quarta-feira, 20 de julho de 2016

Satânica profanação pública de imagem de Cristo
em Santiago de Chile

Momento da profanação do Santíssimo Crucificado faz lembrar a própria Paixão. Desta vez foi feita em nome da Revolução Cultural gramsciana que se espalha pelo Ocidente
Momento da profanação do Santíssimo Crucificado faz lembrar a própria Paixão.
Desta vez foi feita em nome da Revolução Cultural gramsciana que se espalha pelo Ocidente
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Agitadores do gênero dos Black Blocs, que tentaram deturpar as manifestações antipetistas no Brasil, se aproveitaram de uma manifestação do movimento estudantil chileno – aliás, de fortes tonalidades esquerdistas – para partir ao assalto de igrejas católicas históricas no centro de Santiago.

Num dos atentados, eles arrebentaram as portas da Igreja da Gratidão Nacional, alvo muito procurado pelos agitadores de esquerda.

Além de roubarem objetos religiosos, arrancaram um adorável e grande Crucifixo, arrastando-o até à rua, para cometer em seguida atroz e simbólica profanação, acompanhada de satânica destruição, informou o site Infocatólica.

O Pe. Marek Burzawa, responsável pela paróquia, tinha previsto os incidentes e solicitado proteção policial ao prefeito da cidade. Mas as autoridades do país presidido pela militante socialista Michelle Bachelet mostraram-se pouco alertas e só intervieram quando o mal estava feito.

Consumatum est: o crime horrendo foi praticado. A Misericórdia divina aguarda ainda pela reparação para perdoar. A Justiça divina também aguara sua hora. Quando chegar o dia o que é que vão encontrar na Terra?
Consumatum est: o crime horrendo foi praticado. A Misericórdia divina aguarda ainda
pela reparação para perdoar. A Justiça divina também aguara sua hora.
Quando chegar o dia, o que é que Juiz supremo vai dizer para a Terra?
O pároco culpou a Prefeitura, que autorizara a manifestação, e anunciou o estudo de ações legais. Não temos notícia de reparações religiosas proporcionadas à imensidade da blasfêmia.

Os fautores do crime religioso pretendem ser a vanguarda da mais moderna Revolução Cultural – como o pensador marxista italiano Antônio Gramsci a concebeu.

Essa Revolução é genuinamente ateia e materialista como diz ser?

Do que serve aos militantes do ateísmo e do materialismo espezinhar uma imagem de gesso, que para eles é só matéria?

Na realidade, há um ódio que supera o raciocínio e o mero materialismo: ele provém do mais fundo dos infernos e se volta contra Cristo, a Igreja Católica e seus mais autênticos símbolos e seguidores.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Lord Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva

Sir Nigel Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva
Sir Nigel Lawson: melhor para a Europa que a UE se dissolva
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Lord Nigel Lawson, ministro das finanças britânico de 1983 a 1989, ocupa hoje sua cadeira na Câmara dos Lordes ingleses. Em entrevista ao jornal madrilense “El País”, ele explicou antecipadamente as razões que levariam os súditos de Sua Majestade a votarem pela saída da União Europeia.

A primeira causa que preocupa os britânicos é a perda do controle das próprias fronteiras, controle este que toda nação cônscia de sua soberania deve ter, disse o experimentado político.

Acrescentou que são numerosos os exemplos de que estamos perdendo nossa capacidade de nos governarmos a nós mesmos.

Segundo ele, pode-se aceitar um determinado número de imigrantes, mas não uma imigração ilimitada.

E o que acontece é que no Reino Unido a população cresce mais do que em qualquer outro país europeu, por efeito de uma imigração que não traz beneficio algum. Dessa maneira, a renda per capita vai caindo e os cidadãos estão se empobrecendo.

Outro fator de inconformidade é o fato de as leis excogitadas pelos órgãos da União Europeia passarem por cima de qualquer lei do Parlamento britânico. Da mesma maneira, os acórdãos do Tribunal Europeu de Justiça abalroam e esmagam qualquer decisão das instâncias dos Judiciários nacionais.

Profundamente inglês, Lord Lawson adora a França e por isso nela reside. E acha que o voto pelo Brexit não é contra Europa, mas contra a União Europeia.
O ex-chanceler explica que durante grande parte de sua vida a União Europeia não existiu, e nem por isso ele deixou de gostar da civilização europeia. Do que ele não gosta é da União Europeia, ou UE.

A UE não trouxe nenhuma, mas absolutamente nenhuma harmonia para os povos da Europa, embora declarasse que pretendia fazê-lo.

Abandonar o navio! Para muitos britânicos, e europeus continentais também, a União Europeia entrou numa corrida louca para o fundo dos abismos.
Abandonar o navio! Para muitos britânicos, e europeus continentais também,
a União Europeia entrou numa corrida louca para o fundo dos abismos.
Caricatura de Ben Garrison.
A campanha pela permanência do Reino Unido na federação europeia não ousou dizer que a UE é maravilhosa. Ela apenas explorou o medo pelo desconhecido que aconteceria se o país deixasse a União.

Ninguém com alguma expressão ou peso defende que a Grã-Bretanha devia continuar unida à UE porque esse é um projeto maravilhoso, sublinhou Lord Lawson.

E prosseguiu: “Minha sensação é de que se a UE fez algo de bom, foi no passado. Quando o império soviético veio abaixo, a UE forneceu aos países do bloco soviético uma direção para onde rumar. Mas isso já é passado.

“A UE já cumpriu qualquer objetivo útil para o qual poderia ter servido. Seria melhor para a Europa considerada em seu conjunto que a UE se dissolva. Todos os impérios, e esse é uma espécie de império, acabam se dissolvendo. Não durará para sempre”, explicou.

El acrescentou que o projeto da UE é político e não econômico. Bruxelas está querendo uma união política que a maioria nos povos não quer.

