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São Sebastião, o famoso mártir nasceu em Narbonne (atualmente na França) no ano 256 da era cristã, foi educado em Milão, norte da Itália, de onde era sua mãe.
Seu pai era militar e ele ingressou como soldado no exército do Império de Diocleciano e logo tornou-se primeiro capitão da guarda.
Nesta época, a Igreja e os cristãos sofriam duras perseguições por parte do imperador, que queria aniquilar o cristianismo.
Porém, Sebastião confortava os cristãos presos e os exortava ao heroísmo servindo-se do prestígio de sua condição de oficial.
Acabou sendo denunciado e conduzido à presença do imperador.
Sebastião venceu todo medo e com grande sabedoria e inspirado pelo Espírito Santo increpou o imperador.
O Conde de Paris pede perdão pelo regicídio praticado contra o rei Luis XVI
pela Revolução Francesa com o voto de seu antepassado Felipe Égalité, príncipe de Orleans
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No dia 21 de janeiro último, durante uma Missa de réquiem celebrada na Capela real de Dreux pelo repouso eterno da alma do Rei Luís XVI e de todos os mártires da Revolução Francesa, Jean, Conde de Paris e Chefe da Casa Real Francesa, fez um pedido de perdão oficial a Deus, o qual foi reproduzido pelo blog “La Couronne”.
Ponderadas vozes teológicas incluem o Rei Luís XVI e sua esposa, a Rainha Maria Antonieta no rol dos mártires, mas a Igreja ainda não se pronunciou a respeito, nem foi solicitada a fazê-lo.
No início da Missa, o Chefe da Casa Real francesa fez questão de se ajoelhar junto à mesa de comunhão, a fim de pedir perdão a Luís XVI pela felonia do duque Louis-Philippe d’Orléans, dito Philippe Égalité, que votou a morte do monarca, em vez de derramar seu sangue por ele.
Eis as inspiradas palavras do Chefe da Casa Real Francesa:
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Um minucioso e demorado trabalho de arqueólogos e especialistas da História permitiu reconstituir uma das páginas mais belas do Cristianismo.
Trata-se da perseverança dos católicos japoneses durante mais de dois séculos a uma das mais desapiedadas perseguições religiosas que registra a humanidade.
E seu maravilhoso e emocionante fim com a intervenção de potencias ocidentais e a chegada de missionários da Europa.
Em post anteriores, tivemos ocasião de nos ocupar dos achados das ciências arqueológicas e históricas.
O espantoso número de vítimas mortais, feridos físicos e mentais deixados pelas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki na II Guerra Mundial é muito aquém daquele das vítimas das perseguições pagãs aos católicos no Japão.
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À meia-noite do dia 31 de janeiro, a população britânica reunida diante de Westminster entoou em uníssono o hino “Deus salve a rainha”.
Desafiando o frio e a garoa, exultavam de alegria por ter a Grã-Bretanha abandonado afinal a União Europeia (UE), três anos e meio após o referendo em que a maioria dos britânicos preferiu o Brexit, ou seja, a retirada.
Após três adiamentos e uma infinidade de manobras políticas, era o primeiro país-membro a deixar o bloco europeu, desde sua criação em 1958.
Numa atmosfera típica de réveillon, cercados por centenas de milhares de bandeiras pátrias, os felizes britânicos erguiam cartazes com os dizeres “dia da independência” e “nosso país de volta”.
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O cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, capital da Áustria, vem há anos escandalizando seus fiéis com ardidos apoios à Revolução Cultural, ou LGBT. Porém, da última vez pareceu ultrapassar todas as medidas.
Porém, como ele é muito próximo do Papa Francisco, parece nada temer, nem mesmo dos protestos airados e numerosos dos vienenses.
Esse foi o principal evento de uma série de 15 shows, todos eles, pelo menos oficialmente, feitos com o objetivo de arrecadar fundos para projetos ligados à Aids.
Na realidade – prossegue a publicação romana –, o fim real foi uma propaganda ideológica da agenda LGBT, como ficou demonstrado pelos fatos.
A programação impressa anunciou com antecipação ao público em geral a presença de nomes “modernos” de deprimente reputação moral, como a drag queen austríaca Conchita Wurst, também conhecida como Thomas Neuwirth pelo seu nome de batismo, e que ganhou inglória notoriedade quando representou de modo blasfemo seu país no Eurovision Song Contest 2014.
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Imagens sagradas que resistem inexplicavelmente a terremotos, tsunamis, grandes e pequenos incêndios, ou atentados dolosos, vêm sendo publicadas por nós, na medida em que fontes idôneas fornecem informações sérias.
