quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cardeal de Edimburgo: lutar contra o “casamento” homossexual até as últimas conseqüências

Cardeal Keith Patrick O'Brien, primaz da Escócia
O governo da Escócia convocou as forças vivas do país a se pronunciarem sobre um projeto de “casamento” homossexual.

O projeto traz uma “compensação” enganosa: ele eximiria os grupos religiosos da obrigação de celebrá-los com algum tipo de cerimônia.

Atendendo o convite, o Cardeal Keith O'Brien, arcebispo de Edimburgo, pronunciou uma homilia para os deputados da Escócia, informou o jornal “The Scotsman”.

Nela, o Cardeal denunciou que qualquer tentativa de aprovar uma união estável para homossexuais, seja por meio de cerimônia civil ou religiosa, será um “ataque direto” contra a instituição do matrimonio.

O purpurado disse que os defensores do “casamento” homossexual pretendem “reescrever a natureza humana” e exortou os deputados escoceses a se oporem à pretensão de legalizar essa união contra a natureza.

“A Igreja estima que a instituição do casamento é a pedra fundamental mais estável sobre a qual a família pode repousar, disse.

“A posição da Igreja é clara: nenhum governo pode re-escrever a natureza humana; a família e o casamento existiam antes do Estado e sua base é a união entre um homem e uma mulher.

“Toda tentativa de redefinir o casamento é um ataque direto contra a pedra fundamental da sociedade e deve ser combatida até as últimas conseqüências”.

O líder dos “verdes” escoceses, Patrick Harvie, deblaterou contra as palavras do Cardeal dizendo que eram “absurdas” e uma tentativa de “suprimir” a liberdade de homossexuais, lésbicas e bissexuais.


domingo, 9 de outubro de 2011

Islâmicos pedem tirar a Cruz da bandeira da Suíça

Second@s Plus, associação de imigrantes islâmicos na Suíça anunciou uma campanha nacional visando remover a Cruz branca da bandeira nacional, informou o Hudson Institute,  seção de New York, especializado em geoestrategia.

O grupo argumenta que é um “símbolo cristão que não mais corresponde à Suìça multicultural de hoje”. Ivica Petrusic, vicepresidente do grupo muçulmano, explicou que a Cruz ofende os imigrantes maometanos e que os suíços, portanto, deveriam escolher outro símbolo.

Para Petrusic, “é necessário separar a Igreja do Estado”. Ele ainda escarneceu dos suíços dizendo que não acreditam mais na Cruz.

O líder islâmico propôs uma bandeira verde, vermelha e amarela, mais parecida com as da Bolivia e de Ghana. Na verdade, é um meio termo rumo a uma futura bandeira com as cores rituais islâmicas: verde, vermelho, preto e branco.

Líderes islâmicos suíços. Pregadores católicos são presos em terras de Islã
Símbolos corânicos figuram nas bandeiras de muitos países islâmicos e quem falasse em remové-los poderia ser judicialmente condenado à morte. 

E naqueles onde há minorías cristãs, ninguém ousa falar em multiculturalismo. Pelo contrário, só se houve falar em perseguição religiosa.

O conservador Partido do Povo Suíço (SVP), o maior do país, recusou a proposta como “totalmente inaceitável”. Termos análogos foram empregados pelos portavozes do Partido Democrata Cristão (CVP) e Liberal.

A reação imediata dos grandes partidos foi um sinal que eles perceberam a periculosidade da proposta e as conotações explosivas que a envolvem.

Na Suíça há por volta de 400.000 muçulmanos, que possuem 200 mesquitas e 1.000 locais de culto. Eles promovem uma infinidade de processos jurídicos para impor os preceitos islâmicos nos costumes do país.

Muçulmanos na Holanda: ousadia não pára de crescer
O chefe da comunidade islâmica da Basiléia foi processado por pregar a implantação da Lei Islâmica (sharia) no país e a flagelação pública de mulheres, tendo sido liberado em nome da “liberdade de expressão”. Nos países islâmicos, um pregador público do Evangelho pode ser condenado à morte.

Em 2009 os suíços aprovaram em plebiscito a proibição constitucional dos minaretes, e em 2010 exigiram pelo mesmo processo regras severas contra os imigrantes condenados por crimes graves.