A manchete "Estamos fora!" do Daily Mail sintetizou o brado de alivio da maioria dos britânicos
A manchete "Estamos fora!" do Daily Mail
ecoou o brado de alivio da maioria dos britânicos
Os inimigos do Brexit levantaram o espantalho de uma explosão do Reino Unido após a separação – da Escócia, por exemplo. Mas Lord Lawson acredita que essa não é a ideia do povo escocês.

Para ele, tampouco o Brexit vai significar uma grande catástrofe.

A maior parte do mundo não está na UE e não está morrendo ou sofrendo por causa disso.

Até que para muitos países será melhor estarem fora da EU, e por certo melhor do que os países que estão dentro da União.

O problema não é econômico. O problema é que a UE sempre foi um projeto político, sem dizê-lo claramente, enquanto que a maioria das pessoas não quer isso.

Por isso, é um projeto profundamente antidemocrático. 

E é estúpido tentar que os povos façam parte de um projeto cujos objetivos não compartilham. É um projeto absurdo, sublinhou.

Se opção pela permanência tivesse ganhado, o povo britânico teria acabado se arrependendo amargamente. Ele teria percebido que poderia recuperar a liberdade e que só por medo fracassou na tentativa, conclui o Lord.


quarta-feira, 6 de julho de 2016

O astronauta que levou o Santíssimo para o espaço

Coronel e astronauta Michael S Hopkins.
Coronel e astronauta Michael S. Hopkins.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na Estação Espacial Internacional, apesar de estar cheia de equipamentos robóticos, há um ambiente especialmente procurado.

Trata-se da “Cúpula”, um pequeno módulo com sete janelas, de onde os membros da tripulação podem apreciar espetaculares vistas panorâmicas do nosso planeta, noticiou a agência Aleteia.

O astronauta americano Michael S. Hopkins, “Mike”, coronel católico pertencente à Força Aérea, desejava ansiosamente ir à Cúpula, porque o que via lá o deixava maravilhado.

“Quando você vê a Terra daquela perspectiva e observa toda a beleza natural que existe, é difícil não querer ficar lá e concluir que tem que haver uma força suprema que criou tudo isso“, declarou.

E, para surpresa de muitos, em 2013, na Cúpula, Mike rezava e… comungava!

Isso porque, graças a um acordo especial com a arquidiocese de Galveston-Houston e a ajuda do Pe. James H. Kuczynski, pároco da igreja de Santa Maria Rainha em Friendswood, Texas, o astronauta, que é fiel daquela paróquia, pôde levar consigo uma píxide com seis hóstias consagradas, explicou Aleteia.

Cada uma delas estava partida em quatro pedaços, de modo que ele pudesse comungar uma vez em cada uma das 24 semanas de sua permanência na Estação Espacial Internacional.

“Era extremamente, extremamente importante para mim”, enfatiza Mike, hoje com 47 anos de idade.

O astronauta cresceu em uma área rural nos arredores de Richland, Missouri, filho de pais metodistas. Pouco antes de viajar para o espaço, após aprender o Catecismo, Mike tornou-se católico.

Sua conversão, segundo ele, foi motivada não só porque sua esposa e suas duas filhas adolescentes são católicas, mas porque “eu sentia que faltava algo na minha vida”.

Mike fez duas caminhadas espaciais para trocar uma bomba do módulo, junto com o colega Rick Mastracchio.

Antes de sair da estação, ele comungou.

“O nível de estresse nessas atividades pode ser muito alto”, continua ele, em conversa com a agência Catholic News Service. “Saber que Jesus estava lá comigo, no vazio do espaço, era importante para mim”.

A 'Cúpula' da Estação Espacial Internacional onde o astronauta comungava.
A 'Cúpula' da Estação Espacial Internacional onde o astronauta comungava.
Mike relata que as práticas de fé na estação espacial são comuns, especialmente entre os astronautas católicos, e que existe respeito por elas.

“Meus colegas sabiam que eu tinha a Eucaristia comigo”, reforça ele.

“Eu me coordenava com o meu comandante russo. Ele sabia o que era. Todos sabiam, mas eu não fazia alarde. Eles respeitavam a minha fé e o meu desejo de vivê-la, mesmo lá, na órbita espacial”.

A agência Zenit comentou que as fotos do astronauta rezando naquela “capela espacial”, dentro da “cúpula” que servia de átrio tecnológico de cristal se espalharam pela rede.

O fato lembrou a muitos da Noite de Natal de 1968, quando o astronauta americano Frank Borman, a bordo da Apolo 8 em órbita em torno da Lua, leu ao vivo pela televisão o livro do Gênesis.

Em 1994, os astronautas Sid Gutiérrez, Thomas Jones y Kevin Chilton rezaram juntos no Shuttle, voando a 125 milhas por cima do Oceano Pacífico.

O astronauta Mike Massimino, no ano 2000, quis se confessar antes de partir. Além do mais, levou consigo uma bandeira da Cidade do Vaticano, a qual, de regresso à Terra, entregou ao Papa João Paulo II, reinante nesse momento.

A Sagrada Eucaristia, os Sacramentos e os símbolos católicos, em graus diversos que vão do divino ao humano, têm um valor tal que inspiraram todas as formas de devotamento imagináveis (e inimagináveis) ao longo dos séculos.

Diante dessas manifestações de fé, o que dizer dos que pretendem justificar a distribuição da Eucaristia a quem não está em condições de recebê-la, com grave profanação, sacrilégio e desrespeito?


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Chef vegano recusado pelos pobres das ruas de Bolonha

Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Chef vegano Simone Salvini endeusado pelos 'famosos' foi rejeitado pelos pobres.
Luis Dufaur
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Os pobres moradores de rua que se reúnem diante do Instituto Antoniano de Bolonha, Itália, regido pelos frades franciscanos, mostraram seu descontentamento com a qualidade dos pratos que lhes foram oferecidos recentemente.

Já somos muito pobres, diziam, comemos pouco e mal, antes nos davam frango assado e churrasco para podermos suportar as noites de frio. Mas, agora, o que estão nos dando? Umas saladinhas bem condimentadas.

