quarta-feira, 12 de julho de 2017

Robô “abençoa” comemorando Lutero e evocando ídolos

Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Protestantes aderem a robô 'BlessU-2' para comemorar Lutero
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Há 500 anos o monge apóstata Martinho Lutero iniciou na Alemanha a maior e mais sangrenta revolução religiosa da era cristã. Ele fixou a seu bel-prazer dois imensos dogmas.

Pelo primeiro, o da justificação, segundo o qual estamos todos salvos por Jesus sem necessidade de praticar boas obras nem de ligar para os Mandamentos.

Pelo segundo, o da livre interpretação, cada qual interpreta as Escrituras como bem entende. E, se nelas algo houver que não seja de seu agrado, arranque as folhas à vontade, como, aliás, Lutero fez para justificar seus vícios.

Se isso for verdade, entre outras consequências, o clero é dispensável. Um padre celebrar a Missa para tornar Deus propício com um sacrifício perfeito?

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Blasfêmias contra Nossa Senhora de Fátima e incêndios em Portugal

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No centenário das Aparições em que Nossa Senhora de Fátima advertiu os homens para abandonarem a imoralidade, estamos assistindo a fatos assustadores e inimaginados.

Que ano poderia ser mais propício para a hierarquia católica retomar com fervor e clareza a pregação moral católica, alicerçada nas palavras de Nossa Senhora em Fátima?

A moral familiar, por exemplo, tão necessitada de uma restauração. Essa só poderá vir com um auxílio sobrenatural, com a frequentação dos sacramentos, com a recitação do Terço e a prática das devoções tradicionais.

E o comunismo, a tintura-mãe de todas as formas da imoralidade? Ele continua sendo espalhado desde a Rússia, mas também pelos agentes da Revolução Cultural, amigos da “nova-Rússia”, instalados em muitos governos do Ocidente!

Nada! Nada digno de destaque está sendo feito face à grave decadência moral que devasta o mundo.

S.S.Francisco I foi a Fátima, canonizou os santos pastorinhos Jacinta e Francisco. Mas o apelo à conversão pedido em Fátima e que desejávamos ouvir do Santo Padre com o vigor com que o Beato Urbano II convocou as Cruzadas, não veio.

Fez-se um impressionante silêncio.

Silêncio? Só silêncio?

Multiplicam-se as blasfêmias e atentados sacrílegos. O inferno já nada respeita.

Em 20 de abril, o “Diário de Notícias”, jornal de referência de Lisboa, ecoava a indignação que circulava nas redes sociais portuguesas por um objeto com cariz de culto fálico que está à venda em site da Internet como uma versão de Nossa Senhora de Fátima!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Atentado satánico contra a Santa Face de Alicante

Luis Dufaur
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A Polícia Científica espanhola investiga a pichação de símbolos satânicos no vidro blindado que protege a relíquia da Santa Face em Alicante (Espanha).

Ela encontrou também várias cruzes invertidas na igreja do mosteiro, conforme noticiou ACIDigital.

A Santa Face de Alicante é uma cópia autêntica do véu com o qual Santa Verônica enxugou o rosto de Cristo durante a Paixão. O mosteiro é um importante lugar de peregrinação desde 536.

No vidro blindado que protege a relíquia o sacerdote responsável pela abertura da igreja do convento encontrou pichados três números seis, alusivos ao anticristo, uma cruz invertida e sinais de difícil interpretação.

Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
Atentado satanista contra Santa Face, sinal do furor do inferno no centenário de Fátima.
De acordo com o jornal “El Mundo”, a autora dos fatos foi identificada com ajuda de videocâmaras e as autoridades policiais esperam prendê-la.

Ela tentou quebrar o vidro protetor, mas não conseguiu. Então, escreveu nele o número 666, evocando o anticristo. Além disso, roubou um livro litúrgico e registros sobre as atividades do Mosteiro, sem valor material.

O objetivo não era o dinheiro, mas infligir a Nosso Senhor Jesus Cristo uma ofensa como que suprema.

O inferno ruge neste ano do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, que anunciou as perseguições que viriam contra a Igreja.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

O Islã é a religião cruel da espada, escancara jesuíta egípcio

Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Imagem de Cristo salpicada de sangue de vítimas cristãs no Egito.
Luis Dufaur
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Sem olhar para os cadáveres de cristãos massacrados por ordem do Corão de Maomé, apóstolos de um incompreensível e falso ecumenismo continuam a martelar que “o islã é uma religião de paz”.

Em dioceses e templos católicos está proibidíssimo falar de “guerra de religião” ou de “terrorismo islâmico”, ainda quando na mesquita vizinha o pregador conclame a exterminar os cristãos em nome de Alá.

Em 2014, na histórica revista dos jesuítas italianos La Civiltà Cattolica – conta o vaticanista Sandro Magister –, o Pe. Luciano Larivera deixou-se levar pela realidade.

Eis o que ele escreveu num editorial sobre a ala mais extremista do Islã: “A guerra deles é de religião e de aniquilação. Instrumentaliza o poder da religião, e não vice-versa”.

