quarta-feira, 22 de junho de 2016

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.

Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.
Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria:
islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior. 

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.

Para essa tentativa de ocupação contribui o fato de se ter criado um vazio mental e sociológico na Europa. Não existe no continente uma ideologia forte, explicou o arcebispo, que não explicou qual poderia ser essa ideologia.

“No momento presente, na Europa todos professam o que bem entendem, mas geralmente ninguém acredita em nada. Esse é o terreno ideal para se conquistado pelo Islã” – acresceu Mons. Gyula Márfi.

Em sentido contrário – acrescentamos nós –, há algo que é muito mais que uma simples ideologia concebida por um pensador.

É o conjunto dos princípios indeléveis da Civilização Cristã que fez a grandeza da Europa e do Ocidente, apoiada em três princípios basilares: a Tradição, a Família e a Propriedade.

O arcebispo evocou um episódio esclarecedor:

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior
e querem conquistar Europa.
“Bianka Speidl, que é uma especialista em Islã, contou que numa recente conferência em Londres, um professor muçulmano americano pediu perdão pelos atos terroristas, que projetam uma luz danosa sobre o Islã.

“Então, os estudantes universitários maometanos que estavam presentes em grande número lhe responderam com uma vaia. É necessário meditar sobre isso e levá-lo em linha de conta”, observou o arcebispo.

O Islã não é só uma religião, comenta o site Riscossa Cristiana, mas um sistema totalitário completo político e ideológico que está recoberto por um verniz religioso.

Os nazistas se achavam superiores pela raça, os comunistas pela classe, mas os muçulmanos se consideram superiores por causa dessa religião.

Eles classificam as pessoas segundo esse critério; e nós, que não somos maometanos, mas Kafir (infiéis), somos considerados inferiores por eles.

Nas suas doutrinas, os muçulmanos exibem esta dualidade de conduta. Debaixo de certo ponto de vista, eles agem como se fossem uma minoria, e sob outro ponto de vista, como se fossem a maioria. E por isso agem de modo diverso em circunstâncias diversas em relação aos infiéis (Kafir).

“Se a Europa passa a ser terra da Sharia (Dar al-Islam), então aquilo que foi conhecido como Europa cessará de existir. Temos que pensar nisto”, insistiu o arcebispo húngaro.

Mons. Gyula Márfi disse que essa é sua opinião e que não pretendia gerar uma atmosfera antimuçulmana, mas acha que vale a pena chamar a atenção das pessoas.

Além do mais, esta avaliando se é o caso de apresentar esses seus pensamentos ao Papa Francisco.

Compreende-se que ele tema perder sua arquidiocese e o prestígio de que goza na Hungria.


Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção

 Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A procura da saúde e do peso ideal do corpo inspira constantes preocupações, regimes alimentares, exercícios de fitness, etc.

E a saúde da inteligência? Ela existe e é bem mais complicada e importante que a do corpo.

Na poluída – também mentalmente – vida moderna, ela requer cuidados, que são fáceis e instintivos se agirmos bem.

Uma dos mais importantes elementos da vida intelectual é a capacidade de abstração. Afinal, é o que distingue os seres humanos: transformar aquilo que nossos sentidos captam em ideias que residem na alma e que constituem o ponto de partida da cultura e da própria atividade humana.

A leitura só faz sentido para quem é capaz de abstrair, de passar do escrito material à ideia que está contida no escrito.

Porém, as pessoas que leem em plataformas digitais como tablets, smartphones, e até em PCs e notebooks, ficam prejudicadas na sua capacidade de interpretar a informação, isto é, na abstração.

A constatação foi apresentada na ACM CHI 2016, a conferência top mundial sobre a Interação Homem-Computador, acontecida em maio de 2016, em São José, Califórnia.

Vários grupos de especialistas apresentaram suas conclusões, segundo informou o jornal espanhol “El Mundo”.

O laboratório Tiltfactor, departamento interdisciplinar da Universidade de Dartmouth, New Hampshire, apontou que os leitores que usam assiduamente equipamentos virtuais para ler, têm uma forte tendência a se deterem nos detalhes materiais do escrito, mas perdem a capacidade de entender o seu significado.

Geoff Kaufman, principal investigador e professor auxiliar da Universidade Carnegie Mellon, explicou que a capacidade de passar do concreto ao abstrato é decisiva para a autoestima da pessoa e sua habilidade para atingir as metas.

O mais inteligente, que abstraiu mais, vê mais longe, concebe o meio para alcançar seu objetivo, consegue chegar até ele, triunfa e fica satisfeito. Obviamente, aquele que não abstraiu, não vê longe, não define o que quer, não consegue atingir algo que preste, fracassa, às vezes totalmente, e se sente frustrado.

O Prof. Kaufman sublinhou que “é crucial reconhecer o papel que a digitalização da informação teve neste aspecto da cognição”.

