrigam os cristãos a rezar cinco vezes por dia com eles e as mulheres são obrigadas a se cobrirem como muçulmanas.

“Estão fugindo da perseguição religiosa na Síria, chegam à Europa, terra cristã, e sofrem essa perseguição em pleno coração do continente”, disse a religiosa.

Há algo de profundamente enganoso e podre nos promotores dessas migrações, que ocupam as mais altas posições no Ocidente e fingem revestir-se de abundante palavreado humanista e cristão.


quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Robô mais avançado é menos autónomo que uma barata

O robô Atlas da Boston Dynamics impressiona pela técnica mas é menos autônomo que uma mísera barata.
O robô Atlas da Boston Dynamics impressiona pela técnica
mas é menos autônomo que uma mísera barata.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O cinema, certos cientistas e especuladores do futuro gostam de imaginá-lo povoado de robôs “inteligentes”, capazes até de se emanciparem do homem e levar uma vida autônoma com autoconsciência ou sentimentos.

Alguns os imaginam maléficos, outros benéficos, outros imprevisíveis, fazendo guerra ao homem ou entre eles, ao gosto da fantasia do escritor, do cientista, do jornalista ou do usuário de Playstation.

Os modelos mais avançados de robôs em desenvolvimento podem reforçar temores e fantasias. O robô Atlas da Boston Dynamics é um exemplo acabado disso.

Mas o que há de verdade nessas projeções, anúncios ou novelas?

O físico investigador da Universidade Politécnica de Madri, José Antonio Villacorta Atienza, fez cair uma “chuva de realidades”, segundo noticiou o jornal “El Mundo”, sobre as possibilidades acenadas pelas mídias convencionais ou virtuais.

Falando no reputado Curso de Verão da Universidade Complutense, ele explicou que “o robô mais avançado é menos autônomo que uma simples barata”. E ele pensava não apenas no presente, mas também no futuro.

Para Villacorta, “não parece plausível que no futuro apareçam robôs de forma autônoma, natural e produtiva”. “Nunca haverá robôs como os que aguardamos. O mais realista é pensar que teremos máquinas mais ou menos autônomas com uma margem de aplicabilidade muito limitada” – garantiu.

O investigador desenvolve há anos um robô capaz de esquivar obstáculos, detectar as emoções ou intenções dos humanos e agir em consequência. “O único robô que vocês vão ver em casa vai ser o aspirador”, brincou, antes de enumerar os motivos.

Outro robô da Boston Dynamics, empresa da Google: a complexidade denuncia a limitação.
Outro robô da Boston Dynamics, empresa da Google: a complexidade denuncia a limitação.
“Nas neurociências se trabalha com base num cérebro existente, na robótica não. A maior parte do trabalho na robótica está superfragmentado”, referindo-se à incerteza de se poder criar uma mente artificial.

É preciso ir esquecendo a ideia de termos na vida real o Terminator ou androides similares, disse Villacorta. “Não há perigo de um robô se tornar pensante e atacar. O perigo consiste em que os humanos possam exterminar outros humanos usando robôs”, explicou, apontando para as novas armas com tecnologia robótica.

“Criar uma máquina que mata está ao alcance da mão. Qualquer um pode matar uma pessoa com um drone como [se estivesse] brincando num videojogo. Até já existe um software que permite identificar determinada pessoa em concreto e executá-la”.

Os problemas éticos e morais vão além do uso bélico. Por exemplo, os carros autodirigidos: de quem seria a culpa se o carro atropelar alguém? E se o carro for programado para provocar a morte do passageiro com o intuito de salvar a vida de outros? A casuística é enorme.

O uso dos robôs pode trazer monstros mecânicos, mas menos dotados que um inseto.
Os legisladores já estão cogitando normas para esses casos. “Os carros seriam programados para salvar aqueles com maior probabilidade de sobreviver”.

Para maior complicação, a programação desses robôs será definida também “com base na opinião das companhias de seguro”.

Villacorta resumiu dizendo que os homens hoje querem que a tecnologia faça coisas muito complexas, “porém o que pedimos não é feito muito bem”.

Para ele, supor que um robô terá uma mente parecida à humana “não faz sentido, pelo menos nos próximos séculos. Os robôs não têm cognição, não são capazes de entender o que acontece”.