Isso foi suficiente para que o referido sacerdote fosse catapultado da revista pelo seu diretor, Pe. Antonio Spadaro S.J., muito próximo do Papa Francisco.

O mantra salpicado de sangue “Islã religião de paz” voltou a ser ouvido durante a viagem do Papa Francisco ao Cairo. A visita fora precedida por horríveis massacres de cristãos que rezavam em suas igrejas.

Na véspera da viagem, o padre jesuíta Henri Boulad, concedeu no dia 13 de abril, Quinta-feira Santa, uma entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, pertencente ao Vaticano.

O religioso é egípcio, tem 86 anos e é descendente de uma família católica de rito melquita que conseguiu fugir dos massacres na Síria no longínquo ano de 1860.

A entrevista foi reproduzida pelo vaticanista Sandro Magister em seu blog.

Como o Pe. Boulad fora reitor do Colégio dos Jesuítas no Cairo, o jornal vaticano aproveitou esse antecedente para lhe pedir exemplos concretos sobre o convívio entre muçulmanos e cristãos.

Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
Padre Henri Boulad SJ: “As três quartas partes do Corão
são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”
O sacerdote chamou então o jornalista à realidade:

“Mas de qual Islã estamos falando? No Corão há versículos escritos em Meca onde Maomé fala de amor, que judeus e cristãos são amigos dele. (...)

“Mas, em Medina, Maomé mudou: de chefe espiritual passou a chefe militar e político.

“As três quartas partes do Corão foram escritas em Medina e são um apelo à guerra, à violência e à luta contra os cristãos”, explicou o experimentado sacerdote.

Os doutores muçulmanos perceberam a contradição do Corão e nos séculos IX e X decidiram que os versículos belicosos de Medina revogavam os pacíficos da Meca.

E não só isso. Bibliotecas inteiras foram queimadas no Egito e na África do Norte para evitar que sobrassem edições com os versículos “heréticos”.

Por isso, “a religião muçulmana é uma religião da espada”, concluiu a resposta o Pe. Boulad.

Embebido do mantra “Islã religião de paz”, o jornalista voltou à carga citando genéricos e impessoais “observadores e analistas” que “falam de um Islã moderado”.

O velho sacerdote não temeu represálias e respondeu:

O islã moderado é uma heresia. A ideologia ensinada nos manuais escolares é radical. Todas as sextas-feiras [N.T.: dia santo da semana do Islã] as crianças têm que ouvir a pregação na mesquita.

“E é uma contínua incitação: quem deixa a religião muçulmana deve ser punido com a morte, não deve cumprimentar uma mulher ou um infiel.

“Pode ser que eles não pratiquem isso, mas os Irmãos Muçulmanos [movimento que anima os grupos extremistas] e os salafistas [rigoristas que apregoam a ‘guerra santa’ ou jihad] querem impor essa doutrina.

Atentado anti-católico no Egito.
Atentado anti-católico no Egito.
Os que têm o poder não são os muçulmanos que procuram adaptar-se à modernidade, mas os radicais, que aplicam uma interpretação literal do Corão e recusam qualquer diálogo”.

O jornalista vaticano insistiu no mantra, acenando que isso não podia ser assim porque vai contra antigos filósofos árabes como Avicenas ou Al-Ghazali.

Talvez o jornalista tenha percebido sua ignorância ouvindo a resposta do Pe. Boulad sobre o fracasso das tentativas de introduzir um pouco de racionalidade no Islã.

Pois o sacerdote explicou que o califa abássida El Maamoun – nascido em Bagdá em 786 e morto em Tarso no ano 833 – tentou uma reforma. Mas quem se lembra dele?

Prevaleceu o islã fechado e rigorista de Muhammad ibn Abd al-Wahhab.

A última tentativa de reforma havia sido feita pelo sheik Mahmoud Taha, do Sudão, que acabou enforcado em praça pública porque disse que os versículos pacíficos de Meca deveriam revogar os belicistas ferozes de Medina.

O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O "eu acuso!" do Pe. Henri Boulad SJ: “a religião muçulmana é uma religião da espada”
O jornalista procurou então fugir do assunto, perguntando sobre outros problemas do Egito atual.

O Pe. Boulad falou do crescimento do ateísmo nesse país, cuja religião oficial é o Islã e onde há mais de dois milhões de ateus porque muitos não suportam mais a religião da incitação à violência ou das execuções capitais.

Não querem mais saber do fanatismo do cerimonial islâmico, que é uma repetição mecânica de gestos e orações, explicou o sacerdote. A queda no ateísmo é algo inteiramente novo no Egito e no mundo árabe. Porque eles correm o risco de serem mortos.

É claro que uma entrevista como esta não teve eco na grande mídia brasileira ou mundial.