“O pensamento abstrato gera mais capacidade de compreender os demais, mais criatividade, enquanto quem fica no concreto cai em generalizações negativas e frustrantes porque recusou o aspecto mais profundo das experiências. O ideal é adquirir flexibilidade entre o raciocínio abstrato e o concreto”, acrescentou o Prof. Kaufman.

O trabalho procurou detectar as diferenças entre a leitura via digital e a leitura analógica, aquela que fazemos com um livro ou, por exemplo, “lendo” os vitrais de uma catedral.

Os especialistas ofereceram às pessoas testadas material de leitura com idêntico tamanho de letra e formato. Só que uns em equipamentos virtuais e outros em analógicos.

Participaram da experiência um total aproximado de 400 pessoas, 300 das quais entre 20 e 24 anos.

O texto narrava uma história breve. No fim, as pessoas foram convidadas a escrever com caneta no papel aquilo que tinham lido, e responder às perguntas sobre a leitura que tinham feito.

As que haviam escolhido a leitura não digital tiveram uma nota 66% acima da média. As que utilizaram o meio digital só acertaram 48%. Porém, nas perguntas sobre aspectos concretos da leitura, os “digitais” acertaram 73% e os não digitais 58%.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Governo italiano promove esoterismo ecológico

Agricultura biodinâmica entre a astrologia e a superstição.
Mas recusa da tecnologia agrícola racional.
Luis Dufaur
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A confraria “verde” é pródiga em montagens tapeadoras para dissimular até mesmo práticas esotérico-místicas. Na Itália, ela espalhou a “agricultura biodinâmica”, segundo relata Luciano Capone no jornal “Il Foglio” citado pelo site Infocatólica.

O nome faz pensar numa simpática nova forma de melhorar a produção agrícola. Mas a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas (RIES) denunciou que se trata de um artifício cuja estratégia é inocular o esoterismo.

O artigo acrescenta que o Ministério de Agricultura italiano, sabendo ou não do estratagema, acabou “aprovando a bruxaria”.

A “agricultura biodinâmica” foi apresentada na Universidade Comercial Luigi Bocconi, de Milão, como um método de cultura “paranormal” (sic!) inventado num castelo da Silésia em 1924, (Alemanha) pelo notório mestre ocultista Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia.

Sobre as origens esotéricas do movimento ambientalista, veja: O que é a ecologia? 3 – O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

Por causa dessa apresentação, o Reitor pediu desculpas por ter cedido essa prestigiosa universidade para servir de cenário a uma teoria fantasiosa, mas explicou ter recebido pressões até do Ministério da Agricultura, obviamente ligado a setores avançados da revolução cultural.

Segundo “Il Foglio”, o Ministério agiu por convicção ideológica. O governo italiano, que vem promovendo a demolição das instituições cristas italianas como a família, também promove a “agricultura biodinâmica”, tendo-a incluído no “Plano Estratégico Nacional para o desenvolvimento do sistema biológico”.

O vice-ministro Andrea Olivero e o ministro Maurizio Martina haviam anunciado que iam “criar cursos universitários específicos sobre a agricultura biodinâmica” com modalidades que não podem ser consideradas efêmeros gestos políticos à procura de votos e misturando os termos.

Pensador ocultista erigido em mestre de uma agricultura
puxada a bruxaria: Rudolf Steiner
A “agricultura biodinâmica”, explica o jornal, não é senão uma agricultura na qual seus adeptos aplicam substâncias e procedimentos tirados de uma filosofia que mistura astrologia, homeopatia e espiritismo.

Exemplos dessa singular mistura figuram num manual que recomenda preparados diluídos homeopaticamente dentro de bexigas de cervo macho cheias de flores penduradas do teto, ou enterrando chifres de vaca cheios de esterco, na certeza de que energias cósmicas e forças astrais influirão positivamente sobre as plantas e o meio ambiente.

Esta prática nada tem de científica, embora diga tê-lo e até manipule termos sisudos.

Não há sequer um só estudo que tenha demonstrado quais são essas energias do cosmos que entram no “chifre de esterco” enterrado, nem qual é o modo de ação e os efeitos dessa macumba sobre os vegetais.

Os defensores dos ritos biodinâmicos introduziram a antroposofia agrícola de Rudolf Steiner no referido “Plano estratégico nacional” italiano.

Esse Plano oficial, dotado de verbas governamentais, também prevê que a biodinâmica seja objeto de um “aprofundamento profissional e a experimentação em duas Universidades”, além da “constituição de um comitê permanente de coordenação para a investigação”.

Pareceria mais um esquema de corrupção de que o mundo da política está cheio um pouco por toda parte. Mas o apelo a forças ocultas está no coração da nova religiosidade comuno-tribalista que tenta impor-se sob formas ecológicas sedutoras.