No centro da polêmica está o chef vegano (vegetariano) Simone Salvini, que foi cozinhar para os miseráveis da cidade, sendo coberto de críticas por eles.

O vegetarianismo, ou veganismo, é uma espécie de religião para o jet-set e os adoradores das modas, sobretudo das mais caras.

No atual pontificado, sob o pretexto de pobreza e de abertura para situações moralmente anômalas, eclesiásticos na moda encontraram a estrada livre para se aprofundar em mundos até agora desaconselhados pela moral católica.

Mas quem sentiu a desordem na pele foram os poveracci e os indigentes de Bolonha, que nada têm a ver com essa revolução religiosa e cultural.

Os frades franciscanos chamaram o guru dos restaurantes veganos de alto custo para introduzir os necessitados na nova tendência do pontificado do Papa Francisco formulada na encíclica “Laudato Si’”.

Segundo o blog a “Nuova Bussola Quotidiana”, os frades de novo estilo parecem ter raciocinado assim: “Posto que eles não têm nada, por certo não vão recusar.

“Além do mais, com todas as celebridades da música, do esporte e do escândalo que aparecem lado a lado com o Papa Francisco, esses miseráveis com certeza se darão por bem alimentados, e terão até a tão procurada cobertura midiática”.

Pobres e sem-teto das ruas de Bolonha reprovaram a comida ecologicamente correta.
Pobres e sem-teto das ruas de Bolonha reprovaram a comida ecologicamente correta.
Mas as crônicas dos grandes jornais, como o “Corriere della Sera”, saíram cheias de comentários de pobres radicalmente opostos aos do jet-set midiático-eclesiástico.

Eles se queixavam “daquele senhor” que na noite anterior só lhes tinha dado pimentões e salada para comer.

Por sua vez, o chef Salvini falou de sua proeza para o próprio “Corriere della Sera”, vangloriando-se da entusiástica aprovação que teriam dado, segundo ele, os pobres da rua, salvo exceções.

Mas o jornal só ouviu lamentações: “Queremos carne. Estamos voltando para a rua, dormimos no relento e precisamos de carne”.

Repolho e rabanetes poderão ser muito bem apresentados e comemorados como obras de arte por ricos, snobs, modelos, esportistas e cultuadores da linha, além dos eclesiásticos miserabilistas e politicamente corretos que engrossaram as fileiras da “última palavra”.

Mas quem frequenta a mesa dos pobres pode ouvir contar dramas e abismos de solidão e desespero que uma folha de espinafre com molho de cenoura não os farão esquecer.

O pobre também tem bom senso. E talvez muito mais que os “famosos” de roupa de grife ou do new look eclesiástico.

Na prática, os midiáticos franciscanos estavam promovendo uma iniciativa de “marketing” para promover o cozinheiro e sua firma, diz o site. E os pobres estavam sendo usados como cobaias de laboratório para uma revolução cultural verde e miserabilista.

Os marqueteiros dos produtos veganos ou crus aguardavam um sucesso de mercado e um retorno garantido, tudo regado com bastante água benta (sem sal) do novo franciscanismo linha “Laudato Si’”.

Não deu certo. A bem dizer, foi um procedimento que indigna as almas que conservam senso moral.

Nada, escreve a “Nuova Bussola Quotidiana”, consola tanto o caído na desgraça quanto o bifinho feito como o fazia sua mãe em casa, não uma vagem de nome exótico, mas aquele prato de nome caseiro que se comia em família.

Terão refletido nisto os frades jogados na onda “a la Francisco” do Instituo Antoniano?

Terão se recusado a prestar-se ao inexcusável jogo de business mascarado de sentimentos bons afins com o novo pontificado?

Os religiosos “pelos pobres” não parecem tão sensibilizados com a desgraça. Já anunciaram outro chef: Massimo Bottura, também ele um astro do jet-set gastronômico, mas esclarecem como consolação que “provavelmente vai pôr um pouco mais de carne”.

O objetivo, porém – observa a “Nuova Bussola Quotidiana” – parece ser o mesmo. A seita miserabilista disfarçada de verde procura a miséria para todos, até para os mais miseráveis.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.

Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.
Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria:
islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.
Luis Dufaur
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A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior. 

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.

Para essa tentativa de ocupação contribui o fato de se ter criado um vazio mental e sociológico na Europa. Não existe no continente uma ideologia forte, explicou o arcebispo, que não explicou qual poderia ser essa ideologia.

“No momento presente, na Europa todos professam o que bem entendem, mas geralmente ninguém acredita em nada. Esse é o terreno ideal para se conquistado pelo Islã” – acresceu Mons. Gyula Márfi.

Em sentido contrário – acrescentamos nós –, há algo que é muito mais que uma simples ideologia concebida por um pensador.

É o conjunto dos princípios indeléveis da Civilização Cristã que fez a grandeza da Europa e do Ocidente, apoiada em três princípios basilares: a Tradição, a Família e a Propriedade.

O arcebispo evocou um episódio esclarecedor:

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior
e querem conquistar Europa.
“Bianka Speidl, que é uma especialista em Islã, contou que numa recente conferência em Londres, um professor muçulmano americano pediu perdão pelos atos terroristas, que projetam uma luz danosa sobre o Islã.

“Então, os estudantes universitários maometanos que estavam presentes em grande número lhe responderam com uma vaia. É necessário meditar sobre isso e levá-lo em linha de conta”, observou o arcebispo.

O Islã não é só uma religião, comenta o site Riscossa Cristiana, mas um sistema totalitário completo político e ideológico que está recoberto por um verniz religioso.

Os nazistas se achavam superiores pela raça, os comunistas pela classe, mas os muçulmanos se consideram superiores por causa dessa religião.

Eles classificam as pessoas segundo esse critério; e nós, que não somos maometanos, mas Kafir (infiéis), somos considerados inferiores por eles.

Nas suas doutrinas, os muçulmanos exibem esta dualidade de conduta. Debaixo de certo ponto de vista, eles agem como se fossem uma minoria, e sob outro ponto de vista, como se fossem a maioria. E por isso agem de modo diverso em circunstâncias diversas em relação aos infiéis (Kafir).

