segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Bispos nigerianos em favor da punição do “casamento” homossexual. E a CNBB?

Bispos nigerianos veneram túmulo de São Paulo em Roma
A Conferência Nacional dos Bispos da Nigéria elogiou a aprovação pelo Senado do país de projeto tornando ilegais as “uniões de casais do mesmo sexo” e as manifestações públicas de homossexualidade. Para os bispos, a decisão dos senadores foi “corajosa e promotora de esperança”.

Aprovada em 29 de novembro, a lei suscitou uma tempestade de queixas e ameaças partidas de chefes de Estado estrangeiros, como o primeiro-ministro inglês David Cameron e do Obama.

Em 7 de dezembro, a Conferência Episcopal da Nigéria emitiu declaração dizendo: “Queremos apoiar firmemente a proibição da união do mesmo sexo como expressão ao mesmo tempo de nossos valores culturais nigerianos e de nossas crenças religiosas enquanto cristãos”.

Igreja catolica em Lagos
Também a declaração episcopal causou mal-estar no exterior e até entre proeminentes bispos católicos. Entre estes, a agência LifeSiteNews cita o arcebispo de Westminster, Inglaterra, Mons. Vincent Nichols, que se manifestou num sentido favorável a essas uniões sodomíticas.

Os bispos nigerianos insistiram em que a proibição de atos públicos de “afeto” homossexuais é “essencial para a saúde moral do país”. “Muito longe de ser uma negação de um direito fundamental de alguns nigerianos que adotem essas condutas, a proibição protege nossa sociedade da usurpação de seu direito à saúde moral e à decência cultural”, explicaram.

Os bispos estão bem conscientes de que a “Nigéria de fato foi interpelada diretamente por alguns países ocidentais para reverter essa decisão sob pena de perder certas ajudas e apoios”.

A coragem do povo nigeriano, manifestada por seus legisladores e bispos, enfrentou as pressões da Inglaterra, Canadá e outros países “civilizados” que exigem dos países africanos rescindir suas leis pela família.

Atentados islamicos nao intimidam catolicos, Natal 2011
A lei ainda deve voltar à Câmara e ser assinada pelo presidente Goodluck Jonathan. Daí a importância das pressões externas, pois os legisladores nigerianos defendem o pensamento e os costumes dos eleitores massivamente contrários a uma união contrária à Lei de Deus e da Ordem Natural.

Os prelados acrescentaram: “Declaramos que país algum tem o direito de impor a outro, normas que visam subverter nossos valores culturais e sociais só para satisfazer a exóticos desejos e tendências de alguns poucos”.

Leia a íntegra (em inglês) da declaração da Conferência dos Bispos Católicos da Nigéria aqui.

Quando é que a CNBB assumirá uma posição clara e corajosa contra a imposição das práticas homossexuais no Brasil, comparável pelo menos à dos dignos prelados nigerianos?

Há muito o Brasil aguarda... Até quando?



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Nigéria aprova lei anti-homossexuais e refuta com dignidade a um Obama irado

Senado nigeriano vota punição do homossexualismo
O Senado nigeriano aprovou lei que penaliza com até 14 anos de prisão o “casamento” de homossexuais e também de lésbicas. Todos os envolvidos na cerimônia poderão receber até 10 anos de pena.

O povo da Nigéria é muito religioso e considera o homossexualismo um pecado. Mais de 30 países da África punem a as relações homossexuais, noticiou a agência EFE.

O presidente Obama ameaçou cortar os auxílios a esses países.

Mas o governo nigeriano reagiu com dignidade, lembrando ao presidente americano que a Nigéria é soberana e livre, se rege pelo Direito, sua lei é democrática e de acordo com a sensibilidade da nação, enquanto o homossexualismo é muito ofensivo às culturas e tradições da África.