O especialista observou que “o cérebro humano é o sistema mais sofisticado conhecido, mas 30% falham ou falharam alguma vez”, e isso só mostra a enorme dificuldade de reproduzir algo similar que funcione e não se degrade.

Se um robô, como no filme Terminator, 'adquirir vida' não será por obra técnica.
Se um robô, como Terminator, 'adquirir vida'
não será por obra humana.
O robô nunca poderá ter sentimentos.

O que lhe seria necessário é detectar os sentimentos dos humanos.

 Villacorta afirmou também que “o problema fundamental é a inexistência de uma definição operacional de consciência”, não se sabendo, portanto, como simulá-la numa máquina.

Mas, poderia objetar alguém, o que aconteceria se por um passe de mágica, por uma interferência extraterrestre ou infraterrestre, os robôs passassem a ter consciência?

Se isso acontecesse, os robôs passariam por cima da programação.

Poderiam então pular as leis da robótica, como numa novela de Isaac Asimov, e fazer dano aos humanos?

Isso parece pouco provável segundo as leis da matéria e da tecnologia, cortou o especialista. “Nem bêbados conseguiríamos”, concluiu.

Então, acrescentamos nós, se isso acontecer será por um fator externo às leis da matéria, e seria um assunto de teologia moral e/ou exorcismo e não de ciência ou de tecnologia.



Atlas da Boston Dynamics impressiona pelo avançado, mas é menos dotado que uma barata:




quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Redes sociais: perigos concentrados entre os 8 e 12 anos

Micaela Ortega de 12 anos. Seu assassino (preso) a enganou por meio de Facebook.
Micaela Ortega de 12 anos. Seu assassino (preso) a enganou por meio de Facebook.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um caso horrível verificou-se na Argentina. Micaela Ortega, de 12 anos, foi assassinada após encontrar-se com um homem de 26 que conheceu pelo Facebook.

As crianças de 8 a 12 anos presas à Internet constituem o grupo mais vulnerável para um abusador sexual, alertou o procurador argentino Horacio Azzolín, da Unidade Especializada em Ciberdelinquência (Ufeci).

Segundo especialistas citados pelo diário “La Nación” de Buenos Aires, os pais que começam a se preocupar com a vida virtual de seu filho quando esse faz 12 anos estão chegando tarde.

Ainda são crianças, mas não estão mais na infância. Tudo as encaminha precocemente para a vida adulta, mas não desenvolveram os mecanismos psicológicos para viver entre adultos.

Só viveram absorvidas por relações virtuais, quase sem contato com o mundo, e são ignorantes e inermes face aos perigos do mundo real.

“Ë preciso começar mais cedo, pois a partir dos 8 anos já correm risco”, disse Sebastián Bortnick, presidente da ONG argentina Cibersegura, que promoveu a lei que transformou em delito o acosso sexual a menores pela Internet e outros meios eletrônicos.

Redes como Facebook só admitem usuários com mais de 13 anos, mas o uso dessa rede social por parte de crianças é generalizado. “Sete de cada dez meninos e meninas entre 10 e 12 anos já criaram um perfil numa rede social”, afirma Roxana Morduchowicz, doutora em comunicação pela Universidade de Paris.

“Nós nos reuníamos para brincar na casa de um amigo, na rua ou na praça, mas hoje as crianças se encontram na Rede”, diz ela.

Crimes sexuais se multiplicam nas redes sociais e pais não devem ter medo de falar com seus filhos.
Crimes sexuais se multiplicam nas redes sociais.
Pais não devem ter medo de falar com seus filhos.
A tendência à autonomia manifestava-se desde os 13 anos e se definia aos 18 ou com o primeiro trabalho, mas hoje se faz pelas redes sociais e muito mais cedo.

Há poucos meses, a mãe de Antonella, 12, entrou no perfil de Facebook da filha. Nas conversações privadas desta, achou mensagens de um colega de escola pedindo-lhe fotos dela nua e propondo-lhe encontros sexuais.

A mãe ficou espantada com a resposta da filha: ela recusava essas propostas, mas não com a firmeza que a mãe desejava. E sua filha não tinha comentado nada sobre a situação.

A ONG argentina “Alerta Vida”, que estuda o problema, detectou que no país vizinho sete de cada dez menores sofreu algum tipo de acosso sexual enquanto navegava pelas redes sociais.

