segunda-feira, 21 de abril de 2014

Estudo psiquiátrico aponta relação entre suicídio, músicas modernas e tatuagens


O Jornal Brasileiro de Psiquiatria (vol.58 nº1, RJ, 2009) publicou há alguns anos um documentado trabalho que continua candente.

Trata-se da relação entre preferência musical e suicídio.

Os autores – Carlos Eduardo Pimentel; Valdiney V. Gouveia; Neliane Lima de Santana; Wises Albertina Chaves; Carolina Andrade Rodrigues, da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – apelaram a estudos feitos sobretudo em países de língua inglesa, não existindo trabalhos sobre o assunto em língua portuguesa.

Porém, músicas e letras modernas, especialmente dos principais estilos relacionados ao suicídio, circulam largamente no Brasil: especificamente o rock, o heavy metal, a country music, e também o blues.

O trabalho verificou empiricamente que:

1. a preferência musical se relaciona com risco de suicídio;

2. a preferência musical age como um indício para o risco de suicídio.

Os autores também verificaram que as moças fãs de heavy metal apresentaram maior risco de suicídio do que os rapazes.

A preferência musical não é um indicador superficial. Ela serve como um fator de identificação entre os jovens.

E também influencia seu comportamento social e/ou antissocial, seu modo de vestir, de se comunicar, seus gostos comuns (por exemplo, por filmes de terror ou esportes radicais, como o skate), além de tatuagens e modificações corporais como o body piercing.

Os pesquisadores apontam outros estudos demonstrando as relações entre adolescentes que têm tatuagens com baixa autoestima, delinquência, abuso de drogas, comportamento sexual de risco, participação em rituais satânicos e suicídio.

Outro estudo constatou que 21% dos jovens que cometeram suicídio tinham tatuagem.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cristianismo cresce no Irã,
apesar a perseguição fundamentalista

Missa de Natal no Irã
Missa de Natal no Irã

É moeda corrente que desde a ascensão do aiatolá Khomeini no Irã em 1979 e a imposição da Sharia (lei islâmica que pune com a morte os que fogem do Islã), o catolicismo entrou em vias de extinção.

Porém, essa moeda é falsa, e o fato é que nesse país as conversões ao cristianismo vêm crescendo vertiginosamente, informou o site “Religión en Libertad”.

Isto acontece num regime de perseguição sob o qual líderes e fiéis cristãos são encarcerados em prisões de segurança máxima e torturados pelo mero fato de se tornarem seguidores de Jesus Cristo.

Recente relatório da ONU concluiu que a perseguição aos cristãos no Irã atingiu níveis em precedentes.

Aiatolás líderes do Conselho Supremo da Revolução Cultural Islâmica declararam que os ocidentais (leia-se cristãos ) são uma tropa de animais, em concordância com o Corão (5:59-60), que qualifica judeus e cristãos de descendentes de macacos e de porcos, respectivamente.

Aiatolás pregam que o cristianismo é uma religião de doentes mentais, e o tratamento da República islâmica para essa doença é, segundo os doutores corânicos, a execução.

Antes da Revolução Islâmica de 1979, o número dos cristãos no Irã era minúsculo.

Mas hoje o cristianismo está crescendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo: 19,6% por ano.

Todd Nettleton, diretor da associação ‘Voz dos Mártires’, diz que está “crescendo num ritmo absolutamente fenomenal”.

Natal no Irã
Natal no Irã
O reverso da medalha é que está havendo um colapso no número de iranianos que frequentam as mesquitas.

Em 2010, Mohammad Ali Ramin, vice-ministro de Orientação Islâmica e Cultura, reconheceu:

“Fazemos um apelo a todos os clérigos islâmicos para que abandonem questões civis e políticas e voltem às mesquitas. Temos que repor nosso clero em suas funções porque a assistência às mesquitas vem diminuindo”.

Pela sharia ou lei islâmica válida para sunitas e chitas, judeus e cristãos são cidadãos de segunda classe, que devem pagar um imposto punitivo; as igrejas têm que ser menos altas que as mesquitas, não podem tocar sinos ou exibir cruzes, nem realizar funerais ou cerimônias públicas.

Está proibido construir novas igrejas e os conversos ao cristianismo são considerados traidores do país e do Islã, crime que acarreta execução.

Porém, o doce atrativo da graça de Jesus Cristo está vencendo todos esses obstáculos que parecem concebidos no inferno.


quarta-feira, 26 de março de 2014

78% de “transgêneros” pensaram em se suicidar

A informação foi difundida por "The Irish Times"
78% de “transgêneros” pensaram em se suicidar e 44% tentaram-no pelo menos uma vez, revelou um estudo sobre saúde mental encomendado à “Transgender Equality Network” pela comunidade “trans” da Irlanda.

A pesquisa analisou o caso de 164 participantes com o apoio da Iris O’Brien Foundation.