Por causa dessas decisões livres e democráticas de bom senso, o país foi vituperado pelas esquerdas internacionais, inclusive as católicas “ecumênicas”. Hoje, a referida absurda exigência de abolir a Cruz, símbolo nacional, agrada às mesmas esquerdas laicistas e anticristãs.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cardeal Sarah: padres que não denunciam políticas como aborto e “casamento” homossexual são recusados por Deus

Cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum
O Cardeal Robert Sarah, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, ensinou que os religiosos que se abstém de combater a imoralidade da sociedade moderna, especialmente as políticas pro-aborto e anti-familia como o casamento” homossexual, receberão a condenação do próprio Deus, informou LifeSiteNews.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dez anos depois, o Islã fundamentalista visa uma revolução mais profunda que o comunismo

Totalitarismo islâmico e revolução anti-cristã

Dez anos depois dos atentados do 11 de setembro alguém poderia achar exagerado um paralelo com o assalto ao Palácio de Inverno em São Petersburgo e o abalo do colossal e milenar império dos Czares.

Dois golpes de um impacto histórico quase inigualados. Dois atentados paroxísticos contra dois poderes que pareciam inabaláveis.

O resultado do 17 de Outubro de 1917 é bem conhecido. O resultado do 11 de setembro ainda é enigmático. Os dois visaram virar o mundo de ponta cabeça.

Os bolchevistas tentaram e conseguiram mas décadas mais tarde acabaram afundando eles próprios no insucesso.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Líder comunista reconhece conservadorismo predominante no Brasil




A grande mídia procura dar uma impressão desanimadora do Brasil, como se fosse um país cuja maioria prefere a imoralidade e a decadência igualitária. Entretanto, essa visualização é muito parcial.

Geraldo Galindo, dirigente estadual do PCdoB/BA, julgou com olhos comunistas as preferências do Brasil profundo e expôs suas conclusões no site Vermelho.org, mantido pela Associação Vermelho em convênio com o Partido Comunista do Brasil – PCdoB.

Eis suas palavras:

“[No Brasil] a maioria do povo é contra o aborto, é contra o casamento entre homossexuais, é contra o desarmamento, contra leis que asseguram o estado laico etc.

“Isso é decorrente, entre outros fatores, por conta de uma influência religiosa ainda muito marcante em nossa sociedade ‒ o que tem travado a aprovação de propostas que fariam o país avançar para um ambiente mais civilizado – e também pela força das dezenas de partidos conservadores presentes na disputa política.

“Aqui em Bruzundanga, quando falamos em respeitar os direitos humanos, os direitistas falam que estamos ao lado dos bandidos;
quando defendemos cotas para negros e pobres, eles dizem que estamos premiando a ignorância;
quando dizemos que o corpo da mulher pertence a ela e ela deve decidir sobre ele, os reacionários dizem que o corpo pertence a Deus e que as regras do tal deus é que devem prevalecer e nos acusam ainda de estarmos propondo o assassinato de crianças indefesas;
quando se pretende punir os país que surram os filhos, eles vêm com o argumento de intromissão do governo em assuntos domésticos;
quando propomos a união entre homossexuais e o combate contra a homofobia eles dizem que estamos fazendo campanha para o povo fazer opção pelo homossexualismo;
quando defendemos o desarmamento, eles afirmam que queremos desarmar o povo e deixar os bandidos bem armados;
quando combatemos o racismo, eles dizem que estamos pregando o ódio entre as raças;
se somos contra o ensino de religião nas escolas, falam que somos ateus materialistas e que queremos proibir a bíblia.

“Quando defendemos programas sociais para o povo pobre, eles falam em assistencialismo e estímulo à preguiça,
quando defendemos pesquisas com células-tronco para a cura de doenças, eles falam que estamos ameaçando as leis divinas;
quando bradamos contra o machismo eles dizem que essa é a tradição brasileira;
quando queremos investigar os crimes da ditadura eles nos acusam de revanchistas. (...)

“O pior de tudo é que vez por outras surgem pessoas tidas como de "esquerda", que em tese deveriam estar ao lado de causas libertárias, assimilando esse tipo de discurso, como a presença de deputados do PT em manifestações públicas contra os homossexuais e contra o direito da mulher fazer aborto. (...)

“Seria bom que todas pessoas pudessem ler o livro "Preconceito Lingüístico" e outros do professor da UNB Margos Bagno (pode-se baixar na internet). Para os conservadores de plantão, a avançada idéia do MEC de se contrapor à ditadura da "gramática culta" seria estimular a ignorância entre os alunos, quando o objetivo vem a ser exatamente o contrário.”

O povo brasileiro ainda possui no mais profundo de sua alma reservas de bom senso e de moralidade que o fazem reagir contra todos os fatores de dissolução social e religiosa.