Mídia “livre e democrática” zelosa contra as “fake news” e defensora dos “direitos humanos”, mas que censura e distorce à vontade a informação.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

2017: onda de sacrilégios contra a Eucaristia,
contra Nossa Senhora e contra os Santos

Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego. No destaque: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego.
No destaque fotográfico: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Luis Dufaur
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O ano de 2017 vem sendo marcado por uma onda de sacrílegos atentados contra Nossa Senhora em diversos países coincidindo estranhamente com o centenário das Aparições de Fátima.

Eis alguns satânicos exemplos:

Roubada urna com o cérebro de São João Bosco

O mundo católico inteiro estremeceu pelo roubo da urna-relicário que contem parte do cérebro de São João Bosco, segundo informou “Il Corriere della Sera” e a grande imprensa italiana.

O relicário se encontrava na Basílica de Colle Don Bosco, no município de Castelnuovo, Asti, numa capela por trás do altar principal.

É o local exato em que o grande don Bosco nasceu o dia 16 de agosto de 1815.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Esvaziamento das igrejas italianas
enquanto os muçulmanos vão entrando

Missa suspensa por falta de fiéis em Veneza.
Cartaz na porta da igreja: missa suspensa por falta de fiéis, em Veneza.
Luis Dufaur
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Em artigo para o site La Nuova Bussola Quotidiana, o sacerdote italiano Pe. Claudio Crescimanno reproduziu um expressivo cartaz afixado na porta principal da igreja de São Erasmo, numa das ilhas da laguna de Venécia.

O cartaz estava algo envelhecido e ninguém tinha se preocupado em removê-lo, sobretudo se fosse uma provocação.

Ele dizia: “A missa foi suspensa por falta de fiéis”. E acrescentava que, a pedido, o Pe. Mário estava disponível para outros atendimentos.

O sacerdote se perguntou em quantas outras igrejas da Itália se poderia afixar um cartaz análogo.

E respondeu: em muitas, muitíssimas, infelizmente, como todos sabem.

Este é um processo de descristianização iniciado há cerca de quarenta anos.

O Pe. Claudio menciona outro dado desconcertante: até o ateísmo está em queda. Hoje os ateus declarados são a metade do que eram nos anos 70.

No quê acreditam, então, esses ex-fiéis e ex-ateus?

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Professora da Sorbonne denuncia ditadura sutil e implacável da mídia

Ingrid Riocreux, professora na Universidade da Sorbonne, Paris
Ingrid Riocreux, professora na Universidade da Sorbonne, Paris
Luis Dufaur
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A professora da Sorbonne Ingrid Riocreux lançou o livro La langue des médias, destruction du langage et fabrication du consentement (A língua da mídia. A destruição da linguagem e o fabrico do consenso, Editions du Toucan, 336 págs)

Ela foi entrevistada pela BSCNews e descreveu seu itinerário intelectual. Quando ditava cursos de retórica para futuros jornalistas na Sorbonne, optou por haurir exemplos da mídia mais acatada.

Ela foi a primeira a ficar surpresa, porque se deparou com um modo de falar típico dos jornalistas. Esse é construído com fórmulas feitas, com uma sintaxe e slogans que embutem um “pré-pensamento” que condiciona a intelecção dos leitores.

A professora Ingrid se considera membro da “geração 21 de abril” de 2002, data em que o candidato da direita Jean Marie Le Pen tirou do segundo turno o candidato socialista Lionel Jospin.

Naquela época, ela não se interessava pela política e não sabia o que tinha acontecido. Mas subitamente deparou-se com seus colegas de estudo em crise, chorando e deblaterando contra os “cúmplices do fascismo”. “Le Pen – esbravejavam eles – é como Hitler!”

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Londonistão: 423 mesquitas novas e 500 igrejas fechadas:
um efeito do multiculturalismo ecumênico

Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Maometanos rezam numa praça do leste de Londres.
Luis Dufaur
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“Londres bem poderá ser chamada de Londonistão”, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, citado pelo Gateston Institute.

Não é uma piada, mas uma realidade estatística favorecida por personalidades britânicas que continuam abrindo as portas para a introdução da lei islâmica ou sharia nos usos e costumes do país.

Esse foi um dos fatores decisivos para que os britânicos aprovassem sair da União Europeia votando o Brexit no ano passado

“Um dos principais juízes da Grã-Bretanha, Sir James Munby, ressaltou que o cristianismo não influencia mais os tribunais e que estes devem ser multiculturais, ou seja, mais islâmicos”, escreve Meotti.

“Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o Chefe de Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria ‘incorporar’ elementos da Lei Islâmica (Sharia).

As universidades britânicas também estão promovendo a lei islâmica. As diretrizes acadêmicas estabelecem que 'grupos religiosos ortodoxos' podem separar homens e mulheres durante os eventos.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Quebec: paradigma de
um mundo que clama por um milagre para se salvar

A igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Montreal foi transformada no Teatro Paradoxe.
A igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Montreal
foi transformada no Teatro Paradoxe.
Luis Dufaur
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Desde 1966 o catolicismo em Quebec, Canadá, entrou numa espiral de decadência.

Uma das regiões mais católicas do globo se tornou uma parábola do que pode vir a acontecer no Ocidente do ponto de vista religioso, cultural e demográfico, sem um milagroso auxílio de Nossa Senhora.