Segundo o diário irlandês “Irish Times”, o estudo confirmou os resultados já obtidos em trabalhos análogos em nível internacional e com uma base de análise muito mais larga.

Entre as causas das tendências suicidas apontadas pelo trabalho irlandês figura o “estresse extremo” ligado ao fato de o indivíduo ostentar um sexo que não é o natural.

A isso se acresce o horror que sentem seus familiares, o estigma que acompanha essa torção violenta da ordem natural, e as incertezas psicológicas que perseguem o indivíduo que banca um sexo que não é o seu, observou o jornal.


domingo, 23 de março de 2014

O sibilino cântico “cristão” de Putin
e os antigos estratagemas soviéticos

Desde os tempos em que a Rádio Moscou incitava a população russa a resistir à invasão nazista apelando para a Virgem de Fátima nunca se vira algo igual.

Apelando para essa tática stalinista, o presidente Vladimir Putin, durante seu discurso anual à Nação no fim de 2013, defendeu o “conservadorismo” de suas políticas e erigiu-se em paladino internacional dos “valores tradicionais”, informou a agência AsiaNews.

O “inimigo” é sempre o mesmo: o Ocidente. O palavreado é surpreendente, mas obedece às antigas astúcias da máquina de propaganda soviética.

O Kremlin visa usar o tema dos “valores cristãos tradicionais” para seduzir o número crescente de ocidentais desgostosos com governos laicistas e anticristãos.

Para Putin é útil assumir a defesa da vida e da família, bem como engajar-se contra “a propaganda homossexual” que agride o senso moral de incontáveis pessoas, escreveu a agência AsiaNews.

“Sabemos que um crescente número de pessoas no mundo apoia nossa posição sobre a necessidade de defender os valores tradicionais, que constituem os fundamentos de toda nação civilizada há milênios”, disse o chefe todo-poderoso da “nova-URSS”.

Ele falou numa solene sessão conjunta da Duma, na presença de convidados, entre eles o patriarca de Moscou, Kiril.

As sondagens do sistema desenvolvido no tempo soviético apontaram os pontos sensíveis da opinião pública ocidental a serem mobilizados contra os EUA e os países que não estão sob a bota de Putin.

E este começou a bater insistentemente neles, a mandar seus enviados ao Ocidente, e a apelar para a igreja cismática de Moscou.

“Hoje muitos países estão revisando suas normas morais e éticas, cancelando suas tradições nacionais e as diferenças entre o povo e a cultura”, prosseguiu Putin com frio método.

A anexação ilegal da Criméia  patenteou que Putin não respeita os fundamentos  do Direito cristão, natural e internacional
A anexação ilegal da Criméia
patenteou que Putin não respeita os fundamentos
do Direito cristão, natural e internacional
As críticas saíram diretas contra os governos dos EUA e da Europa, que tudo fizeram para serem assim atacados.

Tais governos legalizam os “casamentos” homossexuais em decorrência de um apriorismo metafísico igualitário que exige o reconhecimento da teoria “da equivalência entre o bem e o mal”, acrescentou.

Visando enganar os ingênuos, Putin prosseguiu:

“A destruição dos valores racionais desde o alto do governo é fundamentalmente antidemocrática, porque se baseia numa noção abstrata que vai contra a vontade da maioria das pessoas”.

A Rússia, segundo ele, tem nessa matéria um ponto de vista oposto, mas não diz que ela foi e continua sendo a grande divulgadora desse principio metafísico igualitário demolidor.

Na hora da propaganda, para os ex-alunos da KGB tudo vale. E Putin apresentou a “nova-URSS” como tendo “um ponto de vista conservador”.

E de um conservadorismo que visa impedir o movimento “para baixo, rumo ao caos e às trevas”, explicou, citando o filósofo ortodoxo (na realidade, ocultista) Nikolai Berdiaev.

No final, o líder russo concluiu reivindicando cinicamente o papel de líder moral do cristianismo.

O chefe do Kremlin fez questão de sublinhar a diferença que haveria entre a Rússia e o rival americano: Moscou “não aspira ao título de superpotência, entendida como ambição pela hegemonia global e regional”, nem visa “ensinar aos outros como devem viver”.

Enquanto isso, na Ucrânia, suas tropas invadem, atropelam, e tentam esmagar o patriotismo dos católicos e cristãos em geral, estrangulados pela agressão indisfarçável do xará de Lenine.

Nos últimos anos, o ex-coronel da polícia política soviética descobriu astutamente que é “cristão ortodoxo”, e mais recentemente, talvez à vista das seduções obtidas, passou a revestir-se de “valores tradicionais” que ele viola sistematicamente na Ucrânia.


quarta-feira, 12 de março de 2014

Uma a cada cinco adolescentes francesas já tentou se matar

Quase uma a cada cinco meninas adolescentes da França (20,9%) e 8,8% dos meninos de 15 anos confessaram que já tentaram se suicidar, conforme a conclusão de uma pesquisa publicada no jornal "Le Monde".