Porém, ele sente falta de autênticas elites que o representem e conduzam o Brasil no rumo da verdadeira ordem, moral e prosperidade.

Faltam – é doloroso dizê-lo – prelados e eclesiásticos corajosos e íntegros, dispostos a verdadeiramente conduzir a grei de Jesus Cristo pelos caminhos da Civilização Cristã, e não pelos descaminhos que conduzem ao abismo, como o proposto pelo PC do B e assemelhados.



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fé de família de 11 filhos suscita admiração e simpatia nos EUA

A família de Larry e Jen Kilmer com seus onze filhos atraiu uma onda de simpatia quando o esquerdizante diário “The Washington Post” lhe consagrou uma página entre incrédulo, escandalizado e estupefato.

Quando o censo diz que há menos de uma criança por lar nos EUA, a família Kilmer parece uma anomalia inimaginável e ingovernável. Larry, o pai, é professor e Jen, a mãe, é dona de casa. Porém, a despeito de anos de ingentes tarefas para manter os filhos, eles ostentam grande alegria.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sem família tradicional, nasce geração de vândalos na Inglaterra

Sem família, com celular e videojogo:
jovens depredam Londres
Anos de políticas anti-familiares criaram o “caldo de cultura” de onde saíram os baderneiros que incendiaram numerosos bairros de cidades inglesas, escreveu Max Hastings, do jornal “The Mail” de Londres.

Os depredadores obedeciam a palavras-de-ordem ideológicas esquerdistas e anticapitalistas. Eles agiram assim não porque fossem pobres ou marginados ou por alguma razão racial ou religiosa: “Nós fazemos o que nos dá na telha”, dizia, com um caro Blackberry na mão, uma agitadora à BBC.

Se havia iletrados ou desempregados era por desinteresse pessoal. Eram “animais selvagens” da era digital, escreveu o articulista. Por quê?

Porque não mostravam sequer percepção da diferença entre o bem e o mal, só respondendo a impulsos animais: embebedar-se, praticar sexo, destruir a propriedade dos outros.

Nem pobres, nem marginados:
mas produto de políticas contra a família
Seu único conhecimento profundo: videojogos digitais e redes sociais. Sua fonte de subsistência: planos sociais e, sobretudo, as pensões dos pais perpetuamente ausentes.

Eles são o produto de anos de políticas que foram desfazendo a família e promovendo falsas alternativas como sendo novas formas equiparáveis moral e legalmente: “famílias monoparentais”, maternidade ou paternidade solteira e a conseguinte desaparição da vida do lar onde se formam as crianças.

A geração selvagem assim formada voltou-se para o vandalismo, a insociabilidade, a obscenidade e a violência como se a vida se reduzisse a um videojogo de mata-mata e destrói-destrói.

A revolução nas escolas, paralela à revolução na família, promoveu a tolerância total, a ausência de disciplina, de juízo e de ordem.

As leis, os juízes e a polícia foram orientados contra os pais, as autoridades educativas contra os professores, e, por sua vez, os “direitos humanos” contra pais, educadores, Justiça, leis e polícia.

Para salvar a sociedade: promover o casamento tradicional
O resultado, conclui o jornalista, está agora evidente: uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.

O fabrico dessa geração custou bilhões de libras em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares.

Os dogmas socialistas e libertários triunfaram: um dos produtos desse “triunfo” foi a explosão de vandalismo nos bairros “burgueses” de Londres.

É imperioso restaurar a família sobre suas bases mais sólidas ‒ o Sacramento do Matrimônio ‒ restaurando em sua devida dignidade o casamento tradicional.


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Jovem católico martirizado no Cairo pelo fundamentalismo “democrático e liberal”

O jovem católico Abanob Karam, 18, aluno do Instituto Técnico Salesiano do Cairo foi morto durante os distúrbios populares promovidos pelos extremistas islâmicos que queimaram duas igrejas. A informação veio do diretor da comunidade salesiana na capital egípcia, Pe. Renzo Leonarduzzi e foi distribuída pela agência Zenit.

“Quando ele chegou a casa (no bairro popular de Munira – Imbaba, Cairo), percebeu que havia problemas na igreja vizinha, São Minas; deixou sua mochila e saiu para defender sua igreja, embora a mãe tivesse insistido para que ele não fosse, porque seria perigoso demais.”

Fanáticos islâmicos assaltavam a igreja pretextando que os cristãos seqüestraram na igreja uma garota cristã que teria se tornado muçulmana.