O jornal italiano conclui que o mesmo governo que promove no Plano a investigação e desenvolvimento do “chifre de esterco” e dos ritos esotéricos dos discípulos de Rudolf Steiner, obstaculiza ao mesmo tempo com alegações ecológicas as pesquisas em biotecnologia, que poderiam seriamente até salvar culturas típicas em perigo de desaparecer por causa de vírus, bactérias e parasitas cada vez mais ameaçadores.

Enterrando um chifre cheio de esterco para atrair 'energias positivas'. Não é conselho de pajé. É bruxaria diz grupo anti-seitas
Enterrando um chifre cheio de esterco para atrair 'energias positivas'.
Não é conselho de pajé. É bruxaria diz grupo anti-seitas
A orientação de “caráter estratégico” do Ministério da Agricultura italiana servirá para direcionar a política de desenvolvimento rural financiado pela União Europeia a partir de agora até o ano 2020, com um investimento de aproximadamente 1,5 bilhões de euros.

O empresário Oscar Farinetti, fundador da maior rede italiana de supermercado no mundo – que comercializa massa de tipo capitalista contra o qual deblateram os ambientalistas mais radicais – anunciou que passaria a explorar muitos de seus vinhedos com o método biodinâmico.

Talvez, diz “Il Foglio”, trate-se de uma decisão comercial visando atrair clientes. Até lá a coisa passaria.

O problema, conclui o jornal, é que quando o Ministério da Agricultura ideologicamente ocupado promove a “agricultura biodinâmica” – quer dizer, essa mistura de magia, esoterismo, homeopatia e astrologia – como parte nova do futuro da investigação científica e da agricultura italiana, os empresários inteligentes sentem que, se não entrarem por aí, perderão os indispensáveis apoios de que necessitam.

Vai entrando assim o que alguns já estão chamando de ditadura verde, toda feita de extravagâncias ideológicas, pirâmides de leis e regulamentos que sufocam a verdadeira agricultura e empurra o país para a miséria tribal-comunista.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Os homens? Que as feras os despedacem!
Coitadas das feras assassinas!

Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Luis Dufaur
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Um gorila do zoológico de Cincinnati, nos EUA, pegou um menino de 4 anos que caiu na área de isolamento do animal e o arrastou como uma presa, causando-lhe feridas diante do olhar desesperado de familiares e do público, que nada podiam fazer.

As autoridades do zoológico consideraram necessário usar força letal para abater o perigoso animal de 17 anos e 180 quilos.

A aplicação de tranquilizantes levaria tempo para fazer efeito e poderia causar a reação brusca do gorila e a eventual morte da criança. Esta foi logo hospitalizada e ficou fora de perigo, embora com ferimentos diversos.

Nada de mais razoável em vista das dramáticas circunstâncias.

Nada? Razoável?

Os supostos 300.000 apoiadores do gorila...
Os supostos 300.000 apoiadores do gorila...
Esse raciocínio, baseado no mais básico sentimento de humanidade e compaixão pela criancinha, na iminência de ser despedaçada pelo imenso e feroz símio, carece de sentido para o fanatismo ambientalista.

Em face do sucedido, ele manifestou em diversas oportunidades o ódio anti-humano que certos filósofos formulam em seus livros e ONGs radicais verdes difundem em suas campanhas.

E criticou o Departamento de Polícia de Cincinnati e o zoológico por abaterem o animal.

Os ambientalistas radicais não pararam aí.

No site Change.org passaram a coletar assinaturas contra as autoridades que salvaram a criança, obtendo, segundo diversas fontes midiáticas, entre 100.000 e 300.000 adesões.

Contudo, a conferição após a publicação desses dados só encontrou uma petição defendendo o gorila e pedindo para desativar todos os zoológicos da terra, apoiada por algo mais de 200 pessoas.

O petitório exige demagogicamente: “Não queremos mais a exploração dos animais! Não queremos mais o sacrifício de animais!”

Crocodilos devoram animal.
Crocodilos devoram animal.

Fato análogo e mais grave ocorreu na mesma ocasião em Thornton Beach, no norte do território de Queensland, na Austrália. Duas mulheres quiseram tomar banho à noite numa área infestada de crocodilos marítimos, animais com mais de 4 metros.

Uma delas foi arrastada e devorada por um crocodilo de cinco metros, segundo informou a revista francesa “Le Point”.

Mas a preocupação do deputado federal Warren Entsch, famoso pela promoção do “casamento” homossexual na Austrália, foi de impedir o que ele qualificou um pouco abstrusamente de “debate reacionário”.

Ele acabou fazendo uma apologia dos animais ferozes contra “eventuais represálias” que ele imaginou poderiam acontecer.

Warren pôs a culpa na imprudência das mulheres, apelou para o ditado romano De non vigilantibus non curat prætor (“O juiz não cuida dos despreocupados”), e defendeu que naquele contexto ambiental “é inevitável acabar sendo devorado”. O corpo da vitima não foi encontrado.