O estudo foi publicado também pela revista de formação médica “Le Concours Médical”, edição de janeiro.

A pesquisa foi realizada em junho de 2012 com 1.817 jovens de 171 escolas das regiões de Poitou-Charentes (centro-oeste) e Alsácia (centro-leste).

A publicação do resultado da pesquisa coincidiu com o Dia Nacional para a Prevenção do Suicídio.

Segundo “Le Monde”, em 1993 só 9% das meninas e 4% dos meninos reconheciam que tentaram o suicídio. Em 1999, os tétricos números saltaram para 14,6 e 8,8%, respectivamente.

Agora se chegou a 20,9% e 8,8%. “O aumento das tentativas entre as jovens é muito impressionante”, declarou o clínico geral Philippe Binder, responsável por uma ala para adolescentes no hospital de Rochefort.

Para Xavier Pommereau, coordenador da edição de janeiro da “Le Concours Médical”, esses números confirmam a experiência hospitalar sobre o alto índice de admissão de adolescentes por tentativa de suicídio, e a diminuição da idade média que, em seus 20 anos de experiência, passou dos 17 aos atuais 15 anos.

O desfazimento da família, a frustração sentimental ligada a relações sexuais precozes, a imensa ausência da religião na vida, na escola e -- também -- nas igrejas, pesa decisivamente nessas desesperadas tentativas de se tirar a vida.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Túnel turco Ásia-Europa aumenta temores de “invasão” islâmica

O túnel Marmaray em vermelho
A Turquia inaugurou o primeiro túnel subaquático do mundo a ligar dois continentes. Trata-se do Marmaray, túnel ferroviário de 13,6 km com uma parte submersa de 1,4 km à prova de terremoto que conectará a Ásia e a Europa sob o estreito de Bósforo, em Istambul.

Istambul – nome novo da antiga Constantinopla – é a principal metrópole do país e se espraia sobre os dois continentes.

A Turquia também constitui o principal país de passagem de imigrantes muçulmanos para a Europa. Durante séculos foi o maior inimigo da Cristandade protagonizando formidáveis invasões como as que culminaram na batalha de Lepanto e no cerco de Viena.

Após forte decadência política e religiosa, os novos governos turcos estão ressuscitando o espírito “fundamentalista” visceralmente anticristão e agressivo de outrora.

O túnel veio reavivar velhos e abalizados temores sobre o espírito de conquista da Europa inspirados por discursos radicais das tendências islâmicas prevalecentes nesse populoso país islâmico.

Entretanto, o túnel foi construído com apoio financeiro do Japão e do Banco Europeu de Investimento (BEI). A obra foi projetada para resistir a terremotos de magnitude 9.

Dessa maneira, a União Europeia criou mais um fator de intranquilidade nos países europeus que vêm com justificada desconfiança a “invasão” islâmica em curso.


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Jornalista esta conseguindo fugir da dependência digital

Camp Grounded: regras muito simples para se desintoxicar
Camp Grounded: regras muito simples para se desintoxicar

Matt Haber, do “The New York Times”, sentiu uma vibração no bolso onde leva o iPhone. Porém, o celular não estava ai.

Estava fechado numa sacola grampeada, junto com o relógio, o cartão de crédito e seus documentos.

A vibração havia sido imaginada. Ali ele percebeu que estava viciado deveras e que tinha feito bem indo ao Camp Grounded, acampamento de férias só para adultos, perto de San Francisco, para se livrar da dependência digital.

Junto com ele, trezentas pessoas seguiam um curso de atividades ao pé da letra reais, de apalpar com as mãos, de cheirar com o nariz e saborear com a língua, incluindo hasteamento da bandeira e outras atividades que ele qualificou de “tranquilizadoramente regressivas”.

O curso é dado pelo grupo Digital Detox, de Oakland, Califórnia, e visa ensinar pessoas desnorteadas ou dependentes da tecnologia a se “reconectar” com a realidade.

Pode parecer estranho, quase como tentar trazer ao juízo alguém que construiu um universo mental onde ele é Napoleão Bonaparte. Entretanto é possível, e Matt tentou.

Sem contatos digitais, mas humanos reais
Sem contatos digitais, mas humanos reais
As regras do curso são simples: nada de telefones, computadores, tablets ou relógios.

“Em Camp Grounded não éramos mais blogueiros, empreendedores, advogados ou consultores. Éramos nós mesmos, apenas”, explica.

Coisa básica, não é? Todos os nossos antepassados eram assim. Agora se precisa de curso para tentar voltar à noirmalidade de outrora.

O objetivo do curso, explica Matt, é “remover as coisas que supostamente nos conectam nesta era de comunicação sem fio e partilha excessiva”. E voltar a fazer “conexões reais que sejam mais profundas do que uma pessoa seguir a outra no Twitter ou ‘curtir’ a foto de alguém”.