“Direitos humanos”, “democracia”, “soberania” e “respeito às culturas tradicionais” são princípios que as esquerdas utilizam e fingem respeitar somente quando servem para demolir a ordem natural e cristã.


domingo, 22 de janeiro de 2012

Piauí: besouros invadem até igrejas, mas estas não invocam o auxílio do Céu

Praga sem precedentes

Uma praga sem precedentes de besouros infestou as ruas e os prédios de São João do Piauí, a 441 km de Teresina. Até as novenas tiveram de ser suspensas, pois nem sequer a Igreja Matriz de São João Batista escapou, segundo a UOL Notícias.

Segundo o padre Alaércio de Carvalho Souza, “os besouros mordem e deixam um líquido ácido que queima como fogo. A cidade está completamente infestada deles, que, além de picar as pessoas, deixam um mau cheiro”.

Os besouros são chamados de cascudos, têm a coloração preta com verde metálico e medem de 1 cm a 1,5 cm de comprimento.

“Recolhemos uns 10 baldes de besouros e botamos fogo em todos, mas não sei o que acontece que à noite eles minam de todos os buracos. De dia, a cidade fica um mar de besouros. A gente passa o dia varrendo e no dia seguinte mais besouros aparecem”, disse o padre.

“Fica impossível rezar com uma nuvem preta de besouros voando e nos atacando”, acrescentou.

“Eu nunca vi nada igual. Moro na cidade há 35 anos e nessa época é comum aparecer besouros, mas nesta quantidade eu nunca vi”, disse a aposentada Maria Fernanda da Silva, 63.

A preocupação maior dos moradores é com as crianças, principalmente os bebês. “Minha netinha de 4 meses de vida esta toda picada nas pernas e nos braços, mesmo a gente usando o mosquiteiro para proteger o berço. Os besouros encostam no mosquiteiro e quando ela está dormindo recebe a picada.”

Segundo a UESPI (Universidade Estadual do Piauí), a praga ocorre devido a uma deficiência de predadores naturais. Para o laboratório de biologia da UESPI, uma das possíveis causas é a poluição do rio Piauí, que acarretou o desaparecimento dos anfíbios que comiam os besouros.

A existência de pragas é tão antiga quanto a memória da humanidade. A Igreja tem recursos especiais com orações, bênçãos e atos de culto específicos para afastá-las e proteger os homens.

Nada na informação sugere que tenham sido utilizados? Por que?

Teriam sido esquecidos ou postos de lado como crendices da mal chamada “Igreja pré-conciliar”?


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Decretos da UE: água não serve contra desidratação e ameixa seca não é laxativa

Matéria de riso – para dizer pouco – foi a decisão burocrática da União Europeia proibindo os rótulos que digam que beber água evita a desidratação, noticiou “The Telegraph”. A decisão resultou de um emaranhado jogo de lobbies de pressão na cúpula executiva da UE.

Porém, o disparate chegou ao inacreditável quando a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar estipulou que comer muitas ameixas secas não tem efeito laxativo.

Não adiantou o eurodeputado Sir Graham Watson desafiar o Comissário da UE responsável pela norma a comer ameixas.

Sir Graham apontou pelo nome químico as substâncias reconhecidamente laxativas presentes nas ameixas.

Não adiantou. A UE se interessa tanto pela realidade quanto Hitler ou Stalin planificando a guerra ou a economia dos países escravos.

Sobre a proibição de escrever no rótulo das garrafas que a água serve contra a desidratação, o eurodeputado conservador Roger Helmer disse: “Esta é uma estupidez no sentido mais largo da palavra. O euro está pegando fogo, a UE está desabando, e eis que funcionários grossamente pagos e subvencionados legislam sobre as qualidades óbvias da água e tentam nos negar o direito de dizer o que é patentemente verdadeiro. Se alguma vez houve um episódio que demonstrou a loucura do grande projeto europeu, foi este aqui”, concluiu.

O estapafúrdio patenteia os extremos de dirigismo com que a UE invade a vida privada dos cidadãos.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ministra francesa: “não há islamismo moderado”

Jeannette Bougrab, ministra francesa da Juventude, declarou ao diário parisiense “Le Parisien” : “Eu não conheço islamismo moderado [...] Não há sharia light”.