Todo ano morrem duas pessoas em consequência de ataques de crocodilos marinhos na Austrália. Essa espécie é protegida desde 1971 pelas leis ambientalistas e se multiplicou muito no norte do país, onde seu número é estimado em 100.000.

Tubarões devoram uma baleia
Tubarões devoram uma baleia
Na Austrália há também uma viva polêmica atiçada pelos militantes ecologistas contra uma norma legal que permite aos pescadores matar baleias assassinas.

As mortes de seres humanos por ataques desses enormes e ferozes cetáceos – que também foram “espécie protegida” – tinham aumentado em número assustador, levando o governo a moderar a lei.

O deputado Warren Entsc, na verdade temia que o governo, pressionado pela opinião pública, aprovasse alguma norma prudencial protetora das vidas humanas e limitadora dessa espécie perigosa.

A preocupação verde é pelos animais danosos ao homem, e raras vezes pelo próprio homem que, na sua filosofia anti-humana, qualificam de “maior predador da Terra”.

Vídeo do episódio do gorila no zoo de Cincinnati




Criancinha japonesa dás costas a leão, e esse pula nela, em zoo




quarta-feira, 1 de junho de 2016

Metade dos adolescentes dos EUA está viciada em celular

De costas um para o outro, absorvidos pelo dispositivo móvel.
De costas um para o outro, absorvidos pelo dispositivo móvel.
Luis Dufaur
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A metade dos adolescentes dos Estados Unidos se julga viciada em seus celulares.

A maior parte deles consulta seus aparelhos pelo menos a cada hora e sente-se pressionada para responder imediatamente, segundo pesquisa da Common Sense Media, difundida pela agência Reuters.

A Common Sense Media é uma associação sem fins lucrativos focada nos efeitos da mídia e da tecnologia em crianças e sua pesquisa ouviu 1.240 pais e crianças.


Segundo ela, a maior parte dos pais está preocupada com o assunto. 59% deles dizem que os filhos com idades entre 12 e 18 anos não conseguem largar seus celulares.

As descobertas ressaltaram a tensão gerada pelo uso intenso desses dispositivos. Cerca de um terço dos consultados afirmaram que brigam todos os dias por causa deles.

Adicção aos dispositivos virtuais é fonte continuada de atritos familiares.
Adicção aos dispositivos virtuais é fonte continuada de atritos familiares.
Está causando conflitos diários em casa”, disse em um comunicado o fundador e presidente-executivo do Common Sense Media, James Steyer.

O levantamento também ressalta a adicção à Internet e suas consequências.

Segundo o Common Sense Media, o hábito de realizar múltiplas tarefas simultâneas pode afetar a capacidade de formação da memória.

Também a falta de interação humana torna mais difícil o desenvolvimento de empatia e o bom relacionamento social com seres de carne e osso.

Crianças dos EUA com idades entre 8 e 12 anos passam seis horas por dia consumindo mídia, enquanto jovens com idades entre 13 e 18 anos passam quase nove horas por dia, segundo o grupo.

Relacionamento virtual substitui o relacionamento humano.
Relacionamento virtual substitui o relacionamento humano.
A pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais e não se limita aos adolescentes. Os pais também estão assumindo grandes riscos.

Cinquenta e seis por cento dos adultos consultados afirmaram que verificam seus celulares enquanto estão dirigindo carro e mais da metade dos adolescentes confirmaram que veem seus pais fazendo isso.

“Descobrimos que pais e filhos estão se sentindo viciados em seus dispositivos móveis”, disse Steyer..


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Milagres de Nossa Senhora e do Santíssimo Sacramento
no terremoto do Equador

Nossa Senhora de Monserrate saiu indene do terremoto, Montecristi
Nossa Senhora de Monserrate saiu indene do terremoto, Montecristi
Luis Dufaur
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Uma imagem de Nossa Senhora de Monserrate emergiu intacta das ruínas da torre de uma igreja a ela consagrada na cidade de Montecristi, no Equador, durante o terremoto de abril, emocionando os fiéis.

Não só a imagem, mas também seu vestido de ouro e sua pequena coroa – símbolo de sua realeza – saíram totalmente intactos.

Nossa Senhora de Monserrate chegou a Montecristi no século XVI, trazida por missionários espanhóis e já tinha sobrevivido a assaltos de piratas e a investidas de governos anticlericais.

Agora, o jornal “The New York Times” conta que ela está atraindo mais fiéis que os milhares que nos meses de novembro vão venerá-la em sua festa.

A imagem de Nossa Senhora de Monserrate tornou-se um símbolo da proteção divina que nunca desfalece.

“Ela é a mãe que cuidou de nós no terremoto”, dizia o pároco Pe. Ángel Toaquiza. “E que ela tenha ficado intacta foi necessário nada menos que um milagre”, acrescentou.

Da igreja nada ficou e o número dos mortos atingiu várias centenas.

