quarta-feira, 25 de junho de 2014

Socialismo veta sala de arte cristã no Louvre

Entrada do Museu do Louvre, Paris
Entrada do Museu do Louvre, Paris

O famoso Museu do Louvre, em Paris, prometera dedicar “um novo departamento à arte dos cristãos do Oriente, do Império bizantino e dos eslavos”.

Porém, a promessa fora feita por um governo anterior, em janeiro de 2010, noticiou “Vatican Insider”.

Na ocasião, o presidente do museu parisiense, Henri Loyrette, agendou a iniciativa e determinou o espaço a ser utilizado.

“Vai ocupar mil metros quadrados que estão disponíveis nas salas do departamento de arte islâmica (que por sinal foi transferido em 2012 para um novo espaço no Museu) e poderá ser visitada a partir de 2014”, explicou então.

Mas, com a ascensão do governo socialista, em 2014 o projeto foi completamente cancelado com um golpe de caneta da nova direção do Louvre por imposição do Ministério da Cultura de François Hollande.

O imperador Justiniano triunfante. Diptico Barberini, Museu do Louvre, detalhe
O imperador Justiniano triunfante.
Diptico Barberini, Museu do Louvre, detalhe
A professora Marie-Hélène Rutschowscaya – uma das maiores especialistas em tesouros culturais do cristianismo de Oriente – denunciou a decisão anticristã em carta aberta no jornal “La Croix”.

Ela explicou que as autoridades socialistas pretextaram dedicar os espaços reservados ao cristianismo para acolher estudantes que visitam o Museu.

Assim, ficou arquivado nos depósitos o importante patrimônio proveniente do cristianismo do Oriente que o Museu possui para ser exposto.

Algumas joias estão espalhadas em outras salas e outra parte depositada num porão.

O novo presidente do Louvre, Jean-Luc Martinez, tentou justificar a decisão anticristã para o jornal “La Croix”, alegando problemas burocráticos.

Para a professora Rutschowscaya, a verdadeira razão é o preconceito ideológico laicista da administração do socialista Hollande.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Robô-jornalismo esvaziará jornais e sites de valor intelectual ou humano

Robô-jornalismo afastará leitores dos jornais
Robô-jornalismo afastará leitores dos jornais
Um robô foi o redator da primeira notícia sobre um dos terremotos leves do mês de março de 2014 na Califórnia. O jornalista Ken Schwencke, do Los Angeles Times, acordou com o tremor, pulou da cama e encontrou em seu computador a matéria já escrita e aguardando autorização para ser posta no ar.

Assim, o site de seu jornal foi o primeiro a informar sobre o tremor. “Eu calculo que todo o processo demorou três minutos”, disse Schwencke.

O autor do artigo foi um algoritmo apelidado Quakebot, desenvolvido pelo jornalista. Schwencke reproduziu o artigo de seu Frankenstein eletrônico, mas reconheceu que não merecia o Prêmio Pulitzer pelas suas imperfeições. Porém, polido 71 vezes por jornalistas de carne e osso, saiu na primeira página do jornal impresso.

Quakebot não é o primeiro ensaio. O chamado robô-jornalismo é tido como uma ameaça ao jornalismo humano, pois implica a redução de empregos de homens dotados de inteligência.

O jornalismo-robô ainda poderá ser melhorado. Segundo o site Slate, embora os leitores do Los Angeles Times, não vão ler logo na assinatura: “este artigo foi escrito por um algoritmo”, a tendência vai nesse sentido na imprensa escrita e na Internet.

Não é de espantar que jornais e órgãos profissionais de informação estejam cada vez mais desertados de leitores que julgam encontrar informações “pré-fabricadas” e sem alma, além de, em não poucos, um viés esquerdizante.

E que os leitores procurem cada vez mais blogs e sites redigidos por pessoas com alma, paixão, interesse pela matéria, talento, estilo ou gostos definidos, exclusivos do homem criado à imagem e semelhança de Deus.


quarta-feira, 11 de junho de 2014

Cardeal de Viena elogia ‘drag queen’ e horroriza católicos austríacos

Sem palavras
Viena ainda não saiu do estupor pelas escandalosas declarações de seu Cardeal-arcebispo Christoph Schönborn, felicitando o cantor travesti Thomas Neuwirth pelo seu triunfo no festival Eurovisão representando a Áustria, divulgou a agência “InfoCatólica”.