Conectar-se com seres de carne e osso: chave do sucesso
Conectar-se com seres de carne e osso: chave do sucesso
“Minha meta agora é me conectar com as pessoas”, explicou Levi Felix, 28, co-fundador da Digital Detox.

Camp Grounded propõe um retorno saudosista à infância. Homens e mulheres são separados e alojados em cabanas. Uma tenda serve de salão de chá aberto a noite toda. Ajuda a esquecer o fast-food complemento indispensável da dependência digital.

Matt conta que uma noite ele se surpreendeu a si mesmo contemplando o céu noturno. Em algum lugar fora do acampamento – pensou ele – os iPhones estavam vibrando com as últimas notícias.

Desintoxicação digital voltando à realidade terrestre
Desintoxicação digital voltando à realidade terrestre
Mas ele se desinteressou. Estava fazendo algo muito mais importante: “eu estava procurando estrelas cadentes, não estrelas de TV. Estava curtindo o silêncio, por uma vez na vida”.

Ele ficou verdadeiramente satisfeito: o tratamento estava dando certo.

A Digital Detox não é a única opção.

O Betty Ford Center Hospital que trata vítimas do alcoolismo e da droga também oferece terapias para os adictos a Apple e Blackberry num resort em Rancho Mirage, Califórnia, segundo o “The Huffington Post”.

Entrevista à Dra Adamantia F. Fragopoulou
da Faculdade de Biologia da Universidade de Atenas, Grécia.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Franceses batem recorde de tempo na mesa

“Lar” é a casa onde o fogo está aceso. Na França, mantê-lo sempre vivo era um ponto de honra e deixa-lo extinguir um sinal de desgraça.

Continuamente havia uma panela no fogo e alguma delícia caseira saindo.

Entrando no lar, a primeira coisa que percebiam familiares, empregados, amigos, convidados, hóspedes, era o cheiro do prato prestes a ser servido.

Em torno do fogo: a família. A dona de casa como rainha.

Na mesa, o pai como rei, e um exército animado de crianças, velhos, patrões, empregados e assimilados em torno da mesa farta.

Já na Idade Média comia-se para valer. Horas na mesa, falando de tudo o que aconteceu no dia, no trabalho, na cidade, na igreja, na roça, no castelo do príncipe, no palácio do bispo, na casa do prefeito ou dos vizinhos, na feira, na choça do maltrapilho.

A modernidade extinguiu os fogos, e sem o fogo a família foi deixando de comer na mesma mesa, de pôr em comum sentimentos e esperanças. Os filhos foram sumindo e um dia o casal passou a se separar.

Agora, o Instituto Nacional da Estatística e dos Estudos Econômicos (Insée, na sigla em francês) diz que os franceses estão voltando à mesa familiar.

Em média passam nela 2h 35m diários, 13 minutos a mais que em 1986. Isso fora de casa. No lar aumentou cada refeição consome 1h 35m

No Brasil, por dia, levamos 1h54m com as refeições, segundo o IBGE.

Para o sociólogo Thibaut de Saint Pol, “os estrangeiros se espantam vendo que em torno de 12h30m, a grande maioria dos franceses foi almoçar. Nas estradas todo mundo pára para comer. A refeição mais importante é a noturna. Todos se encontram para comer juntos e conversar sobre o dia”, ressalta o sociólogo.

Segundo Thibaut, para “britânicos e americanos o alimento é um combustível. Para os franceses, é algo muito forte, é cultural”.

Dominique Audoit, 47, de Aix-les-Bains, defende que “o importante é estar juntos. Está fora de questão começar a jantar antes que todos estejam presentes. E ninguém assiste à TV nem usa o celular durante a refeição”.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Fecharão centenas de igrejas na Holanda

Igreja de Sankt Jacobus em Utrecht, Holanda, já virou residência
Igreja de Sankt Jacobus em Utrecht, Holanda, já virou residência

Entre 600 e 700 igrejas católicas serão dessacralizadas e entregues a uso profano nos próximos cinco anos, informou o jornal oficioso vaticano L’Osservatore Romano, citado por CWN. 

O jornal vaticano citou estatísticas da “Future for Religious Heritage”, associação dedicada a preservar os prédios religiosos. Entre 400 e 500 locais de reunião protestantes também serão desafetados até 2018.

A Holanda conta com 1.267 igrejas paroquiais católicas, só ficam 2.804 padres e apenas 179 seminaristas, segundo as estatísticas Vaticanas.

Na Holanda fecham duas igrejas por semana, segundo a agência Reuters. Um dos problemas menores – mas quão importante – é o destino das obras de arte sacras.

Em sentido contrário, congregações tradicionais andam à procura desses objetos religiosos tão simbólicos e necessários para o culto, acrescenta Reuters.

Esta observação faz sentir que o fechamento das igrejas está ligado à modernização promovida nas últimas décadas em nome do “espírito do Vaticano II”.