Voluntários nos escombros da torre da Basílica em Montecristi
Voluntários nos escombros da torre da Basílica em Montecristi
O ofício pelos defuntos era rezado na rua, aos pés da imagem inexplicavelmente salva.

Ela teria sido enviada pelo imperador Carlos V e deveria ter seguido para Lima, no Peru.

Mas Nossa Senhora teve outros planos.

O navio inexplicavelmente não conseguia sair do porto, até que o capitão decidiu deixar a imagem na cidade.

Muitos milagres lhe eram atribuídos antes do terremoto.

Incontáveis testemunhos da proteção de Nossa Senhora de Montserrate a seus devotos no colossal abalo telúrico falam apenas dos mais recentes.

Durante o mesmo terremoto, na cidade de Playa Prieta, a 200 km de Guayaquil, a superiora das Siervas del Hogar de la Madre, Irmã Estela Morales, de 40 anos, não pensou em salvar sua vida, mas em resgatar o Santíssimo Sacramento presente no sacrário da capela da comunidade, noticiou ACI Prensa.

E foi precisamente isso que a salvou. Esqueceu-se de si e pensou sobretudo em Jesus Cristo, presente verdadeiramente nas Sagradas Espécies. E Jesus cuidou dela.

Assim ficou o convento das irmãs 'Siervas del Hogar de la Madre' de Playa Prieta. Sor Estela saiu viva das ruínas com o Santíssimo Sacramento
Assim ficou o convento das irmãs 'Siervas del Hogar de la Madre' de Playa Prieta.
Sor Estela saiu viva das ruínas com o Santíssimo Sacramento
“Quando ela já tinha o Senhor entre suas mãos – conta um relatório da comunidade – tudo desabou em volta dela, e ela mesma foi cair no andar de baixo. Ela pensou em resgatar o Senhor antes que salvar sua própria vida, e o Senhor a resgatou”.

Outras 10 religiosas ficaram presas entre os escombros. As irmãs Merly, Guadalupe e Mercedes ficaram desaparecidas durante muito tempo sob o entulho.

O socorro demorou pelo acúmulo de ruínas. Elas se animavam entre si rezando e cantando, sobretudo quando parecia que a morte tinha chegado e se sentiam afogadas pela falta de oxigênio.

Mas no terremoto faleceu a Irmã Clare Crockett, bem como as noviças Jazmina, Mayra, Maria Augusta, Valeria e a postulante Catalina.

A imagem de Nossa Senhora da Luz, em Tarqui, Manta, intocada pelo terremoto.
A imagem de Nossa Senhora da Luz, em Tarqui, Manta,
intocada pelo terremoto.
Na paróquia de Tarqui, em Manta, uma das zonas costeiras mais afetadas pelo sismo, a imagem de Nossa Senhora da Luz também permaneceu intacta em sua redoma de vidro depois do funesto terremoto de 7,8 graus de 16 de abril, segundo informou a agência ACI Digital.

A urna da Virgem Maria, padroeira das Oblatas de São Francisco de Sales, não sofreu qualquer dano, apesar de a escola em que estava ter ficado totalmente destruída.

A Irmã Maria del Carmen Gómez, da comunidade de Manta, explicou que

“não foi somente a Virgem que permaneceu intacta dentro da sua urna, mas também Jesus Sacramentado. Estava num pequeno oratório na entrada do colégio e foi sepultado.

Os paramentos litúrgicos usados para a celebração eucarística e outra imagem menor de Nossa Senhora da Luz ficaram intactos”.

Fato análogo aconteceu na paróquia da Virgem do Rosário, na mesma localidade. O templo foi gravemente atingido, mas a imagem de Nossa Senhora que estava na entrada permaneceu em seu lugar.

O fato fez com que os habitantes da cidade refletissem muito.

Também em Tarqui, na paróquia da Virgem do Rosário, a imagem entronizada na fachada ficou em seu lugar enquanto tudo caía.
Também em Tarqui, na paróquia da Virgem do Rosário,
a imagem entronizada na fachada
ficou em seu lugar enquanto tudo caía.
Ainda hoje, como talvez nunca antes, os inimigos da Fé na Presença Real de Cristo na Eucaristia estrebucham, desrespeitando-a e entregando- a para pessoas indignas. Também o inferno ruge contra a devoção a Nossa Senhora.

Até quando durará esta ofensiva satânica?

Será preciso que o mundo caia em ruínas, como nessas cidades equatorianas, para que os homens reconheçam a majestade de Jesus Cristo e de sua Mãe, a Corredentora, que é também a Medianeira de todas as graças e a onipotência suplicante?

Se essa hora tremenda chegar para a humanidade, os exemplos da proteção do Céu àqueles que no Equador foram seus filhos fiéis na adversidade se verificarão em maior escala e de modo surpreendente.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Estado Islâmico esquarteja prisioneiros para vender os órgãos

Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Luis Dufaur
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O Estado Islâmico achou no Corão base para mais atos perversos. Estes consistem, segundo o jornal “El Mundo” de Madri, em arrancar os “órgãos sãos do corpo dos apóstatas” para salvar a vida dos bons e piedosos muçulmanos.

