quarta-feira, 25 de março de 2015

Zimbabwe e a fome final:
banidos os últimos produtores agrícolas

Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquíssimo pais na miséria
Velho discurso marxista guiou a reforma agrária e jogou o riquíssimo pais na miséria



A reforma agrária no Zimbabwe jogou o país na miséria e na ditadura comunista. Porém, diante da fome, o regime marxista teve que dar astutos passos atrás.

Agora, o ministro do Interior, Joel Biggie Matiza, em discurso público a líderes agrícolas “assentados”, prometeu que a “corrupção” em decorrência da qual 10% das propriedades foram alugadas a diplomatas, a veteranos de guerra e outros capazes de produzir, iria acabar para não prejudicar mais a igualdade prometida pelo programa de reforma agrária, informou o “Zimbabwe News Day”.

Na mesma ocasião, o ministro do Território e Assentamento Agrário, Douglas Mombeshora, anunciou que o governo não permitirá mais que os “brancos” continuem ficando com o grosso da produção nas terras que lhes foram dadas em concessão.

A luta de classe marxista e racial jogou o país no precipício
A luta de classe marxista e racial jogou o país no precipício
“Eles não são os proprietários da terra”, lançou Mombeshora em tom ameaçador.

“O que quer dizer que nós não permitiremos o aluguel de 10% das terras. Não faremos mais acordos com ex-produtores rurais brancos”, acrescentou.

E se os produtores depreciativamente rotulados de “brancos” alugarem suas terras a um “negro” para evitar problemas legais, terão 90 dias para abandonar definitivamente as mesmas.

Matiza acrescentou que o governo dará as terras a seus verdadeiros protetores, quer dizer, aos líderes tribais.

“A reforma agrária se espalhou desde a província de Mashonaland – acrescentou –, mas nossos chefes foram reduzidos a capatazes para fugir da distribuição da terra. Agora, nesta província, vamos proteger o verdadeiro povo contra os opressores” num autêntico discurso de luta de classes.

Destruição de fazendas produtivas em nome do socialismo e da igualdade racial
Destruição de fazendas produtivas em nome do socialismo e da igualdade racial
Ele disse ainda que mais de 20.000 pessoas constam de uma lista pedindo terra.

“Os produtores brancos que estão trabalhando em atividades agropecuárias não serão mais tolerados porque isso é ilegal nos termos da lei do país. As fazendas que excedem o tamanho fixado serão divididas, para se encaixarem dentro do tamanho máximo definido pelo governo”, concluiu.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Acampamentos do Hamas revelam imprudência no ecumenismo com o Islã

Campo de treinamiento do Hamas em Gaza
Campo de treinamiento do Hamas em Gaza



O movimento terrorista fundamentalista Hamas treina mais de 17.000 adolescentes, jovens e adultos entre 15 e 21 anos, em uma dúzia de campos na faixa de Gaza, segundo noticiou “The Washington Post”. 

O treinamento é militar, com armas e explosivos, e a ideologia usa o palavreado do Alcorão.

Porém, o furor e a belicosidade contra os “inimigos sionistas” mais faz lembrar a pregação de Lenine que a de Maomé.

A instrução é fornecida pelo braço militar do Hamas, as brigadas Izzedine al-Qassam. Até o ano passado, o responsável era o braço político, cujas atividades incluíam muitas atividades esportivas, entre elas esportes de praia, e religião.

No último ano, os treinos foram sérios, marciais, com os comandantes vestidos com uniformes camuflados e intercalando gritos de “Allahu akbar” (“Deus é Grande”) nos exercícios.

“The Washington Post” obteve permissão para visitar dois desses campos e tirar fotos da graduação dos terroristas.

Crianças e adolescentes em campo de treino do Hamas
Crianças e adolescentes em campo de treino do Hamas
Os comandantes do Hamas aduziram que os campos visam dar uma opção aos jovens desempregados de Gaza.

Mas disseram, contraditoriamente, que eles não recrutam novos guerrilheiros, embora de seus campos tenham saído alguns.

A al-Qassam é a maior e mais bem equipada milícia de Gaza, com 20.000 ou 25.000 combatentes. Em 2014, num conflito de 50 dias entre Hamas e Israel, morreram 1.000 deles, mas isso não parece ter diminuído o movimento.

A milícia exacerba nos jovens o ódio contra Israel e seus aliados. Eles querem sair para combater e acabar com os israelenses.

E na exaltação, facilmente esse ódio se volta contra o Cristianismo, o Ocidente, os “cruzados”, a um ponto tal que acabam se esquecendo de Israel!

Verdadeiramente não se entende como alguém possa levar a sério um diálogo, um ecumenismo, ou uma oração em comum com o Hamas, se seus dirigentes continuam nesse ódio visando a um morticínio racial e religioso indiscriminado.

