quinta-feira, 26 de maio de 2011

Seminaristas vietnamitas devem fazer curso para reprimir os fiéis descontentes

Vietnam: regime socialista oprime o povo
191 seminaristas do seminário maior de São Quy, província de Can Tho, Vietnam, foram constrangidos pelo governo comunista a seguir um programa de “segurança nacional”, informou o jornal oficial Dai Doan Ket (Grande Unidade).

“Os seminaristas serão doutrinados sobre os pontos de vista, prospectivas e políticas do Partido Comunista e sobre as políticas religiosas do Partido”, acrescentou o diário.

A noticia confirmou a política oficial de controle e ingerência marxista, copiada do regime chinês, para sujeitar os católicos vietnamitas, observou a agencia AsiaNews.

Catedral de Hanoi: catolicos vigiados e hostilizados
Segundo o programa, os seminaristas serão treinados nas tarefas de “prevenir e desfazer qualquer tentativa que vise abalar o governo com tumultos e sublevações sociais ou ‘desenvolvimentos pacíficos’”.

Em outros termos, o governo visa transformar os membros do clero em agentes da máquina repressiva voltada contra o povo.

O socialismo vietnamita facilitou o ingresso nos seminários, mas impôs em contrapartida que os seminaristas virem agentes do marxismo.

Assim, o número de seminaristas nos seis seminários maiores do país atingiu 2.186 em 2009.

Neles, exige-se dos seminaristas o aprendizado do marxismo-leninismo e, para serem ordenados, devem ser aprovados em exames de Filosofia marxista, história do Partido Comunista, e agora de técnicas de repressão política.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Euro-deputado ex-maometano: antes sair da UE do que se descristianizar


O euro-deputado Magdi Cristiano Allam, ex-muçulmano convertido ao catolicismo, aplaudiu a idéia de a Itália romper com a União Européia antes que ter de aceitar uma invasão de norte-africanos.

Para ele, a União Européia é um Colosso de materialismo sem alma. “Chega de hipocrisias!”, exclamou ele no diário “Il Giornale” censurando a União Européia porque “se envergonha de suas próprias raízes judaico-cristãs, leiloa os valores não-negociáveis e trai sua identidade cristã”.

Allam verberou o “falso deus do euro” em aras do qual os europeus “estão ficando mais pobres, desempregados, endividados e incapazes de competir no mercado mundial”.

“Se a Europa significa perder a soberania nacional, aceitar sem senso crítico que as leis italianas sejam ditadas 80% por um lobby descristianizado, relativista, laicista e islamicamente correto, que atenta contra nossas certezas sobre a dignidade da pessoa, da sacralidade da vida e da centralidade da família natural, não teria então chegado o momento de dizer: acabou!?”, indagou o euro-deputado.

Precisávamos de alguém que renegou do islamismo para ouvir estas corajosas palavras?

Ou há tempos já deveríamos tê-las ouvido dos Pastores instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo para zelar pela Igreja e pela Cristandade?