Sua observação coincide com a do eurodeputado Magdi Allam, convertido ao catolicismo.

A ministra está alarmada com as vitórias fundamentalistas nas eleições no Marrocos, Tunísia e Egito.

Para ela, a opção entre ditaduras de um lado e regimes fundamentalistas do outro, é como ter que escolher “entre a peste e o cólera”.

Ela falou não como ministra, mas como “mulher francesa de origem árabe”.

“Eu sou daqueles que acham que se podem proibir os partidos políticos que trazem perigo para a Constituição”.

A Europa está percebendo que alimentou alegremente o monstro nascido da “Primavera Árabe”, que agora se volta contra ela de punhal na mão.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Avisos outrora ridículos: indício de decadência intelectual


“Não banhe o nenê na lavadora”; “não seque o celular no microondas”; “não passe com o ferro o bilhete da loteria”.

Estas são algumas das absurdas advertências que figuram em produtos comercializados no Ocidente [foto].

Elas foram objeto de um concurso de “avisos mais extravagantes”, realizado em Michigan (EUA). Contudo, se as empresas não as afixam, podem ser processadas e condenadas a multas de milhões de dólares.

Numa era em que prevalecesse o bom senso, tais advertências seriam alvo de chacotas. Entretanto, um estranho evanescimento explica a necessidade de avisos óbvios como esses, sem despertar uma sadia e generalizada reação do senso comum.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Polícia encontra cadáver de homem falecido diante da TV há seis meses

A agência de notícias “APA” noticiou que um aposentado de Salzburgo, Áustria, foi achado morto diante de seu televisor ligado.

“Ele estava no sofá da sala, com a TV ainda funcionando. Parece que morreu em março”, disse o policial Rudolf Feichtiger apontando para a programação da TV do dia 12 de março, ainda aberta sobre o sofá.

O cadáver só foi descoberto porque o condomínio ligou para a polícia após todo esse tempo de sumiço.

A polícia de Salzburg encontrou também o corpo de uma anciã, morta em seu apartamento um ano e meio antes.

Cenas macabras típicas de uma sociedade em que a família está desagregada.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Rosário salva pescadores portugueses

"A última onda", Emilio Ocón y Rivas, detalhe
Fonte: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=302097

José Manuel Coentrão, mestre da embarcação ‘Virgem do Sameiro’, um dos protagonistas do naufrágio que emocionou todo o país e muito em particular as Caxinas, zona entre Vila do Conde e Póvoa de Varzim, falou ontem, pela primeira vez, sobre o sucedido, um relato pleno de emoção e coragem.

Foram 60 horas à deriva no alto mar, muita fé, muitas preces e um desespero que parecia não ter fim.

«Passa tudo pela cabeça. A família, a mulher, o filho, os amigos», recordou o pescador, de lágrimas nos olhos, ainda visivelmente consternado pelos acontecimentos ainda tão recentes e frescos na memória.

O mestre foi o primeiro a fazer soar o alarme: «Tinha mandado os homens descansar e, não sei como, apercebi-me de que havia água a entrar no barco. Foi tudo muito rápido. Enviei o primeiro very light às cinco horas da manhã, mas ninguém viu. Mais tarde atirei outro, já de dia, mas uma embarcação que passava ao longe também não se apercebeu», explicou José Manuel Coentrão, que sublinhou o recurso às preces e à fé como recurso para combater o desespero:

«Havia um terço na balsa, que é do pescador que ainda está no hospital. Rezámos muito a Nossa Senhora de Fátima. Eu rezava em voz alta e os outros oravam em silêncio. Não tenho dúvidas de que foi um milagre.»


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Aranha monstruosa pode ser símbolo da mãe?

Em Zurique, Suíça foi exposta uma monstruosa aranha de metal, batizada acintosamente de “Mãe”.

O aracnídeo de aço, obra da falecida artista contemporânea Louise Bourgeois, mede 10 metros de altura, pesa 11 toneladas e está percorrendo as principais cidades helvéticas.