O Cardeal escreveu na sua coluna semanal no pasquim “Heute”, a folha de maior tiragem da cidade:

“Alegro-me muito com Thomas Neuwirth, que teve tanto êxito em sua atuação como (nomes maliciosos dos órgãos genitais feminino e masculino).

“No multicolorido jardim de Deus há uma variedade de cores. Não todos os que nasceram seres masculinos se sentem homens, e a mesma coisa do lado feminino”, disse o Cardeal, numa frase que soou como aceitação da “ideologia de gênero”.

O Cardeal, que se destacou outras vezes pela sua intolerância face aos católicos que defendem a moral tradicional, elogiou o “drag queen” por fazer a apologia da “tolerância”. “Rezo para que sua vida seja abençoada”, concluiu o arcebispo desse prestigiosa sé episcopal.

O efeito político anticristão de tais declarações foi evidente. Enquanto a Prefeitura de Viena anunciou que promoverá iniciativas anti-homofobia, os “verdes” e os socialdemocratas retomaram projetos para ampliar as concessões à agenda homossexual, segundo registrou o site “Vatican insider”

Figuras teoricamente opostas como o chefe de governo, o socialdemocrata Werner Faymann, o ministro da Cultura, figuras do esporte e da música, e até o líder da “extrema direita” pró-Putin, Heinz-Christian Strache, receberam o símbolo da agenda LGBT ou lhe desejaram boa sorte.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Mãe sudanesa condenada à forca por casar com cristão

Meriam foi condenada à forca por casar com um cristão
Meriam foi condenada à forca por casar com um cristão
A justiça islâmica no Sudão condenou Meriam Yehya Ibrahim Ishag à morte por enforcamento, acusada de apostasia por se afastar do Islã para se casar com um cristão, informou a BBC.

Meriam diz que sempre foi cristã, mas para a justiça islâmica basta que uma simples testemunha faça a denúncia. O julgamento é sumário e imediata a execução. Máxime no delito de apostasia, quando o acusado só tem direito de defesa após a execução.

Meriam está grávida de oito meses e ganhou uma “tolerância”: “Demos a você três dias para se retratar, mas você insiste em não voltar para o Islã. Sentencio você à morte pela forca”, sentenciou o juiz.

Porém, como ela aguarda uma criança, a sentença só será executada dois anos após o nascimento do bebê.

Além da pena de morte, Meriam receberá 100 chibatadas por ordem do juiz. O sofisma é que o casamento com cristão não é válido para a lei islâmica – a qual admite até o “casamento temporário” por algumas horas para encobrir a prostituição.

As chibatadas cairão sobre Meriam tão logo ela se recupere do parto.

As embaixadas dos Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha e Holanda divulgaram uma declaração conjunta na qual afirmaram que os países estavam muito preocupados com o caso e pediram que o governo do Sudão respeite a liberdade de religião.

O mesmo fizeram grupos de defesa de direitos humanos. A Anistia Internacional condenou a decisão e afirmou que a sentença é “espantosa e repugnante”.

A escavidaã é praticada de longa data no Sudão pelos islâmicos que cumprem os ensinamentos do Corão
A escavidaã é praticada de longa data no Sudão
pelos islâmicos que cumprem os ensinamentos do Corão
Também informou que a sudanesa foi presa e acusada de adultério em agosto de 2013, e que a Justiça adicionou a acusação de sua apostasia em fevereiro de 2014, quando Meriam disse que era cristã.

“O fato de uma mulher ter sido sentenciada à morte por sua escolha religiosa, e a chibatadas por adultério, pelo fato de ser casada com um homem que supostamente tem outra religião, é espantoso e repugnante”, disse Manar Idriss, especialista em Sudão.

A pressão internacional suscitou a esperança de uma libertação da mãe cristã. Porém, o governo islâmico negou toda perspectiva de moderação das cruéis penas.

Mas se depender do ecumenismo de fonte cristã ou católica ocidental, Meriam está perdida. Não receberá sequer um telefonema por celular dizendo que ela está agindo bem. Mas Jesus Cristo premia seus mártires com uma coroa que os mundanos são incapazes de oferecer.