Objetos sacros podem acabar como neste Café em Tóquio
Objetos sacros podem acabar como neste Café em Tóquio
Esse “espírito” dizimou clero e fiéis, e agora chegou ao ponto – aliás, anunciado como objetivo do progressismo – de liquidar o patrimônio eclesiástico.

Na igreja de Eindhoven, o altar foi enviado para a catedral da República Dominicana, mas o prédio sagrado foi transformado num posto de saúde, bem no gosto do progressismo miserabilista e anti-tradicional.

Ouras igrejas católicas viraram livrarias ou teatros, enquanto os objetos religiosos foram repassados para igrejas na Ucrânia.

Essas transferências são as menos chocantes. Segundo Eugene van Deutekom, arquivista e historiador diocesano reconheceu que há tantos objetos religiosos sobrando que custa achar igrejas que os aceitem. A solução menos pior seria doá-los a museus.

A frequentação dos católicos à Missa dominical foi a mais alta da Europa antes do Vaticano II, mais de 90%, disse o Pe. Jan Stuyt de Nijmegen.

Também na Inglaterra:
igreja transformada em moradia, Northumberland
“Agora estamos abaixo do nível da Franca”, com uma frequentação inferior a 10% dos fiéis. A igreja modernizada não atraiu ninguém e repeliu a maioria.

Entre 1970 e 2008, já foram demolias 205 igrejas católicas holandesas, enquanto outras 148 foram convertidas em lojas, centros de saúde, restaurantes, apartamentos ou ainda outros usos não explicados.

Marc de Beyer, curador do Museu Catharijnecovent de Utrecht reconheceu que há um super-fornecimento de obras de arte religiosas provenientes das igrejas dessacralizadas: por volta de 150.000 objetos sagrados.

Entrementes, o temido risco de esses objetos sagrados serem usados de formas que tocam na blasfêmia ou escarnio da religião tem se verificado. Alguns bares e discotecas utilizam desrepeitosamente ou com intenções blasfemas.

Sem falar do temor, que muitos dos prédios sejam convertidos em mesquitas.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Eutanásia pode vir se aplicar em crianças belgas

Eutanásia nas crianças, a caminho de ser aprovada na Bélgica
Eutanásia nas crianças, a caminho de ser aprovada na Bélgica
Na proximidade do último Natal, deputados belgas introduziram o debate da eutanásia infantil no Parlamento.

Na Bélgica a imoral eutanásia de adultos é legal desde 2002, mas os legisladores partidários da cultura da morte querem estendê-la aos menores de idade, informou o jornal portenho “Clarín”.

Nos jornais belgas ‘Le Soir’ e ‘De Morgen’, um grupo de médicos pediu a eutanásia infantil para os “menores submetidos a um sofrimento insuportável”.

Os opositores à sinistra proposta arguem que a criança não é capaz de compreender a portada de semelhante decisão.

Representantes das principais religiões do país se manifestaram contrários à proposta em clave ecumênica. Mas, os argumentos apresentados parecem genéricos e inconvincentes.

“Não podemos entrar numa lógica que leva a destruir os fundamentos da sociedade”, disseram em comunicado.

Mas, não pareceram perceber que há mais de uma década a Bélgica já entrou nessa macabra lógica e que declarações genéricas não serviram para impedi-lo.

Massacre dos inocentes representada em presépio alemão. Gutenzell Barockkrippe.
Massacre dos inocentes representada em presépio alemão.
Gutenzell Barockkrippe.
A lei de 2002 autoriza a eutanásia em adultos e agora seria ampliada para os menores de idade e os doentes de Alzheimer.

A maioria dos partidos aprova a modificação da norma legal, mas a redação do projeto está entravada pela pressão de grupos católicos que defendem a vida.

A dimensão anticristã do projeto já em adiantada fase de aprovação ressalta pelo fato de ser introduzido na iminência do Nascimento do Menino Jesus recusado por todos e nascido numa gruta, e da festa dos Santos Inocentes massacrados no intuito de tirar a vida do Menino Deus.


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mensagem do webmaster:
2014?

2013 sem dúvida passará para a História.

Só pensar que apenas iniciado o ano, nos céus de Roma, emoldurados pelos símbolos sagrados do Papado, um helicóptero fazia o voo de despedida de Bento XVI!

A renúncia, segundo o decano dos cardeais Ângelo Sodano, caiu “como um raio em céu sereno”. E na mesma noite, um raio atingiu a cúpula da Basílica de São Pedro.

Poucos dias antes, um temporal de violência inusitada danificou o Santuário de Fátima, no 75º aniversário da aurora boreal anunciada por Nossa Senhora: “quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida sabei que é o grande sinal, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre”.

Logo depois um meteoro explodiu no céu da Rússia com a potência de 20 bombas atômicas. Outra bola de fogo cruzou o céu da costa oeste dos EUA, mais uma apavorou o centro da Espanha e, por fim, em nove estados da Argentina outro meteoro comparável ao russo fez a noite virar dia, a terra tremer, e o povo achar que era “um sinal divino”.