O Conselho de Meninos, Meninas e Adolescentes de Buenos Aires calculou que um de cada dois adolescentes entre 14 e 17 anos efetivou um encontro com um desconhecido contatado pelo Facebook e só dois de cada dez sentiu medo.

“Temos de fornecer aos nossos filhos as ferramentas de reflexão e pensamento crítico para duvidar das propostas antes dos 11 anos. Se você não olha os perfis dos filhos antes de 12, vai encontrar surpresas, vai ver que houve conversas antes”, explica Marcela Czarny, da ONG Chicos.net.

Essa ONG verificou que 85% dos pais argentinos se acham preparados para enfrentar os riscos. Porém, eles se limitam aos conteúdos e o tempo dedicado ao monitor, e não observam que os filhos acessam a Internet desde seu smartphone em qualquer parte sem controle.

Conferência sobre crimes sexuais online contra crianças. Preocupação até na Indonésia.
Conferência sobre crimes sexuais online contra crianças. Preocupação até na Indonésia.
“Os pais, com ou sem intenção, procuram escusas para não vigiar. É errado achar que os filhos sabem mais do que a gente. Eles só têm o conhecimento instrumental, mas muitas vezes não percebem a dimensão do perigo.

“É preciso lhes falar dele, perguntar o que eles fizeram esse dia na Internet, o que viram, com quem falaram. Não como um controle policial, mas como um tema de conversação.

“Faz bem às crianças sentirem que nós estamos presentes, que podem conversar conosco sobre o que fizeram e com quem falaram”, diz Morduchowicz.

“A linha da proteção, do controle e da espionagem é fininha, mas cada pai tem de agir”, explica Bortnick.

“O que não pode acontecer é o pai se desentender. É preciso criar nos filhos a ideia de que estão sendo observados para o seu bem. Não podemos ignorar as redes que eles usam, seja Facebook, Instagram ou Snapchat. Não fazer isso enquanto pais é olhar para o outro lado”.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

França: por cada sacerdote ordenado morrem oito!
Mas seminários tradicionais enchem

Num ambiente de 'Igreja jovem' sacerdotes idosos veem se extinguir o sonho de uma Igreja dessacralizada e igualitária.
Num ambiente de 'Igreja jovem' sacerdotes idosos
veem se extinguir o sonho de uma Igreja dessacralizada e igualitária.
Luis Dufaur
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O clero católico “modernizado” está em crise no preciso momento em que o número dos fiéis no mundo aumentou 1,5% no último ano.

Cresce assustadoramente na Europa o número das igrejas que são dessacralizadas e transformadas em hotéis, bares, mesquitas ou museus. Paróquias e até dioceses são fusionadas por falta de clero.

Dom Bernard Podvin, ex-portavoz da Conferência Episcopal da França, declarou à TV católica KTO, no final de 2014: “Carecemos de vocações... Quando em solo francês são ordenados cem sacerdotes por ano e morrem 800 no mesmo período, a conclusão é evidente. O déficit esta aí, e berrando”.

De fato, o desequilíbrio é evidente – comentou o site Boulevard Voltaire –, e atinge de cheio a chamada “Igreja conciliar”. Mas não é tanto assim para o setor do clero apelidado de “Igreja tradicionalista”.

Com efeito, os números dos “tradicionalistas” projetam conclusões também evidentes, porém esperançosas, que sobressaem em meio a um horizonte de devastação.

Continuando com a tendência inaugurada em tempos do Concílio Vaticano II, acrescenta o site, a França ficará logo sem padres e terá de mandá-los vir da África ou da Ásia.

Já são muitas as paróquias, inclusive em Paris, administradas por um sacerdote de outro continente.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Vertiginosa queda dos jesuítas em número e reputação

Jesuítas idosos. Segundo o Vaticano, entre 2005 e 2015,
a Ordem perdeu 3.110 sacerdotes e irmãos.
De 1965 a 2015, a Companhia de Jesus caiu de 36.038 para 16.740.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No momento em que a Companhia de Jesus tem um Papa pertencente à gloriosa ordem fundada por Santo Inácio, sua crise e decadência internas atingem patamares inauditos em matéria doutrinária e em número de membros, observou a revista americana “National Catholic Register”.