Quebec se esvazia. A escalada dos óbitos serve de pretexto para as esquerdas, lideradas pelo primeiro-ministro Justin Trudeau, atraírem ondas de imigrantes muçulmanos.

O passado católico do Quebec corre assim grave risco de ser apagado, escreveu Giulio Meotti, editor cultural do diário “Il Foglio” da Itália, ecoado pelo Gatestone Institute.

A resistência ao dramático colapso do cristianismo em Quebec não é imaginável sem um novo afervoramento do velho catolicismo, contrariamente ao que pregam até certos “direitistas” que têm os olhos postos na Rússia “ortodoxa” e neocomunista.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ressurreição: o reinício de todas as esperanças

Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta
Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta
Luis Dufaur
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Correu-se a laje. Pareceu tudo acabado.

Mais foi o momento em que tudo recomeçou. O reagrupamento dos Apóstolos. O renascer das dedicações, das esperanças.

Na dor, nas trevas, na incompreensão, a grande Páscoa se aproximava.

O ódio dos inimigos rondava em torno do Santo Sepulcro e de Maria Santíssima e dos Apóstolos.

Mas Eles não temiam. Porque em pouco raiaria a manhã da Ressurreição.

Possa também eu, Senhor Jesus, não temer. Não temer quando tudo parecer perdido irremediavelmente.

Não temer quando todas as forças da Terra parecerem postas em mãos de vossos inimigos.

Não temer porque estou aos pés de Nossa Senhora, junto da qual se reagruparão sempre, e sempre mais uma vez, para novas vitórias, os verdadeiros seguidores da vossa Igreja.

(Autor: Plínio Corrêa de Oliveira, Via Sacra, Catolicismo, março 1951, com ligeiras adaptações. Foto: Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta)


Português:


English: 



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Muçulmanos invadem espaços desertados pelos italianos

Número de bebes tem queda recorde na Itália, população diminui e média de idade aumenta.
Número de bebes tem queda recorde na Itália, população diminui e média de idade aumenta.
Luis Dufaur
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No ano de 2016, o número de nascimentos na Itália caiu a um ponto tão baixo que é inédito na história, segundo a agência Reuters.

Obviamente, caiu junto o número da população do país, outrora famosa pelas suas famílias de abundante prole que enchiam a península com seu talento, arte e riqueza.

Em 2016 nasceram cerca de 12.000 crianças a menos que no ano anterior, que já tinha registrado números muito baixos. No total vieram, à luz 474.000 crianças, o número mais fraco desde 1861, ano marco da unificação italiana, segundo observou Reuters.

O índice de natalidade atingiu uma média 1,34 em nível nacional, com variações regionais. Mas região alguma atingiu o limite fundamental a partir do qual a população pelo menos se mantém estável.

O ISTAT informou que o número de óbitos em 2016 atingiu 608.000. O simples cômputo de nascimentos e mortes aponta uma perda de 134.000 habitantes. O número oficial, porém, é de menos 86.000, pois acrescenta os imigrantes que receberam visto de permanência.

Também pesam na balança negativa da vida real, mas não estão incluídos nos cálculos acima, os 115.000 italianos que partiram para se instalar no exterior, sem perder a nacionalidade.

Esses emigrantes aumentaram 12,6% em relação a 2015, enquanto o país vai sendo invadido pelos muçulmanos que praticam prescrições religiosas de conquista mandadas no Corão.

O país, outrora jovem e fervilhante de atividade, envelheceu e vai se apagando. Pois a média da idade, já muito alta, aumentou sensivelmente no mesmo ano, segundo o Instituto Nacional de Estatística (ISTAT).

Muçulmanos rezam diante do Coliseu de Roma onde milhares ofereceram suas vidas por Cristo em séculos passados.
Muçulmanos rezam diante do Coliseu de Roma
onde milhares ofereceram suas vidas por Cristo em séculos passados.
A média de idade este ano atingiu 44 anos e nove meses. Mais de 22% da população é idosa, com mais de 65 anos. É o índice mais elevado, e por certo mais alarmante, de todos os países da União Europeia.

As estatísticas oficiais são as piores registradas desde a unificação política da Itália, ou Rissorgimento, efetivada pelo rei Vítor Emanuel II da Saboia, que usurpou os Estados da Igreja em 1870, auxiliado pelas guerrilhas de Giuseppe Garibaldi, que agiam como uma espécie de FARC da época.

O bem-aventurado Papa Pio IX excomungou esses usurpadores, não reconheceu a espoliação da soberania dos Estados Pontifícios, e condenou seus fautores com solenes atos que pesaram na balança de Deus e da História como verdadeiras maldições.

Agora, o país unificado esvazia-se de filhos e abre espaço para a imigração anticristã militante que, apoiada por altos hierarcas da Igreja, o está fazendo invadir por massas de muçulmanos com abundante prole.

A justiça de Deus pode demorar, mas chega com força tremenda.

