O progressismo alemão financiou boa parte das atividades da Teologia da Libertação e da subversão eclesiástica no Brasil e no mundo, enquanto se afastava das tradições católicas na Alemanha. Em conseqüência, perdeu fiéis e doadores.
Stefan Förmer, porta-voz do arcebispado de Berlim, disse que igrejas e conventos se transformarão, na melhor das hipóteses, em “locais de eventos” ou museus e galerias de arte. No mosteiro de Arenberg, as freiras aplicam “artes de relaxamento” e fazem “massagens”, práticas que repugnam à tradição e à pureza da vida religiosa.Segundo o diário londrino “The Telegraph”, o mesmo se dá na Inglaterra.
Na Bélgica, o progressismo demolidor cogita um auge de profanação: ceder igrejas para os muçulmanos as transformarem em mesquitas [foto].
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Nossa Senhora