Dessa maneira o comércio de órgãos humanos virou florescente negócio nos confins do califado.

“Há provas nos textos, nos princípios e nas leis islâmicas que respaldam o transplante de órgãos sãos do corpo de um apóstata para salvar a vida de um muçulmano ou substituir algum de seus órgãos danificados”, ensina uma fatwa (edito religioso) assinada pelo Comitê de investigação e fatwas do Estado Islâmico.

O Estado Islâmico controla vastas zonas da Síria e do Iraque sobre as quais está perdendo o domínio. Ele justifica essa crueldade alegando que os militantes feridos e doentes lotam as clínicas.

E os líderes religiosos da facção islâmica manipulam a imensa, confusa e imoral literatura religiosa corânica para justificar os piores crimes.

O decreto religioso que justifica a vivissecção dos “apóstatas” argui que “se os juristas permitiram, quando necessário, o consumo de carne humana para evitar a morte, torna-se até mais apropriado transplantar os órgãos de infiéis para corpos de muçulmanos”, diz “El Mundo”. O decreto relembra que as vidas dos adversários podem ser usurpadas “com total impunidade”.

Os efeitos da fatwa (decreto religioso) de 31 de janeiro de 2015 começaram a ser postos em execução em Mosul.

“Os prisioneiros são obrigados a doar sangue e os condenados à morte sofrem cirurgias prévias à execução para lhes extrair os órgãos desejados”, disse em Bagdá Hashem el Hashimi, especialista em segurança que mantêm contatos em Mosul.

Um ativista local informou do sinistro achado de vários cadáveres de jovens assassinados pelos devotos do Corão, em cujos corpos os parentes identificaram sinais de cirurgia em várias partes.

No ritual xiita do Ashura, pai fere o próprio filho O sadismo é intrínseco ao Corão e ao islamismo e não uma esquisitice de fanáticos.
No ritual xiita do Ashura, pai fere o próprio filho
O sadismo é intrínseco ao Corão e ao islamismo e não uma esquisitice de fanáticos.
Uma página de Facebook dedicada ao Estado Islâmico em Mosul também constatou que o grupo islâmico extraiu órgãos de presos nos hospitais locais de Al Salam y Al Zahraui.

Em Mosul, os jihadistas executaram várias dezenas de médicos que se negaram a executar perversas ordens. Numa das clínicas, os mais próximos do chefe do Estado Islâmico, o “Califa” Abu Bakr al Bagdadi, instalaram um departamento de cirurgia dotado com a última tecnologia e ao que só têm acesso médicos estrangeiros recrutados pela organização muçulmana.

“A finalidade desse setor é trabalhar nos transplantes”, ficou registrado na página de Facebook. O chefe seria um cirurgião alemão que “nunca abandona o hospital”.

“Não temos conseguido seu nome, mas reside no segundo andar do hospital Ibn Sina, junto à sala de operações”, acrescenta a fonte de “El Mundo”.

Os acólitos do Califado teriam praticado pelo menos 183 extrações de órgãos de prisioneiros em pelo menos três instalações sanitárias de Mosul. Médicos forenses da cidade contabilizaram pelo menos 160 cadáveres com os peitos abertos.

Em todos os casos, tratava-se de homens entre 20 e 35 anos. A maioria teve os olhos arrancados. Esta seria uma pena aos acusados de espionagem.

O infame comércio “exporta” os órgãos para outros países.

Uma frota especial de veículos equipados com refrigeradores transporta os órgãos em caixas de isolante térmico para a Síria ou o Kurdistão”, disse Al Hashimi. Ele sublinhou que é um “lucrativo negócio” num momento que o Estado Islâmico está muito precisado de dinheiro vivo.

“Nem Abu Musab al Zarqaui [ex-líder de Al Qaeda no Iraque, embrião do Estado Islâmico] nem Abu Omar al Bagdadi [seu sucessor] permitiram a venda de cadáveres. Foi Abu Bakr al Bagdadi [o atual “Califa”] quem deu a ordem de mudar de opinião”, explica o analista.

O perverso edito religioso, ou fatwa, explica com luxo de detalhes os procedimentos. “A autorização – diz o decreto – vale para órgãos que podem ser extraídos antes e depois da morte. Os que só podem ser aproveitados quando tirados pre-mortem se dividem entre aqueles cuja retirada não é mortal e os que sim. No primeiro caso não está proibido. Tampouco no segundo, porque os mestres islâmicos aprovaram matar o apóstata para se alimentarem com sua carne fresca. Pode-se, portanto, retirar do corpo do infiel tudo o que a gente precisar”.