Nos EUA, Canadá e Haiti só foram ordenados 20 novos jesuítas em 2015. Um dirigente da Ordem reconheceu ao “National Catholic Register” que “as tendências de novas vocações apontam para uma estabilização numérica no horizonte”.

Entretanto, a comemoração pelas 20 ordenações do último ano parece exagerada, pois no mesmo período faleceram 65 padres da Ordem.

Em 2013, Matthew Archbold, da “Cardinal Newman Society”, apontou outros sinais da decadência nas ordenações de novos jesuítas: os ex-jesuítas eram mais numerosos do que os jesuítas em atividade nos EUA. Estatísticas de 2011 elaboradas pelo Georgetown University’s Center for Applied Research in the Apostolate (CARA) apoiaram a assertiva.

Estatísticas mais recentes da Companhia e do Vaticano fornecem números assustadores. O número vem caindo nos últimos 50 anos, propulsionado pelos efeitos do período “pós-conciliar”.

Em 1982 entraram 102 novos candidatos. Em 2010, apenas 45.

Entre 2008-2013, a Companhia contabilizou 445 religiosos mortos nos EUA, uma média de 89 por ano.

Somando e subtraindo, o “National Catholic Register” conclui que os jesuítas nos EUA estão em queda livre. Pelos números do CARA, perderam mais da metade em apenas 25 anos, precipitando-se de 4.823 em 1988 para 2.395 em 2013.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cardeal de Praga pede não aceitar muçulmanos, mas só cristãos

Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga: “uma cultura de boas-vindas poderá levar a uma catástrofe monumental”
Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga:
“a cultura de boas-vindas pode levar a uma catástrofe monumental”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga, em entrevista ao jornal Lidove Noviny de seu país deixou claro que sua opiniao sobre os imigrantes islâmicos difere do parecer do Papa Francisco, noticiou “Religión Digital”.

Falando das viagens do Papa ao Mediterrâneo para manifestar solidariedade aos migrantes e a decisão do Pontífice de acolher algumas famílias deles no Vaticano, Duka disse que ele se emocionou, mas logo percebeu que “essa não é uma solução completa”.

Mais ainda, prosseguiu o cardeal, “uma cultura de boas-vindas” irrefletida na Europa, aplicada como quer Francisco, poderá levar a uma “catástrofe humanitária e econômica monumental”.

“Quando alguns de nossos cidadãos se manifestam pela acolhida de um milhão ou até de um número ilimitado de refugiados, nós deveríamos lhes perguntar também se estão dispostos a prescindir da quarta parte de seus ingressos”.

O cardeal de Praga falou em sentido contrário à pregação do Papa Francisco por uma “forte integração cultural” dos migrantes na Europa, como explicou na hora de receber o “Prêmio Carlos Magno” da União Europeia.

O purpurado checo defendeu que a melhor solução para os migrantes “é restabelecer os aparelhos do Estado em seus países de origem para lhes garantir uma vida digna lá”.

Obviamente, a proposta do cardeal seria recebida pelas esquerdas comuno-progressistas como “colonialista” e “imperialista”, não obstante tenha dado ótimos frutos no passado.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

“Pastoras nunca mais!”, pedem luteranos.
“Sacerdotisas e diaconisas!”, pede o “progressismo católico”

Aija Graham, obispa' da 'Igreja Evangélica Luterana Unida da Letônia', eleita em 2014. Desacordo geral.
Aija Graham, obispa' da 'Igreja Evangélica Luterana Unida da Letônia',
eleita em 2014. Desacordo é geral.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Sínodo da igreja evangélica luterana da Letônia aprovou, com maioria de 77%, a interdição de nomear mulheres pastoras.

Ela anulou assim a norma de 1975, emanada ainda sob a dominação soviética, informou Riforma.it, quotidiano das igrejas protestantes da Itália.

A velha norma foi repelida em proporções massivas. De fato, já não havia condições para uma mulher ser aceita como pastora.