Onde estão os sacerdotes que deveriam implorar a genuína misericórdia divina e conduzir o povo pelas vias da penitência e da expiação, como pediu Nossa Senhora em La Salette e em Fátima?



segunda-feira, 27 de março de 2017

Entre 2.000 e 3.000 religiosos
abandonam anualmente a vida consagrada

A igreja de São Judas Tadeu em Montreal, Canadá,
transformada em academia de fitness, interior e exterior.
Luis Dufaur
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Dom José Rodríguez Carballo, secretário da Congregação vaticana para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, vem aplicando a nova linha pastoral alegadamente “misericordiosa” do Papa Francisco.

Essa linha implica em estimular a mundanização das ordens religiosas, mas também em hostilizar as ordens religiosas austeras e cheias de espírito sobrenatural que atraem autênticas vocações.

O caso lancinante ainda não resolvido e um o dos mais clamorosos é o dos Franciscanos da Imaculada, ramos masculino e feminino.

Porém, ele disse deplorar a fuga de padres e freiras das ordens religiosas, escreveu o site Vatican Insider, que partilha a linha teológica pastoral adolescente que esvazia seminários e conventos.

Mons José Rodríguez Carballo
Mons José Rodríguez Carballo
Em reunião plenária de sua Congregação, discutiu-se com alarme a autêntica “hemorragia” de padres e freiras que se verifica na Igreja, especialmente nas ordens e dioceses que mais afrouxaram os costumes eclesiásticos com a ilusão de atrair jovens com uma imagem “moderna”.

“Se o Papa fala de ‘hemorragia’ quer dizer que o problema é preocupante, não só pelo número, mas pela idade dos novos candidatos”, na sua maioria vocações tardias.

“As cifras dos abandonos nos últimos anos prosseguem constantes”, continuou. “Entre 2015 e 2016 tivemos por volta de 2.300 abandonos de religiosos e religiosas por ano”, acrescentou. 

Ele especificou os números precisos das causas dessas desistências, que em não poucos casos são apostasias acompanhadas de escândalo.

O mesmo Dom Rodríguez Carballo, que já ocupava o cargo de secretário de referido dicastério vaticano, havia informado em 2013 que mais de 3.000 religiosos e religiosas estavam abandonando anualmente a vida consagrada, segundo informara o “Vatican Insider”.

Em artigo publicado no L’Osservatore Romano, o alto dignitário citou 11.805 dispensas emitidas por sua Congregação em cinco anos, com uma média anual de 2.361 casos. Por sua vez, a Congregação para o Clero, havia concedido no mesmo período mais 1.188 dispensas das obrigações sacerdotais e 130 das obrigações do diaconato.

O total somado indicava que em cinco anos abandonaram hábitos e batinas 13.123 religiosos ou religiosas, ou 2.624 cada ano.

Os números engrossam com os casos cuidados pela Congregação para a Doutrina da Fé, de religiosos ou sacerdotes que renegaram a Fé.

A igreja do Espírito Santo em Limoilou, Canadá, agora serve de sede permanente da Escola do Cirque de Québec.
A igreja do Espírito Santo em Limoilou, Canadá,
agora serve de sede permanente da Escola do Cirque de Québec.
Então, explicou o bispo vaticano, o número mais aproximado, mas bastante seguro, superava os 3.000 religiosos e religiosas que abandonaram a vida consagrada, a qual haviam prometido seguir até o fim de seus dias.

Dom Rodríguez Carballo tentou justificar essa espantosa recusa do chamado de Jesus Cristo e de sua Igreja aduzindo a mentalidade de zapping hodierna.

O argumento de longe incompleto não convenceu, mas serviu de emplastro para tampar a espantosa chaga aberta e infeccionada.

Entrementes, o prelado continua com a política “pastoral” de hostilizar, “comissariar” e/ou fechar conventos e seminários fervorosos que se enchem de candidatos pela sua adesão disciplinar, moral e teológica aos ensinamentos tradicionais da Igreja, e que por isso mesmo são mal vistos no “pontificado da misericórdia”.



segunda-feira, 20 de março de 2017

Arcebispo italiano: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”

Mons Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompei: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”
Mons Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompei:
“Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”
Luis Dufaur
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Mons. Carlo Liberati, arcebispo emérito de Pompeia (Itália), condenou incisivamente durante uma palestra a chegada massiva de imigrantes islâmicos à Europa, noticiou o site espanhol Infocatólica.

O arguto prelado identificou a maior culpa pelo drama não nos invasores, mas nos europeus cristãos que lhes abrem não somente os portos e postos de fronteira, mas também as portas da sociedade, produzindo vazios populacionais e de Fé que os seguidores do Corão preenchem com o auxílio de líderes religiosos e civis.

“Em mais dez anos vamos ficar todos muçulmanos por culpa da nossa estultice. A Itália e a Europa vivem no ateísmo, fazem leis contra Deus e promovem tradições próprias do paganismo”, disse.

Toda essa decadência moral e religiosa favorece o Islã”, acrescentou o bispo emérito de Pompeia.