A obra é apresentada como uma vingança da artista contra seu pai, que não a teria tratado bem na infância, e como um tributo à sua mãe.

Porém, o público e a imprensa conservadora apontam uma grosseira contradição: a aranha é um inseto venenoso que pode matar. E, portanto, isso não é um elogio que se faça a uma mãe, mas uma ofensa à maternidade.

A monstruosa “obra de arte” foi exibida em locais públicos muito conhecidos de outros países, como o Museu Guggenheim, de Bilbao, o Palácio Hermitage, de São Petersburgo, e o Museu Tate de Arte Moderna, de Londres.

O laicismo crescente quer proibir a exibição em local público de crucifixos ou de imagens religiosas cristãs, mas financia a exposição de monstruos como este que injuriam até o sagrado conceito da mãe. Uma contradição que se diria só existir numa mente luciferina!


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

38% dos europeus têm distúrbios mentais. – Um fruto do afastamento da religião?

 

38% da população da União Européia (EU) sofre de distúrbios mentais e doenças cerebrais, revelou um estudo do Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia (ENCP, em inglês), segundo noticiou “The Telegraph” de Londres.

“As desordens mentais se tornaram o maior desafio à saúde na Europa do século XXI”, dizem os autores.

Apenas um terço dos doentes recebe a terapia ou medicação necessária. Porém, as repercussões econômicas negativas dessas doenças são calculadas na ordem de centenas de bilhões de euros, pela incapacitação física e mental dos doentes.

Grandes laboratórios farmacêuticos desenvolvem caríssimos projetos financiados pelos governos para encontrar remédios que contenham o progresso dessas doenças.

“Precisamos fechar o abismo aberto pelas desordens mentais”, disse Hans Ulrich Wittchen, diretor do Instituto de Psicologia e Psicoterapia Clínica da Universidade de Dresden, Alemanha, e chefe do estudo dos pesquisadores europeus.

O estudo do ENCP analisou 30 países europeus – os 27 da UE, a Suíça, a Islândia e a Noruega – que somados atingem uma população de 514 milhões de pessoas.

A equipe do Dr. Wittchen considerou perto de 100 doenças que incluem a totalidade das maiores desordens psicológicas, desde a ansiedade e a depressão até a esquizofrenia, a epilepsia, Parkinson e esclerose múltipla.

A conclusão do ENCP é de que há um nível altamente excessivo de desordens mentais e doenças cerebrais nos países estudados.

As doenças mentais se tornaram a principal causa de morte, incapacitação e um dos maiores ônus econômicos para os serviços de saúde no mundo inteiro.

A Organização Mundial da Saúde prediz que por volta de 2020, a depressão será causa da segunda maior despesa em doença de todas as épocas. Mas, para a UE, segundo o Dr. Wittchen, o futuro chegou mais cedo.

As quatro doenças que mais inabilitam pessoas são a depressão, a demência, a dependência alcoólica e os AVCs.

Estudo análogo anterior apontou que em 2005 a percentagem deste tipo de doentes da UE atingia 27%, tendo aumentado até 38% em 2011.

A tentativa de construir uma super-organização em bases puramente materiais que ignoram – e até hostilizam – o lado espiritual e a religião do homem, não será uma das causas mais profundas desses desarranjos mentais?

Nesse sentido, atentar contra os fundamentos cristãos da civilização acaba sendo uma das maiores loucuras e um dos maiores fatores de enlouquecimento.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ecumenismo relativista entrega a Europa e o mundo ao Islã, denuncia eurodeputado



Basílica de Sao Paulo em Cantù: sacerdote faz propaganda do Islã

Na basílica de São Paulo, na cidade de Cantù, província de Como, Itália, com o pretexto da festa islâmica de Eid al-Fitr, a segunda mais importante do maometanismo, o preboste emérito, Pe. Lino Cerutti, distribuiu folhetos com orações islâmicas e textos místicos sufis apresentando o Islã como uma religião excelsa.