“Se a Europa passa a ser terra da Sharia (Dar al-Islam), então aquilo que foi conhecido como Europa cessará de existir. Temos que pensar nisto”, insistiu o arcebispo húngaro.

Mons. Gyula Márfi disse que essa é sua opinião e que não pretendia gerar uma atmosfera antimuçulmana, mas acha que vale a pena chamar a atenção das pessoas.

Além do mais, esta avaliando se é o caso de apresentar esses seus pensamentos ao Papa Francisco.

Compreende-se que ele tema perder sua arquidiocese e o prestígio de que goza na Hungria.


Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção

 Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Ler em dispositivos virtuais diminui a intelecção.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A procura da saúde e do peso ideal do corpo inspira constantes preocupações, regimes alimentares, exercícios de fitness, etc.

E a saúde da inteligência? Ela existe e é bem mais complicada e importante que a do corpo.

Na poluída – também mentalmente – vida moderna, ela requer cuidados, que são fáceis e instintivos se agirmos bem.

Uma dos mais importantes elementos da vida intelectual é a capacidade de abstração. Afinal, é o que distingue os seres humanos: transformar aquilo que nossos sentidos captam em ideias que residem na alma e que constituem o ponto de partida da cultura e da própria atividade humana.

A leitura só faz sentido para quem é capaz de abstrair, de passar do escrito material à ideia que está contida no escrito.

Porém, as pessoas que leem em plataformas digitais como tablets, smartphones, e até em PCs e notebooks, ficam prejudicadas na sua capacidade de interpretar a informação, isto é, na abstração.

A constatação foi apresentada na ACM CHI 2016, a conferência top mundial sobre a Interação Homem-Computador, acontecida em maio de 2016, em São José, Califórnia.

Vários grupos de especialistas apresentaram suas conclusões, segundo informou o jornal espanhol “El Mundo”.

O laboratório Tiltfactor, departamento interdisciplinar da Universidade de Dartmouth, New Hampshire, apontou que os leitores que usam assiduamente equipamentos virtuais para ler, têm uma forte tendência a se deterem nos detalhes materiais do escrito, mas perdem a capacidade de entender o seu significado.

Geoff Kaufman, principal investigador e professor auxiliar da Universidade Carnegie Mellon, explicou que a capacidade de passar do concreto ao abstrato é decisiva para a autoestima da pessoa e sua habilidade para atingir as metas.

O mais inteligente, que abstraiu mais, vê mais longe, concebe o meio para alcançar seu objetivo, consegue chegar até ele, triunfa e fica satisfeito. Obviamente, aquele que não abstraiu, não vê longe, não define o que quer, não consegue atingir algo que preste, fracassa, às vezes totalmente, e se sente frustrado.

O Prof. Kaufman sublinhou que “é crucial reconhecer o papel que a digitalização da informação teve neste aspecto da cognição”.

“O pensamento abstrato gera mais capacidade de compreender os demais, mais criatividade, enquanto quem fica no concreto cai em generalizações negativas e frustrantes porque recusou o aspecto mais profundo das experiências. O ideal é adquirir flexibilidade entre o raciocínio abstrato e o concreto”, acrescentou o Prof. Kaufman.

O trabalho procurou detectar as diferenças entre a leitura via digital e a leitura analógica, aquela que fazemos com um livro ou, por exemplo, “lendo” os vitrais de uma catedral.

Os especialistas ofereceram às pessoas testadas material de leitura com idêntico tamanho de letra e formato. Só que uns em equipamentos virtuais e outros em analógicos.

Participaram da experiência um total aproximado de 400 pessoas, 300 das quais entre 20 e 24 anos.

O texto narrava uma história breve. No fim, as pessoas foram convidadas a escrever com caneta no papel aquilo que tinham lido, e responder às perguntas sobre a leitura que tinham feito.

As que haviam escolhido a leitura não digital tiveram uma nota 66% acima da média. As que utilizaram o meio digital só acertaram 48%. Porém, nas perguntas sobre aspectos concretos da leitura, os “digitais” acertaram 73% e os não digitais 58%.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

Governo italiano promove esoterismo ecológico

Agricultura biodinâmica entre a astrologia e a superstição.
Mas recusa da tecnologia agrícola racional.
Luis Dufaur
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A confraria “verde” é pródiga em montagens tapeadoras para dissimular até mesmo práticas esotérico-místicas. Na Itália, ela espalhou a “agricultura biodinâmica”, segundo relata Luciano Capone no jornal “Il Foglio” citado pelo site Infocatólica.

O nome faz pensar numa simpática nova forma de melhorar a produção agrícola. Mas a Rede Ibero-americana de Estudo das Seitas (RIES) denunciou que se trata de um artifício cuja estratégia é inocular o esoterismo.

O artigo acrescenta que o Ministério de Agricultura italiano, sabendo ou não do estratagema, acabou “aprovando a bruxaria”.

A “agricultura biodinâmica” foi apresentada na Universidade Comercial Luigi Bocconi, de Milão, como um método de cultura “paranormal” (sic!) inventado num castelo da Silésia em 1924, (Alemanha) pelo notório mestre ocultista Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia.

Sobre as origens esotéricas do movimento ambientalista, veja: O que é a ecologia? 3 – O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

Por causa dessa apresentação, o Reitor pediu desculpas por ter cedido essa prestigiosa universidade para servir de cenário a uma teoria fantasiosa, mas explicou ter recebido pressões até do Ministério da Agricultura, obviamente ligado a setores avançados da revolução cultural.

Segundo “Il Foglio”, o Ministério agiu por convicção ideológica. O governo italiano, que vem promovendo a demolição das instituições cristas italianas como a família, também promove a “agricultura biodinâmica”, tendo-a incluído no “Plano Estratégico Nacional para o desenvolvimento do sistema biológico”.