“Temos uma fé cristã débil. A Igreja não age bem e os seminários estão vazios. Tudo isso pavimenta a estrada para o Islã. Eles têm filhos e nós não. Estamos numa decadência total”, prosseguiu.

Segundo as estatísticas oficiais, em 1970 só havia dois mil muçulmanos na Itália. Hoje eles são mais de dois milhões.

O bispo questionou as ajudas econômicas que organizações eclesiásticas, estatais, europeias e ONGs estão fornecendo aos invasores, enquanto os italianos pobres católicos não são auxiliados.

“Ajudamos logo os que vêm de fora e esquecemo-nos de muitos anciãos italianos que catam alimento nas lixeiras. Eu, se não fosse sacerdote, estaria protestando nas praças”.

Como pode ser que tantos imigrantes, em vez de agradecer pela comida que lhes damos, jogam-na na rua e passam horas mexendo em seus celulares e até organizam distúrbios?” – perguntou.

O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria comanda a batalha de Lepanto. Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França
O Papa São Pio V segura o terço enquanto o príncipe Don João de Áustria
comanda a batalha de Lepanto.
Mosaico na Basílica.de.Notre-Dame.de.Fourvière, Lyon, França
Em entrevista ao jornal católico online La Fede Quotidiana, Dom Liberati lembrou que o bispo polonês Pieronek também afirma que a “'Europa corre o risco de ser islamizada”, informou Il Giornale de Milão.

Qual é então a solução?

É uma, aliás, a única. Porém, ela encoleriza os falsos cristãos. Mas o arcebispo emérito de Pompeia defendeu-a corajosamente:

Para deter o Islã, que é uma ameaça, devemos todos lembrar aquele glorioso espírito de Lepanto e de Viena que nos permitiu salvar o Ocidente pela mediação de Maria e recitação do Rosário.

“Nós estamos aqui tentando fazer um diálogo impossível e fantasioso com aqueles que querem nos submeter porque nos tratam de infiéis.

“O Islã se baseia no Corão, que prega a submissão dos infiéis. Eu não quero morrer islâmico e sustento que todos nós deveremos empunhar a espada da fé e da verdade.

O Islã é violento porque o Corão é violento; acabemos com a crença de que existe um Islã moderado”, concluiu.


Arcebispo: “Em mais dez anos ficaremos muçulmanos por culpa da nossa estultice”





segunda-feira, 13 de março de 2017

Bispo nigeriano difundiu o terço para liquidar o Islã. E deu certo!

Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria
anunciava que o terço daria a vitória sobre o Islã. E agora está se verificando no país
Luis Dufaur
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O presidente nigeriano Muhammadu Buhari confirmou que os últimos bastiões da guerrilha Boko Haram, que pretendia estabelecer um califado na África nos moldes do ISIS, foram esmagados no bosque de Sambisa, no estado de Borno, nordeste do país.

Desde que iniciou a guerra de expansão islâmica há sete anos, o Boko Haram assassinou mais de 20.000 pessoas e provocou a fuga de mais de dois milhões, noticiou o jornal Clarín, de Buenos Aires.

Ele chegou a controlar vastas áreas do nordeste da grande e populosa Nigéria, e aspirava criar um califado regido pela sharia (lei islâmica) aplicando o esquema de seus aliados do ISIS do Iraque e da Síria.

O governo nigeriano anunciava há tempos que os tinha derrotado, mas os ferozes atentados corânicos continuavam cada vez mais sanguinários.

Por sua vez, o vizinho Níger confirmou que dezenas de membros do Boko Haram que fugiam da Nigéria, se entregaram às autoridades do sul do país, confirmando a derrocada do movimento terrorista, informou a agência Reuters.

Várias outras centenas de terroristas do mesmo movimento já se tinham rendido às autoridades do Chade no fim de 2016.

O que concorreu para uma virada tão radical e a derrocada do movimento muçulmano?

Nada acontece sem uma causa. E o exército nigeriano vinha sendo acusado pela população de moleza e ineficácia contra os terroristas.

Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Dom Olivier: “o Rosário nos dará a vitória
sobre todas as formas de mal como na batalha de Lepanto”
Uma pessoa, porém, anunciava sua iminente ruína e fornecia a mancheias a arma para acabar com a sanguinária horda maometana.

Esse homem é Dom Oliver Dashe Doeme, bispo católico de Maiduguri, a “capital” dos terroristas.

Enquanto a diocese era dominada pelo terror, o corajoso prelado pregava a reza do Rosário implorando a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria para acabar com o flagelo muçulmano.

O jovem e destemido bispo não hesitava em sair às ruas de batina e cruz peitoral, difundindo a prática do terço e inspirando respeito até entre a população muçulmana.

Há dois anos, enquanto rezava o terço em sua capela privada, ele disse ter visto a Jesus que convocava todos os católicos a rezar o Rosário para se libertarem do terrorismo do Boko Haram.