Os luteranos não conseguiam fugir com honradez dos ensinamentos de São Paulo na sua primeira carta a Timóteo:

11. A mulher ouça a instrução em silêncio, com espírito de submissão.

12. Não permito à mulher que ensine nem que se arrogue autoridade sobre o homem, mas permaneça em silêncio.

Ignorantes do verdadeiro sentido dos textos evangélicos, os setores mais avançados do luteranismo acusavam estultamente de “machista” a voz do Espírito Santo, expressa através da pena do Apóstolo das Gentes.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Bancos sem fiéis: Igreja Católica alemã
naufraga no vazio da modernidade e do relativismo moral

Bancos sem fiéis: cena cada vez mais frequente nas igrejas alemãs.
Bancos sem fiéis: cena cada vez mais frequente nas igrejas alemãs.
Luis Dufaur
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Na Alemanha, a Igreja Católica, altamente modernizada e cada vez mais distante de suas gloriosas tradições, vive grave crise, de acordo com relatório apresentado pelo presidente da Conferência Episcopal Alemã (CEA), Cardeal Reinhard Marx: cada vez menos fiéis, sacerdotes que não se confessam e uma queda geral dos batizados e casamentos, informou a agência ACI Prensa.

Na Alemanha há 23,7 milhões de católicos – 29% da população – mas em 2015 perdeu 181.925.

Em relação a 20 anos atrás, o número de batizados e casamentos revela uma preocupante tendência geral de queda.

Em 1995 260 mil crianças receberam o Batismo, mas em 2015 apenas 167 mil. Em 1995 houve 85.456 casamentos na Igreja, mas em 2015 o número caiu para quase a metade: somente 44.928.

Se até divorciados recasados podem receber a comunhão e concubinos podem estar “bem casados”, segundo afirmações do clero progressista, muitos dispensam essa cerimônia ineficaz.

Cardeal Reinhard Marx: cada vez menos fiéis, sacerdotes que não se confessam e uma queda geral dos batizados e casamentos.
Cardeal Reinhard Marx: cada vez menos fiéis, sacerdotes que não se confessam
e uma queda geral dos batizados e casamentos.
Em 1995, 18,6% dos católicos alemães iam à Missa, mas em 2015 só vão 10,4%.

Apenas 54% dos sacerdotes se confessam uma vez por ano, ou abandonaram de vez essa prática fundamental.

O indiferentismo moral é mais acentuado entre os chamados agentes ou assistentes de pastoral: 91% não se confessam uma vez por ano, ou pura e simplesmente nunca.

O Cardeal Reinhard Marx, um dos líderes mundiais da subversão da moral tradicional católica, comemorou que a “Igreja na Alemanha continua tendo uma grande força”, dando de ombros para a alarmante evidencia que ele próprio comunicou.

A apostasia é um gesto tremendo mas quem adotou a mentalidade ecumênica segundo a qual há uma equivalência das religiões passou a ser um gesto subjetivamente intranscendente, embora gravíssima ante Deus.

Diante das ondas de fiéis que se afastam ou apostatam, o Cardeal pediu mais modernidade e relativismo, que ele definiu como “prática pastoral sofisticada que faça justiça às pessoas de diferentes tipos de vida” – que incluem todas as formas de vida irregular e escandalosa.

Em apoio à pastoral em degringolada, o Cardeal citou “a conclusão do Sínodo dos Bispos e a exortação apostólica Amoris Laetitia, do Papa Francisco”, na qual encontrou “importantes sinais” da pastoral assumida pela CEA.

Montagem na igreja abandonada de S.Jorge na República Checa é imagem surrealista da crise na igreja alemã.
Montagem na igreja abandonada de S.Jorge na República Checa
é imagem surrealista da crise na igreja alemã.
Recebendo bispos alemães em visita ad limina em novembro de 2015, o Pontífice romano falou da “erosão da fé católica” no país.

Ele afirmou que “se nota uma queda muito forte da participação na Missa dominical e na vida sacramental. Nos anos 60, quase todos os fiéis participavam todos os domingos na Santa Missa, mas hoje são menos do dez por cento”.

Porém, esta constatação não foi acompanhada de oportunas ações pastorais e exemplos apostólicos para reavivar a fé e as práticas morais e religiosas tradicionais.

Pelo contrário, o desenvolvimento do Sínodo da Família e sua expressão doutrinária expressa na Amoris Laetitia parecem feito de molde a afastar ainda mais os fiéis da prática religiosa, da fidelidade à moral tradicional, da família e da frequência aos sacramentos, segundo evidenciou o relatório do episcopado alemão que citamos.