A denúncia foi feita pelo eurodeputado Magdi Cristiano Allam, ex-muçulmano, no jornal “Il Giornale” de Milão.

Allam sublinhou que quem acredita sinceramente em Jesus Cristo de modo algum pode se achar que Maomé foi um profeta autêntico nem que o islã seja uma religião verdadeira.

“Ou se acredita em Jesus Cristo ou se acredita em Maomé; ou se é cristão ou muçulmano”. Mas, absolutamente não se pode acreditar nos dois ao mesmo tempo. 

Relativismo católico exacerba fanáticos do Islã
“Quem faz isso não é cristão. Não se trata de ser mais ou menos sincretista. Simplesmente se deixou de ser cristão. E se é um sacerdote que legitima Maomé e o Islã, em verdade comete uma heresia e é eventualmente réu de apostasia”, acrescentou o eurodeputado.

Allam critica o Pe. Lino por ter aderido ao relativismo religioso, imaginando que amar ao próximo implica simpatizar com a religião dele. O relativismo religioso, a partir do Concílio Vaticano II – continua o ex-muçulmano – está se espalhando dentro da Igreja Católica.

Entrementes, o lado maometano não somente não quer saber de relativismo, mas, seguindo o ensinamento de Maomé pelo contrário, condena os cristãos como heréticos.

Estamos diante de pessoas duplamente ingênuas e iludidas. Elas acreditam que relativizando o cristianismo tornarão os islâmicos mais sensíveis a nós. A verdade – disse, baseado na sua experiência pessoal –, é que vendo essas atitudes “ecumênicas”, os maometanos vêem o cristianismo como uma terra deserta que só serve para ser apropriada por eles.

A proliferação das mesquitas em Ocidente é um sinal dessa vontade de conquista de países cristãos esvaziados de fé por um falso e mal-entendido ecumenismo.

O que mais poderiam desejar os islâmicos de nós, ingênuos, estultos, ideologicamente infiltrados e destinados ao suicídio? – interrogou, finalmente, Allam.

É claro que mais do que nunca se torna imperiosa uma voz de esclarecimento dos encarregados por Jesus Cristo de proteger o rebanho dos fiéis.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Violência não impede crescimento da Igreja Católica na Índia

Igreja católica em Kerala

A igreja de Nossa Senhora de Vailankanni, no estado de Kerala, sul da Índia, foi invadida e depredada por fanáticos anti-católicos, informou a agência Zenit.

Os vândalos destruíram o altar, ornamentos sagrados e confessionários, além de ameaçarem os fiéis que acudiram em grande número quando ouviram o tumulto.

Veneração pública da Cruz, Kuravilangadu, Kerala
Os fanáticos hinduístas e islâmicos estão perdendo a cabeça vendo o progresso do catolicismo. 20% da população do estado de Kerala já é católica.

O bispo diocesano D. Stanley Roman explicou que “há uma comunidade católica muito viva e numerosa. Por isso, tínhamos a intenção de construir uma igreja maior. O projeto alarmou os grupos extremistas hinduístas”, além dos islâmicos.

O bispo precisou tranqüilizar o povo católico que estava prestes a dar o troco aos agressores e o convidou a suportar com paciência as violências. “Agiremos segundo a lei”, sublinhou.

Foi essa a conduta dos primeiros católicos no tempo das perseguições romanas. No fim, o império pagão caiu de podre e a Igreja Católica emergiu triunfante das catacumbas.

Essa perspectiva apavora os pagãos e os falsos “ecumenistas cristãos”.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cardeal de Edimburgo: lutar contra o “casamento” homossexual até as últimas conseqüências

Cardeal Keith Patrick O'Brien, primaz da Escócia
O governo da Escócia convocou as forças vivas do país a se pronunciarem sobre um projeto de “casamento” homossexual.

O projeto traz uma “compensação” enganosa: ele eximiria os grupos religiosos da obrigação de celebrá-los com algum tipo de cerimônia.

Atendendo o convite, o Cardeal Keith O'Brien, arcebispo de Edimburgo, pronunciou uma homilia para os deputados da Escócia, informou o jornal “The Scotsman”.