Não corremos atrás dessas informações, apenas publicamos aquelas que nos chegam pela sua repercussão ou efeito natural, e isso porque temos a certeza de que essas proteções milagrosas são muito mais comuns do que imaginamos.
A Divina Providência, Nosso Senhor, Nossa Senhora, santos e anjos, estão a todo momento protegendo, resguardando, salvando, fazendo maravilhas, talvez em muitas ocasiões sem serem percebidos pelos homens.
Recebemos meses atrás uma prova disso. Trata-se de um fato acontecido há mais de quatro séculos, e no longínquo Japão!
Nesse importante país do Oriente, a chegada de São Francisco Xavier, S.J., em 1549, abriu uma era de heroicas missões e numerosas conversões.
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Na península de Kola, quase Círculo Polar Ártico há uma estação científica soviética abandonada. Ali, uma pesada tampa de metal está lacrada num piso de concreto por um anel de ferrolhos grossos e enferrujados.
Para muitos, essa é a entrada do inferno, segundo pormenorizada reportagem da BBC News.
Trata-se do Poço Superprofundo de Kola, o que mais se internou nas entranhas secretas da Terra cavado pelo homem.
Ele desce até 12,2 km e moradores locais juram que nele se podem ouvir os gritos das almas torturadas no inferno.
Os soviéticos levaram quase 20 anos para conclui-lo, mas nem de longe puderam atingir o manto da Terra que era seu objetivo. O projeto foi interrompido na Rússia pós-soviética.
“A perfuração começou na época da Cortina de Ferro”, conta Uli Harms, do Programa Internacional de Perfuração Continental Científica (ICDP, na sigla em inglês).
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O Sínodo Pan-Amazônico de Roma tratou entre outras coisas, da “ameaça à vida”, da “inculturação e interculturalidade”, da destruição “extrativista” e dos “povos autóctones” ameaçados na sua cultura e até supervivência.
Mas, simultaneamente, grandes grupos de “povos autóctones” estavam tendo sua vida “ameaçada” de modo furioso e se defrontavam com a “destruição existencial física” sem que o Sínodo mostrasse interesse, denunciou Giulio Meotti, editor cultural do diário italiano “Il Foglio”.
Quem eram esses grupos e minorias vitimados?
São, nada mais e nada menos, como é bem conhecido, os cristãos perseguidos!
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O Natal é comemorado em toda a face da Terra.
Mas, cada povo o comemora a seu próprio modo.
Por quê?
A Igreja Católica, vivendo na alma de povos diferentes, produz maravilhosas e diversas harmonias. Ela é inesgotável em frutos de perfeição e santidade.
Ela é como o sol quando transpõe vidros de cores diferentes. Quando penetra num vitral vermelho, acende um rubi; num fragmento de vitral verde, faz fulgurar uma esmeralda!
O gênio da Igreja passando pelos povos alemães produz algo único; passando pelo povo espanhol faz uma outra coisa inconfundível e admirável, e depois mais aquilo e aquilo outro num outro povo, num outro continente, numa outra raça.
No fundo é a Igreja iluminando, abençoando por toda parte. É Deus que na Sua Igreja realiza maravilhas da festa de Natal.
Canta a liturgia : “Puer natus est nobis, et Filius datur est nobis...”
“Um Menino nasceu para nós, e o Filho de Deus nos foi dado.
“Cujo império repousa sobre seus ombros e o seu nome é o Anjo do Grande Conselho”.
“Cantai a Deus um cântico novo, porque fez maravilhas”.
Vídeo: Igreja Católica:
alma do Natal
Aquele Menino nos foi dado — e que Menino! Então, cantemos a Deus um cântico novo.
O Natal do católico é sereno, cheio de significado, e ao mesmo tempo elevado como o interior de uma igreja!
A vitalidade inesgotável da festa natalina é sobrenatural, produz na alma católica uma paz profunda, uma sede insaciável de heroísmo, e um voltar-se completamente para as coisas do Céu.
No Natal, a graça da Igreja brilha de um modo especial na alma de cada católico. E de cada povo que conserva algo de católico na face da Terra inspirando incontáveis formas de comemorar o nascimento do Redentor!
Porque a Igreja é a alma de todos os Natais da Terra!
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A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos.
Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão.
Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.
Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.
No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo.
E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete.
Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje!
Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade.
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Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida foi a única peça que resistiu ao incêndio destrutor de uma oficina mecânica na noite de segunda-feira 4 de novembro (2019), em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), a 340 km de São Paulo, informou G1 da Globo.
Para Marco Roberto Pellegatti, 58, dono da oficina, o fato de a estatueta sair ilesa das chamas reforça sua fé em um milagre.