Vídeo desses campos distribuído pelo Hamas:



quarta-feira, 11 de março de 2015

Europa abandona centenas de igrejas a usos profanos

A igreja de São José em Arnherm, Holanda, usada para clube de skaters
A igreja de São José em Arnherm, Holanda, usada para clube de skaters


Centenas de igrejas na Europa estão à venda ou já foram reconvertidas em lojas ou bares.

Uma igreja chegou a ser transformada em pista de patinagem e o bispo de Besançon nem esperou vender a sua catedral para organizar nela uma exibição equestre.

A igreja católica de São José, em Arnhem, Holanda, é ponto de encontro de skaters, quando outrora acolhia milhares de fiéis, noticiou o site da Infocatólica.

Moradias, lojas de roupas, supermercado, floricultura, escola circense e até um bar estilo Frankenstein na cidade de Edimburgo (Escócia) são alguns dos exemplos da degradação em que caíram esses templos outrora sagrados no período "pós-conciliar".

Simultaneamente, o judaísmo ortodoxo se mantém estável e o Islã não pára de crescer.

Exibição equestre na catedral de Besançon, França
Exibição equestre na catedral de Besançon, França
Segundo o centro de investigações Washington Pew Research Center, o número de muçulmanos na Europa cresceu de 4,1% em 1990 para perto de 6% em 2010, podendo chegar a 8% em 2030, quando seriam 58 milhões.

Cerca de 20 igrejas são fechadas anualmente na Inglaterra. Duzentos templos dinamarqueses foram qualificados como inviáveis ou subutilizados, enquanto na Alemanha 515 foram fechados na última década.

Segundo o “The Wall Street Journal”, os líderes católicos holandeses julgam que dois terços de suas 1.600 igrejas católicas serão postas fora de serviço na próxima década.

Ainda na Holanda, 700 templos protestantes fecharão nos próximos quatro anos.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Voluntários islâmicos frustrados e desanimados no Oriente Médio

Inesperadamente uma bomba jogada sobre fanáticos islâmicos em território turco forma uma cruz
Inesperadamente uma bomba jogada sobre fanáticos islâmicos em território turco forma uma cruz


A mídia apresenta quase todos os dias mais alguma forma requintada de crime cruel e perverso praticado pelos mais fiéis seguidores do Corão.

As imagens desses crimes são espalhados no Ocidente cristão pela Internet e pelos órgãos da mídia para incutir terror em seus adversários.

Essa propaganda parece ser o objetivo primordial de tais crimes.

Mas tem também uma finalidade interna dentro do movimento muçulmano fundamentalista.

E é que, segundo escreveram fontes fidedignas e diversas como o jornal “The Financial Times” e órgãos sírios, o desânimo e a deserção estão afetando a facção terrorista do Estado Islâmico (EI).

A realidade não é como no monitor ou no videojogo
A realidade não é como no monitor ou no videojogo
Essa crise interna está pondo à prova a coesão da mais poderosa força jihadista do mundo dos últimos anos e prejudicando a sua ofensiva militar.

No leste da Síria controlado pelo EI, o progresso militar desacelera enquanto cresce a frustração entre militantes considerados parte da força de combate mais disciplinada e eficaz na guerra civil.

O EI ainda tem força: controla faixas de território e progride no Iraque ocidental. Seus combatentes, porém, estão sendo enfrentados pela coalizão dos EUA e por forças locais com ataques aéreos e terrestres, e aquilo que de início parecia fácil ficou complicado.

Alguns líderes do EI foram mortos em ataques aéreos e combatentes curdos interromperam o cerco de cinco meses ao monte Sinjar, no Iraque.
“O moral não está caindo, ele já bateu no chão”, disse um ativista opositor em área controlada pelo EI na província de Deir Ezzor, na Síria oriental.

“Combatentes locais sentem que fazem a maior parte do trabalho, e os combatentes estrangeiros, que pensavam fruir uma aventura, agora estão exaustos”.

Combatentes estrangeiros no ISIS
Combatentes estrangeiros no ISIS
De fato, centenas, talvez milhares de fanáticos islâmicos foram da Europa e dos EUA para combater junto com seus irmãos de religião e de crimes. Na maioria, eles são filhos ou netos de imigrantes maometanos no Ocidente, mas também há europeus pervertidos ao Islã.

Porém, educados no mundo ocidental, achavam que a guerra santa se passaria como num videojogo ou num vídeo, e que eles não teriam muito que sofrer na própria pele, com o papai e a mamãe fornecendo dinheiro e a geladeira cheia.

Mas eles encontraram a realidade e os “heróis” estão sem fôlego.

Um opositor do regime sírio e do EI que não quis ser identificado, disse saber de cem execuções de combatentes estrangeiros do EI, que tentavam fugir de Raqqa, cidade do norte da Síria, capital do Estado Islâmico.

Estrangeiros encontraram que a realidade não era fácil e desertam
Estrangeiros encontraram que a realidade não era fácil e desertam
“O EI se apresentava como incontrolável e vendia a ideia de uma aventura”, disse um oficial americano.