Abanob foi morto de um tiro. A escola salesiana é freqüentado por 700 alunos, dos quais 450 são cristãos e 250, muçulmanos. Abanob nasceu em 6 de outubro de 1992, perdeu seu pai no ano passado e agora estudava para ajudar sua mãe e seus irmãos.

“A situação do país está muito tensa e é muito difícil fazer previsões otimistas”, confessou o Pe. Renzo Leonarduzzi.

“Os cristãos estão sob constante pressão e assédio e, infelizmente, como já acontecia antes, os organismos competentes sempre chegam quando o jogo já acabou, prendendo os cristãos e os obrigando a ‘fazer as pazes' com a outra parte, impedindo assim qualquer pedido de indenização e de justiça.”

As revoluções em curso no Norte da África pretendem ser fruto do anseio por democracia e liberdade. Porém, está se verificando um engano: por trás dos movimentos populares agem agitadores articulados pelo grupo fundamentalista Fraternidade Muçulmana.

O fundamentalismo abandonou a imagem do terrorista fanático barbudo e adotou uma nova falaciosa aparência. Desta maneira, está fazendo progressos rápidos que a versão “a la Bin Laden” já não lhes estava permitindo realizar.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Repressão socialista mata dúzias de cristãos no Vietnam

Aldéia Hmong, montanheses.


Pelo menos 49 cristãos vietnamitas da etnia Hmong foram mortos, centenas ficaram feridos e um número inverificável deles foram presos ou estão desaparecidos.

Esse é o balanço da sanguinária repressão desencadeada pelos Exércitos do Povo do Vietnam e do Laos numa região de fronteira, noticiou AsiaNews.

Em 30 de abril, em Muong Nhe, província de Dien Bien, 8.500 Hmong se reuniram para rezar, pedir a devolução das terras e liberdade religiosa. Naquele momento sofreram o ataque militar. Segundo Christy Lee, diretor executivo de Hmong Advance Inc. (HAI), de Washington, D.C., os presos “poderão ser torturados ou assassinados, ou simplesmente desaparecer”. A energia elétrica e as comunicações foram interrompidas na região.

Propaganda comunista oficial
Entre os presos há alguns ministros extraordinários da Eucaristia que atendem quatro comunidades católicas da região.

Na região os fiéis católicos praticam a religião na clandestinidade porque a violação da liberdade religiosa é a mais violenta do país.

Os últimos sacerdotes católicos só conseguiram entrar em Muong Nhe se apresentando como turistas. Mas, ficaram sob vigilância ininterrupta sendo acompanhados por policiais que os vigiavam para impedir qualquer tentativo de evangelização.

Os Hmong são perto de 790 mil e durante as guerras lutaram do lado anticomunista. Entre eles há muitas conversões ao catolicismo.

Lar Hmong católico
Segundo Philip Smith, diretor executivo do Center for Public Policy Analysis (CPPA), Washington, D.C., a repressão socialista utilizou até “helicópteros de ataque ao solo para caçar, prender e matar aqueles que tentavam fugir da região do conflito”, informou a agencia VietCatholic News.

Também foram utilizados blindados numa repressão “horrorosa”. Alguns fugitivos conseguiram atravessar a fronteira da Tailândia fugindo pela selva.

Mùa A Sơn, governador da província de Dien Bien justificou o massacre porque “forças hostis se infiltraram para pregar ilegalmente e incitar o povo a aderir a um movimento independentista que visa criar um reino separado de Hmongs”. O linguajar parece repetir alguma cartilha chinesa ou alguma ainda mais antiga soviética.

O porta-voz do ministério de Relações Exteriores, Nguyen Phuong Nga, deu uma explicação diversa poucos dias depois, apontando como causa das mortes a “procura ilusória da religião” e “condições anti-higiênicas de vida”.

Fontes católicas informaram que o incidente foi provocado por uma série de violações da propriedade da terra e de atentados contra a liberdade religiosa.

O governo quer forçar a população a trabalhar no domingo e lhe impede assistir a Missa ou a serviços religiosos para obrigá-la a renunciar à fé.

O governo socialista proíbe a presença de jornalistas estrangeiros na região. O porta-voz atribuiu a interdição ao mau clima e ao mal estado das estradas.

Por sua vez, o chefe do Exército do Povo do Laos foi acusado por ONGs humanitárias por atrocidades contra civis que incluem violação, assassinato e mutilação de crianças e mulheres Hmong, acrescentou VietCatholicNews.