Falando para a TV iraquiana, Abu Omar al Yazaui, ex chefe de segurança do Estado Islâmico que acabou caindo preso, disse: “Lembro que num hospital muito grande gerido por médicos estrangeiros, entre eles egípcios, recolhiam-se cadáveres para lhes arrancar os órgãos que serviriam para curar combatentes ou vendê-los”.

Os horrores do paganismo islâmico parecem soprados pelo inferno. Aliás, como disse o exorcista de Roma, Pe. Gabriele Amorth, o Estado Islâmico estava sendo inspirado por Satanás! Cfr. Exorcista: “Satanás atrás do Estado Islâmico” Novos e piores demônios irromperam no cenário mundial 


Estado Islâmico destrói vestígios do passado, como fizeram seus predecessores durante séculos de agressões armadas




quarta-feira, 20 de abril de 2016

Mosteiro de santos penitentes vira hotel de divertimentos

A igreja do convento dominicano de Aracena transformada em lobby e salão.
A igreja do convento dominicano de Aracena transformada em lobby e salão.
Luis Dufaur
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Em 1662, a beata Soror María de la Trinidad de Aracena, fundou um mosteiro por ordem expressa de Nossa Senhora do Rosário e de São Jacinto, que apareceram para ela, na província de Huelva, Espanha.

Tratou-se de um mosteiro de dominicanas de clausura estrita.

E isso ficou marcado em cada detalhe do prédio como nas grades das antigas celas, nas paredes de pedra e nas abóbadas de tijolo do antigo coro da igreja barroca.

Grades de antiga cela das freiras de clausura no ex-convento dominicano de Aracena
Grades de antiga cela das freiras de clausura
no ex-convento dominicano de Aracena
A Beata não o viu terminado, mas o mosteiro virou o local mais venerado da cidade.

Agora o convento foi transformado no Hotel Convento Aracena onde as celas de penitência foram mudadas em quartos de luxo.

O coro da igreja foi subdividido em suítes, segundo informou o site “Ocholeguas”, portal de viagens do jornal “El Mundo” de Madri.

O novo conjunto é completado por um SPA que oferecesessões esotéricas de reflexiologia, aromaterapia, banheiras de hidromassagem, sauna e todo tipo de tratamentos relaxantes ou não (sic!).

O ex-convento onde santos afastavam a ira de Deus pelos pecados dos homens, transformado em local de prazeres.
O ex-convento onde santos afastavam a ira de Deus pelos pecados dos homens,
transformado em local de prazeres.
Os mosteiros, especialmente os mais penitenciais como os de clausura, funcionavam como verdadeiros para-raios da cólera divina ofendida pelos pecados dos homens.

O que é que vão atrair esses locais dessacralizados e até profanados num mundo que se afasta cada vez mais de Deus e vai à procura de qualquer espécie de prazer, legítimo ou não, que lhe oferece o pai da mentira?


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Redes sociais estressam e tornam vida menos satisfatória

The Facebook experiment, capa do estudo.
The Facebook experiment, capa do estudo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Sem redes sociais se vive mais satisfatoriamente defende um estudo do Happiness Research Institute, da Dinamarca.

O trabalho se intitula “The Facebook Experiment” e pode ser descarregado gratuitamente em PDF.

A equipe de investigadores responsáveis reuniram os testemunhos de 1.095 usuários de Facebook de entre 16 e 76 anos. 80% deles admite consultar a rede social pelo menos media hora diária. O estudo está focado em Facebook mas os resultados são válidos também para as outras redes sociais.

Os 1.096 voluntários aceitaram se abstiver de Facebook durante uma semana. No fim uma metade disse que seguiria usando a rede social do mesmo modo que antes. Mas a outra metade disse que nunca mais entraria.

A grande diferencia foi detectada no fato que aqueles que se desconectaram passaram a se sentir menos estressados, menos isolados, menos preocupados, e mais sociáveis.

Muitos dos que aceitaram se desligar durante uma semana, contaram que nesses sete dias tinham falado mais com sua família e seus amigos e que tinham aproveitado mais e melhor o tempo.

Redes sociais estressam diz estudo de instituto dinamarquês
Redes sociais estressam diz estudo de instituto dinamarquês
Para os autores, Facebook e plataformas similares só refletem a parte positiva da vida. E explicam: “funcionam como um canal incessante de boas notícias, um fluxo constante das vidas editadas que distorce nossa percepção da realidade”.

“Facebook é uma ficção construída com elementos da vida quotidiana, é uma realidade distorcida porque sublinha o positivo e esconde aquilo que é triste ou desagradável. Fornece a sensação de que cada um faz de sim um espetáculo”. E isso é um engano fonte de frustrações.

A investigação do Happiness Research Institute aponta que deixar de lado Facebook, reduz o estresse, esse esgotamento psíquico que aparece quando a carga de estímulos supera a capacidade de resposta do indivíduo.