Nela, o Cardeal denunciou que qualquer tentativa de aprovar uma união estável para homossexuais, seja por meio de cerimônia civil ou religiosa, será um “ataque direto” contra a instituição do matrimonio.

O purpurado disse que os defensores do “casamento” homossexual pretendem “reescrever a natureza humana” e exortou os deputados escoceses a se oporem à pretensão de legalizar essa união contra a natureza.

“A Igreja estima que a instituição do casamento é a pedra fundamental mais estável sobre a qual a família pode repousar, disse.

“A posição da Igreja é clara: nenhum governo pode re-escrever a natureza humana; a família e o casamento existiam antes do Estado e sua base é a união entre um homem e uma mulher.

“Toda tentativa de redefinir o casamento é um ataque direto contra a pedra fundamental da sociedade e deve ser combatida até as últimas conseqüências”.

O líder dos “verdes” escoceses, Patrick Harvie, deblaterou contra as palavras do Cardeal dizendo que eram “absurdas” e uma tentativa de “suprimir” a liberdade de homossexuais, lésbicas e bissexuais.


domingo, 9 de outubro de 2011

Islâmicos pedem tirar a Cruz da bandeira da Suíça

Second@s Plus, associação de imigrantes islâmicos na Suíça anunciou uma campanha nacional visando remover a Cruz branca da bandeira nacional, informou o Hudson Institute,  seção de New York, especializado em geoestrategia.

O grupo argumenta que é um “símbolo cristão que não mais corresponde à Suìça multicultural de hoje”. Ivica Petrusic, vicepresidente do grupo muçulmano, explicou que a Cruz ofende os imigrantes maometanos e que os suíços, portanto, deveriam escolher outro símbolo.

Para Petrusic, “é necessário separar a Igreja do Estado”. Ele ainda escarneceu dos suíços dizendo que não acreditam mais na Cruz.

O líder islâmico propôs uma bandeira verde, vermelha e amarela, mais parecida com as da Bolivia e de Ghana. Na verdade, é um meio termo rumo a uma futura bandeira com as cores rituais islâmicas: verde, vermelho, preto e branco.

Líderes islâmicos suíços. Pregadores católicos são presos em terras de Islã
Símbolos corânicos figuram nas bandeiras de muitos países islâmicos e quem falasse em remové-los poderia ser judicialmente condenado à morte. 

E naqueles onde há minorías cristãs, ninguém ousa falar em multiculturalismo. Pelo contrário, só se houve falar em perseguição religiosa.

O conservador Partido do Povo Suíço (SVP), o maior do país, recusou a proposta como “totalmente inaceitável”. Termos análogos foram empregados pelos portavozes do Partido Democrata Cristão (CVP) e Liberal.

A reação imediata dos grandes partidos foi um sinal que eles perceberam a periculosidade da proposta e as conotações explosivas que a envolvem.

Na Suíça há por volta de 400.000 muçulmanos, que possuem 200 mesquitas e 1.000 locais de culto. Eles promovem uma infinidade de processos jurídicos para impor os preceitos islâmicos nos costumes do país.

Muçulmanos na Holanda: ousadia não pára de crescer
O chefe da comunidade islâmica da Basiléia foi processado por pregar a implantação da Lei Islâmica (sharia) no país e a flagelação pública de mulheres, tendo sido liberado em nome da “liberdade de expressão”. Nos países islâmicos, um pregador público do Evangelho pode ser condenado à morte.

Em 2009 os suíços aprovaram em plebiscito a proibição constitucional dos minaretes, e em 2010 exigiram pelo mesmo processo regras severas contra os imigrantes condenados por crimes graves.