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Arquidiocese de Bruxelas planeja fechar maioria das paróquias

Bruxelas: missa em local subterrâneo e apinhado no estilo 'pobre' da reforma. Fiéis acham que reforma terá efeitos contrários aos anunciados.
Bruxelas: missa em local subterrâneo e apinhado no estilo 'pobre' da reforma.
Fiéis acham que reforma terá efeitos contrários aos anunciados.
Luis Dufaur
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A maioria das 108 igrejas paroquiais de Bruxelas está ameaçada de fechamento a prazo breve ou médio, segundo projeto pastoral estimulado pelo novo arcebispo.

Os fiéis estão chocados e acham quase indecente esse fechamento maciço, quando milhares de cristãos morrem a cada dia no Oriente para que seus templos prossigam abertos, escreveu o blog Riposte-Catholique.

De fato, na capital da Bélgica e da União Europeia, aos domingos está havendo cada vez menos missas, em virtude de um projeto pastoral pouco conhecido dos fiéis na época da “sinodalidade”.

O referido projeto visa fundir as paróquias e concentrar as missas de domingo com o argumento de agrupar mais os fiéis e assim conseguir maior movimentação. As igrejas dos bairros correm mais risco.

Para os fiéis, o projeto vai criar grandes circunscrições impessoais que extinguirão a vida paroquial.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Muçulmanos tornam-se cristãos e ingressam na “Igreja das Catacumbas” no Oriente… e no Ocidente!

O Pe Gottfried Martens batiza família iraniana em Berlim. Ex-muçulmanos constituem maioria dos 900 paroquianos.
Batismo de uma família iraniana em igreja de Berlim.
Ex-muçulmanos constituem maioria dos 900 membros.
Luis Dufaur
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A grande mídia fala muito pouco, mas um número crescente de refugiados muçulmanos na Europa está se convertendo ao cristianismo, escreveu o jornal britânico “The Guardian”, citado pelo site “Aleteia”.

Na Áustria, por exemplo, só no primeiro trimestre de 2016 a Igreja Católica registrou 300 pedidos de batismo de adultos, 70% dos quais eram refugiados.

Os fiéis da igreja da Trindade, em Steglitz, Berlim, aumentaram há dois anos de 150 para 700, devido, segundo o encarregado, às conversões de muçulmanos.

Em Liverpool, Inglaterra, a maioria das cerca de 100 a 140 pessoas que assistem à missa semanal em língua farsi é constituída por imigrantes do Irã e do Afeganistão. Um em cada quatro deles é convertido do islã, conforme levantamento realizado pelo bispo de Bradford, Dom Toby Howarth.

A conversão é uma questão delicada, porque o Corão rotula de apóstatas aqueles que se tornam cristãos e manda matá-los.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

No Oriente mártires adoram a Eucaristia,
a qual é entregue por religiosos à profanação no Ocidente

Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão. Foto cortesia Diácono Roni Momica
Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão.
Foto cortesia Diácono Roni Momica
Luis Dufaur
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Dom Francesco Cavina, bispo de Carpi, Itália, visitou o Curdistão iraquiano, no norte de Bagdá.

Ele ficou impressionado com a gratidão dos cristãos pela proteção divina, “sobretudo por terem conservado a fé pela qual estão dispostos a morrer, pois não querem perder o verdadeiro tesouro da vida que é Cristo e a pertencença ao seu Corpo Místico que é a Igreja”, segundo narrou o bispo no seu retorno, informou o jornal italiano “Il Foglio”.

“Os cristãos experimentaram uma profunda sensação de solidão enquanto as milícias jihadistas avançavam. Sentiam-se traídos pelas instituições do governo e, mais dolorosamente ainda, por aqueles que julgavam serem amigos e que não somente os abandonavam, mas os denunciavam” aos fanáticos islâmicos. Após os cristãos abandonarem suas casas, os seguidores de Maomé as invadiram e pilharam todos os seus haveres.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Pe. Jacques Hamel R.I.P.: o crime revelador do Islã,
e não só do Islã...

Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Vivamente impactados pelo brutal e sacrílego assassinato do Pe. Jacques Hamel, oferecemos a nossos leitores uma tradução livre do inteligente e vibrante comentário de Antoine Burckhardt publicado em seu blog Civilisation Chrétienne. 



O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso


A ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.