Depois de algumas vitórias rápidas, os estrangeiros do EI questionam a longa e cansativa luta de consolidação de terreno.

Membros do EI em Raqqa revelaram que o grupo criou um policiamento militar para reprimir combatentes que faltam ao serviço. Dezenas de moradias desses “estrangeiros” – sempre apegados a seu celular, Twitter ou Facebook – foram invadidas e muitos membros foram presos.

Eles são obrigados a carregar um documento que os identifica e diz se foram incumbidos de uma missão.

“Em Raqqa, prenderam 400 membros até agora e fizeram documentos para os outros”, diz um militante.

“A situação não é boa”, resmungou o militante, dizendo que os combatentes estão descontentes com seus líderes. “Nós não podemos falar a verdade e somos forçados a fazer coisas inúteis”, afirmou.

A agência Syrian Free Press confirmou que a “polícia militar” do Estado Islâmico executou 100 voluntários estrangeiros.

Estatísticas do New York Times sobre o número de combatentes estrangeiros no ISIS
Estatísticas do New York Times sobre o número de combatentes estrangeiros no ISIS
Teriam chegado à Síria por volta de 11.000 voluntários estrangeiros de 74 países. O maior número foi da França, Alemanha e Grã-Bretanha. E é desses países onde se verificou o maior número de deserções.

O primeiro ministro britânico David Cameron promete que não permitirá que eles voltem ao país. O Parlamento francês discute leis para lidar com o terrorismo do Oriente Médio e interno, intimamente ligados.

Na Alemanha, um cidadão germano foi condenado a 45 meses de reclusão pela sua participação no EI.

Os “estrangeiros” estão sofrendo baixas, as milícias locais antifanáticas estão reconquistando terreno e libertando prisioneiros, enquanto a aviação aliada bombardeia os combatentes de Alá e de Maomé, que imaginavam um futuro de cinema, cheio de benesses, altos retornos e escravas sexuais!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Austríacos não querem centro “inter-religioso”
financiado pela Arábia Saudita

“Dialogo interreligioso” do KAICIID visaria dissimular a perseguição anticristã na Arábia Saudita
“Dialogo interreligioso” do KAICIID visaria
dissimular a perseguição anticristã na Arábia Saudita


A Arábia Saudita, uma das grandes potências islâmicas, protetora das principais cidades de onde se espalham as falsas crenças de Maomé e do Corão, financia um centro “interreligioso” em Viena, uma das grandes capitais históricas da Cristandade, noticiou Infocatólica.

Viena, que no passado foi objeto de grandes tentativas de conquista da parte dos turcos, está hoje na mira dos fundamentalistas fanáticos, que não escondem sua vontade de fazer o mesmo, pouco importando os métodos: pacíficos ou violentos.

O governo saudita financia o Centro Internacional para o Diálogo Interreligioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz (KAICIID), instituição apoiada politicamente pela própria Áustria, pela Espanha e até pelo Vaticano.

Porém, vozes representativas da quase totalidade das tendências político-ideológicas da Áustria não querem saber desse Centro e publicam claramente suas razões.

O sentimento geral é de que não faz sentido que a Arábia Saudita mantenha um “centro de diálogo” em Viena enquanto oprime os cristãos e os ativistas da liberdade de expressão em território saudita.

Por isso, os partidos do governo e da oposição exigem abertamente o fechamento desse centro perturbador, inaugurado em novembro de 2012. E têm sobradas razões para isso.

Por exemplo, nos últimos dias, o blogueiro e ativista pela liberdade saudita Raef Badawi padeceu as primeiras 50 chibatadas públicas de um total de mil a que foi condenado por escrever artigo comparando diversas religiões.

Badawi, de 30 anos, está preso desde 2012. Sua página Web foi fechada, a Justiça islâmica o acusa de insultar o Islã, e sua mulher teve que fugir com os três filhos, exilando-se no Canadá.

Enquanto organizações pelos direitos humanos fizeram uma manifestação de protesto diante da embaixada da Arábia Saudita em Viena, o “Centro interreligioso” sequer emitiu uma nota a respeito do brutal tratamento dado ao blogueiro saudita.

Não é difícil os islâmicos sentirem sua religião por baixo em qualquer comparação que venha a ser feita com outras. E por isso não toleram e reagem com violência desproporcionada.

Para surpresa dos estrangeiros, o cardeal-arcebispo de Viena, Dom Christoph Schönborn, defendeu esse centro da intolerância e de anticristianismo, alegando que fechá-lo seria “contraproducente”.

O arcebispo não espantou os austríacos, pois ele vem há tempo protagonizando gestos “novo estilo” que escandalizam profundamente os fiéis.

Contudo, o primeiro-ministro Werner Faymann pede a investigação desse centro “interreligioso”, que, segundo ele, “não cumpre com as tarefas e atividades para as quais teria sido fundado”.

Por sua vez, o ministro de Relações Exteriores, Sebastian Kurz, criticou o suspeito Centro em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.