Entretanto, otimistas empresários ocidentais e dialogantes clérigos vaticanos são recebidos amistosamente pelos carrascos de Hanói e retornam esperançosos nas promessas dos carrascos e insensíveis ao morticínio dos fiéis da Igreja.


domingo, 7 de agosto de 2011

Filme proibido no Rio revela metas extremadas da Cristofobia


Crimes, aberrações e perversões fizeram do filme “A Serbian Film: Terror sem Limites” um dos mais reprováveis dos últimos tempos. E, tal vez, sem desejá-lo, um dos mais reveladores dos rumos da Cristofobia no Ocidente.

Planejado para ser exposto no festival carioca RioFan, ele foi forçado nos últimos 16 anos a atenuar sua violência e depravação até em países liberais como o Reino Unido.

O filme foi proibido na Noruega, o diretor do festival que o exibiu na Espanha foi processado, e o laboratório que fez suas cópias na Alemanha as destruiu após dar-se conta do conteúdo.

O diretor de seu cortejo de atrocidades, Srdjan Spasojevic, declarou à “Folha de S. Paulo” estar “espantado” com as críticas, que seriam fruto de “uma caça às bruxas” em pleno século XXI. Não há de faltar quem ache que exibi-lo é uma vitória dos “direitos humanos”.

O filme explora morbidamente o incesto, a pedofilia, a necrofilia, a violência em granel e até um chocante estupro de um recém-nascido.

O longa-metragem aparece como ponta de lança do mesmo movimento que promove o aborto, o casamento homossexual, a liberação das drogas e o banimento dos símbolos religiosos cristãos dos locais públicos.

“A Serbian Film” avança “direitos humanos” que serão reivindicados no futuro, inserindo-se numa insidiosa campanha de “revolução cultural”.

Ele predispõe antecipadamente a opinião pública para a aceitação de crimes e aberrações morais que serão protegidos mais tarde por leis contrárias à Lei de Deus.

O personagem central do filme é um “astro” que, além de pornográfico, aceita participar de filmagens drogado e cometendo atrocidades sexuais.

“É um pesadelo de horror pornô com má atuação e mal dirigido, o qual aspira a ser uma sátira”, escreveu Peter Bradshaw no jornal britânico “The Guardian”.

“O horror é empregado num crescendo, que acompanha o cinismo do diretor pornô tanto quanto o cinismo do próprio espectador, real destinatário das imagens de choque”, escreveu Alexandra Moraes, editora-adjunta da “Folha Ilustrada”.

Para o diretor, o filme perverso é uma alegoria política relativa a seu país.

De fato, a exibição dessas perversões tem um fundo político. Mas não se reduz à Servia; impacta em todas partes onde o filme é projetado e seu efeito é demolidor do fundo moral dos assistentes.

A implantação de um mundo de horrores e a exaltação do príncipe das trevas que os inspira são opostos à doçura da ordem da Igreja e de Nosso Senhor Jesus Cristo. É o supremo objetivo da Cristofobia crescente no mundo.

Prudentementee, a Caixa Econômica Federal que financia a RioFan mandou tirar o longa de exibição. Por sua vez, a juíza Katerine Jatahy Nygaard, da 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro, proibiu a projeção em salas de cinema.

Entretanto, certas metas extremadas da Cristofobia, anti-vida e anti-Igreja, ficaram desvendadas.


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Jovem religiosa defende o uso público do hábito desafiando a Cristofobia

Oblata de São Francisco de Sales dando aula em Paris,
de hábito completo

A Irmã Ana Verônica, oblata de São Francisco de Sales em Paris, foi convocada juntamente com vários outros professores de Filosofia ao Liceu Carnot, da capital francesa. O objetivo da reunião era combinar a correção de muitas provas da matéria que tinham ficado sem corrigir no fim do ano escolar.

Ela se apresentou como de costume: com o hábito completo do instituto religioso a que pertence.

Sua presença foi pretexto para um rebuliço. Professores laicistas e socialistas exigiram das autoridades do Liceu a expulsão da religiosa. Pretextavam que ela ofendia a laicidade e, de forma caricata e ofensiva, compararam seu hábito com o véu islâmico.

As autoridades nada fizeram, pois sabiam que o procedimento da religiosa era irrepreensível do ponto de vista legal.

Os professores laicistas exigiram que ela tirasse o hábito. “V. poderia ser mais discreta!”, desabafou uma professora laicista.

Propaganda cristofóbica caricata não adiantou
- “Eu não posso fazer melhor nem pior. Eu devo levá-lo”, respondeu a jovem religiosa.

Os jornais fizeram estardalhaço com o fato e o secretariado geral do ensino católico exigiu que a irmã Ana Verônica desse prova de “juízo” e comparecesse usando roupas civis.