Por causa dessas decisões livres e democráticas de bom senso, o país foi vituperado pelas esquerdas internacionais, inclusive as católicas “ecumênicas”. Hoje, a referida absurda exigência de abolir a Cruz, símbolo nacional, agrada às mesmas esquerdas laicistas e anticristãs.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cardeal Sarah: padres que não denunciam políticas como aborto e “casamento” homossexual são recusados por Deus

Cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum
O Cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, ensinou que os religiosos que se abstém de combater a imoralidade da sociedade moderna, especialmente as políticas pro-aborto e anti-familia como o casamento” homossexual, receberão a condenação do próprio Deus, informou LifeSiteNews.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dez anos depois, o Islã fundamentalista visa uma revolução mais profunda que o comunismo

Totalitarismo islâmico e revolução anti-cristã

Dez anos depois dos atentados do 11 de setembro alguém poderia achar exagerado um paralelo com o assalto ao Palácio de Inverno em São Petersburgo e o abalo do colossal e milenar império dos Czares.

Dois golpes de um impacto histórico quase inigualados. Dois atentados paroxísticos contra dois poderes que pareciam inabaláveis.

O resultado do 17 de Outubro de 1917 é bem conhecido. O resultado do 11 de setembro ainda é enigmático. Os dois visaram virar o mundo de ponta cabeça.

Os bolchevistas tentaram e conseguiram mas décadas mais tarde acabaram afundando eles próprios no insucesso.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Líder comunista reconhece conservadorismo predominante no Brasil




A grande mídia procura dar uma impressão desanimadora do Brasil, como se fosse um país cuja maioria prefere a imoralidade e a decadência igualitária. Entretanto, essa visualização é muito parcial.

Geraldo Galindo, dirigente estadual do PCdoB/BA, julgou com olhos comunistas as preferências do Brasil profundo e expôs suas conclusões no site Vermelho.org, mantido pela Associação Vermelho em convênio com o Partido Comunista do Brasil – PCdoB.

Eis suas palavras:

“[No Brasil] a maioria do povo é contra o aborto, é contra o casamento entre homossexuais, é contra o desarmamento, contra leis que asseguram o estado laico etc.

“Isso é decorrente, entre outros fatores, por conta de uma influência religiosa ainda muito marcante em nossa sociedade ‒ o que tem travado a aprovação de propostas que fariam o país avançar para um ambiente mais civilizado – e também pela força das dezenas de partidos conservadores presentes na disputa política.

“Aqui em Bruzundanga, quando falamos em respeitar os direitos humanos, os direitistas falam que estamos ao lado dos bandidos;
quando defendemos cotas para negros e pobres, eles dizem que estamos premiando a ignorância;
quando dizemos que o corpo da mulher pertence a ela e ela deve decidir sobre ele, os reacionários dizem que o corpo pertence a Deus e que as regras do tal deus é que devem prevalecer e nos acusam ainda de estarmos propondo o assassinato de crianças indefesas;
quando se pretende punir os país que surram os filhos, eles vêm com o argumento de intromissão do governo em assuntos domésticos;
quando propomos a união entre homossexuais e o combate contra a homofobia eles dizem que estamos fazendo campanha para o povo fazer opção pelo homossexualismo;
quando defendemos o desarmamento, eles afirmam que queremos desarmar o povo e deixar os bandidos bem armados;
quando combatemos o racismo, eles dizem que estamos pregando o ódio entre as raças;
se somos contra o ensino de religião nas escolas, falam que somos ateus materialistas e que queremos proibir a bíblia.

“Quando defendemos programas sociais para o povo pobre, eles falam em assistencialismo e estímulo à preguiça,
quando defendemos pesquisas com células-tronco para a cura de doenças, eles falam que estamos ameaçando as leis divinas;
quando bradamos contra o machismo eles dizem que essa é a tradição brasileira;
quando queremos investigar os crimes da ditadura eles nos acusam de revanchistas. (...)

“O pior de tudo é que vez por outras surgem pessoas tidas como de "esquerda", que em tese deveriam estar ao lado de causas libertárias, assimilando esse tipo de discurso, como a presença de deputados do PT em manifestações públicas contra os homossexuais e contra o direito da mulher fazer aborto. (...)