Em um comunicado que soou muito insincero, o Centro disse que seu papel é “mediar, moderar e fomentar o diálogo interreligioso”. Um “diálogo” que pune com mil chibatadas a quem o pratica sinceramente não faz sentido.



O suspeito Centro mantém sua sede num histórico palácio no centro de Viena e acolhe representantes das principais religiões do mundo. Enquanto o Islã não decide decepar-lhes a cabeça, como temem os austríacos clarividentes.

Para os críticos, o Centro tem um objetivo propagandístico: melhorar a imagem internacional da Arábia Saudita, país fundamentalista na sua Constituição, mas ambíguo na sua política face ao Ocidente.

Ali não existe nenhuma liberdade de culto, e se os cristãos forem pegos rezando privadamente, podem ser condenados até à morte.

Qual é o sentido desse diálogo e desse ecumenismo “interreligioso”?

Torna-se cada vez mais difícil não constatar que se trata de um palavreado para amolecer os católicos, até o dia em que o furor dos assassinos fanáticos se abata sobre eles.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Santa Teresinha e a parábola do escritor Saint-Exupéry






O escritor e aviador francês Saint-Exupéry (1900-1944) descreve simbolicamente em seu livro Vol de Nuit (voo da noite) a situação da pessoa que, almejando colocar-se acima das misérias terrenas, procura com avidez alcançar o sublime. Vamos primeiro ao texto, que comentaremos depois.

Imagina ele um aviador de nome Fabien voando em meio a uma tormenta que parece arrastá-lo para o sorvedouro:

“E foi num momento destes que algumas estrelas brilharam sobre a sua cabeça, num rasgão da tempestade [...]. Sua fome de luz era tal, que Fabien subiu. [...]

Sofrera tanto em busca duma luz, que já não largaria mesmo a mais confusa. Sentindo-se afortunado com aquele pobre clarão, seria capaz de dar voltas, até cair morto, em torno daquele sinal do qual andava faminto. E ei-lo subindo até os campos de luz.

“Elevava-se pouco a pouco, em espiral, num poço que se abrira acima dele e se fechava debaixo dele. E à medida que subia, as nuvens iam perdendo a sua cor escura de lama, passavam a seu lado como vagas cada vez mais puras e brancas. Fabien emergiu.

“Foi imensa a sua surpresa, a claridade era tal que o ofuscava. Teve de fechar os olhos durante alguns segundos. Nunca imaginara que de noite as nuvens pudessem ofuscar. Mas a lua cheia e todas as constelações transformavam-nas em vagas deslumbrantes.

“No mesmo instante em que emergia, o avião recuperou subitamente a calma, uma calma que parecia extraordinária. Nenhuma onda o fazia inclinar-se.

Como um barco que transpõe o dique, entrava em águas reservadas. Encontrava-se num canto do céu ignorado e escondido, como a baía das ilhas bem-aventuradas.

Abaixo dele, a tempestade constituía um outro mundo de três mil metros de espessura, percorrido por rajadas, por trombas d’água, por relâmpagos, mas oferecia aos astros uma face de cristal e neve.

“Fabien tinha a sensação de ter chegado a limbos estranhos, pois tudo se tornava luminoso: as suas mãos, o seu vestuário, as suas asas. [...]

“Aquelas nuvens, abaixo dele, refletiam toda a neve que recebiam da lua. E também as da direita e da esquerda, altas como castelos. Corria um leite de luz, em que a tripulação se banhava. [...]

Mil braços obscuros o tinham largado. Tinham-se quebrado as cadeias, como as de um prisioneiro que deixam caminhar só, por um instante, entre flores. ‘Belo demais’, pensava Fabien, enquanto vagueava no meio de estrelas amontoadas como um tesouro” (Antoine Saint-Exupéry, Vol de Nuit, Gallimard, 1972).

* * *

O que dizer?

Esse sublime existe, e ele se reflete nas coisas que nos cercam.

Tudo o que existe de belo, verdadeiro e bom nesta Terra é reflexo de uma realidade superior, que Deus criou para os que O amam, e que encontraremos plenamente desabrochada no Céu.

Aqui na Terra, esses aspectos sublimes, que espelham a Deus, encontram-se misturados com o horrendo, o mau e o errado, por efeito do pecado original e dos pecados atuais dos homens, e também pela ação diabólica que a tudo quer corromper.

Pode haver épocas ou situações em que as semelhanças da sociedade terrestre com o Céu predominem, e outras em que os reflexos do Inferno nos flagelem, como a atual.

Mas em qualquer tempo existirão os dois mundos –– o do belo e o do horrendo –– muitas vezes mesclados.

Felizes aqueles que souberem distingui-los, para detestar o feio e admirar o belo. Mais ainda, para serem lutadores em favor do bem e da verdade, contra o mal e o erro.

Os que se encantam com a beleza, a verdade e o bem, onde quer que eles se encontrem, esses preparam suas almas para o Reino de Deus.