Com tom sereno e respeitoso, mas firme, a freira respondeu a seus detratores em carta publicada pelo jornal parisiense “La Croix”, de 13-07-2011:

Nós repetimos claramente que jamais tiraremos nosso hábito. ...

“Um hábito religioso é o sinal da resposta a um chamado para se consagrar a Deus, que nem todos os batizados recebem.

“Desde 8 de setembro de 2004, data de minha entrada na vida religiosa, minha vida mudou muito e o hábito não é mais que a expressão visível disso.

“Comparecer agora de outra maneira, sem o hábito religioso, é uma coisa impossível para mim, pois eu não uso mais outros vestidos que não sejam os de minha consagração religiosa.

“Eu não sou religiosa por horas.

“Fazemos a profissão para viver seguindo Cristo até a morte.

“Esta consagração religiosa inclui todas as dimensões de nosso ser: corpo, coração, alma e espírito.

“O jovem homem rico do Evangelho recuou diante do apelo de Jesus para segui-Lo, quando Ele posou seu olhar sobre ele.

Religiosas em procissão na Polônia
“Isso significa que a decisão de se consagrar a Deus não é fácil de tomar. Ela pressupõe certas renúncias...

O hábito religioso é sinal desse fato. Ele pode, portanto, ser um sinal de contradição. Nós sabemos que nosso hábito não deixa indiferentes as pessoas. Ele é um testemunho da presença de Deus.

Por meio dele nós relembramos, de modo silencioso mas eloqüente, que Deus existe neste mundo que se obstina a não querer pensar nem sequer na possibilidade da transcendência divina.

“Mas, Jesus nós diz no Evangelho que o servidor não é maior que seu mestre. Vós conheceis a continuação? “Se eles me perseguiram, eles vos perseguirão também” (Jn 15, 20).

E Jesus acrescentou: “As pessoas vos tratarão assim por causa de Mim, porque eles não conhecem Aquele que me enviou” (Jn 15, 21).

A carta da corajosa irmã Ana Verônica causa viva impressão na França.

No Brasil, o PNDH-3 pretende banir os símbolos religiosos dos locais públicos e instalar um laicismo – na realidade, um anti-catolicismo mal disfarçado – como o francês. Para atingir sua finalidade extremada, não poderá deixar de tentar proibir as próprias vestes talares dos religiosos e das religiosas.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Revolução homossexual: movimento ideológico contra a Igreja e o povo católico


A manifestação homossexual denominada Europride, que se realizou em Roma dissimulada sob uma fachada de “direitos humanos”, patenteou seu fundo ferozmente ideológico contrário à Igreja e à família.

Paolo Patane, diretor de Arcigay – grupo de ativistas homossexuais fundado nos anos 80 –, explicitou o fundo político-ideológico do movimento. Este visa derrubar o governo da Itália, qualificado desdenhosamente por ele de “retrógrado”, e mudar o modo de pensar do povo italiano, que adere ao conceito de família ensinado pelas Escrituras.

“É o governo mais retrógrado que a Itália já viu desde a última guerra mundial”, disse. Logo desqualificou o Parlamento eleito pela vontade popular, que “jamais aprovará uma legislação que contradiga o conceito de família defendido pelo Vaticano”. Em outras palavras, quem não partilha a ideologia do movimento homossexual – ainda que seja o Parlamento, que representa a maioria da Nação – é digno de abjeção.

Para Patane, o grande desafio para os homossexuais consiste em quebrar na sociedade a influência da religião católica e da “hierarquia vaticana”.

Outro líder anticristão, Vladimir Luxuria, deputado transexual que não pode se reeleger, alegremente acusou: “Este parlamento é homófobo dos pés à cabeça”. E misturando fascismo com homofobia prosseguiu, proferindo injúrias que o respeito impede de reproduzir.

Sobre o terreno do Circo Massimo – regado pelo sangue de incontáveis mártires cristãos –, uma multidão proferia injúrias contra a Igreja e clamava “Habemus Gaga”, referindo-se assim sacrilegamente à cantante pornográfica que foi o centro das atenções e ovacionada como “papisa” do anticristianismo, segundo “La Stampa”.

A estrela da obscenidade explicitou o fundo filosófico igualitário do movimento homossexual: “Queremos igualdade plena. Estou furiosa como vocês. Façamos a revolução do amor”, disse segundo "La Repubblica", justificando a transformação profunda visada pela Revolução sexual.


terça-feira, 21 de junho de 2011

Casamento não soluciona crise das vocações, mostra arcebispo ucraniano

Dom Sviatoslav Shevchuk, arcebispo mor dos ucranianos
O novo arcebispo maior de Kiev, D. Sviatoslav Shevchuk, eleito como cabeça da Igreja Greco-Católica da Ucrânia, explicou o grande afluxo de jovens aos seminários desse rito. Nesse rito a idade média dos padres é de 35 anos.