“Seria bom que todas pessoas pudessem ler o livro "Preconceito Lingüístico" e outros do professor da UNB Margos Bagno (pode-se baixar na internet). Para os conservadores de plantão, a avançada idéia do MEC de se contrapor à ditadura da "gramática culta" seria estimular a ignorância entre os alunos, quando o objetivo vem a ser exatamente o contrário.”

O povo brasileiro ainda possui no mais profundo de sua alma reservas de bom senso e de moralidade que o fazem reagir contra todos os fatores de dissolução social e religiosa.

Porém, ele sente falta de autênticas elites que o representem e conduzam o Brasil no rumo da verdadeira ordem, moral e prosperidade.

Faltam – é doloroso dizê-lo – prelados e eclesiásticos corajosos e íntegros, dispostos a verdadeiramente conduzir a grei de Jesus Cristo pelos caminhos da Civilização Cristã, e não pelos descaminhos que conduzem ao abismo, como o proposto pelo PC do B e assemelhados.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fé de família de 11 filhos suscita admiração e simpatia nos EUA

A família de Larry e Jen Kilmer com seus onze filhos atraiu uma onda de simpatia quando o esquerdizante diário “The Washington Post” lhe consagrou uma página entre incrédulo, escandalizado e estupefato.

Quando o censo diz que há menos de uma criança por lar nos EUA, a família Kilmer parece uma anomalia inimaginável e ingovernável. Larry, o pai, é professor e Jen, a mãe, é dona de casa. Porém, a despeito de anos de ingentes tarefas para manter os filhos, eles ostentam grande alegria.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sem família tradicional, nasce geração de vândalos na Inglaterra

Sem família, com celular e videojogo:
jovens depredam Londres
Anos de políticas anti-familiares criaram o “caldo de cultura” de onde saíram os baderneiros que incendiaram numerosos bairros de cidades inglesas, escreveu Max Hastings, do jornal “The Mail” de Londres.

Os depredadores obedeciam a palavras-de-ordem ideológicas esquerdistas e anticapitalistas. Eles agiram assim não porque fossem pobres ou marginados ou por alguma razão racial ou religiosa: “Nós fazemos o que nos dá na telha”, dizia, com um caro Blackberry na mão, uma agitadora à BBC.

Se havia iletrados ou desempregados era por desinteresse pessoal. Eram “animais selvagens” da era digital, escreveu o articulista. Por quê?

Porque não mostravam sequer percepção da diferença entre o bem e o mal, só respondendo a impulsos animais: embebedar-se, praticar sexo, destruir a propriedade dos outros.

Nem pobres, nem marginados:
mas produto de políticas contra a família
Seu único conhecimento profundo: videojogos digitais e redes sociais. Sua fonte de subsistência: planos sociais e, sobretudo, as pensões dos pais perpetuamente ausentes.

Eles são o produto de anos de políticas que foram desfazendo a família e promovendo falsas alternativas como sendo novas formas equiparáveis moral e legalmente: “famílias monoparentais”, maternidade ou paternidade solteira e a conseguinte desaparição da vida do lar onde se formam as crianças.

A geração selvagem assim formada voltou-se para o vandalismo, a insociabilidade, a obscenidade e a violência como se a vida se reduzisse a um videojogo de mata-mata e destrói-destrói.

A revolução nas escolas, paralela à revolução na família, promoveu a tolerância total, a ausência de disciplina, de juízo e de ordem.

As leis, os juízes e a polícia foram orientados contra os pais, as autoridades educativas contra os professores, e, por sua vez, os “direitos humanos” contra pais, educadores, Justiça, leis e polícia.

Para salvar a sociedade: promover o casamento tradicional
O resultado, conclui o jornalista, está agora evidente: uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.

O fabrico dessa geração custou bilhões de libras em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares.

Os dogmas socialistas e libertários triunfaram: um dos produtos desse “triunfo” foi a explosão de vandalismo nos bairros “burgueses” de Londres.

É imperioso restaurar a família sobre suas bases mais sólidas ‒ o Sacramento do Matrimônio ‒ restaurando em sua devida dignidade o casamento tradicional.