Até colegas do episcopado nigeriano ficaram espantados pela intrepidez do bispo da “capital do terror”. Sua iniciativa parecia “louca” aos olhos do mundo e dos católicos moles.

Mas agora que o exército nigeriano liquidou inesperadamente os assassinos insurgentes, o povo se volta para Dom Dashe Doeme e sua pregação. E ele diz que o mérito todo é de Nossa Senhora.

“Antes – declarou ele ao Catholic Herald – os milicianos do Boko Haram estavam por toda parte. Agora eles não estão em lugar nenhum. O Boko Haram será liquidado logo, sobretudo por causa das orações de nosso povo”.

Segundo o bispo, Jesus Cristo lhe teria dado uma espada, e ao pegá-la ela se transformou imediatamente num terço. E Nosso Senhor lhe disse: “O Boko Haram irá embora”.

Dom Oliver levou a mensagem a sério, “consolando o povo de que Nossa Mãe está conosco”.

O povo de sua vasta diocese ficou com a certeza de “que o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal. O Boko Haram é o mal, ISIS é o mal.

“À medida que abrimos espaço para Nossa Senhora, especialmente rezando o Rosário, que é a mais rezada das devoções marianas, nós sairemos vitoriosos”.

Dom Oliver instalou a recitação do Rosário diário em todas as escolas, famílias e paróquias da diocese.

E explicou ao Catholic Herald, referido por Life Site News, que o Rosário “fez maravilhas, liberou nações”.

Ele citou como exemplo a batalha de Lepanto, em 1571, quando as forças navais católicas derrotaram uma frota do Império Otomano muito mais numerosa.

E aqui no Ocidente, onde estão os bispos ou mais altos hierarcas que preguem o Terço para acabar com a praga do terrorismo e da cristofobia?

Onde está a fé e a devoção a Nossa Senhora?

Emporcalhada no contexto neopagão do Carnaval por mãos sacerdotais, arcebispais e cardinalícias?

O que pode atrair esse emporcalhamento blasfemo?


segunda-feira, 6 de março de 2017

Freira revolucionária blasfema na TV contra Nossa Senhora ecoando teólogo, mas é repudiada por irmãs

Sor Lucía Caram. faz a ponte entre a revolução social e a blasfêmia.
Sor Lucía Caram. faz a ponte entre a revolução social e a blasfêmia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Sorriso alvar de orelha a orelha, simpatia artificiosamente imitada das estrelas do jet-set, engajada em “movimento sociais” e no separatismo esquerdista da Catalunha, a freira dominicana Lucía Caram vem dando grandes escândalos na Espanha.

Nascida na Argentina, ela teve que sair porque seu extremismo ideológico lhe atraiu as ameaças do populismo kirchnerista hoje em desgraça, que a considerou esquerdista demais, noticiou Infobae.

Após numerosos escândalos, agora saiu blasfemando contra a Virgem Maria e São José no programa de televisão Chester in love, dizendo que não foram nem virgens nem castos.

A freira blasfema acusou a Igreja de ter apresentado negativamente o tema do sexo, como um “tabu considerado supersticiosamente como algo sujo e oculto”. Ela cavalga espalhafatosamente a onda libertária que diz inspirar-se na exortação post-sinodal Amoris Laetitia.

Pouco antes, o teólogo jesuíta espanhol Juan Masia sofismou contra a virgindade de Nossa Senhora no site Periodista Digital. 

O jesuíta escarneceu ainda dos catecismos tradicionais que ensinavam o dogma tradicional da Igreja sobre a gloriosa virgindade da Mãe de Deus. Ele criticou os bons manuais católicos, porque “diziam inapropriadamente ‘virgem, antes, depois e durante o parto’; hoje não podemos pensar assim”.

A religiosa dominicana debochou do Espírito Santo como se fosse o “avô” de Jesus, e acrescentou que Nossa Senhora e seu castíssimo esposo viviam um namoro, como hoje é dito, “normal”.

O bispado de Vic desautorizou a soror Lucía, sem nomeá-la pessoalmente nem reparar as ofensas feitas à Virgem e a São José. Ela respondeu com escusas esfarrapadas.

Horrorizadas pelo escândalo degradante e blasfemo de uma irmã religião 'novo estilo'.
Horrorizadas pelo escândalo degradante e blasfemo de uma irmã religião 'novo estilo'.
Com espírito de fé e devoção a Nossa Senhora, as religiosas dominicanas de Caleruega, Espanha, cidade natal de São Domingos de Gusmão, fundador dos dominicanos, condenaram os insultos da religiosa “novo estilo”, noticiou o site Infobae.

“Com imensa dor, vemo-nos na necessidade de nos pronunciarmos sobre o escandaloso programa televisivo protagonizado por uma ‘irmã’ nossa de hábito, que demonstrou que sequer partilha o nosso Credo.

“Condenamos e recusamos as palavras e o péssimo exemplo de soror Lucia Caram. (...) vivemos com grande sofrimento esta agitação midiática que está destruindo nossa imagem e, mais grave ainda, confundindo o povo cristão, que não deixou de ter discernimento para saber que essa mulher não nos representa”.