“A juventude do clero, disse à agencia Zenit, não é justificada pela possibilidade dos sacerdotes greco-católicos se casarem, mas pela grande efervescência que se seguiu à queda dos regimes comunistas”.

Nos ambientes progressistas espalha-se há tempos que a Igreja deveria aceitar o casamento dos padres e aceitar alguma forma de socialismo ou comunismo para atrair candidatos aos seminários cada vez mais vazios.

O testemunho do novo e jovem arcebispo-mor dos ucranianos católicos desmente esses erros: a perspectiva de casamento não atrai e a liquidação do comunismo fez crescer as vocações.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Especialistas estudam Internet enquanto tobogã para a possessão

Sacerdotes católicos, psicólogos, médicos, advogados e especialistas em exorcismo alertaram em Roma que o acesso à internet e a novas tecnologias facilita a sedução das seitas satânicas e do culto ao demônio.

O curso foi organizado pela Universidade Regina Apostolorum e visou o risco que correm os jovens que usam internet regularmente, noticiou a BBC Brasil.

O perigo é especialmente grave no caso de jovens frágeis ou que vivem dificuldades, disse o porta-voz da Universidade, Carlo Climati.

Climati explicou que o satanismo como um paroxismo de relativismo: “uma espécie de sociedade ao revés, onde o bem vira o mal e o mal vira o bem”, noticiou ACI Digital.

O padre exorcista Gabriele Nanni disse que as pessoas à procura de distração ou curiosas visitam sites de práticas satânicas e ocultismo apenas para conhecer e sem desejá-lo “sofrem ataques do demônio, ainda que não a ponto de serem totalmente possuídas”.

Giuseppe Ferrari, diretor do Grupo de Pesquisa e Informação Sócio Religiosa (GRIS, na sigla em italiano) apontou que em sites aparentemente não satanistas como, por exemplo, um de rock 'heavy metal' há links para endereços que podem ser pontes para a possessão. “As vias de acesso são infinitas”, acrescentou.

O GRIS recebe diariamente denúncias de pessoas que se sentem vítimas de manipulação mental e abuso psicológico após terem se envolvido com grupos satanistas.

A queda pode ser rápida e imprevista
A alavanca principal que impulsiona a cair nesses sites perigosos é a moda, e a Internet funciona de instrumento para as sinistras potências infernais.

Climati observou que certos jovens acham “bonito” bancar o “anjo rebelde” e se deixam capturar “pela ilusão de uma vida aparentemente livre, sem regras”. Na prática, eles caem num “estado de dependência e de escravidão” ao pai da mentira.

O perito italiano considerou que pela Internet e pelos meios de comunicação os “jovens psicologicamente frágeis” que se divertem praticando “ritos que inventam depois de ter navegado na Internet ou depois da leitura de qualquer livro esotérico”, “infelizmente, às vezes, pode-se chegar a cometer atos de violência ou assassinato”.

A descrição faz lembrar o perfil psicológico mórbido do jovem assassino serial da escola de Realengo, Rio de Janeiro, embora o perito não falasse dele.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Seminaristas vietnamitas devem fazer curso para reprimir os fiéis descontentes

Vietnam: regime socialista oprime o povo
191 seminaristas do seminário maior de São Quy, província de Can Tho, Vietnam, foram constrangidos pelo governo comunista a seguir um programa de “segurança nacional”, informou o jornal oficial Dai Doan Ket (Grande Unidade).

“Os seminaristas serão doutrinados sobre os pontos de vista, prospectivas e políticas do Partido Comunista e sobre as políticas religiosas do Partido”, acrescentou o diário.

A noticia confirmou a política oficial de controle e ingerência marxista, copiada do regime chinês, para sujeitar os católicos vietnamitas, observou a agencia AsiaNews.

Catedral de Hanoi: catolicos vigiados e hostilizados
Segundo o programa, os seminaristas serão treinados nas tarefas de “prevenir e desfazer qualquer tentativa que vise abalar o governo com tumultos e sublevações sociais ou ‘desenvolvimentos pacíficos’”.

Em outros termos, o governo visa transformar os membros do clero em agentes da máquina repressiva voltada contra o povo.

