domingo, 2 de setembro de 2007

Barbárie e anarquia em escolas paulistas

Em Macatuba (SP), quatro alunos aplicaram a cola superbonder na cadeira da professora de Biologia, que por isso teve a roupa rasgada e sofreu graves escoriações. Em Piraju (SP), dois estudantes incendiaram o carro da diretora da escola. Em Dracena (SP), uma servente de 67 anos teve os dois braços quebrados e ferimentos nos olhos, ao ser pisoteada pelos alunos. Em São Bernardo do Campo, ABC paulista, um menino decepou o dedo indicador de uma professora e feriu a vice-diretora no rosto com uma cabeçada. Junia de Vilhena, professora da PUC/RJ, atribuiu essa barbárie à falta de tradições e valores. Os pais foram criados no falso princípio do “é proibido proibir”, e agora colhem amargos frutos.