Ele lembra que até um extintor de incêndio próximo à imagem acabou derretido com o calor.
Havia também um botijão de gás que, apesar do fogo intenso, não explodiu. “Seria uma tragédia bem maior, a explosão do botijão faria vítimas no quarteirão”, afirma.
Acima: assim estava a Imagem antes do incêndio.
Embaixo como ficou o local na oficina
“Ela [Nossa Senhora Aparecida] estava ali há três anos, desde quando reformei o prédio. Sempre a deixava por perto, Nossa Senhora já me salvou de muitas coisas.
“Para mim, foi ela que nos iluminou para que ninguém estivesse na oficina na hora do fogo e se ferisse”, disse o comerciante.
“O fogo consumiu quase tudo por mais de duas horas. Intacto ficou apenas o que tinha no escritório.
“Quando eu cheguei para abrir a oficina aos bombeiros, o fogo já tinha queimado praticamente tudo, menos uma das imagens que tenho de Nossa Senhora. Ela resistiu para mostrar que eu posso recomeçar tudo outra vez”, transmitiu UOL Notícias.
Apesar dos prejuízos, o dono da oficina estava feliz por poder ter levado a imagem de Nossa Senhora para sua casa, praticamente intacta.
“O incidente não vai abalar minha fé em Nossa Senhora Aparecida, confio totalmente nela. Ninguém se feriu, os danos foram só materiais. Pelo menos ela continua comigo”, diz Pellegatti, devoto da santa e que todo ano viaja a Aparecida do Norte.
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Catedrais medievais inglesas outrora católicas, confiscadas após o cisma protestante de Henrique VIII, viraram centro de lazer dotados até de tobogã, minigolfe, paisagens lunares ou um modelo realista da Terra pendurado do teto, segundo descreveu o jornal “The New York Times”.
As profanações estão na continuidade lógica da revolução protestante que fez da religião uma fonte de satisfações subjetivas.
As mudanças evocam a transformação das igrejas em centros de diversão ateus na ex-URSS. Já no seu início, a explosão de orgulho e sensualidade luterana deu no igualitarismo das seitas protestantes mais radicais que levou aos primeiros ensaios de comunismo, como no caso dos anabaptistas de Münster.
Na catedral de Norwich, Inglaterra, um tobogã serpenteia como num parque de diversões, debochando das sacrais colunas góticas da nobre catedral de pedra. O ‘cônego’ anglicano da catedral, Andy Bryant, defende a folia como fonte de uma “nova perspectiva sobre a religião”.
O ‘cônego’ anglicano Bryant não é um religioso consagrado. Como todos os eclesiásticos anglicanos, trata-se de um funcionário público concursado, pago pelo governo.
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APONTAMENTOS COLHIDOS ENQUANTO ASSISTIA AO VÍDEO. NÃO SÃO AO PÉ DA LETRA, MAS TENTAM REGISTRAR OS CONSELHOS ESSENCIAIS.
Pergunta: O que é o diabo?
Pe. Gabriele Amorth: É um puro espírito criado por Deus. Foi submetido a uma prova porque Deus quis que todos os seres inteligentes chegassem à felicidade da visão beatifica com mérito pessoal, nunca pela força.
Os anjos foram submetidos a uma prova de humildade e obediência. Satanás que era o mais esplendoroso deles se rebelou contra Deus e convenceu uma grande quantidade de anjos a se opor.
Foi um ato de orgulho e rebelião feito com uma inteligência e com uma consciência de tal maneira perfeita que dele não se volta atrás.
Pergunta: por que?
Pe. Gabriele Amorth: Uma vez perguntei a um demônio se eles são muitos. E respondeu: somos tantos que se fôssemos visíveis obscureceríamos o sol. Portanto a quantidade é enorme. A quantidade dos anjos é sem dúvida maior.
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Há mais de quatro séculos todo ano a cidade de Alcalá de Henares, perto da capital espanhola Madri, leva em solene procissão pelas ruas a Custodia das Santas Formas desde a paróquia de Santa Maria Mor, onde se conservam 24 hóstias, até a catedral, noticiou “Infocatólica”.
A belíssima Custódia tem uma forma peculiar. Pois foi feita para expor à piedade pública um grande número de hóstias de tamanho normal, como as destinadas à comunhão dos fiéis, e não uma grande hóstia.
Isso se deve ao milagre que comemora esta procissão.
No fim do traslado processional da custódia, o bispo diocesano celebra a Missa e depois preside uma vigília de oração com as Sagradas Formas expostas.
No domingo, após a celebração de vésperas na Catedral, se realiza uma nova procissão solene de retorno à capela das Santas Formas na igreja de Santa Maria Mor.