Esses fatos incomuns devem ser vistos à luz da Fé que nos leva a mantermos inalterada nossa Esperança e nossa Caridade.

O fato é que 2013 se encerrou com os homens quase não se entendendo mais. O que nos trará 2014?

Algo, entretanto, pareceu se mover numa esfera que não é a dos humanos. Sopros fétidos vindos do reino das trevas promoveram incontáveis e atrozes blasfêmias durante 2013.

Mas, brisas subtis de espíritos angélicos reanimaram e remoçaram as fileiras dos fiéis católicos.

É de se supor que essas ventanias angélicas e infernais cresçam no ano que começa.

A promessa imutável é de que as portas do inferno jamais prevalecerão sobre a Igreja. Mais cedo ou mais tarde, veremos seu triunfo glorioso como prometido por Nossa Senhora em Fátima.

É nesse sentido que vão todas nossas orações e trabalhos no ano de 2014 que inicia.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Para nobre, governo que impôs o “casamento” homossexual prolonga o Terror da Revolução Francesa

Pierre-Louis de La Rochefoucauld, duque de Estissac,
e sua esposa a duquesa Sabine
Pierre-Louis de La Rochefoucauld, duque de Estissac, declarou ao jornal irlandês “The Irish Times”, que ele não comemora o aniversário da queda Bastilha, fato revolucionário que marcou o inicio da derrocada da monarquia na França.

O duque afirma que são muitos os nobres franceses que assumiram essa posição, e que o socialismo ovante do presidente François Hollande os vem reforçando nessa recusa.

“Na Revolução Francesa nós tínhamos que fugir, nos esconder ou sermos mortos”, explica. No dia da Bastilha, há 224 anos, seu antepassado François Alexandre Frédéric de La Rochefoucauld foi interrogado pelo decadente rei Luis XVI se havia uma revolta em Paris.

E ele respondeu com uma frase célebre: “Não, majestade. Não é uma revolta, é uma revolução”.

Desde então se sucederam nove gerações de La Rochefoucauld, família cuja linhagem está solidamente estabelecida pelo há menos mil anos, desde Foucaud I em 1019.

Cerca de 15 membros dessa família foram guilhotinados durante as criminosas jornadas revolucionárias.

Beato Pierre-Louis de La Rochefoucauld-Bayers (1744-1792),
bispo de Saintes, mártir da Revolução Francesa
O mais renomado é o Beato D. Pierre-Louis de La Rochefoucauld, Bispo de Saintes, assassinado no cruzamento das ruas de Assas e Vaugirard em Paris, após ser encarcerado com 150 outros clérigos na capela dos Carmelitas, durante as sanguinárias “jornadas de setembro” de 1792.

“Ordenaram a eles reconhecer a nova Constituição da Igreja sob a Revolução. E todos disseram ‘Não’. Eles foram levados um por um ao jardim, onde dúzias de ‘patriotas’ caíram acima deles matando-os com martelos e facas”.

D. Pierre-Louis de La Rochefoucauld foi beatificado em 1920 e seria canonizado não fosse o fato, segundo o duque, de o Episcopado temer o governo republicano.

“Na França, todo governo empossado julga que a Revolução Francesa foi uma coisa maravilhosa”, diz ele com tristeza.

Mas, “se o senhor for a um igreja, encontrará pessoas como eu. A cavalaria é a base da velha nobreza, e a fé católica é a base da cavalaria. Em toda Europa há famílias como a nossa”, acrescenta.

Manifestação contra o 'casamento' homossexual, Paris
O duque não é de ir a manifestações de rua, mas saiu duas vezes no inverno passado para protestar contra a legalização do “casamento” homossexual. Os manifestantes estavam “felizes e simpáticos, mas eu fiquei horrorizado com a conduta da polícia”, observou ele.

Se dúvida pudesse haver, o ministro da Educação socialista, Vincent Peillon, afastou-as de uma vez. No seu livro A Revolução Francesa não terminou, ele incita a acabar com a religião católica e os conservadores religiosos em geral, acusando-os de se oporem à ideologia de gênero e ao “casamento” homossexual.

Para o duque, o atual governo socialista é a continuidade hodierna do regime do Terror jacobino.

Na França, seis mil nobres lutam para frear tanto a erosão de suas propriedades – simbolizadas pelos seus castelos – quanto as suas tradições, inscritas em quase todos os cantos do país.

O duque gosta de caçar na floresta de Orleans, prática secular intimamente ligada aos primórdios da nobreza na Idade Media que a legislação socialo-ecologista quer proibir esta.

Castelo de Bonnétable: restaurado e mantido pela família La Rochefoucauld.
A nobreza mantém de iniciativa própria grande parte
do patrimônio histórico familiar da França
O duque vive de sua terra e tem em horror à expressão anglo-saxã “fazer dinheiro”. “Eu acho que é horrível, horrível. E eu não estou sozinho nisso”.