Alguns estão atônitos face ao horror e se perguntam: por que nós? Por que um padre? Por que um homem de 86 anos?

E eles não saem do atordoamento: o padre Hamel mantinha relações amigáveis com a comunidade muçulmana. A mesquita de Saint-Etienne du Rouvray foi construída num terreno oferecido pela paróquia da cidade, informou “Le Point”. 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Satânica profanação pública de imagem de Cristo
em Santiago de Chile

Momento da profanação do Santíssimo Crucificado faz lembrar a própria Paixão. Desta vez foi feita em nome da Revolução Cultural gramsciana que se espalha pelo Ocidente
Momento da profanação do Santíssimo Crucificado faz lembrar a própria Paixão.
Desta vez foi feita em nome da Revolução Cultural gramsciana que se espalha pelo Ocidente
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Agitadores do gênero dos Black Blocs, que tentaram deturpar as manifestações antipetistas no Brasil, se aproveitaram de uma manifestação do movimento estudantil chileno – aliás, de fortes tonalidades esquerdistas – para partir ao assalto de igrejas católicas históricas no centro de Santiago.

Num dos atentados, eles arrebentaram as portas da Igreja da Gratidão Nacional, alvo muito procurado pelos agitadores de esquerda.

Além de roubarem objetos religiosos, arrancaram um adorável e grande Crucifixo, arrastando-o até à rua, para cometer em seguida atroz e simbólica profanação, acompanhada de satânica destruição, informou o site Infocatólica.

O Pe. Marek Burzawa, responsável pela paróquia, tinha previsto os incidentes e solicitado proteção policial ao prefeito da cidade. Mas as autoridades do país presidido pela militante socialista Michelle Bachelet mostraram-se pouco alertas e só intervieram quando o mal estava feito.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Lord Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva

Sir Nigel Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva
Sir Nigel Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Lord Nigel Lawson, ministro das finanças britânico de 1983 a 1989, ocupa hoje sua cadeira na Câmara dos Lordes ingleses. Em entrevista ao jornal madrilense “El País”, ele explicou antecipadamente as razões que levariam os súditos de Sua Majestade a votarem pela saída da União Europeia.

A primeira causa que preocupa os britânicos é a perda do controle das próprias fronteiras, controle este que toda nação cônscia de sua soberania deve ter, disse o experimentado político.

Acrescentou que são numerosos os exemplos de que estamos perdendo nossa capacidade de nos governarmos a nós mesmos.

Segundo ele, pode-se aceitar um determinado número de imigrantes, mas não uma imigração ilimitada.

E o que acontece é que no Reino Unido a população cresce mais do que em qualquer outro país europeu, por efeito de uma imigração que não traz beneficio algum. Dessa maneira, a renda per capita vai caindo e os cidadãos estão se empobrecendo.

Outro fator de inconformidade é o fato de as leis excogitadas pelos órgãos da União Europeia passarem por cima de qualquer lei do Parlamento britânico. Da mesma maneira, os acórdãos do Tribunal Europeu de Justiça abalroam e esmagam qualquer decisão das instâncias dos Judiciários nacionais.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O astronauta que levou o Santíssimo para o espaço

Coronel e astronauta Michael S Hopkins.
Coronel e astronauta Michael S. Hopkins.
Luis Dufaur
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Na Estação Espacial Internacional, apesar de estar cheia de equipamentos robóticos, há um ambiente especialmente procurado.

Trata-se da “Cúpula”, um pequeno módulo com sete janelas, de onde os membros da tripulação podem apreciar espetaculares vistas panorâmicas do nosso planeta, noticiou a agência Aleteia.

O astronauta americano Michael S. Hopkins, “Mike”, coronel católico pertencente à Força Aérea, desejava ansiosamente ir à Cúpula, porque o que via lá o deixava maravilhado.

“Quando você vê a Terra daquela perspectiva e observa toda a beleza natural que existe, é difícil não querer ficar lá e concluir que tem que haver uma força suprema que criou tudo isso“, declarou.

E, para surpresa de muitos, em 2013, na Cúpula, Mike rezava e… comungava!

Isso porque, graças a um acordo especial com a arquidiocese de Galveston-Houston e a ajuda do Pe. James H. Kuczynski, pároco da igreja de Santa Maria Rainha em Friendswood, Texas, o astronauta, que é fiel daquela paróquia, pôde levar consigo uma píxide com seis hóstias consagradas, explicou Aleteia.