A mais acertada conclusão desta “visão” de Saint-Exupéry não nos é dada pela bela descrição simbólica que ele faz –– e que permanece no terreno meramente natural –mas sim pelo escrito singelo de Santa Teresinha do Menino Jesus: “Por cima das nuvens o céu é sempre azul”.

E para a carmelita de Lisieux, este céu que paira sobre as nuvens é o Céu dos Bem-aventurados.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Islamitas praticam o crime corânico,
mas relativistas não desistem de capitulação

“A bandeira do califado ondeará sobre Jerusalém e Roma”,
ameaçou o pasquim do Estado Islâmico

Multiplicam-se no Ocidente os gestos moles, dialogantes e ecumênicos face ao Islã. Gestos esses que os islamitas se encarregam de pôr no ridículo e mostrar sua improcedência e inabilidade, e que não estão longe de se transformar em capitulação culposa.

“O Estado Islâmico está aqui para ficar, apesar do descaso dos cristãos, judeus, politeístas e apóstatas. Ele continuará se estendendo por todos os cantos da terra”.

Assim dizem seus seguidores no último número de sua revista panfleto em inglês “Dabiq”, de acordo com informações do diário espanhol “El Mundo”.

Ao longo de suas páginas, os fanáticos, que se exibem como os mais sinceros e corretos seguidores do Corão, tecem um vasto leque de louvores às suas criminosas conquistas na Síria e no Iraque, e prelibam futuras capitulações e cumplicidades nos gestos ecumênicos de líderes religiosos e civis ocidentais.

“A bandeira do califado ondeará sobre a Meca e Medina, sobre Jerusalém e Roma, para vergonha dos judeus e dos cruzados”, ameaçou o pasquim.

"Deus é só para os islâmicos"
"Deus é só para os islâmicos"

Intuindo que sua bravata não será replicada pelos patrocinadores ocidentais moles e ecumênicos do diálogo, eles acrescentam:

“A sombra deste abençoado pendão cobrirá toda a terra, enchendo-a com a verdade e a justiça do Islã, erradicando a falsidade e a tirania das sociedades ímpias que não fazem da religião do Corão o centro de sua vida”.

Com seus crimes cruéis e generalizados contra pessoas e populações indefesas eles já demonstraram o que entendem por esse palavreado.

Porém, não faltarão teólogos e eclesiásticos que tentarão interpretá-las de modo benigno, com algum tratado de moral debaixo do braço.

No mesmo número, ‘'Dabiq’ comemora a adesão ao Estado Islâmico de numerosos movimentos piedosamente atrelados ao Corão na ‘guerra santa’ no Sinai, na Líbia, na Argélia, no Iêmen e na Arábia Saudita.

O sonho de invadir a Espanha, especialmente a Andaluzia, voltou a ser sublinhado nessa edição do panfleto. Já no número anterior, os combatentes da guerra santa anunciavam sua intenção de expandir o criminoso império do Corão “da Espanha até a Indonésia”.

Para o islamismo, os gestos ecumênicos são sinal de fraqueza dos cristãos e convidam a atacar com maior furor
Para o islamismo, os gestos ecumênicos são sinal de fraqueza dos cristãos
e convidam a atacar com maior furor
Os sinais da cultura islâmica que restam na Espanha como troféus da conquista católica servem, porém, de pretexto para “justificar” a alucinada invasão.

Segundo a CIA, o Estado Islâmico contaria com 30.000 extremistas armados. Outras fontes falam em até 200.000, número provavelmente exagerado mas que beneficia a propaganda de guerra anticristã.

O histórico dos crimes hediondos, como execuções coletivas sumárias, decapitações, crucifixões e mutilações, não impressionam os pregadores ocidentais do ecumenismo e do diálogo.

Estes prosseguem abrindo as portas da cidadela, pregando que o deus (Alá) – que ordena esses crimes – é o mesmo Deus dos cristãos, Nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu na Cruz para nos trazer o doce jugo da Igreja e da Civilização Cristã.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Relaxar a moral e a pastoral da família?
Veja os desastrosos resultados do protestantismo histórico

Inglaterra. Primeira bispa anglicana. Fiéis fogem em debandada.
Inglaterra. Primeira bispa anglicana. Fiéis fogem em debandada.


Atrair fiéis relaxando os preceitos morais e as “pastorais” matrimoniais? Lutero, Calvino, Zwinglio e compinchas já o tentaram. Com que resultado?

O blog italiano Rossoporpora apresentou dados estatísticos sobre o protestantismo histórico que falam por si próprios.

Na Alemanha, pátria de Lutero, os protestantes somavam em 1990 29,4 milhões e constituíam 36,9% da população. Em 2004, eles caíram para 26,2 milhões e 31,5%. Com a entrada do “casamento” homossexual, em 2013 eles eram 23,3 milhões e 29%.

Os católicos, muito exageradamente apontados como rigoristas, somavam 28,5 milhões e 35,4% em 1990; em 2013, eles eram 24,2 milhões e 30%.

De 2004 a 2013, os batismos protestantes despencaram de 236.000 para 187.000, e os casamentos desceram de 59.000 para 49.000. No mesmo período, a participação no culto dominical desceu dos exíguos 4% para 3,5%.

Na Suíça de Zwinglio, Calvino e Forel, em 1970 os protestantes constituíam 48,8% da população, dois pontos acima dos católicos. Em 2000, sua degringolada atingiu 33,9% e, em 2013, 26,9%.

Os católicos, influenciados pelo relaxamento do ambiente pós-conciliar, também caíram: de 46,7% em 1970 passaram a 42,3% em 2000, e a 38,2% em 2013. Apesar de tudo, tornaram-se o grupo religioso majoritário.

Em 2012, na Suíça e na Alemanha, o protestantismo registrou mais apostasias que o catolicismo.

Na Holanda, os protestantes constituíam 35,9% da população em 1971, mas em 2010 só eram 15,6%. Os católicos gangrenados pelo progressismo também desceram, embora um pouco menos: de 40,4% passaram para 24,5%, permanecendo o maior grupo religioso.

Abandono das igrejas na Republica Checa inspirou esta 'obra de arte' de pesadelo de Jakub Hadrava.
Abandono das igrejas na Republica Checa
inspirou esta 'obra de arte' de pesadelo de Jakub Hadrava.
Na Dinamarca, na Suécia, na Noruega e na Finlândia, países oficialmente protestantes – luteranos na sua maioria –, os católicos constituíram sempre minoria muito pequena.

Esses países exibiam maiorias protestantes superiores a 80%. Hoje, na Suécia, os não crentes ostensivos são 45%, enquanto na Noruega, com o “casamento” homossexual deteriorando, eles constituem 33%.

Na Finlândia, logo após o Parlamento aprovar a união sodomítica, mais de 13.000 protestantes abandonaram suas comunidades.

Na Grã-Bretanha, em 1983 os anglicanos representavam 40% da população, mas em 2012 só eram 20%. Os católicos diminuíram de 10% para 9%.

Após o sacerdócio feminino anglicano, três bispos e 50 sacerdotes se converteram à Igreja Católica.

Os anglicanos também aceitaram as “bispas” e anunciaram padres e bispos homossexuais, além do aprovar a bênção do “casamento” homossexual.

Resultado: em 2013, a participação dos anglicanos nos cultos dominicais caiu de 1,2 milhões para 800.000, ficando por baixo do número dos católicos que assistem à Missa.

Esses números apontam a falsidade da suposição de que se pode atrair fiéis acolhendo a imoralidade e o relativismo sexual.

Pelo contrário, a prática séria e exigente dos Mandamentos divinos como o Magistério Tradicional da Igreja sempre ensinou é a única via para atrair e salvar as almas sinceramente ávidas do Bem, da Verdade e da Fé.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Dezenas de milhares de italianos manifestam pela família sem ligar para as agressões LGBT

Bologna: violências, insultos, agressões. A estrema esquerda  e a agenda LGBT parecem não ter outros argumentos
Bologna: violências, insultos, agressões. A estrema esquerda
e a agenda LGBT parecem não ter outros argumentos

Centenas de pessoas que se manifestavam em silêncio pela família foram agredidas verbal e fisicamente por militantes da agenda homossexual e agitadores anarquistas em diversas cidades da Itália noticiou a agência “LifeSiteNews”.

O fato se repetiu nas cidades de Bolonha, Turim, Gênova, Aosta e Rovereto. Os católicos manifestavam segundo o método dos “Sentinelle in Piedi” (sentinelas de pé), popularizado na França na onda das “Manif pour tous” contra o “casamento” homossexual e a agenda socialista pró-LGBT.

Essas manifestações aconteceram em 100 cidades italianas com a participação de 10.000 pessoas.

Em Rovereto, no Norte, apesar de a manifestação contar com a aprovação das autoridades, os partidários da agenda LGBT, após diversas provocações de tom anarquista, atacaram com socos e pontapés, mandando para o hospital o Pe. Matteo Graziola e uma moça não identificada.

“Sentinelle in Piedi” manifestam em silêncio pela família, em Cremona.
“Sentinelle in Piedi” manifestam em silêncio pela família, em Cremona.
Em Bolonha, análogo ataque foi protagonizado pela organização nacional homossexual Arcigay, cujos membros insultaram, cuspiram, jogaram garrafas e lixo, inclusive com risco para as crianças presentes.

De modo incompreensível, a polícia removeu os manifestantes pacíficos pela família. Mas ela própria acabou sendo atacada pelos militantes LGBT, que romperam as barreiras.

Estes levavam bandeiras do Partido de Refundação Comunista e da Juventude Comunista.

Cenas semelhantes aconteceram em Turim e Aosta.

Em Gênova, os ativistas LGBT atacaram até com cães um grupo de ‘Sentinelas’ que ouviam em silêncio a leitura de um livro na Piazza De Ferrari.

O ato, que havia sido convocado “pela família e pela liberdade de expressão”, também foi perturbado com mímicas e palavreados de tipo erótico, insultos, gritos e bombas de gás.

O movimento dos ‘Sentinelas’ não está ligado a nenhum partido ou organização e nasceu durante manifestações de protesto contra um projeto de lei “anti-homofobia” de caráter repressivo e anticatólico.

Os ‘Sentinelas’ “observam a sociedade” e “denunciam qualquer tentativa de destruir a humanidade e a civilização”, manifestam-se silenciosamente de pé, e visam a “proteção da família natural baseada na união de um homem e uma mulher”, explica o grupo.

Toni Brandi, um dos organizadores do movimento, contou que o movimento homossexual está ficando cada vez mais agressivo e lamentou que a polícia não protegeu devidamente os manifestantes pacíficos contra a violência LGBT.

Brandi disse que a associação “Juristas pela Vida” prepara um arrazoado para o Ministério da Justiça.

“Eles nos ameaçam, nos atacam, nós não reagimos, somos obrigados a interromper nossa manifestação, a polícia não intervém, nada faz durante os ataques.

“Mas imagine se por acaso um de nós fizer algum mal a uma lésbica, ele seria imediatamente preso”, disse Brandi.

“Sentinelle in Piedi” diante do famoso Pantheon, Roma
“Sentinelle in Piedi” diante do famoso Pantheon, Roma
Brandi apontou as semelhanças com os anos 70, quando a esquerda promovia badernas e a mídia lhe dava cobertura. Ele qualificou as provocações anarquistas, comunistas e homossexuais contra os ‘Sentinelas’ de obra de “ativistas profissionais”.

“Você pode ter certeza de que se um de nós reagir será preso. Esses grupos são ricos, têm as costas bem quentes, sólidos suportes no governo, na União Europeia e no Conselho da Europa”, acrescentou.

Porém, os ‘Sentinelas’ não dão sinal de arrefecer. As provocações reforçam neles a certeza de que estão defendendo direitos realmente importantes para a família e a civilização, que a extrema esquerda quer destruir.

Agressões gratuitas, golpes, insultos. Extrema-esquerda e agenda LGBT agindo em Bologna contra simples populares pacíficos, mal defendidos pela polícia.




quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sacerdote professor de Cracóvia denuncia “homo-heresia” promovida por “homo-mafia”

Pe. Dariusz Oko, docente de Teologia na Pontifícia Academia de Cracóvia
Pe. Dariusz Oko, docente de Teologia
na Pontifícia Academia de Cracóvia
Luis Dufaur


Cava-se na Igreja uma “homo-heresia” apoiada numa “homo-mafia”, isto é, a presença em todos os níveis da hierarquia eclesiástica, incluída a Cúria Romana, de uma rede de religiosos homossexuais que se acobertam mutuamente.

A afirmação é do professor Pe. Dariusz Oko, docente de Teologia na Pontifícia Academia de Cracóvia, Universidade João Paulo II, ao jornal “La Stampa” de Turim.

O sacerdote elaborou um trabalho reproduzido pelas revistas teológicas “Fronda”, da Polônia, e “Theologisches” da Alemanha.

O Pe. Oko sublinha as dificuldades que encontram sacerdotes e seminaristas que procuram se livrar do acosso dessa heresia e da respectiva máfia a que pertencem certos colegas.
“Quando apelam para o vice-chanceler ou para outro superior, pode ser que estes sejam removidos em lugar dos ‘homo-seminaristas’. Ou quando o vigário tenta proteger os jovens, pode acontecer de ele ser punido”, porque as instâncias superiores às quais apelou fazem parte do grupo de pressão.
O autor acrescenta que têm fundamento as indiscrições que circulam nos palácios vaticanos segundo as quais a “homo-mafia” teria uma extensão internacional e envolveria centenas de clérigos em todos os níveis.
Pe. Dariusz Oko, docente de Teologia na Pontifícia Academia de Cracóvia
Pe. Dariusz Oko ensina Teologia
na Pontifícia Academia de Cracóvia
Segundo o professor e sacerdote polonês, “a homo-heresia consiste numa recusa do Magistério da Igreja Católica sobre a homossexualidade. Seus propugnadores não aceitam que a tendência homossexual seja uma perturbação da personalidade. E põem em dúvida que os atos homossexuais sejam contra a lei natural. Os defensores da ‘homo-heresia’ são a favor do sacerdócio dos homossexuais. A ‘homo-heresia’ é uma versão eclesiástica do homossexualismo.”

O Pe. Oko apontou que no período pós-conciliar, e especialmente a partir dos anos 70 e 80, esse grave erro se infiltrou em seminários e mosteiros do mundo todo em decorrência das ‘novas teologias’ e de seu modo de justificar os desvios morais.