As religiosas deploram o “espetáculo degradante e humilhante para toda a Ordem Dominicana, cujo fundador se destacou por um grande amor à Virgem Maria”. Aliás, foi Nossa Senhora quem deu o Rosário a Santo Domingo, devoção que ele promoveu em toda a Igreja.

“Não podemos continuar silenciando algo que causa tanto escândalo. Os superiores devem tomar as medidas oportunas, pelo dever de correção e exemplo para os que estão sendo enganados”.

Infelizmente é de se temer que a falsa máxima “quem sou eu para julgar” acabe prevalecendo, deixando a blasfêmia impune ou promovendo-a, e as boas religiosas de Caleruega acabem sendo punidas.



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Islâmicos profanaram 50 imagens católicas na Alemanha em 2016

Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld. Fonte: Polícia de Coesfeld.
Estátua de Nossa Senhora danificada da Virgem Maria no distrito de Coesfeld.
Fonte: Polícia de Coesfeld.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Em 2016, mais de 50 imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Nossa Senhora e dos santos foram desfiguradas ou destruídas em várias cidades da Alemanha.

Os atentados só foram revelados em 8 de dezembro, num relatório da emissora estatal Westdeutscher Rundfunk (WDR) no programa de notícias ‘Lokalzeit Münsterland’, informou a ACI Digital.

Segundo o relatório, as imagens da região de Münster, oeste do país, foram vandalizadas durante meses. Uma imagem do Divino Redentor teve a cabeça e os membros cortados.

Mirko Stein, da polícia de Münster, reconheceu que “muitas pessoas do bairro onde se encontram as esculturas danificadas estão surpresas e assustadas".

“Baseado na intensidade dos atos do perpetrador, é possível concluir que este ato tem uma origem religiosa”, acrescentou.

As autoridades alemãs procuram abafar ao máximo as informações relativas aos crimes e depredações praticados pelos invasores muçulmanos que estão sendo acolhidos pelo governo, por organizações eclesiásticas e por ONGs, de esquerda em geral.

O criminalista alemão Christian Pfeifer acredita que os crimes foram cometidos por alguém que está “furioso” e “odeia a Igreja”. Faltou acrescentar “que lê o Corão”.

O semanário de política e cultura alemão Junge Freiheit informou que 40 capelas e imagens foram violadas no distrito vizinho de Steinfurt durante os dois anos que precederam a atual onda de sacrilégios.

A polícia estima os danos em muitas dezenas de milhares de reais. Ela estava investigando seis suspeitos ligados a extremistas islâmicos. Mas parou, porque três deles voltaram à Síria, um morreu e os outros dois desapareceram.

Dom Janusz Urbanczyk, representante permanente da Santa Sé junto à Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), na reunião desta em Viena (Áustria) para discutir o tema “Combater a Intolerância e as Discriminações aos Cristãos”, exortou as autoridades estatais a “atuar decisivamente” para proteger os cristãos em todos os casos de “intolerância, discriminação, crimes de ódio e incidentes violentos contra indivíduos, comunidades e lugares de culto cristãos”.

Montagem fotográfica de diversos atentados na Alemanha em 2016.
Montagem fotográfica de diversos atentados na Alemanha em 2016.
Porém, o prelado não ponderou que essa “atuação decisiva” é inviável quando nas paróquias, bispados e até desde a Santa Sé os invasores islâmicos recebem estímulos e acobertamentos “ecumênicos” que eles entendem como garantia de impunidade.

Os católicos que protestam contra a violência que destrói sua identidade nacional, cultural e cristã são reprovados pelas mesmas autoridades religiosas.

As estatísticas das agressões contra imagens católicas foram dadas a conhecer pouco antes de um terrorista muçulmano invadir uma feira natalina em Berlim, capital da Alemanha, atropelando os populares com um caminhão roubado, matando 12 pessoas e ferindo outras 50.

Nada indica que as profanações, aliás, típicas da guerra religiosa pregada por Maomé, fundador do Islã, tenham terminado ou arrefecido.

Também nos tempos tremendos da invasão armada islâmica da Península Ibérica, bispos católicos de ortodoxia suspeita estimularam os invasores e exortaram os católicos a baixarem os braços e se deixarem avassalar.

Foi o horrível caso de Dom Oppas, arcebispo de Sevilha, que incitou Don Pelayo a capitular. O rei havia se refugiado com os últimos fiéis na gruta de Covadonga, preferindo a morte a se perverter ao Islã.

Dom Oppas pediu-lhe enganosamente que capitulasse, o que teria como consequência a apostasia da Espanha.

Don Pelayo recusou com palavras heroicas e Nossa Senhora apareceu pessoalmente na batalha. Ela desviava as flechas e lanças dos adeptos do Corão, concedendo uma brilhante vitória às armas católicas.

A vitória de Covadonga foi o início da Reconquista da Espanha.



Vídeo: Islâmicos profanaram 50 imagens católicas na Alemanha em 2016





Vídeo: A vitória de Covadonga