quinta-feira, 28 de maio de 2009

Aborto, droga, embriaguez e socialismo ameaçam extinguir a população russa

Mais de 2,5 milhões de russos com idades entre 18 e 39 são adictos a drogas ilegais reconheceu o chefe do Serviço russo para o controle federal da droga, Viktor Ivanov.

Além do mais há 140.000 menores em centros de recuperação para drogados, noticiou a agência russa “Novosti”.

Segundo Ivanov, perto de 30.000 russos morrem anualmente por excesso de droga. O número de decessos inclui crimes associados a essas substâncias.

Só em 2008 foram seqüestradas 38 toneladas de narcóticos; perto de 7.000 narcotraficantes foram encarcerados ou mortos. Entretanto, a escalada do narcotráfico e do crime não pára.

A repressão policial é insuficiente. É preciso uma reforma moral profunda do povo desfeito por décadas de socialismo. E isso só se obtém com a prática da religião verdadeira: a católica. Mas, o governo russo de hoje, como o de Lenin ou Stalin, só pensa em eliminá-la. O resultado é que se não houver um milagre a população russa já em diminuição por causa do aborto e alcoolemia, acabará desaparecendo.

Desde já, a queda da população pode afetar economia da Rússia em virtude do declínio acentuado da população informou a BBC Brasil.

Usinas na periferia de MoscouSegundo Sergei Zakharov, do Instituto de Demografia da Escola de Altos Estudos Econômicos de Moscou, em 2015 a Rússia terá oito milhões de trabalhadores a menos, e o Exército perderá um milhão de soldados até 2050.

Este último dado preocupa os ditadores russos, pois tira um instrumento de intimidação sobre o Ocidente. "Os números são assustadores", diz Zakharov.

Para as Nações Unidas a população russa cairá dos 142 milhões atuais para 100 milhões até 2050. Oficialmente, o número de óbitos superou o de nascimentos em 12 milhões de 1992 a 2007.

Com a população em baixa os investidores internacionais, fugirão para outros países, observou Markus Jaeger, economista do Deutsche Bank. A previdência social entrará em colapso e a população restante brigará com os imigrantes de países vizinhos que preenchem os vazios de mão de obra.

A perspectiva é pavorosa, mas o ódio à vida é intrínseca à mentalidade socialista. Pode até se conjecturar se a extinção da humanidade não está entre os objetivos da “cultura da morte” inspirada pelo ateísmo laicista-socialista.

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

UE proíbe as palavras correntes em todas as línguas que têm gênero

Bandeira UE, Sofia, BulgáriaA União Européia (UE) aboliu o uso das fórmulas de respeito mais básicas como “Senhor” ou “Senhora” sob pretexto de combater o “sexismo”, informou o inglês “The Daily Mail”. Ditas fôrmulas foram consideradas “não políticamente corretas”

Os burocratas de Bruxelas querem criar uma “novilingua” neutra, sem gênero.

Aboliram também as expressões inglesas “sportsmen” (esportista); “statesmen” (homem de Estado), “man-made” (feito a mão), “firemen” (bombeiro), “policeman” (policial) entre outras. Elas caíram sob a mesma guilhotina pelo crime dessas de serem compostas com “men” (homens), fato que as tornaria rés de “discriminação” e “sexismo”.

Os equivalentes em português, francês (Madame e Mademoiselle), alemão (Frau e Fraulein), espanhol (Señora e Señorita), etc., também foram banidos. Além do mais, ficou proibido mencionar o estado marital das mulheres. A chefia da EU precisou elaborar um livrinho para elencar todas as transformações. Foi um triunfo do espírito “libertário” sintetizado no slogan “proibido proibir”...

A decisão de momento só se aplica aos órgãos administrativos da UE. Porém, as autoridades de Bruxelas já a encaminharam para o Secretário Geral do Parlamento Europeu, tal vez aguardando que o transforme em lei européia.

O eurodeputado Struan Stevenson disse que a decisão é “francamente ridícula. Nós já vimos instituições européias tentar banir as gaitas de fole ou definir a forma das bananas, mas agora parecem determinados a nos ensinar com quais palavras devemos nos cumprimentar na nossa própria língua”.

Era árduo supor que o ditatorialismo da União Européia chegasse até esse ponto. Entretanto chegou.

Decisões como esta merecem ficar registradas para a História, pois a gerações futuras custarão acreditar que nossa época caiu num igualitarismo e um absurdo tão profundo. O fenômeno é conexo com o “casamento” homossexual promovido pela mesma UE.

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