O vice-ministro Andrea Olivero e o ministro Maurizio Martina haviam anunciado que iam “criar cursos universitários específicos sobre a agricultura biodinâmica” com modalidades que não podem ser consideradas efêmeros gestos políticos à procura de votos e misturando os termos.

Pensador ocultista erigido em mestre de uma agricultura
puxada a bruxaria: Rudolf Steiner
A “agricultura biodinâmica”, explica o jornal, não é senão uma agricultura na qual seus adeptos aplicam substâncias e procedimentos tirados de uma filosofia que mistura astrologia, homeopatia e espiritismo.

Exemplos dessa singular mistura figuram num manual que recomenda preparados diluídos homeopaticamente dentro de bexigas de cervo macho cheias de flores penduradas do teto, ou enterrando chifres de vaca cheios de esterco, na certeza de que energias cósmicas e forças astrais influirão positivamente sobre as plantas e o meio ambiente.

Esta prática nada tem de científica, embora diga tê-lo e até manipule termos sisudos.

Não há sequer um só estudo que tenha demonstrado quais são essas energias do cosmos que entram no “chifre de esterco” enterrado, nem qual é o modo de ação e os efeitos dessa macumba sobre os vegetais.

Os defensores dos ritos biodinâmicos introduziram a antroposofia agrícola de Rudolf Steiner no referido “Plano estratégico nacional” italiano.

Esse Plano oficial, dotado de verbas governamentais, também prevê que a biodinâmica seja objeto de um “aprofundamento profissional e a experimentação em duas Universidades”, além da “constituição de um comitê permanente de coordenação para a investigação”.

Pareceria mais um esquema de corrupção de que o mundo da política está cheio um pouco por toda parte. Mas o apelo a forças ocultas está no coração da nova religiosidade comuno-tribalista que tenta impor-se sob formas ecológicas sedutoras.

O jornal italiano conclui que o mesmo governo que promove no Plano a investigação e desenvolvimento do “chifre de esterco” e dos ritos esotéricos dos discípulos de Rudolf Steiner, obstaculiza ao mesmo tempo com alegações ecológicas as pesquisas em biotecnologia, que poderiam seriamente até salvar culturas típicas em perigo de desaparecer por causa de vírus, bactérias e parasitas cada vez mais ameaçadores.

Enterrando um chifre cheio de esterco para atrair 'energias positivas'. Não é conselho de pajé. É bruxaria diz grupo anti-seitas
Enterrando um chifre cheio de esterco para atrair 'energias positivas'.
Não é conselho de pajé. É bruxaria diz grupo anti-seitas
A orientação de “caráter estratégico” do Ministério da Agricultura italiana servirá para direcionar a política de desenvolvimento rural financiado pela União Europeia a partir de agora até o ano 2020, com um investimento de aproximadamente 1,5 bilhões de euros.

O empresário Oscar Farinetti, fundador da maior rede italiana de supermercado no mundo – que comercializa massa de tipo capitalista contra o qual deblateram os ambientalistas mais radicais – anunciou que passaria a explorar muitos de seus vinhedos com o método biodinâmico.

Talvez, diz “Il Foglio”, trate-se de uma decisão comercial visando atrair clientes. Até lá a coisa passaria.

O problema, conclui o jornal, é que quando o Ministério da Agricultura ideologicamente ocupado promove a “agricultura biodinâmica” – quer dizer, essa mistura de magia, esoterismo, homeopatia e astrologia – como parte nova do futuro da investigação científica e da agricultura italiana, os empresários inteligentes sentem que, se não entrarem por aí, perderão os indispensáveis apoios de que necessitam.

Vai entrando assim o que alguns já estão chamando de ditadura verde, toda feita de extravagâncias ideológicas, pirâmides de leis e regulamentos que sufocam a verdadeira agricultura e empurra o país para a miséria tribal-comunista.


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Os homens? Que as feras os despedacem!
Coitadas das feras assassinas!

Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Gorila arrasta criança no zoo de Cincinnati
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um gorila do zoológico de Cincinnati, nos EUA, pegou um menino de 4 anos que caiu na área de isolamento do animal e o arrastou como uma presa, causando-lhe feridas diante do olhar desesperado de familiares e do público, que nada podiam fazer.

As autoridades do zoológico consideraram necessário usar força letal para abater o perigoso animal de 17 anos e 180 quilos.

A aplicação de tranquilizantes levaria tempo para fazer efeito e poderia causar a reação brusca do gorila e a eventual morte da criança. Esta foi logo hospitalizada e ficou fora de perigo, embora com ferimentos diversos.

Nada de mais razoável em vista das dramáticas circunstâncias.

Nada? Razoável?

Os supostos 300.000 apoiadores do gorila...
Os supostos 300.000 apoiadores do gorila...
Esse raciocínio, baseado no mais básico sentimento de humanidade e compaixão pela criancinha, na iminência de ser despedaçada pelo imenso e feroz símio, carece de sentido para o fanatismo ambientalista.

Em face do sucedido, ele manifestou em diversas oportunidades o ódio anti-humano que certos filósofos formulam em seus livros e ONGs radicais verdes difundem em suas campanhas.

E criticou o Departamento de Polícia de Cincinnati e o zoológico por abaterem o animal.

Os ambientalistas radicais não pararam aí.

No site Change.org passaram a coletar assinaturas contra as autoridades que salvaram a criança, obtendo, segundo diversas fontes midiáticas, entre 100.000 e 300.000 adesões.

Contudo, a conferição após a publicação desses dados só encontrou uma petição defendendo o gorila e pedindo para desativar todos os zoológicos da terra, apoiada por algo mais de 200 pessoas.

O petitório exige demagogicamente: “Não queremos mais a exploração dos animais! Não queremos mais o sacrifício de animais!”

Crocodilos devoram animal.
Crocodilos devoram animal.

Fato análogo e mais grave ocorreu na mesma ocasião em Thornton Beach, no norte do território de Queensland, na Austrália. Duas mulheres quiseram tomar banho à noite numa área infestada de crocodilos marítimos, animais com mais de 4 metros.