Ele objeta as fortunas baseadas nas finanças, pois provêm e produzem coisas que não têm realidade alguma.

Aparentemente, essa atitude dos nobres seria partilhável pelo presidente socialista Hollande, que se diz contrário ao capitalismo, bem como por muitos outros arautos que gostam de se exibir como defensores dos pobres.

Mas pode-se “tirar o cavalo da chuva”, pois esses “generosos” e “humildes” populistas odeiam as posições da nobreza, porque estas se inspiram verdadeira e sinceramente no exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Marcelo Dufaur, desde a França

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Imagens de Nossa Senhora de Lourdes, da Luz e do Sagrado Coração de Jesus admiravelmente salvas nas Filipinas

Com menos de um mês de intervalo, duas enormes calamidades caíram sobre as Filipinas, país muito populoso de maioria católica.

O país é um grande arquipélago exposto a fenômenos sísmicos e furacões de rara intensidade.

No dia 16 de outubro um terremoto de magnitude 7.2 atingiu especialmente a ilha de Bohol danificando severamente grandes e sólidas igrejas coloniais, de até 400 anos de antiguidade.

A segunda grande calamidade foi provocada pelo tufão Haiyan (lá denominado Yolanda) em 8 de novembro que causou por volta de 2.500 mortes.

Nas duas imensas tragédias registrou-se o mesmo fenômeno: imagens de Nossa Senhora e do Sagrado Coração de Jesus ficaram admiravelmente indenes.

Por exemplo, a imagem pintada Ver foto ao lado.
numa igreja de Bohol: todo o muro da igreja caiu, mas a parte dele onde estava a imagem ficou surpreendentemente em pé.

No mesmo terremoto, informa a televisão filipina, diversas imagens, sobretudo de Nossa Senhora de Lourdes, também foram inexplicavelmente salvas.

“É um milagre” dizia Carol Ann Balansag ao jornal Inquirer News, apontando a imagem, intata no meio das ruínas, da padroeira da igreja da Santa Cruz, do século XVIII, em Barangay, província de Bohol.

Entre as ruínas da igreja de Nossa Senhora da Luz, na cidade de Loon, província de Bohol, os fiéis podiam invocar a misericórdia divina e o auxílio e o perdão diante da imagem da padroeira também assombrosamente salva.

Os fiéis fitavam com lágrimas nos olhos a gruta de Nossa Senhora da Luz arruinada, mas a imagem salva.

“O terremoto destruiu a igreja, mas não atingiu nossa padroeira”, dizia o Pe. Tom Balatayo.

Amélia Sevilla agradecia a Nossa Senhora por tê-la salvo a ela, o marido e os quatro filhos. Durante o terremoto, ela correu com eles para a igreja, temendo o tsunami que acostuma vir após a terra tremer.


Veja o vídeo: ele não tem som, pois segundo quem o postou na Internet, está em tagalo, língua incompreensível para nós ocidentais. Mas as imagens são suficientemente eloquentes.

Durante o tufão Haiyan a imagem do Sagrado Coração de Jesus cuja foto vemos ao lado, ficou em pé vencendo a fúria dos elementos.

Não haverá em todas estas proteções um ensinamento, e quiçá um aviso, para todos nós também?



Japão: viciados na Internet precisam voltar à realidade

Mais de 500 mil jovens estariam atingidos pela patologia digital
Mais de 500 mil jovens estariam atingidos pela patologia digital
O Japão planeja introduzir campos dirigidos por especialistas na educação para auxiliar os jovens escravizados pelo mundo “online”.

O programa atenderá mais de 500 mil adolescentes entre 12 e 18 anos, mas o Ministério de Educação acha difícil definir números em decorrência da expansão e da novidade patológica.

“É cada vez mais e mais um problema”, disse Akifumi Sekine, porta-voz do Ministério, ao The Daily Telegraph.

E prosseguiu firmando existir nas escolas japonesas por volta de 520.000 crianças comprometidas, mas este número cresce a cada dia e poderá haver muitos mais casos, pois ainda não foi dada a volta no problema.

O Ministério já solicitou verbas para programas de imersão na realidade para descolar jovens de seus computadores, smartphones e aparelhos de jogo.

“Nós queremos tirá-los do mundo virtual e encorajá-los a manter comunicações reais com outros jovens e adultos”, explicou Sekine.

Também na Coreia do Sul o a "demência digital" preocupa
Também na Coreia do Sul o a "demência digital" preocupa
O Ministério pensa em locais ao ar livre onde não haja conexão com a Internet. Neles os mais jovens poderiam participar de esportes e jogos ao ar livre e aconselhados por psiquiatras e psicoterapeutas a fim de garantir que a retomada de contato com a realidade não seja traumática.

O vício da Internet vem provocando desordens de todo tipo, como distúrbios no sono e na alimentação num número crescente de crianças japonesas.

Nos casos mais extremos podem ser constatadas síndromes de depressão e tromboses arteriais associadas às posições fixas diante dos monitores.