“Os usuários estressados de Facebook, deveriam ter estado num regime de superestimulação gerado pela rede social e não percebiam que tanta informação os ‘carregava’ com pesos psicológicos. E essa ‘carga’ se traduz em tensão, ansiedade, tristeza e melancolia. Se compreende que se tenham sentido mais relaxados quando tiraram esse peso de em cima”, explicou ao jornal “Clarin” de Buenos Aires, um médico chefe do Serviço de Medicina do Estresse num hospital da capital argentina.


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Profecia alguma prevê a vinda de Maomé.
Numerosas, precisas e antigas profecias foram confirmadas com o nascimento de Jesus.
A concepção de Maomé foi humana e natural.
Jesus foi concebido de modo sobrenatural, e nasceu de uma virgem.
Numerosas revelações de Maomé serviram para satisfazer seus interesses pessoais, tais como a legalização do casamento com sua nora.
As revelações e a vida de Jesus foram “sacrifícais”, como sua crucificação pelos pecados do mundo.
Maomé não fez milagre algum.
Jesus curou leprosos, deu vista aos cegos, andou sobre as águas, ressuscitou os mortos.
Maomé estabeleceu um reino terreno.
Jesus disse: “Meu reino não é deste mundo”.
Maomé admitiu que suas maiores paixões eram as mulheres, os perfumes e os alimentos.
A principal paixão de Jesus foi glorificar o nome de seu Pai celestial.
Maomé foi um rei terreno que acumulou riqueza, tornando-se o proprietário mais rico da Arábia.
Jesus não tinha onde reclinar a cabeça.
A vida de Maomé foi marcada pela espada.
A vida de Jesus foi marcada pela misericórdia e pelo amor.
Maomé incitou a jihad, ou guerra santa.
Jesus disse que “aqueles que ferirem pela espada, pela espada perecerão”. Um de seus títulos é “Príncipe da Paz”.
Se uma caravana era fraca, Maomé atacava-a, saqueava-a e massacrava-a; se ela era forte, ele fugia.
Jesus disse: “Resplendeça vossa luz diante dos homens, para que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. “Amai os vossos inimigos e abençoai os que vos odeiam”.
Maomé fez apedrejar a adúltera.
Jesus perdoou à adúltera.
Maomé casou com catorze mulheres, incluindo uma menina de sete anos.
Jesus não teve relações carnais.
Maomé admitiu que era um pecador.
Jesus foi livre de todo pecado, mesmo de acordo com o Alcorão.
Maomé não previu sua morte.
Jesus predisse com exatidão a sua crucificação, morte e ressurreição.
Maomé não formou nem nomeou um sucessor.
Jesus designou, instruiu e preparou seus sucessores.
Maomé estava tão incerto sobre a sua salvação que orou setenta vezes por dia, a fim de receber o perdão.
Jesus era a essência da salvação, e disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida! Ninguém vai ao Pai senão por mim”.
Maomé massacrou seus inimigos.
Jesus perdoou os seus inimigos.
Maomé morreu e seus restos mortais estão enterrados na terra.
Jesus ressuscitou dos mortos e ascendeu ao Céu!




Outras diferenças entre Jesus e Maomé


Maomé foi um líder religioso e militar
Jesus foi um líder religioso
Estima-se que Maomé matou 3 mil pessoas, incluindo 700 judeus em Medina em 627.
Jesus nunca matou ninguém
Maomé recebeu um quinto dos prisioneiros capturados em combate, incluindo mulheres (Sura 08:41).
Jesus nunca possuiu escravos
Maomé forçou seus discípulos sob pena de morte a continuarem acreditando nele.
Jesus nunca forçou os discípulos a continuar a crer nEle.
Maomé ensinou vingar os crimes contra a honra, a família ou a religião.
Jesus ensinou a perdoar as ofensas recebidas.
Maomé torturou o chefe de uma tribo judaica.
Jesus nunca torturou ninguém.
Maomé vingou a violência contra ele, ordenando a morte de seus inimigos.
Jesus não vingou a violência praticada contra Ele, mesmo dizendo “Pai, perdoa-lhes” (Lc 23,24).
Para o Islam mártir é quem morre por sua fé enquanto luta e mata os infiéis.
Para os cristãos o mártir é aquele que morre por sua fé.
Todos os califas discípulos de Maomé também foram generais de guerra.
Nenhum dos discípulos de Jesus formou exércitos.
Nos primeiros 300 anos do Islã, os exércitos islâmicos invadiram a Arábia, a Pérsia, a Terra Santa, a África do Norte, a África Central, a Espanha, o sul da França e amplas áreas da Ásia Menor e na Ásia Central.
Nos primeiros 300 anos do cristianismo, houve 10 grandes perseguições contra os cristãos e não houve resistência armada.


(Fonte: La differenza tra Gesù e Maometto, Dietro le Quinte, 25/08/2012. BastaBugie nº.437, 20 janeiro 2016.