Uma delas foi arrastada e devorada por um crocodilo de cinco metros, segundo informou a revista francesa “Le Point”.

Mas a preocupação do deputado federal Warren Entsch, famoso pela promoção do “casamento” homossexual na Austrália, foi de impedir o que ele qualificou um pouco abstrusamente de “debate reacionário”.

Ele acabou fazendo uma apologia dos animais ferozes contra “eventuais represálias” que ele imaginou poderiam acontecer.

Warren pôs a culpa na imprudência das mulheres, apelou para o ditado romano De non vigilantibus non curat prætor (“O juiz não cuida dos despreocupados”), e defendeu que naquele contexto ambiental “é inevitável acabar sendo devorado”. O corpo da vitima não foi encontrado.

Todo ano morrem duas pessoas em consequência de ataques de crocodilos marinhos na Austrália. Essa espécie é protegida desde 1971 pelas leis ambientalistas e se multiplicou muito no norte do país, onde seu número é estimado em 100.000.

Tubarões devoram uma baleia
Tubarões devoram uma baleia
Na Austrália há também uma viva polêmica atiçada pelos militantes ecologistas contra uma norma legal que permite aos pescadores matar baleias assassinas.

As mortes de seres humanos por ataques desses enormes e ferozes cetáceos – que também foram “espécie protegida” – tinham aumentado em número assustador, levando o governo a moderar a lei.

O deputado Warren Entsc, na verdade temia que o governo, pressionado pela opinião pública, aprovasse alguma norma prudencial protetora das vidas humanas e limitadora dessa espécie perigosa.

A preocupação verde é pelos animais danosos ao homem, e raras vezes pelo próprio homem que, na sua filosofia anti-humana, qualificam de “maior predador da Terra”.

Vídeo do episódio do gorila no zoo de Cincinnati




Criancinha japonesa dás costas a leão, e esse pula nela, em zoo




quarta-feira, 1 de junho de 2016

Metade dos adolescentes dos EUA está viciada em celular

De costas um para o outro, absorvidos pelo dispositivo móvel.
De costas um para o outro, absorvidos pelo dispositivo móvel.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A metade dos adolescentes dos Estados Unidos se julga viciada em seus celulares.

A maior parte deles consulta seus aparelhos pelo menos a cada hora e sente-se pressionada para responder imediatamente, segundo pesquisa da Common Sense Media, difundida pela agência Reuters.

A Common Sense Media é uma associação sem fins lucrativos focada nos efeitos da mídia e da tecnologia em crianças e sua pesquisa ouviu 1.240 pais e crianças.


Segundo ela, a maior parte dos pais está preocupada com o assunto. 59% deles dizem que os filhos com idades entre 12 e 18 anos não conseguem largar seus celulares.

As descobertas ressaltaram a tensão gerada pelo uso intenso desses dispositivos. Cerca de um terço dos consultados afirmaram que brigam todos os dias por causa deles.

Adicção aos dispositivos virtuais é fonte continuada de atritos familiares.
Adicção aos dispositivos virtuais é fonte continuada de atritos familiares.
Está causando conflitos diários em casa”, disse em um comunicado o fundador e presidente-executivo do Common Sense Media, James Steyer.

O levantamento também ressalta a adicção à Internet e suas consequências.

Segundo o Common Sense Media, o hábito de realizar múltiplas tarefas simultâneas pode afetar a capacidade de formação da memória.

Também a falta de interação humana torna mais difícil o desenvolvimento de empatia e o bom relacionamento social com seres de carne e osso.

Crianças dos EUA com idades entre 8 e 12 anos passam seis horas por dia consumindo mídia, enquanto jovens com idades entre 13 e 18 anos passam quase nove horas por dia, segundo o grupo.

Relacionamento virtual substitui o relacionamento humano.
Relacionamento virtual substitui o relacionamento humano.
A pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais e não se limita aos adolescentes. Os pais também estão assumindo grandes riscos.

Cinquenta e seis por cento dos adultos consultados afirmaram que verificam seus celulares enquanto estão dirigindo carro e mais da metade dos adolescentes confirmaram que veem seus pais fazendo isso.

“Descobrimos que pais e filhos estão se sentindo viciados em seus dispositivos móveis”, disse Steyer..


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Milagres de Nossa Senhora e do Santíssimo Sacramento
no terremoto do Equador

Nossa Senhora de Monserrate saiu indene do terremoto, Montecristi
Nossa Senhora de Monserrate saiu indene do terremoto, Montecristi
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Uma imagem de Nossa Senhora de Monserrate emergiu intacta das ruínas da torre de uma igreja a ela consagrada na cidade de Montecristi, no Equador, durante o terremoto de abril, emocionando os fiéis.

Não só a imagem, mas também seu vestido de ouro e sua pequena coroa – símbolo de sua realeza – saíram totalmente intactos.

Nossa Senhora de Monserrate chegou a Montecristi no século XVI, trazida por missionários espanhóis e já tinha sobrevivido a assaltos de piratas e a investidas de governos anticlericais.

Agora, o jornal “The New York Times” conta que ela está atraindo mais fiéis que os milhares que nos meses de novembro vão venerá-la em sua festa.

A imagem de Nossa Senhora de Monserrate tornou-se um símbolo da proteção divina que nunca desfalece.

“Ela é a mãe que cuidou de nós no terremoto”, dizia o pároco Pe. Ángel Toaquiza. “E que ela tenha ficado intacta foi necessário nada menos que um milagre”, acrescentou.

Da igreja nada ficou e o número dos mortos atingiu várias centenas.

Voluntários nos escombros da torre da Basílica em Montecristi
Voluntários nos escombros da torre da Basílica em Montecristi
O ofício pelos defuntos era rezado na rua, aos pés da imagem inexplicavelmente salva.

Ela teria sido enviada pelo imperador Carlos V e deveria ter seguido para Lima, no Peru.

Mas Nossa Senhora teve outros planos.

O navio inexplicavelmente não conseguia sair do porto, até que o capitão decidiu deixar a imagem na cidade.