Ademais, tal obsessão pela vida online prejudica o rendimento escolar.

Marcelo Dufaur, desde a França


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Gigantismo da comunicação: xeque às liberdades!

Karsten Gerloff:
presidente da Fundação de Software Libre de Europa

O presidente da Fundação de Software Libre de Europa (FSFE), Karsten Gerloff, afirmou que o Facebook desaparecerá em apenas três anos, à medida que as pessoas perceberem que seus dados estão sendo entregues aos serviços secretos dos governos, informou “La Vanguardia”.

Essa perspectiva não é só a do Facebook, mas também de outros gigantes do mundo virtual, como Google e Microsoft, explicou Gerloff.

O especialista falou no 21º Euskal Encounter, em Bilbao, Espanha, que reúne milhares de empresários das novas tecnologias, amantes dos videojogos e público em geral.

Na perspectiva do perito alemão, a queda do Facebook se anuncia como muito rápida, resultante de “uma lei matemática. Aconteceu com MySpace e voltará a acontecer”, disse.

Segundo Gerloff, o problema é que para esses gigantes informáticos “nós somos produtos”. “Sem nenhum aviso prévio, roubam nossa informação. Nós não só lhes fornecemos dados, mas lhes concedemos nossa confiança, porque acreditamos que vão proteger nossa privacidade”, acrescentou.

Eles “ficaram com o controle de nossos computadores, de nossas redes e criaram por cima de tudo isso estruturas de controle. O Facebook define quem somos nós. Amazon estabelece o que queremos e o Google determina o que pensamos”, explicou o presidente de FSFE.

Gerloff qualificou esse procedimento de “traição”, exemplificando com “a entrega por parte de Yahoo! de informação confidencial de seus clientes ao governo chinês”. E deplorou: “Agora isso é feito por todos”.

É bem conhecido que o governo socialista da China utiliza esses dados para perseguir os cidadãos que não afinam com as posições religiosas, ideológicas ou políticas da ditadura do Partido Comunista.


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Europa: países em extinção?

Casa abandonada em Berlim
Casa abandonada em Berlim

A população alemã está encolhendo e as prefeituras se esforçam para ocultar o dramático minguamento, escreveu reportagem do “The New York Times”.

Na zona rural pode se encontrar filas de cassas vazias, quintais cobertos de mato, janelas fechadas com tábuas e sistemas de esgoto estragados por falta de uso.

Nas cidades, os operários envelhecem e as linhas de montagem reduzem ao mínimo as tarefas corporais, pois não há substitutos capacitados.

Esta diminuição silenciosa, ao longo do tempo é mais danosa e profunda que a guerra de extermínio dos cristãos tocada no Oriente pelos seguidores do Corão.

Segundo o último censo, a Alemanha perdeu 1,5 milhão de habitantes.

Em 2060 a população poderá ter encolhido mais 19%, caindo para 66 milhões.

A Alemanha elevou a idade de aposentadoria de 65 para 67 anos. Mais isso não resolve o problema de fundo.

A faixa etária de 55 a 64 anos na força de trabalho passou de 38,9% em 2002 para 61,5% em 2012. E não há jovens suficientes para substituí-los.

Casas abandonadas no centro antigo de uma cidade europeia
Casas abandonadas no centro antigo de uma cidade europeia
A Alemanha se orgulhava, e com razão, de suas mulheres devotadas ao lar, à igreja e aos filhos.

A enganosa “modernização” do pós-guerra destruiu essa realidade social e religiosa favorecida pela Igreja.

Agora, o governo tenta colocar mais mulheres nas fábricas. Mas isso contradiz os estímulos a terem mais filhos. O país concede US$ 265 bilhões anuais em subsídios familiares, mas estes não revertem a tendência geral ao despovoamento.

Outros países europeus que adotaram a mesma agenda anti-vida caem pelo mesmo despenhadeiro. Sem braços os problemas econômicos ficam insolúveis e geram uma espiral de declínio.

As altas taxas de desemprego — mais de 50% entre jovens — em países como Grécia, Itália e Espanha, desestimulam ainda mais de ter filhos, sobre tudo porque a fé e a moral estão se apagando,.

Craco: cidade fantasma da Itália
Craco: cidade fantasma da Itália
Em 1960, nasceram 7,5 milhões de crianças em 27 países que hoje fazem parte da União Europeia – UE. Mas, em 2011 os nascimentos caíram para 5,4 milhões.

Hoje há quatro trabalhadores para cada aposentado na UE, mas 2060 a proporção será de dois a um, segundo a própria UE.

Por sua vez, os imigrantes islâmicos e da Europa Oriental estão ocupando os vazios nas cidades e no campo.

A solução só poderia vir da reforma de valores, costumes e atitudes em função da Lei de Deus.

Mas esta tábua de salvação não é focalizada pelo governo laicista alemão e nem mesmo pelo episcopado do país.

Marcelo Dufaur, desde a França