Cada uma delas estava partida em quatro pedaços, de modo que ele pudesse comungar uma vez em cada uma das 24 semanas de sua permanência na Estação Espacial Internacional.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Chef vegano recusado pelos pobres das ruas de Bolonha

Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os pobres moradores de rua que se reúnem diante do Instituto Antoniano de Bolonha, Itália, regido pelos frades franciscanos, mostraram seu descontentamento com a qualidade dos pratos que lhes foram oferecidos recentemente.

Já somos muito pobres, diziam, comemos pouco e mal, antes nos davam frango assado e churrasco para podermos suportar as noites de frio. Mas, agora, o que estão nos dando? Umas saladinhas bem condimentadas.

No centro da polêmica está o chef vegano (vegetariano) Simone Salvini, que foi cozinhar para os miseráveis da cidade, sendo coberto de críticas por eles.

O vegetarianismo, ou veganismo, é uma espécie de religião para o jet-set e os adoradores das modas, sobretudo das mais caras.

No atual pontificado, sob o pretexto de pobreza e de abertura para situações moralmente anômalas, eclesiásticos na moda encontraram a estrada livre para se aprofundar em mundos até agora desaconselhados pela moral católica.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.

Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.
Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria:
islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.
Luis Dufaur
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A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior. 

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.

Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção

 Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Luis Dufaur
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A procura da saúde e do peso ideal do corpo inspira constantes preocupações, regimes alimentares, exercícios de fitness, etc.

E a saúde da inteligência? Ela existe e é bem mais complicada e importante que a do corpo.

Na poluída – também mentalmente – vida moderna, ela requer cuidados, que são fáceis e instintivos se agirmos bem.

Uma dos mais importantes elementos da vida intelectual é a capacidade de abstração. Afinal, é o que distingue os seres humanos: transformar aquilo que nossos sentidos captam em ideias que residem na alma e que constituem o ponto de partida da cultura e da própria atividade humana.

A leitura só faz sentido para quem é capaz de abstrair, de passar do escrito material à ideia que está contida no escrito.

Porém, as pessoas que leem em plataformas digitais como tablets, smartphones, e até em PCs e notebooks, ficam prejudicadas na sua capacidade de interpretar a informação, isto é, na abstração.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Governo italiano promove esoterismo ecológico

Agricultura biodinâmica entre a astrologia e a superstição.
Mas recusa da tecnologia agrícola racional.
Luis Dufaur
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A confraria “verde” é pródiga em montagens tapeadoras para dissimular até mesmo práticas esotérico-místicas. Na Itália, ela espalhou a “agricultura biodinâmica”, segundo relata Luciano Capone no jornal “Il Foglio” citado pelo site Infocatólica.

O nome faz pensar numa simpática nova forma de melhorar a produção agrícola. Mas a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas (RIES) denunciou que se trata de um artifício cuja estratégia é inocular o esoterismo.

O artigo acrescenta que o Ministério de Agricultura italiano, sabendo ou não do estratagema, acabou “aprovando a bruxaria”.

A “agricultura biodinâmica” foi apresentada na Universidade Comercial Luigi Bocconi, de Milão, como um método de cultura “paranormal” (sic!) inventado num castelo da Silésia em 1924, (Alemanha) pelo notório mestre ocultista Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia.

Sobre as origens esotéricas do movimento ambientalista, veja: O que é a ecologia? 3 – O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Os homens? Que as feras os despedacem!
Coitadas das feras assassinas!

Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Luis Dufaur
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Um gorila do zoológico de Cincinnati, nos EUA, pegou um menino de 4 anos que caiu na área de isolamento do animal e o arrastou como uma presa, causando-lhe feridas diante do olhar desesperado de familiares e do público, que nada podiam fazer.

As autoridades do zoológico consideraram necessário usar força letal para abater o perigoso animal de 17 anos e 180 quilos.

A aplicação de tranquilizantes levaria tempo para fazer efeito e poderia causar a reação brusca do gorila e a eventual morte da criança. Esta foi logo hospitalizada e ficou fora de perigo, embora com ferimentos diversos.

Nada de mais razoável em vista das dramáticas circunstâncias.

Nada? Razoável?