Muitos milagres lhe eram atribuídos antes do terremoto.

Incontáveis testemunhos da proteção de Nossa Senhora de Montserrate a seus devotos no colossal abalo telúrico falam apenas dos mais recentes.

Durante o mesmo terremoto, na cidade de Playa Prieta, a 200 km de Guayaquil, a superiora das Siervas del Hogar de la Madre, Irmã Estela Morales, de 40 anos, não pensou em salvar sua vida, mas em resgatar o Santíssimo Sacramento presente no sacrário da capela da comunidade, noticiou ACI Prensa.

E foi precisamente isso que a salvou. Esqueceu-se de si e pensou sobretudo em Jesus Cristo, presente verdadeiramente nas Sagradas Espécies. E Jesus cuidou dela.

Assim ficou o convento das irmãs 'Siervas del Hogar de la Madre' de Playa Prieta. Sor Estela saiu viva das ruínas com o Santíssimo Sacramento
Assim ficou o convento das irmãs 'Siervas del Hogar de la Madre' de Playa Prieta.
Sor Estela saiu viva das ruínas com o Santíssimo Sacramento
“Quando ela já tinha o Senhor entre suas mãos – conta um relatório da comunidade – tudo desabou em volta dela, e ela mesma foi cair no andar de baixo. Ela pensou em resgatar o Senhor antes que salvar sua própria vida, e o Senhor a resgatou”.

Outras 10 religiosas ficaram presas entre os escombros. As irmãs Merly, Guadalupe e Mercedes ficaram desaparecidas durante muito tempo sob o entulho.

O socorro demorou pelo acúmulo de ruínas. Elas se animavam entre si rezando e cantando, sobretudo quando parecia que a morte tinha chegado e se sentiam afogadas pela falta de oxigênio.

Mas no terremoto faleceu a Irmã Clare Crockett, bem como as noviças Jazmina, Mayra, Maria Augusta, Valeria e a postulante Catalina.

A imagem de Nossa Senhora da Luz, em Tarqui, Manta, intocada pelo terremoto.
A imagem de Nossa Senhora da Luz, em Tarqui, Manta,
intocada pelo terremoto.
Na paróquia de Tarqui, em Manta, uma das zonas costeiras mais afetadas pelo sismo, a imagem de Nossa Senhora da Luz também permaneceu intacta em sua redoma de vidro depois do funesto terremoto de 7,8 graus de 16 de abril, segundo informou a agência ACI Digital.

A urna da Virgem Maria, padroeira das Oblatas de São Francisco de Sales, não sofreu qualquer dano, apesar de a escola em que estava ter ficado totalmente destruída.

A Irmã Maria del Carmen Gómez, da comunidade de Manta, explicou que

“não foi somente a Virgem que permaneceu intacta dentro da sua urna, mas também Jesus Sacramentado. Estava num pequeno oratório na entrada do colégio e foi sepultado.

Os paramentos litúrgicos usados para a celebração eucarística e outra imagem menor de Nossa Senhora da Luz ficaram intactos”.

Fato análogo aconteceu na paróquia da Virgem do Rosário, na mesma localidade. O templo foi gravemente atingido, mas a imagem de Nossa Senhora que estava na entrada permaneceu em seu lugar.

O fato fez com que os habitantes da cidade refletissem muito.

Também em Tarqui, na paróquia da Virgem do Rosário, a imagem entronizada na fachada ficou em seu lugar enquanto tudo caía.
Também em Tarqui, na paróquia da Virgem do Rosário,
a imagem entronizada na fachada
ficou em seu lugar enquanto tudo caía.
Ainda hoje, como talvez nunca antes, os inimigos da Fé na Presença Real de Cristo na Eucaristia estrebucham, desrespeitando-a e entregando- a para pessoas indignas. Também o inferno ruge contra a devoção a Nossa Senhora.

Até quando durará esta ofensiva satânica?

Será preciso que o mundo caia em ruínas, como nessas cidades equatorianas, para que os homens reconheçam a majestade de Jesus Cristo e de sua Mãe, a Corredentora, que é também a Medianeira de todas as graças e a onipotência suplicante?

Se essa hora tremenda chegar para a humanidade, os exemplos da proteção do Céu àqueles que no Equador foram seus filhos fiéis na adversidade se verificarão em maior escala e de modo surpreendente.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Estado Islâmico esquarteja prisioneiros para vender os órgãos

Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs



O Estado Islâmico achou no Corão base para mais atos perversos. Estes consistem, segundo o jornal “El Mundo” de Madri, em arrancar os “órgãos sãos do corpo dos apóstatas” para salvar a vida dos bons e piedosos muçulmanos.

Dessa maneira o comércio de órgãos humanos virou florescente negócio nos confins do califado.

“Há provas nos textos, nos princípios e nas leis islâmicas que respaldam o transplante de órgãos sãos do corpo de um apóstata para salvar a vida de um muçulmano ou substituir algum de seus órgãos danificados”, ensina uma fatwa (edito religioso) assinada pelo Comitê de investigação e fatwas do Estado Islâmico.

O Estado Islâmico controla vastas zonas da Síria e do Iraque sobre as quais está perdendo o domínio. Ele justifica essa crueldade alegando que os militantes feridos e doentes lotam as clínicas.

E os líderes religiosos da facção islâmica manipulam a imensa, confusa e imoral literatura religiosa corânica para justificar os piores crimes.

O decreto religioso que justifica a vivissecção dos “apóstatas” argui que “se os juristas permitiram, quando necessário, o consumo de carne humana para evitar a morte, torna-se até mais apropriado transplantar os órgãos de infiéis para corpos de muçulmanos”, diz “El Mundo”. O decreto relembra que as vidas dos adversários podem ser usurpadas “com total impunidade”.

Os efeitos da fatwa (decreto religioso) de 31 de janeiro de 2015 começaram a ser postos em execução em Mosul.

“Os prisioneiros são obrigados a doar sangue e os condenados à morte sofrem cirurgias prévias à execução para lhes extrair os órgãos desejados”, disse em Bagdá Hashem el Hashimi, especialista em segurança que mantêm contatos em Mosul.

