quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Exorcismos em massa na Polônia

Exorcismo coletivo no Estádio Nacional de Varsóvia.
Exorcismo coletivo no Estádio Nacional de Varsóvia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Na católica Polônia está em andamento uma onda de exorcismos de dimensão nacional.

A preocupação dos fiéis com fenômenos ligados à influência demoníaca no mundo presente explica os grandes eventos de expulsão do demônio.

Por vezes, essas sessões atraem mais pessoas do que partidas de futebol. Foi o caso de uma série recente de exorcismos em massa, “Jesus no estádio”, no Estádio Nacional de Varsóvia, com 58.145 lugares.

Segundo Grzegorz Bacik, assistente para o exorcismo na arquidiocese de Cracóvia e autor de vários livros sobre a ação do preternatural no mundo moderno, cada diocese tem em média três exorcistas.

A revista mensal “Exorcismo”, que é a primeira da Europa consagrada ao problema, triplicou sua tiragem em três anos e chega a 40 mil exemplares.

Segundo Bacik, autor de mais de cinco livros sobre o tema, houve uma explosão da demanda de intervenções sacerdotais na Polônia nos últimos anos, noticiou a revista “Sábado”, de Portugal.

— As pessoas começaram a procurar mais o exorcismo porque são mais vítimas do demônio — disse.

O tema é onipresente em igrejas, lojas de artigos de piedade e reportagens religiosas.

O livro 'Ocultismo' de Grzegorz Bacik.
O livro 'Ocultismo' de Grzegorz Bacik.
Na edição de dezembro, “Exorcismo” publicou uma entrevista com o padre Andrej Kowalcyk, exorcista na cidade portuária de Gdansk, que aconselha o uso do terço como uma “arma também contra partidos políticos que foram tomados por Satanás”.

As igrejas europeias começaram a ampliar os seus programas após décadas de fugir da realidade dos assaltos do poder das trevas.

Há mais casos na Espanha, na Itália, e até na Alemanha, onde a Conferência dos Bispos abandonou a prática no fim dos anos 1970, seduzida pelas filosofias e teologias progressistas de substrato evolucionista ou ateu.

Na ausência de sacerdotes católicos que acreditam seriamente na existência de Lúcifer e que aplicam contra ele o exigente, ponderado e poderoso ritual do exorcismo, proliferam charlatões, pastores protestantes, curandeiros, ou até “exorcismos” de invenção pessoal, que podem ser muito perigosos.

Em dezembro, uma mulher de 44 anos foi encontrada morta no Hotel Intercontinental de Frankfurt, depois de um “exorcismo” praticado por parentes. Outra vítima do mesmo ritual foi resgatada pela polícia com ferimentos graves.

— