segunda-feira, 27 de março de 2017

Entre 2.000 e 3.000 religiosos
abandonam anualmente a vida consagrada

A igreja de São Judas Tadeu em Montreal, Canadá,
transformada em academia de fitness, interior e exterior.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Dom José Rodríguez Carballo, secretário da Congregação vaticana para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, vem aplicando a nova linha pastoral alegadamente “misericordiosa” do Papa Francisco.

Essa linha implica em estimular a mundanização das ordens religiosas, mas também em hostilizar as ordens religiosas austeras e cheias de espírito sobrenatural que atraem autênticas vocações.

O caso lancinante ainda não resolvido e um o dos mais clamorosos é o dos Franciscanos da Imaculada, ramos masculino e feminino.

Porém, ele disse deplorar a fuga de padres e freiras das ordens religiosas, escreveu o site Vatican Insider, que partilha a linha teológica pastoral adolescente que esvazia seminários e conventos.

Mons José Rodríguez Carballo
Mons José Rodríguez Carballo
Em reunião plenária de sua Congregação, discutiu-se com alarme a autêntica “hemorragia” de padres e freiras que se verifica na Igreja, especialmente nas ordens e dioceses que mais afrouxaram os costumes eclesiásticos com a ilusão de atrair jovens com uma imagem “moderna”.

“Se o Papa fala de ‘hemorragia’ quer dizer que o problema é preocupante, não só pelo número, mas pela idade dos novos candidatos”, na sua maioria vocações tardias.

“As cifras dos abandonos nos últimos anos prosseguem constantes”, continuou. “Entre 2015 e 2016 tivemos por volta de 2.300 abandonos de religiosos e religiosas por ano”, acrescentou. 

Ele especificou os números precisos das causas dessas desistências, que em não poucos casos são apostasias acompanhadas de escândalo.

O mesmo Dom Rodríguez Carballo, que já ocupava o cargo de secretário de referido dicastério vaticano, havia informado em 2013 que mais de 3.000 religiosos e religiosas estavam abandonando anualmente a vida consagrada, segundo informara o “Vatican Insider”.

Em artigo publicado no L’Osservatore Romano, o alto dignitário citou 11.805 dispensas emitidas por sua Congregação em cinco anos, com uma média anual de 2.361 casos. Por sua vez, a Congregação para o Clero, havia concedido no mesmo período mais 1.188 dispensas das obrigações sacerdotais e 130 das obrigações do diaconato.

O total somado indicava que em cinco anos abandonaram hábitos e batinas 13.123 religiosos ou religiosas, ou 2.624 cada ano.

Os números engrossam com os casos cuidados pela Congregação para a Doutrina da Fé, de religiosos ou sacerdotes que renegaram a Fé.

A igreja do Espírito Santo em Limoilou, Canadá, agora serve de sede permanente da Escola do Cirque de Québec.
A igreja do Espírito Santo em Limoilou, Canadá,
agora serve de sede permanente da Escola do Cirque de Québec.
Então, explicou o bispo vaticano, o número mais aproximado, mas bastante seguro, superava os 3.000 religiosos e religiosas que abandonaram a vida consagrada, a qual haviam prometido seguir até o fim de seus dias.

Dom Rodríguez Carballo tentou justificar essa espantosa recusa do chamado de Jesus Cristo e de sua Igreja aduzindo a mentalidade de zapping hodierna.

O argumento de longe incompleto não convenceu, mas serviu de emplastro para tampar a espantosa chaga aberta e infeccionada.

Entrementes, o prelado continua com a política “pastoral” de hostilizar, “comissariar” e/ou fechar conventos e seminários fervorosos que se enchem de candidatos pela sua adesão disciplinar, moral e teológica aos ensinamentos tradicionais da Igreja, e que por isso mesmo são mal vistos no “pontificado da misericórdia”.



segunda-feira, 20 de março de 2017

Arcebispo italiano: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”

Mons Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompei: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”
Mons Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompei:
“Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”
Luis Dufaur
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Mons. Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia (Itália), condenou incisivamente durante uma palestra a chegada massiva de imigrantes islâmicos à Europa, noticiou o site espanhol Infocatólica.

O arguto prelado identificou a maior culpa pelo drama não nos invasores, mas nos europeus cristãos que lhes abrem não somente os portos e postos de fronteira, mas também as portas da sociedade, produzindo vazios populacionais e de Fé que os seguidores do Corão preenchem com o auxílio de líderes religiosos e civis.

“Em mais dez anos vamos ficar todos muçulmanos por culpa da nossa estultice. A Itália e a Europa vivem no ateísmo, fazem leis contra Deus e promovem tradições próprias do paganismo”, disse.

Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islã”, acrescentou o bispo emérito de Pompeia.

“Temos uma fé cristã débil. A Igreja não age bem e os seminários estão vazios. Tudo isso pavimenta a estrada para o Islã. Eles têm filhos e nós não. Estamos numa decadência total”, prosseguiu.

Segundo as estatísticas oficiais, em 1970 só havia dois mil muçulmanos na Itália. Hoje eles são mais de dois milhões.

O bispo questionou as ajudas econômicas que organizações eclesiásticas, estatais, europeias e ONGs estão fornecendo aos invasores, enquanto os italianos pobres católicos não são auxiliados.

“Ajudamos logo os que vêm de fora e esquecemo-nos de muitos anciãos italianos que catam alimento nas lixeiras. Eu, se não fosse sacerdote, estaria protestando nas praças”.

Como pode ser que tantos imigrantes, em vez de agradecer pela comida que lhes damos, jogam-na na rua e passam horas mexendo em seus celulares e até organizam distúrbios?” – perguntou.

O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria comanda a batalha de Lepanto. Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França
O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria
comanda a batalha de Lepanto.
Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França
Em entrevista ao jornal católico online La Fede Quotidiana, Dom Liberati lembrou que o bispo polonês Pieronek também afirma que a “'Europa corre o risco de ser islamizada”, informou Il Giornale de Milão.

Qual é então a solução?

É uma, aliás, a única. Porém, ela encoleriza os falsos cristãos. Mas o arcebispo emérito de Pompeia defendeu-a corajosamente:

Para deter o Islã, que é uma ameaça, devemos todos lembrar aquele glorioso espírito de Lepanto e de Viena que nos permitiu salvar o Ocidente pela mediação de Maria e recitação do Rosário.

“Nós estamos aqui tentando fazer um diálogo impossível e fantasioso com aqueles que querem nos submeter porque nos tratam de infiéis.

“O Islã se baseia no Corão, que prega a submissão dos infiéis. Eu não quero morrer islâmico e sustento que todos nós deveremos empunhar a espada da fé e da verdade.

O Islã é violento porque o Corão é violento; acabemos com a crença de que existe um Islã moderado”, concluiu.


Arcebispo: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”





segunda-feira, 13 de março de 2017

Bispo nigeriano difundiu o terço para liquidar o Islã. E deu certo!

Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria
anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Luis Dufaur
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O presidente nigeriano Muhammadu Buhari confirmou que os últimos bastiões da guerrilha Boko Haram, que pretendia estabelecer um califado na África nos moldes do ISIS, foram esmagados no bosque de Sambisa, no estado de Borno, nordeste do país.

Desde que iniciou a guerra de expansão islâmica há sete anos, o Boko Haram assassinou mais de 20.000 pessoas e provocou a fuga de mais de dois milhões, noticiou o jornal Clarín, de Buenos Aires.

Ele chegou a controlar vastas áreas do nordeste da grande e populosa Nigéria, e aspirava criar um califado regido pela sharia (lei islâmica) aplicando o esquema de seus aliados do ISIS do Iraque e da Síria.

O governo nigeriano anunciava há tempos que os tinha derrotado, mas os ferozes atentados corânicos continuavam cada vez mais sanguinários.

Por sua vez, o vizinho Níger confirmou que dezenas de membros do Boko Haram que fugiam da Nigéria, se entregaram às autoridades do sul do país, confirmando a derrocada do movimento terrorista, informou a agência Reuters.

Várias outras centenas de terroristas do mesmo movimento já se tinham rendido às autoridades do Chade no fim de 2016.

O que concorreu para uma virada tão radical e a derrocada do movimento muçulmano?

Nada acontece sem uma causa. E o exército nigeriano vinha sendo acusado pela população de moleza e ineficácia contra os terroristas.

Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória
sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Uma pessoa, porém, anunciava sua iminente ruína e fornecia a mancheias a arma para acabar com a sanguinária horda maometana.

Esse homem é Dom Oliver Dashe Doeme, bispo católico de Maiduguri, a “capital” dos terroristas.

Enquanto a diocese era dominada pelo terror, o corajoso prelado pregava a reza do Rosário implorando a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria para acabar com o flagelo muçulmano.

O jovem e destemido bispo não hesitava em sair às ruas de batina e cruz peitoral, difundindo a prática do terço e inspirando respeito até entre a população muçulmana.

Há dois anos, enquanto rezava o terço em sua capela privada, ele disse ter visto a Jesus que convocava todos os católicos a rezar o Rosário para se libertarem do terrorismo do Boko Haram.

Até colegas do episcopado nigeriano ficaram espantados pela intrepidez do bispo da “capital do terror”. Sua iniciativa parecia “louca” aos olhos do mundo e dos católicos moles.

Mas agora que o exército nigeriano liquidou inesperadamente os assassinos insurgentes, o povo se volta para Dom Dashe Doeme e sua pregação. E ele diz que o mérito todo é de Nossa Senhora.

“Antes – declarou ele ao Catholic Herald – os milicianos do Boko Haram estavam por toda parte. Agora eles não estão em lugar nenhum. O Boko Haram será liquidado logo, sobretudo por causa das orações de nosso povo”.

Segundo o bispo, Jesus Cristo lhe teria dado uma espada, e ao pegá-la ela se transformou imediatamente num terço. E Nosso Senhor lhe disse: “O Boko Haram irá embora”.

Dom Oliver levou a mensagem a sério, “consolando o povo de que Nossa Mãe está conosco”.

O povo de sua vasta diocese ficou com a certeza de “que o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal. O Boko Haram é o mal, ISIS é o mal.

“À medida que abrimos espaço para Nossa Senhora, especialmente rezando o Rosário, que é a mais rezada das devoções marianas, nós sairemos vitoriosos”.

Dom Oliver instalou a recitação do Rosário diário em todas as escolas, famílias e paróquias da diocese.

E explicou ao Catholic Herald, referido por Life Site News, que o Rosário “fez maravilhas, liberou nações”.

Ele citou como exemplo a batalha de Lepanto, em 1571, quando as forças navais católicas derrotaram uma frota do Império Otomano muito mais numerosa.

E aqui no Ocidente, onde estão os bispos ou mais altos hierarcas que preguem o Terço para acabar com a praga do terrorismo e da cristofobia?

Onde está a fé e a devoção a Nossa Senhora?

Emporcalhada no contexto neopagão do Carnaval por mãos sacerdotais, arcebispais e cardinalícias?

O que pode atrair esse emporcalhamento blasfemo?


segunda-feira, 6 de março de 2017

Freira revolucionária blasfema na TV contra Nossa Senhora ecoando teólogo, mas é repudiada por irmãs

Sor Lucía Caram. faz a ponte entre a revolução social e a blasfêmia.
Sor Lucía Caram. faz a ponte entre a revolução social e a blasfêmia.
Luis Dufaur
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Sorriso alvar de orelha a orelha, simpatia artificiosamente imitada das estrelas do jet-set, engajada em “movimento sociais” e no separatismo esquerdista da Catalunha, a freira dominicana Lucía Caram vem dando grandes escândalos na Espanha.

Nascida na Argentina, ela teve que sair porque seu extremismo ideológico lhe atraiu as ameaças do populismo kirchnerista hoje em desgraça, que a considerou esquerdista demais, noticiou Infobae.

Após numerosos escândalos, agora saiu blasfemando contra a Virgem Maria e São José no programa de televisão Chester in love, dizendo que não foram nem virgens nem castos.

A freira blasfema acusou a Igreja de ter apresentado negativamente o tema do sexo, como um “tabu considerado supersticiosamente como algo sujo e oculto”. Ela cavalga espalhafatosamente a onda libertária que diz inspirar-se na exortação post-sinodal Amoris Laetitia.

Pouco antes, o teólogo jesuíta espanhol Juan Masia sofismou contra a virgindade de Nossa Senhora no site Periodista Digital. 

O jesuíta escarneceu ainda dos catecismos tradicionais que ensinavam o dogma tradicional da Igreja sobre a gloriosa virgindade da Mãe de Deus. Ele criticou os bons manuais católicos, porque “diziam inapropriadamente ‘virgem, antes, depois e durante o parto’; hoje não podemos pensar assim”.

A religiosa dominicana debochou do Espírito Santo como se fosse o “avô” de Jesus, e acrescentou que Nossa Senhora e seu castíssimo esposo viviam um namoro, como hoje é dito, “normal”.

O bispado de Vic desautorizou a soror Lucía, sem nomeá-la pessoalmente nem reparar as ofensas feitas à Virgem e a São José. Ela respondeu com escusas esfarrapadas.

Horrorizadas pelo escândalo degradante e blasfemo de uma irmã religião 'novo estilo'.
Horrorizadas pelo escândalo degradante e blasfemo de uma irmã religião 'novo estilo'.
Com espírito de fé e devoção a Nossa Senhora, as religiosas dominicanas de Caleruega, Espanha, cidade natal de São Domingos de Gusmão, fundador dos dominicanos, condenaram os insultos da religiosa “novo estilo”, noticiou o site Infobae.

“Com imensa dor, vemo-nos na necessidade de nos pronunciarmos sobre o escandaloso programa televisivo protagonizado por uma ‘irmã’ nossa de hábito, que demonstrou que sequer partilha o nosso Credo.

“Condenamos e recusamos as palavras e o péssimo exemplo de soror Lucia Caram. (...) vivemos com grande sofrimento esta agitação midiática que está destruindo nossa imagem e, mais grave ainda, confundindo o povo cristão, que não deixou de ter discernimento para saber que essa mulher não nos representa”.

As religiosas deploram o “espetáculo degradante e humilhante para toda a Ordem Dominicana, cujo fundador se destacou por um grande amor à Virgem Maria”. Aliás, foi Nossa Senhora quem deu o Rosário a Santo Domingo, devoção que ele promoveu em toda a Igreja.

“Não podemos continuar silenciando algo que causa tanto escândalo. Os superiores devem tomar as medidas oportunas, pelo dever de correção e exemplo para os que estão sendo enganados”.

Infelizmente é de se temer que a falsa máxima “quem sou eu para julgar” acabe prevalecendo, deixando a blasfêmia impune ou promovendo-a, e as boas religiosas de Caleruega acabem sendo punidas.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Islâmicos profanaram 50 imagens católicas na Alemanha em 2016

Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld. Fonte: Polícia de Coesfeld.
Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld.
Fonte: Polícia de Coesfeld.
Luis Dufaur
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Em 2016, mais de 50 imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Nossa Senhora e dos santos foram desfiguradas ou destruídas em várias cidades da Alemanha.

Os atentados só foram revelados em 8 de dezembro, num relatório da emissora estatal Westdeutscher Rundfunk (WDR) no programa de notícias ‘Lokalzeit Münsterland’, informou a ACI Digital.

Segundo o relatório, as imagens da região de Münster, oeste do país, foram vandalizadas durante meses. Uma imagem do Divino Redentor teve a cabeça e os membros cortados.

Mirko Stein, da polícia de Münster, reconheceu que “muitas pessoas do bairro onde se encontram as esculturas danificadas estão surpresas e assustadas".

“Baseado na intensidade dos atos do perpetrador, é possível concluir que este ato tem uma origem religiosa”, acrescentou.

As autoridades alemãs procuram abafar ao máximo as informações relativas aos crimes e depredações praticados pelos invasores muçulmanos que estão sendo acolhidos pelo governo, por organizações eclesiásticas e por ONGs, de esquerda em geral.

O criminalista alemão Christian Pfeifer acredita que os crimes foram cometidos por alguém que está “furioso” e “odeia a Igreja”. Faltou acrescentar “que lê o Corão”.

O semanário de política e cultura alemão Junge Freiheit informou que 40 capelas e imagens foram violadas no distrito vizinho de Steinfurt durante os dois anos que precederam a atual onda de sacrilégios.

A polícia estima os danos em muitas dezenas de milhares de reais. Ela estava investigando seis suspeitos ligados a extremistas islâmicos. Mas parou, porque três deles voltaram à Síria, um morreu e os outros dois desapareceram.

Dom Janusz Urbanczyk, representante permanente da Santa Sé junto à Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), na reunião desta em Viena (Áustria) para discutir o tema “Combater a Intolerância e as Discriminações aos Cristãos”, exortou as autoridades estatais a “atuar decisivamente” para proteger os cristãos em todos os casos de “intolerância, discriminação, crimes de ódio e incidentes violentos contra indivíduos, comunidades e lugares de culto cristãos”.

Montagem fotográfica de diversos atentados na Alemanha em 2016.
Montagem fotográfica de diversos atentados na Alemanha em 2016.
Porém, o prelado não ponderou que essa “atuação decisiva” é inviável quando nas paróquias, bispados e até desde a Santa Sé os invasores islâmicos recebem estímulos e acobertamentos “ecumênicos” que eles entendem como garantia de impunidade.

Os católicos que protestam contra a violência que destrói sua identidade nacional, cultural e cristã são reprovados pelas mesmas autoridades religiosas.

As estatísticas das agressões contra imagens católicas foram dadas a conhecer pouco antes de um terrorista muçulmano invadir uma feira natalina em Berlim, capital da Alemanha, atropelando os populares com um caminhão roubado, matando 12 pessoas e ferindo outras 50.

Nada indica que as profanações, aliás, típicas da guerra religiosa pregada por Maomé, fundador do Islã, tenham terminado ou arrefecido.

Também nos tempos tremendos da invasão armada islâmica da Península Ibérica, bispos católicos de ortodoxia suspeita estimularam os invasores e exortaram os católicos a baixarem os braços e se deixarem avassalar.

Foi o horrível caso de Dom Oppas, arcebispo de Sevilha, que incitou Don Pelayo a capitular. O rei havia se refugiado com os últimos fiéis na gruta de Covadonga, preferindo a morte a se perverter ao Islã.

Dom Oppas pediu-lhe enganosamente que capitulasse, o que teria como consequência a apostasia da Espanha.

Don Pelayo recusou com palavras heroicas e Nossa Senhora apareceu pessoalmente na batalha. Ela desviava as flechas e lanças dos adeptos do Corão, concedendo uma brilhante vitória às armas católicas.

A vitória de Covadonga foi o início da Reconquista da Espanha.



Vídeo: Islâmicos profanaram 50 imagens católicas na Alemanha em 2016





Vídeo: A vitória de Covadonga





quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Freiras de Cássia deixam santuário de Santa Rita
no centenário de Fátima

O corpo incorrupto de Santa Rita pode ser posto em local seguro
O corpo incorrupto de Santa Rita pode ser posto em local seguro
Luis Dufaur
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As religiosas agostinianas que cuidavam do famoso santuário de Santa Rita e moravam no mosteiro anexo, em Cássia, Itália, escreveram “com o coração cheio de temor” que foram obrigadas a abandonar o mosteiro, bem como a célebre Basílica onde se venera o corpo incorrupto da grande santa italiana, escreveu o acatado jornal de Turim “La Stampa”.

O prédio sofreu graves danos estruturais nos sucessivos sismos de 2016.

“A situação é dramática em Cássia e em todas as cidades atingidas pelo terremoto. […] A terra continua tremendo. Nós todas estamos bem, graças a Deus” – acrescentaram as freiras.

Muitíssimas moradias ficaram inabitáveis, milhares de pessoas estão em abrigos precários, o hospital não oferece segurança e os doentes foram evacuados; as ruas estão desertas e os peregrinos não afluem mais.

As religiosas explicam também que faltam vocações. Não há freiras jovens para fazer os trabalhos da comunidade e a maioria das que ficaram são idosas e requerem muitos cuidados. Boa parte teve que deixar previamente o mosteiro rumo a outro fora da região atingida de Úmbria.

Por essa causa o mosteiro ficou fechado ainda quando, felizmente, a basílica pode ser reaberta no dia 1º de dezembro de 2016.

Os danos em Cássia foram generalizados.
Os danos em Cássia foram generalizados.
O santuário de Cássia é um dos locais de peregrinação mais visitados da Itália. Milhares de fiéis vão pedir todos os anos graças a Santa Rita.

Pela primeira vez na história, a basílica de Santa Rita foi fechada e as freiras deixaram vazio o mosteiro.

De alguma maneira os terremotos de 2016 reproduziram na ordem material os abalos morais que estão derrubando a vida religiosa no período de modernização pós-conciliar.

A Mensagem de Fátima não foi ouvida, nem dada a conhecer em 1960, antes do Concilio Vaticano II, quando ainda havia tempo, segundo transmitiu a Irmã Lúcia.

O drama de Cássia não será uma prefigura dos castigos que estão na iminência de vir sobre um mundo e uma Igreja que não levaram bem a sério as advertências premonitórias de Nossa Senhora aos três pastorzinhos há exatamente um século?

Efeitos do terremoto em Cássia




quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O padre que salvou um tesouro cultural iraquiano
com um terço na mão

Frei Najeeb-Michaeel O.P., exibe um dos documentos salvos
Frei Najeeb-Michaeel O.P., exibe um dos documentos salvos
Luis Dufaur
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No dia 6 de agosto de 2014, enquanto os obedientes adeptos do Corão do ISIS (abreviatura em inglês de Estado Islâmico do Iraque e do Levante) avançavam sobre a cidade crista de Qaraqosh – hoje felizmente recuperada – o frade dominicano iraquiano Najeeb Michaeel se afastava a toda da cidade.

Ele conduzia um carro e era acompanhado por um camião que ele tinha fretado. Nos dois veículos ia um tesouro que acabou sendo salvo das garras da destruição dos fanáticos islâmicos: 3500 manuscritos orientais dos séculos X a XIII, contou ele para o jornal “Clarin”.

O sacerdote os tinha tirado de Mosul, que viraria capital dos seguidores de Maomé, inimigos de toda forma de cultura.

A pequena caravana fez um longo caminho entre o pó e o terror. Conseguiu passar por três controles: um dos próprios muçulmanos do ISIS e dois das milícias curdas, essas mais amigáveis.

Por fim, chegou a Erbil, no Curdistão, onde essa valiosa parte da memória da Mesopotâmia ficou a salvo até os presentes dias.

O Pe. Najeeb Michaeel renovou assim, em pleno III milênio, com uma velha e admirável tradição da Igreja Católica.


Para frei Najeeb-Michaeel O.P., o diálogo com os autênticos adeptos do Islã é impossível.
Para frei Najeeb-Michaeel O.P., o diálogo com os autênticos adeptos do Islã é impossível.
A Igreja, desde os tempos das invasões bárbaras na Europa protegeu e salvou quase todo o acervo da Antiguidade pagã, sobretudo a greco-romana, que assim pode chegar até nossos dias.

“Salvar a memória foi um ato da Providencia, explicou ele. Não foi organizado. Eu estava em Mosul, quando o ISIS avançou sobre a cidade.

“Eu tinha regressado para completar a bibliografia de minha tese de doutorado na Universidade de Friburgo, na Suíça.

“Ajudado por dez jovens de nosso Centro Numérico de Manuscritos Orientais selecionamos textos e fotos antigas, os enrolamos em papelões e os empacotamos em caixas.

“O ISIS ataca às pessoas e à cultura. Não só mata cristãos, yazidis e outras minorias, mas destrói as raízes. Por isso eu venci o medo para proteger esse patrimônio”.

O Pe. Michaeel participou de um colóquio em Buenos Aires promovido pelo Ministério da Cultura argentino, representando o Centro Numérico que dirige.

O frade dominicano preservou e restaurou durante muito tempo valiosos documentos em couro e outros suportes antiquíssimos dos anos 900 a 1300, que pertencem a coleções privadas, instituições culturais e a diversos grupos religiosos.

Entre os textos que ele conseguiu salvar há muitos de origem muçulmano, além de cristãos e yazidis [comunidade étnico-religiosa curda que professa uma crença sincrética, mistura de antigas religiões da Mesopotâmia].

O frade dominicano Najeeb-Michaeel, mostra outro documento salvo.
O frade dominicano Najeeb-Michaeel, mostra outro documento salvo.
Hoje o Pe. Michaeel vive num campo de refugiados em Erbil enquanto aguarda o desfecho da batalha que poderá derrotar o ISIS e liberar sua cidade Mosul.

O religioso dominicano cuida de 250 famílias cristãs e yazidis. É um missionário pregador que também age como curador e protetor da cultura do país.

Interrogado sobre como foi a fuga, ele respondeu com um sorriso.

Nunca deixei de rezar meu terço. Sobre as caixas onde escondemos os documentos antigos ia muita gente fugindo do ISIS.

“Em certo momento senti que a Virgem Maria se tinha sentado no carro e no caminhão. Esse foi meu sentimento.

“Foi providencial que [os guardas islâmicos] não revisassem as caixas. Ali nos levávamos não só a memória do Iraque, mas as da região da Mesopotâmia toda.

“Havia documentos em dez línguas e sobre vinte temas diversos. Havia exemplares antigos da Bíblia e do Corão, textos sobre história, teologia, filosofia, astronomia, astrologia, medicina de plantas, gramática e dicionários, todos manuscritos.

“Além desses documentos também salvamos as câmaras com que os digitalizamos e os discos rígidos dos computadores, mas perdemos tudo o que deixamos em Mosul”.

Incêndio da catedral de Mosul, nessa hora o frei Michael estava desaparecido resgatando documentos históricos.
Incêndio da catedral de Mosul, nessa hora
frei Michael estava desaparecido resgatando documentos históricos.
O sacerdote explicou como venceu o medo diante das ameaças de morte.

“Antes do ISIS, explicou, esteve [a facção terrorista islâmica] Al Qaeda e eu tive que fugir do Iraque porque estava numa lista para ser assassinado.

Mataram a sete religiosos de minha ordem. Acredito ser necessário salvar o patrimônio junto com os homens. É como salvar a árvore com suas raízes.

“Além do mais, o ISIS não quer dialogar, porque antes de falar, mata. Nesses termos é muito difícil considerar um diálogo. Eles impõem três opções: fugir, se converter ao Islã ou ser morto.

“Pelos carros de som davam 24 horas às pessoas para fugir com a roupa do corpo. Se não teriam que se converter ao Islã. E se recusavam, eram mortos.

“Em Mosul assassinaram milhares de homens e milhares de mulheres e meninas foram feitas escravas sexuais”.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O fogo calcinou tudo,
mas o Sagrado Coração de Jesus ficou em pé

Estátua do Sagrado Coração de Jesus, única que sobrou, e em pé, após incêndios florestais em Sevier County, Tennessee (EUA), novembro 2016
Estátua do Sagrado Coração de Jesus, única que sobrou, e em pé,
após incêndios florestais em Sevier County, Tennessee (EUA), novembro 2016
Luis Dufaur
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Jornalistas da rede de TV CNN coletavam fotos das ruínas causadas por pavorosos incêndios florestais que atingiram Gatlinburg e outras cidades vizinhas no estado de Tennessee, EUA.

Foram contabilizados pelo menos treze mortos, mais de cem feridos, por volta de 1.400 edificações destruídas, em consequência do incêndio que um socorrista qualificou de “apocalipse”.

Mas a equipe ficou atônita diante de uma casa no condado de Sevier reduzida a cinzas fumegantes.

Entre os restos calcinados se mantinha de pé uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, manifestamente envolvida pelas chamas, mas que seguia apontando para as chamas de amor de Seu Coração que nunca se extinguem.

Os cinegrafistas constataram que a imagem era a única coisa que tinha sobrado da casa.

Na mesma semana, Isaac McCord, funcionário do parque temático local Dollywood, encontrou uma página parcialmente queimada de uma Bíblia. Nela podia se ler um versículo do livro de Joel:

“19. Clamo a vós, Senhor, porque o fogo devorou a erva do deserto, a chama queimou todas as árvores do campo;” (Joel 1,19)

Muitos julgaram ver no fato um sinal da realização próxima da advertência do profeta Joel, acompanhada de um apelo à penitência e à conversão:

Detalhe da imagem do Sagrado Coração que resistiu miraculosamente
Detalhe da imagem do Sagrado Coração que resistiu miraculosamente
“1. Tocai a trombeta em Sião, dai alarme no meu monte santo! Estremeçam todos os habitantes da terra, eis que se aproxima o dia do Senhor,

2. dia de trevas e de escuridão, dia nublado e coberto de nuvens. (...)

12. Por isso, agora ainda - oráculo do Senhor -, voltai a mim de todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos de luto.

13. Rasgai vossos corações e não vossas vestes; voltai ao Senhor vosso Deus, porque ele é bom e compassivo, longânime e indulgente, pronto a arrepender-se do castigo que inflige”. (Joel 2, 1-13)

Matéria para meditação no centenário das aparições e anúncios de Nossa Senhora em Fátima em 2017 que está chegando.


O canal KLTV entrevistou a Travis Cogdill filho dos moradores da casa onde foi encontrada a imagem do Sagrado Coração de Jesus impertérrita entre a devastação do incêndio.

Seus pais moraram 43 anos na casa que desapareceu. O incêndio chegou furiosamente. Seu pai é um veterano da guerra do Vietnã, mas ele nunca viu fogo igual.

Eles só puderam pegar alguns objetos de estimação e um objeto da árvore familiar do Natal. Não houve tempo para mais nada. Perderam tudo menos a vida.

Travis, voltou depois ao local, e encontrou seu pai apontando para o que – segundo ele – importa verdadeiramente: a imagem do Sagrado Coração de Jesus ainda permanece em pé.

Em meio às devastações, o amor ardente desse Coração sagrado continua derramando suas bênçãos doces, harmoniosas, ordenadoras e hierarquizantes, para os homens que se debatem atingidos por desgraças a que até podem envolvê-Lo a Ele próprio com satânico – mas impotente – furor.


Vídeo: O fogo tudo calcinou, mas o Sagrado Coração de Jesus ficou em pé




quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Da invasão migratória à guerra civil

Enfrentamentos étnicos em Londres
Enfrentamentos étnicos em Londres
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.




O plano era — e continua sendo — de destruir os Estados nacionais e suas raízes cristãs, não para construir um super-Estado, mas para criar um não-Estado, um horrível vácuo, no qual tudo aquilo que ainda tem a aparência de verdade, de bom, de justo, seja tragado no abismo do caos.

Até os mais relutantes começam agora a abrir os olhos. Existe um plano organizado para desestabilizar a Europa por meio da invasão migratória.

Este projeto vem de longe. No fim dos anos noventa, no livro 1900 a 2000. Dois sonhos se sucedem: a construção, a destruição (Fiducia, Roma 1990), descrevi-o através das palavras de alguns de seus “apóstolos”, como o escritor Umberto Eco e o cardeal Carlo Maria Martini.

Eco escrevia:

“Hoje na Europa não estamos diante de um fenômeno de imigração. Encontramo-nos diante de um fenômeno migratório […]

“e, como todas as grandes migrações, terá como resultado final uma reorganização étnica da terra de destino, uma mudança inexorável dos costumes, uma incontenível hibridação que mudará estatisticamente a cor da pele, do cabelo, dos olhos das pessoas”.

O cardeal Martini, por sua vez, julgava necessária “uma escolha profética” para se compreender que “o processo migratório em curso, do Sul cada vez mais pobre para o Norte cada vez mais rico, é uma grande oportunidade ética e civil para uma renovação, para inverter a rota da decadência do consumismo em curso na Europa Ocidental”.

O Cardeal Carlo Martini foi um dos bardos da dissolução cultural da Europa cristã por meio de invasões
O Cardeal Carlo Martini foi um dos bardos
da dissolução cultural da Europa cristã
por meio de invasões
Nessa perspectiva de “destruição criativa”, comentou ele, “não seriam os imigrantes que deveriam integrar-se na civilização europeia, mas seria ao contrário, a Europa que deveria desintegrar-se e regenerar-se graças à influência das etnias que a ocupam […]

“É o sonho de uma desordem criativa, de um choque semelhante àquele que deu nova vida ao Ocidente na época das invasões bárbaras, para gerar a sociedade multicultural do futuro”.

O plano era — e continua sendo — de destruir os Estados nacionais e suas raízes cristãs, não para construir um super-Estado, mas para criar um não-Estado, um horrível vácuo, no qual tudo aquilo que ainda tem a aparência de verdade, de bom, de justo, seja tragado no abismo do caos.

A pós-modernidade é esta: não um projeto de “construção”, como tinha sido a pseudo-civilização nascida do Humanismo e do Iluminismo, e que resultou no totalitarismo do século XX, mas uma utopia nova e diferente: a da desconstrução e tribalização Europa.

O fim do processo revolucionário que durante muitos séculos atacou a nossa civilização é o niilismo; o “nada estruturado”, segundo uma feliz expressão de Mons. Jean-Joseph Gaume (1802-1879).

Os anos se passaram e a utopia do caos se transformou no pesadelo que estamos vivendo.

O projeto de desintegração da Europa descrito por Alberto Carosa e Guido Vignelli em seu documentado estudo A invasão silenciosa. O “imigracionismo”: benefício ou conspiração? (Roma 2002) tornou-se um fenômeno de época.

Quem denunciava esse projeto era chamado de “profeta de desgraça”.

Hoje ouvimos dizer que se trata de um processo incontenível, que deve ser “governado”, mas não pode ser freado.

O mesmo foi dito do comunismo nos anos setenta e oitenta do século passado, até que veio a queda do Muro de Berlim, para mostrar que nada é irreversível na História, exceto, talvez, a cegueira dos “idiotas úteis”.

O plano é destruir os Estados nacionais e suas raízes cristãs
O plano é destruir os Estados nacionais e suas raízes cristãs. Islâmicos atacam à polícia alemã.
Entre esses idiotas úteis devem certamente ser contados os prefeitos de Nova York, Paris e Londres, respectivamente Bill de Blasio, Anne Hidalgo e Sadiq Khan, que em 20 de setembro, por ocasião da Assembleia Geral das Nações Unidas, em uma carta ao “The New York Times” intitulada Our immigrants, our strenght (Nossos imigrantes, nossa força), lançaram um apelo “para se tomarem medidas visando garantir assistência e abrigo seguro aos refugiados que fogem dos conflitos e aos migrantes em fuga da miséria”.

As centenas de milhares de imigrantes que chegam em nossas costas não fogem nem do conflito, nem da miséria.

São jovens com ótima saúde, aparência bem cuidada, sem sinal de lesão ou desnutrição, como acontece com aqueles que vêm de zonas de guerra ou de fome.

O coordenador do antiterrorismo da União Europeia, Gilles de Kerchove, falando em 26 de setembro no Parlamento Europeu, denunciou a infiltração maciça do ISIS entre esses imigrantes.

Pior ainda do que se entre eles os terroristas fossem apenas uma pequena minoria, todos os imigrantes ilegais que desembarcam na Europa são portadores de uma cultura antitética à cristã e ocidental.

Eles não querem integrar-se na Europa, mas dominá-la, se não com armas, através do ventre de suas mulheres e das nossas.

Onde esses grupos de jovens muçulmanos do sexo masculino se estabelecem, as mulheres europeias engravidam, formam-se novas famílias “mistas” submetidas à lei do Alcorão que exigem do Estado mesquitas e subvenção econômica.

Isso é feito com o apoio dos prefeitos, das prefeituras e das paróquias católicas.

A reação da população é inevitável, e em países com alta taxa de imigração, como a França e a Alemanha, está se tornando explosiva.

“Estamos à beira de uma guerra civil”, disse Patrick Calvar, chefe da DGSI, a Direção-Geral da segurança interna francesa, diante de uma comissão parlamentar (“Le Figaro”, 22 de junho de 2016).

O governo alemão, por sua vez, elaborou um “plano de defesa civil” de 69 páginas, no qual se convida a população a fazer estoque de comida e de água, e“preparar-se adequadamente para um evento que poderá ameaçar a nossa existência” (Reuters, 21 de agosto de 2016).

Quem são os responsáveis por essa situação? Devemos olhar para eles em diversos níveis.

Há naturalmente a classe dirigente pós-comunista e de Maio de 1968, que assumiu as rédeas da política europeia; há intelectuais que elaboraram teorias deformadas no campo da física, da biologia, da sociologia, da política; há certos lobbies, a maçonaria, os potentados financeiros, que agem ora na escuridão, ora em plena luz do dia.

Em Lampedusa, 08-07-2013, o Papa Francisco I fez uma increpação contra a Europa que soou como um convite às invasões massivas islâmicas.
Em Lampedusa, 08-07-2013, o Papa Francisco I
fez uma increpação contra a Europa
que soou como um convite às invasões massivas islâmicas.
E é conhecido, por exemplo, o papel do financista George Soros e de sua fundação internacional Open Society.

Após um ataque de hackers, mais de 2.500 e-mails foram roubados do servidor do magnata americano-húngaro e publicados na internet, através do portal DC Leaks.

A correspondência privada substraída a Soros revela o seu financiamento de atividades subversivas em todos os campos, da agenda LGBT aos movimentos pró-imigração.

Com base nesses documentos, Elizabeth Yore, em uma série de artigos em “The Remnant”, mostrou o apoio de Soros, direto e indireto, também ao Papa Bergoglio e a alguns de seus colaboradores mais próximos, como o cardeal Oscar Andres Rodríguez Maradiaga e o arcebispo Marcelo Sánchez Sorondo.

Entre George Soros e o Papa Francisco aparece uma convergência estratégica objetiva.

A política do acolhimento, apresentada como a “ religião das pontes”, em oposição à “religião dos muros”, tornou-se o lema do pontificado de Francisco, a ponto de alguém se perguntar se a sua eleição não foi favorecida com o objetivo de oferecer aos arquitetos da invasão migratória o “endosso” moral de que necessitam.

O certo é que hoje a confusão na Igreja e na sociedade avançam lado a lado.

O caos político prepara a guerra civil, o caos religioso abre caminho aos cismas, que são uma espécie de guerra civil religiosa.

O Espírito Santo, cujas inspirações os cardeais nem sempre seguem no conclave, não deixa entretanto de agir e hoje alimenta o sensus fidei daqueles que se opõem aos projetos de demolição da Igreja e da sociedade.

A Divina Providência não os abandonará.


(Fonte: “Corrispondenza Romana”, 5-10-2016. Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana).


terça-feira, 1 de novembro de 2016

Profissão de fé de São Pedro Canísio S.J.:
“abomino Lutero, detesto Calvino, amaldiçoo todos os hereges”

São Pedro Canísio S.J. (1521-1597) Doutor da Igreja chamado “Martelo dos Hereges”.
São Pedro Canísio S.J. (1521-1597).
Doutor da Igreja chamado “Martelo dos Hereges”.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




São Pedro Canísio S. J. (1521-1597), nascido em Nimega (Holanda), foi o primeiro jesuíta da província alemã da Companhia de Jesus.

É considerado pela Igreja como o segundo mais importante apóstolo da fé católica na Alemanha, após São Bonifácio.

Foi apelidado “Martelo dos Hereges” pela clareza e eloquência com que criticava as posições dos cristãos não católicos. Foi canonizado e proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XI em 1925.

Veja mais sobre a vida de São Pedro Canísio em CATOLICISMO.

Assim reza a Profissão de fé do santo e douto jesuíta:


Professo diante de Vós a minha fé, Pai e Senhor do Céu e da terra, Criador e Redentor meu, minha força e minha salvação, que desde os meus mais tenros anos não cessastes de nutrir-me com o pão sagrado da vossa Palavra e de confortar o meu coração.

A fim de que eu não vagasse, errando como as ovelhas transviadas que não têm pastor, Vós me congregastes no seio de vossa Igreja; colhido, me educastes; educado, continuastes a me ensinar com a voz daqueles Pastores nos quais Vós quereis ser ouvido e obedecido como em pessoa pelos vossos fiéis.

Confesso em alta voz, para a minha salvação, tudo aquilo que os católicos sempre acreditaram de bom direito em seus corações.

Abomino Lutero, detesto Calvino, amaldiçoo todos os hereges; não quero ter nada em comum com eles, porque não falam nem ouvem retamente, nem possuem a única regra da verdadeira Fé proposta pela Igreja una santa católica apostólica e romana.

Uno-me, em vez disso, na comunhão, abraço a fé, sigo a religião e aprovo a doutrina daqueles que ouvem e seguem a Cristo, não apenas quando ensina nas Escrituras, mas também quando julga pela boca dos Concílios Ecumênicos e define pela boca da Cátedra de Pedro, testemunhando-a com a autoridade dos Padres.

Professo-me também filho daquela Igreja romana que os ímpios blasfemos desprezam, perseguem e abominam como se fosse anticristã; não me afasto de nenhum ponto de sua autoridade, nem me recuso a dar a vida e derramar o meu sangue em sua defesa, e creio que os méritos de Cristo podem obter a minha salvação e a de outros somente na unidade desta mesma Igreja.

São Pedro Canísio S.J. col priv. O segundo maior apóstolo da fé católica na Alemanha.
São Pedro Canísio S.J. col priv.
O segundo maior apóstolo da fé católica na Alemanha.
Professo francamente, com São Jerônimo, de ser unido com quem é unido à Cátedra de Pedro, e protesto, com Santo Ambrósio, seguir em todas as coisas aquela Igreja romana que reconheço respeitosamente, com São Cipriano, como raiz e mãe da Igreja universal.

Confesso essa Fé e doutrina que aprendi ainda criança, confirmei na juventude, ensinei como adulto, e que agora, com minha força débil, defendi.

Ao fazer esta profissão, não me move outro motivo senão a glória e honra de Deus, a consciência da verdade, a autoridade das Sagradas Escrituras, o sentimento e o consenso dos Padres da Igreja, o testemunho de fé que devo dar aos meus irmãos e, finalmente, a salvação eterna que espero no Céu e a felicidade prometida aos verdadeiros fiéis.

Se acontecer de eu vir a ser desprezado, maltratado e perseguido por causa desta minha profissão, considerá-lo-ei uma graça e um favor extraordinários, porque isso significará que Vós, meu Deus, me destes a ocasião de sofrer pela justiça e não quereis que me sejam benevolentes aqueles que, como inimigos declarados da Igreja e da verdade católica, não podem ser vossos amigos.

No entanto, perdoai-os, Senhor, porque, instigados pelo diabo e cegados pelo brilho de uma falsa doutrina, não sabem o que fazem, ou não querem saber.

Concedei-me, contudo, esta graça: de que na vida e na morte eu renda sempre um testemunho autêntico da sinceridade e fidelidade que devo a Vós, à Igreja e à verdade, que não me afaste jamais do vosso santo amor, e que esteja em comunhão com aqueles que Vos temem e guardam os vossos preceitos na Santa Igreja romana, a cujo juízo, com ânimo pronto e respeitoso, eu me submeto e toda a minha obra.

Todos os santos, triunfantes no Céu ou militantes na terra, que estais indissoluvelmente unidos no vínculo da paz na Igreja Católica, mostrai a vossa imensa bondade e rezai por mim.

Vós sois o princípio e o fim de todos os meus bens; a Vós sejam dados, em tudo e por tudo, louvor, honra e glória sempiterna. Amém.


(Fonte: Pe. Benigno Hernández Montes, S.J. (1936-1996), “San Pedro Canisio, autobiografia y otros escritos”, Editorial Sal Terrae, Santander, 2004, 366 páginas. Cfr. páginas 121 e 122. Link: CLIQUE AQUI)

Nota do Autor: 97. Esta profissão de fé foi impressa por Canísio em vários de seus livros a partir de 1571, ano em que a publicou por vez primeira em sua Summa doctrinae christianae.

As principais razões desta pública profissão da fé foram que em 1568 espalhou-se em algumas regiões que Canísio tinha ficado protestante e que alguns de seus adversários (como Felipe Melanchton, João Marbach e João Gnyphaeus) afirmavam em seus livros que Canísio defendia a doutrina católica malgrado saber que era falsa.

Nesta belíssima página Canísio manifesta sua firmeza na fé católica, sua adesão inquebrantável à Igreja de Roma e ao Sumo Pontífice, seu rechaço frontal do protestantismo e a disposição a dar sua vida pela Fé católica. (id. ibid., p. 121)

Também em italiano: Corrispondenza Romana, 13 gennaio 2016 - 12:08.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Lutero pensa que é divino

O sono da razão e da Fé em Lutero e em seus seguidores produziu monstros. Francisco Goya, (1746-1828). Museu do Prado, Madri.
O sono da razão e da Fé em Lutero e em sequazes produziu monstros.
Francisco Goya, (1746-1828). Museu do Prado, Madri.




continuação do post anterior: Lutero não e não



Não compreendo como homens de Igreja contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas etc.

Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia?

Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.

Sobre Lutero – a quem caberia, sob certo aspecto, o papel de ponto de partida nessa caminhada para a balbúrdia total – publico hoje mais alguns tópicos que bem mostram o odor que sua figura revoltada espargiria nesse supermercado ou melhor, nesse necrotério de religiões, de filosofias, e do próprio pensamento humano.

Segundo em anterior artigo prometi, tiro os da magnífica obra do padre Leonel Franca S.J., “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 3ª ed., 1934, 558 pp.).

Elemento absolutamente característico do ensinamento de Lutero é a doutrina da justificação independente das obras.

Em termos mais chãos, que os méritos superabundantes de Nosso Senhor Jesus Cristo só por si asseguram ao homem a salvação eterna.

De sorte que se pode levar nesta terra uma vida de pecado, sem remorsos de consciência, nem temor da justiça de Deus.

Numa famosa meditação, Lutero defendeu como sendo seu ideal moral,
a vida do porco no lamaçal.
A voz da consciência era, para ele, não a da graça, mas a do demônio!

1. Por isso escreveu a um amigo que o homem vexado pelo demônio, de quando em quando “deve beber com mais abundância, jogar, divertir se e mesmo fazer algum pecado em ódio e acinte ao diabo, para lhe não darmos azo de perturbar a consciência com ninharias (...)

“Todo o decálogo se nos deve apagar dos olhos e da alma, a nós tão perseguidos e molestados pelo diabo” (M. Luther, “Briefe, Sendschreiben und Bedenken”, e, De Wette, Berlim, 1825 1828 cfr. op. cit., pp. 199 200).

2. Neste sentido, escreveu ele também:

“Deus só te obriga a crer e a confessar. Em todas as outras coisas te deixa livre e senhor de fazeres o que quiseres, sem perigo algum de consciência; antes e certo que, de si, Ele não se importa, ainda mesmo se deixasses tua mulher, fugisses do teu senhor e não fosses fiel a vínculo algum.

“E que se lhe dá (a Deus), se fazes ou deixas de fazer semelhantes coisas?” (“Werke”, ed. de Weimar, 12, pp. 131 ss. cfr. op. cit., p. 446).

3. Talvez ainda mais taxativo é este incitamento ao pecado, em carta a Melanchton, de 1° de agosto de 1521:

“Sê pecador, e peca a valer (esto peccator et pecca fortiter), mas com mais firmeza ainda crê e alegra te em Cristo, vencedor do pecado, da morte e do mundo.

Segundo Lutero, o triunfo de suas ideias religiosas trouxe a expansão de todos os vícios.
Segundo Lutero, o triunfo de suas ideias religiosas
trouxe a expansão de todos os vícios.
Detalhe de "O Triunfo da Morte", de Pieter Brugel.
“Durante a vida presente devemos pecar. Basta que pela misericórdia de Deus conheçamos o Cordeiro que tira os pecados do mundo.

“Dele não nos há de separar o pecado, ainda que cometêssemos por, dia mil homicídios e mil adultérios (“Briefe, Sendschreiben und Bedenken” ed. De Wette, 2, p. 37, cfr. op. cit. p. 439).

4. Tão descabelada é esta doutrina, que o próprio Lutero a duras custas nela conseguia acreditar:

“Nenhuma religião há, em toda a terra, que ensine esta doutrina da justificação; eu mesmo, ainda que a ensine publicamente, com grande dificuldade a creio em particular” (“Werke”, ed. de Weimar, 25, p. 330 cfr. op. cit., p. 158).

5. Mas os efeitos devastadores da pregação assim confessadamente insincera de Lutero, ele mesmo os reconhecia:

“O Evangelho hoje em dia encontra aderentes que se persuadem não ser ele senão uma doutrina que serve para encher o ventre e dar larga a todos os caprichos” (“Werke”, ed. de Weimar, 33, p. 2 cfr. op. cit., p. 212).

E Lutero acrescentava, acerca de seus sequazes evangélicos, que “são sete vezes piores que outrora. Depois da pregação da nossa doutrina, os homens entregaram se ao roubo, à mentira, à impostura, à crápula, à embriaguez e a toda espécie de vícios. Expulsamos um demônio (o papado) e vieram sete piores” (“Werke”, ed. de Weimar, 28, p. 763 cfr. op. cit., p.440).

“Depois que compreendemos não serem as boas obras necessárias para a justificação, ficamos muito mais remissos e frios na prática do bem (...)

“E se hoje se pudesse voltar ao antigo estado de coisas, se de novo revivesse a doutrina que afirma a necessidade do bem fazer para ser santo, outra seria a nossa alacridade e prontidão no exercício do bem” (“Werke”, ed. de Weimar, 27, p. 443 cfr. op. cit., p. 441).

6. Todas essas insânias explicam que Lutero chegasse ao frenesi do orgulho satânico, dizendo de si mesmo:

“Este Lutero não vos parece um homem extravagante? Quanto a mim, penso que ele é Deus. Senão, como teriam os seus escritos e o seu nome a potência de transformar mendigos em senhores, asnos em doutores, falsários em santos, lodo em pérolas!” (ed. Wittemberg, 1551, t. 4 p. 378 cfr. op. cit., p. 190).

Fac-símile do artigo "Lutero pensa que é divino". Folha de S.Paulo 10-01-1984.  Acervo Folha
Fac-símile do artigo "Lutero pensa que é divino".
Folha de S.Paulo 10-01-1984.  Acervo Folha
7. Em outros momentos, a opinião que Lutero tinha de si mesmo era muito mais objetiva:

“Sou um homem exposto e implicado na sociedade, na crápula, nos movimentos carnais, na negligência e em outras moléstias, a que se vêm ajuntar as do meu próprio ofício” (“Briefe, Sendschreiben und Bedenken”, ed. De Wette, 1, p. 232 cfr. op. cit., p. 198).

Excomungado em Worms em 1521, Lutero entregou se ao ócio e à moleza. E a 13 de julho escreveu a outro prócer protestante Melanchton:

“Eu aqui me acuo, insensato e endurecido, estabelecido no ócio, oh dor!, rezando pouco e deixando de gemer pela Igreja de Deus, porque nas minhas carnes indômitas ardo em grandes labaredas.

“Em suma, eu que devo ter o fervor do espírito, tenho o fervor da carne, da libidinagem da preguiça, do ócio e da sonolência” (“Briefe, Sendschreiben und Bedenken”, ed. De Wette, 2, p. 22 cfr. op. cit., p. 198).

Num sermão pregado em 1532: “Quanto a mim confesso – e muitos outros poderiam sem dúvida fazer igual confissão – que sou desleixado assim na disciplina como no zelo, sou muito mais negligente agora que sob o papado; ninguém tem agora pelo Evangelho o ardor que se via, outrora” (“Saemtliche Werke”, ed. de Plochman Irmischer, 28(2), p. 353 cfr. op. cit., p. 441).

O que de comum se pode encontrar, pois, entre esta moral, e a da Santa Igreja Católica Apostólica Romana?


(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de S.Paulo, 10-01-1984)


O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.

O protestantismo evangélico segundo seus fundadores, pelo Pe. Leonel Franca S.J.


Toda a verdade sobre o protestantismo evangélico

Lutero: golpe contra a vontade

O porco no chiqueiro: ideal moral de Lutero!

A contestação protestante demolindo as verdades consoladoras

A recusa da confissão, do perdão e da Eucaristia

Negação do valor das boas obras

Emancipação de todo vínculo moral

Deturpando os Evangelhos

Corrupção dos costumes

Lutero: o “berço do puro Evangelho” virou “foco de abominável corrupção”

Muskulus: “não é possível piorar”

A obra-prima do fanatismo

Degeneração do casamento e desprezo da mulher

Da ‘segunda união’ ao ‘amor livre’ pelo divórcio e a poligamia

Extinguindo a santidade do matrimônio com a pastoral ‘misericordiosa’ de Lutero

O ‘reino do Evangelho’ vira ‘império da embriaguez e de todos os vícios’

Desaparição do amor e do respeito ao pobre

ANEXOS:
Plinio Corrêa de Oliveira

Lutero: não e não

Lutero pensa que é divino