Um ativista local informou do sinistro achado de vários cadáveres de jovens assassinados pelos devotos do Corão, em cujos corpos os parentes identificaram sinais de cirurgia em várias partes.

No ritual xiita do Ashura, pai fere o próprio filho O sadismo é intrínseco ao Corão e ao islamismo e não uma esquisitice de fanáticos.
No ritual xiita do Ashura, pai fere o próprio filho
O sadismo é intrínseco ao Corão e ao islamismo e não uma esquisitice de fanáticos.
Uma página de Facebook dedicada ao Estado Islâmico em Mosul também constatou que o grupo islâmico extraiu órgãos de presos nos hospitais locais de Al Salam y Al Zahraui.

Em Mosul, os jihadistas executaram várias dezenas de médicos que se negaram a executar perversas ordens. Numa das clínicas, os mais próximos do chefe do Estado Islâmico, o “Califa” Abu Bakr al Bagdadi, instalaram um departamento de cirurgia dotado com a última tecnologia e ao que só têm acesso médicos estrangeiros recrutados pela organização muçulmana.

“A finalidade desse setor é trabalhar nos transplantes”, ficou registrado na página de Facebook. O chefe seria um cirurgião alemão que “nunca abandona o hospital”.

“Não temos conseguido seu nome, mas reside no segundo andar do hospital Ibn Sina, junto à sala de operações”, acrescenta a fonte de “El Mundo”.

Os acólitos do Califado teriam praticado pelo menos 183 extrações de órgãos de prisioneiros em pelo menos três instalações sanitárias de Mosul. Médicos forenses da cidade contabilizaram pelo menos 160 cadáveres com os peitos abertos.

Em todos os casos, tratava-se de homens entre 20 e 35 anos. A maioria teve os olhos arrancados. Esta seria uma pena aos acusados de espionagem.

O infame comércio “exporta” os órgãos para outros países.

Uma frota especial de veículos equipados com refrigeradores transporta os órgãos em caixas de isolante térmico para a Síria ou o Kurdistão”, disse Al Hashimi. Ele sublinhou que é um “lucrativo negócio” num momento que o Estado Islâmico está muito precisado de dinheiro vivo.

“Nem Abu Musab al Zarqaui [ex-líder de Al Qaeda no Iraque, embrião do Estado Islâmico] nem Abu Omar al Bagdadi [seu sucessor] permitiram a venda de cadáveres. Foi Abu Bakr al Bagdadi [o atual “Califa”] quem deu a ordem de mudar de opinião”, explica o analista.

O perverso edito religioso, ou fatwa, explica com luxo de detalhes os procedimentos. “A autorização – diz o decreto – vale para órgãos que podem ser extraídos antes e depois da morte. Os que só podem ser aproveitados quando tirados pre-mortem se dividem entre aqueles cuja retirada não é mortal e os que sim. No primeiro caso não está proibido. Tampouco no segundo, porque os mestres islâmicos aprovaram matar o apóstata para se alimentarem com sua carne fresca. Pode-se, portanto, retirar do corpo do infiel tudo o que a gente precisar”.

Falando para a TV iraquiana, Abu Omar al Yazaui, ex chefe de segurança do Estado Islâmico que acabou caindo preso, disse: “Lembro que num hospital muito grande gerido por médicos estrangeiros, entre eles egípcios, recolhiam-se cadáveres para lhes arrancar os órgãos que serviriam para curar combatentes ou vendê-los”.

Os horrores do paganismo islâmico parecem soprados pelo inferno. Aliás, como disse o exorcista de Roma, Pe. Gabriele Amorth, o Estado Islâmico estava sendo inspirado por Satanás! Cfr. Exorcista: “Satanás atrás do Estado Islâmico” Novos e piores demônios irromperam no cenário mundial 


Estado Islâmico destrói vestígios do passado, como fizeram seus predecessores durante séculos de agressões armadas




quarta-feira, 20 de abril de 2016

Mosteiro de santos penitentes vira hotel de divertimentos

A igreja do convento dominicano de Aracena transformada em lobby e salão.
A igreja do convento dominicano de Aracena transformada em lobby e salão.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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Em 1662, a beata Soror María de la Trinidad de Aracena, fundou um mosteiro por ordem expressa de Nossa Senhora do Rosário e de São Jacinto, que apareceram para ela, na província de Huelva, Espanha.

Tratou-se de um mosteiro de dominicanas de clausura estrita.

E isso ficou marcado em cada detalhe do prédio como nas grades das antigas celas, nas paredes de pedra e nas abóbadas de tijolo do antigo coro da igreja barroca.

Grades de antiga cela das freiras de clausura no ex-convento dominicano de Aracena
Grades de antiga cela das freiras de clausura
no ex-convento dominicano de Aracena
A Beata não o viu terminado, mas o mosteiro virou o local mais venerado da cidade.

Agora o convento foi transformado no Hotel Convento Aracena onde as celas de penitência foram mudadas em quartos de luxo.

O coro da igreja foi subdividido em suítes, segundo informou o site “Ocholeguas”, portal de viagens do jornal “El Mundo” de Madri.

O novo conjunto é completado por um SPA que oferecesessões esotéricas de reflexiologia, aromaterapia, banheiras de hidromassagem, sauna e todo tipo de tratamentos relaxantes ou não (sic!).

O ex-convento onde santos afastavam a ira de Deus pelos pecados dos homens, transformado em local de prazeres.
O ex-convento onde santos afastavam a ira de Deus pelos pecados dos homens,
transformado em local de prazeres.
Os mosteiros, especialmente os mais penitenciais como os de clausura, funcionavam como verdadeiros para-raios da cólera divina ofendida pelos pecados dos homens.

O que é que vão atrair esses locais dessacralizados e até profanados num mundo que se afasta cada vez mais de Deus e vai à procura de qualquer espécie de prazer, legítimo ou não, que lhe oferece o pai da mentira?