O socialismo vietnamita facilitou o ingresso nos seminários, mas impôs em contrapartida que os seminaristas virem agentes do marxismo.

Assim, o número de seminaristas nos seis seminários maiores do país atingiu 2.186 em 2009.

Neles, exige-se dos seminaristas o aprendizado do marxismo-leninismo e, para serem ordenados, devem ser aprovados em exames de Filosofia marxista, história do Partido Comunista, e agora de técnicas de repressão política.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Deus, Santo Estevão, a vida e a 'Santa Coroa' na Constituição da Hungria

Parlamento da Hungria, Budapest
O Parlamento da Hungria aprovou uma reforma constitucional que semeou a consternação na oposição de esquerda, segundo o diário alemao “Die Welt” online. “Eles querem criar uma espécie de ditadura total”, estrebuchou Átila Mesterhazy, chefe da oposição socialista.

Mas, como o partido Fidesz recebeu do povo a maioria de dois terços no Parlamento, a aprovação correu sem dificuldades na Segunda-Feira santa: 262 votos a favor contra 44.

O preâmbulo começa com as palavras “Deus abençoe os húngaros”. Um exemplo a ser imitado por toda Constituiçao em um país católico.

O orgulho dos húngaros pelo seu país e pelo seu caráter cristão está claramente expresso na nova Carta Magna:

“Somos orgulhosos pelo fato de nosso rei Santo Estevão ter criado o Estado húngaro sobre base sólida 1000 anos atrás, e impostado nossa pátria como parte da Europa cristã”.

Santo Estevão

A Constituição professa diversas vezes sua adesão à Cristandade e a uma “renovação espiritual”. Ela se refere também à “Santa Coroa”, com a qual desde o Rei Estevão cerca de 55 reis foram coroados, sendo considerada o símbolo da identidade húngara.

O projeto afirma mais adiante: “Os liames mais importantes para a nossa vida em comum são a família e a nação”.

A Constituição protege no seu parágrafo M a instituição do casamento entre um homem e uma mulher “como base para a sobrevivência da Nação”.

Também a vida do nascituro é protegida desde a concepção.

A "Santa Coroa"
Os opositores de esquerda temem problemas legais para os homossexuais e uma mudança na até aqui cruelmente liberal lei do aborto, elemento essencial do sinistro legado do comunismo.

São previsíveis conflitos com a União Européia nesses pontos e ainda outros. De fato, a União Européia está empenhada em impor uma agenda laicista anti-família e anti-vida, anti-cristã na sua essência.

A Constituição previa que as reformas do texto deveriam passar com uma maioria de dois terços que as urnas outorgaram aos atuais legisladores. Em conseqüência, não está planejado nenhum referendo e a aprovação do projeto foi um presente de Páscoa.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

“Caçadores de cabeças” convertem-se em massa ao catolicismo

Arunachal Pradesh: missão salesiana

D. George Palliparampil

No Estado de Arunachal Pradesh, nordeste da Índia, fronteira com a China, Tibete, Butão e Mianmar, a Igreja Católica cresceu nos últimos 30 anos num ritmo de mais de 10.000 batismos de adultos por ano.

O Estado chegou a promulgar lei proibindo as conversões, o atual bispo D. George Palliparampil foi declarado “persona non grata” e sua foto exposta nas delegacias.

Não adiantou. Hoje mais de 40% dos 900.000 habitantes já são católicos, informou a ACN News.

O singular é que a população pertence a 26 tribos principais divididas em mais de 120 subtribos com dialeto e cultura própria, conhecidas como “caçadores de cabeças” em virtude de antigo e horrível costume pagão.

Arunachal Pradesh: igreja de aldéia.
Dom George explicou que essas tribos conservavam antiquíssimas tradições similares ao que está escrito no livro do Genesis: Deus único criador de todas as coisas, Adão e Eva, Caim e Abel, etc.

Tudo isso fala na origem comum de todos os homens que remonta aos primeiros padres.

Quando os “caçadores de cabeças” ouviram o Evangelho compreenderam em boa fé que só ele podia ser verdadeiro.

As violências policiais contra as conversões se mostraram contraproducentes.

A população se revoltou e os chefes policiais pediram ao bispo para voltar. O exemplo pessoal dos missionários também foi decisivo.

D. George Palliparampil com insignias de chefe local
Os “caçadores de cabeças” mostraram ter um coração mais sensível que o dos revolucionários ocidentais laicistas, liberais ou socialistas, que procuram banir a Igreja, seus Mandamentos e seus santos costumes, como a União Européia e o PNDH3 dão sobrado exemplo.

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