Ela culmina com a bênção do Santíssimo no pátio do Palácio Arcebispal.
A história da festa de Corpus Christi tem origem nessa devoção.
Pelo fim do século XIII, na Abadia de Cornillon, em Lieja, Bélgica, nasceu um Movimento Eucarístico que deu origem à Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos na elevação na Missa e a própria festa do Corpus Christi.
A abadessa Santa Juliana de Mont Cornillon ardia em desejos de que o Santíssimo Sacramento tivesse uma festa especial.
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Extravagâncias litúrgicas
do 'bispo-artista' Mons.Glettler.
Mons. Hermann Glettler, bispo da histórica diocese de Innsbruck, Áustria, coroou uma longa série de despautérios blasfemos, feitos sob pretexto de ‘arte moderna’, com espantosa profanação de uma imagem de Cristo crucificado, escreveu “Corrispondenza Romana”.
Diante do altar e pendurado do teto instalou um grande Crucificado cabeça para abaixo e que tem os braços arrancados para servirem de ponteiros de um banal, mas grande relógio.
Monstruosas blasfêmias com frequência de significado infernal veem sendo hoje concebidas ou proferidas alegando falsamente um estilo “artístico contemporâneo”.
Pretextam que adotando a 'nova cultura', a Igreja se mostraria atenta aos “sinais dos tempos” e atrairia novos fiéis.
Mas, desta vez foi nada mais e nada menos que no interior da catedral de Santiago de Innsbruck e na histórica e belíssima igreja do Hospital da capital do Tirol do norte.
As ofensas que ficarão expostas durante a Quaresma foram confeccionadas pelo artista austríaco Manfred Erjautz por encomenda direta do bispo diocesano Mons. Hermann Glettler, pavoneado de “bispo-artista” e, encarregado da área “Arte e cultura” da Conferência Episcopal austríaca.
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No período “pós-conciliar” iniciado no século XX, foi assombroso o número das apostasias sacerdotais, dos mosteiros que esvaziaram seus claustros, dos seminários que fecharam.
A “caridade” é uma palavra que quase não quase não se pronuncia com o significado de outrora. Entraram outras vozes mais modernas tiradas da sociologia – da não marxista na melhor das hipóteses.
Na Espanha, mais recentemente se multiplicaram os esforços marqueteiros para preencher os imensos vazios abertos. Com golpes de propaganda pretendem apresentar uma imagem “simpática” e “moderna” da Igreja. Mas os vazios se agigantam. Viram abismos.
Entre esses esforços para mostrar a Igreja como Ela não é para “parar a sangria de vocações”, o jornal de Madri “El País” mencionou uma campanha de sensibilização voltada para os jovens cristãos sob o lema Responde sim ao sonho de Deus.
Os hábeis propagandistas jogam sedutores slogans para jovens que sentem o chamado de Deus e que procuram um seminário ou uma casa religiosa de acordo com a vocação divina.
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“Eu não posso me esquecer que uma das viagens que eu fiz a Paris, eu cheguei à noitinha. Jantei, e fui imediatamente ver a Catedral de Notre-Dame.
Era uma noite de verão, não extraordinariamente bonita, comum.
A Catedral estava iluminada, e o automóvel em que eu vinha passava da rive gauche para a ilha, e eu via a Catedral assim de lado, e numa focalização completamente fortuita.
Ela me pareceu desde logo, naquele ângulo tomado assim, se acaso existisse ‒ em algum sentido existe ‒ eu diria que é tomado ao acaso, eu olhei e achei tão belo que eu fiquei com vontade de dizer ao automóvel:
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Durou pouco mais de um ano o imoral e prosaico projeto de um restaurante para nudistas em Paris, capital do bom gosto e da gastronomia do mais alto nível.
O'Naturel foi inaugurado em novembro de 2017 com toda a pompa com que a mídia e o jet set do dinheiro, do exibicionismo e da revolução cultural espalham sua imoralidade e debocham dos bons costumes em nome da modernidade e do futuro.
O primeiro estaurante nudista de Paris foi saudado como uma experiência única na Cidade Luz e foi frequentado por aqueles seletos da moda e das esquerdas que estadeiam a vulgaridade suma de andar sem roupas em praias e campings reservados, descreveu reportagem de Clarín de Buenos Aires.
O'Naturel encarnou no ponto mais ousado por agora a utopia da revolução hippie, Woodstock e Maio de 68 que sonhava com a plenitude frenética da libertação moral e sexual, o paraíso do “proibido proibir”.
Lutero e o protestantismo evangélico denunciados pelo Pe. Leonel Franca S.J.
O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.