O movimento modernista passou a recusar a castidade, a abstinência dos atos impuros, o celibato, e afinal aprovou que a sodomia não é obstáculo para a ordenação sacerdotal.
Em face desse erro – a Igreja já venceu inúmeros – o professor diz que “o fato fundamental é que o Magistério da Igreja católica não muda. A homossexualidade não é conciliável com a vocação sacerdotal. Em consequência, não só está rigorosamente vedada a ordenação de homens com qualquer tipo de tendência homossexual (ainda que transitória), mas também sua admissão no seminário”.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Retrospectiva 2014: a sinistra irrupção do fanatismo islâmico: do Oriente ao coração da Europa

Militantes do Estado Islâmico assassinam vilmente prisioneiros de guerra no Iraque
Militantes do Estado Islâmico assassinam vilmente prisioneiros de guerra no Iraque

(Excertos de “2014: Na orla da III Guerra Mundial?” publicado na revista CATOLICISMO, janeiro de 2015, http://catolicismo.com.br/)

A partir dos últimos anos, insistentes denúncias davam conta de que na Síria o extremismo islâmico financiado pelo Ocidente praticava sádicos morticínios de cristãos e destruía igrejas e santuários milenares. Em abril, as fotos de sete cristãos crucificados tiveram farta divulgação na Internet (FSP, 3-5-14).

Uma série de crimes hediondos, filmados ou fotografados com sádico realismo, inundou as redes de comunicação: os mais estritos observantes do Corão ufanaram-se pela degola de mulheres e crianças, bem como de agentes humanitários e jornalistas ocidentais. Também chacinaram muçulmanos que consideravam insuficientemente observantes.

Em Paris, janeiro 2015, multidão silenciosa repudia início de guerra interna promovida pelo Islã
Em Paris, janeiro 2015, multidão silenciosa repudia início de guerra interna promovida pelo Islã
O Patriarca católico caldeu, Dom Louis Rafael Sako, denunciou: “Cerca de 100 mil cristãos, horrorizados e em pânico, fugiram de suas aldeias e casas apenas com a roupa que tinham vestida. É um êxodo, uma verdadeira Via Sacra, cristãos, incluindo doentes, idosos, crianças e grávidas, estão caminhando a pé, no calor ardente do verão iraquiano, para se refugiarem nas cidades curdas. Estão enfrentando uma catástrofe humanitária e o risco de um verdadeiro genocídio” (ACI, 8-8-14).

Feroz atentado abriu o ano 2015 em Paris e no mundo
A diplomacia vaticana lamentou e pediu esforços concretos ao Ocidente. Mas quando os EUA passaram a concretizar tais esforços bombardeando os bárbaros islamitas, foram advertidos pelo Papa Francisco com as seguintes palavras: “É lícito interromper uma agressão, mas não bombardear”. (Ansa, 18-8-14).

Na Nigéria, os adeptos do Corão assassinaram milhares de católicos, e sequestraram meninas cristãs por grupos de até mais de 200 para vendê-las como escravas em mercados. Bom número delas conseguiu fugir e denunciou as sevícias que padeceram.

Só na diocese de Maiduguri, os islâmicos mataram 2.500 católicos e forçaram a migração de 100.000, dentre os quais 26 dos 46 sacerdotes diocesanos, 200 catequistas e mais de 20 religiosas.

As moças sequestradas foram mais de 200, cinco conventos foram abandonados, mais de 50 paróquias foram destruídas e 40 delas ocupadas pelos fundamentalistas do Boko Haram (AF, 20-11-14).


Em todo o país, cerca de 11.000 católicos já foram martirizados e 1,5 milhão exilados.

O recrutamento de milhares de militantes islâmicos provenientes da Europa e dos EUA, filhos de imigrantes ou ex-cristãos pervertidos ao Islã, levantou o temor da expansão do conflito à própria Europa ou aos EUA.

Multitudinária manifestação em Dresden contra a penetração islâmica na Alemanha
Grandes manifestações anti-islâmicas aconteceram então na Alemanha, notadamente no fim do ano em Dresden e Colônia.

Nesta última cidade o clero da catedral católica mandou desligar as luzes para se desolidarizar do protesto popular.

Simultaneamente aconteciam contra-protestos favoráveis ao islamismo promovidos pela esquerda católica, movimentos LGBT e anarquistas de tendências diversas.

Terroristas islâmicos assassinam policial francês ferido e indefeso
Terroristas islâmicos assassinam policial francês ferido e indefeso, Paris
O assassinato dos jornalista de Charlie Hebdo em Paris no início de 2015 patenteou o grau de proximidade de uma guerra suja feita de atentados e represálias pró e contra o Islã no próprio coração da Europa.

Nessa funesta hipótese, as pregações católicas progressistas vindas até dos mais altos degraus da hierarquia eclesiástica durante décadas terão uma parte de responsabilidade colossal na hora do juízo de Deus e da História.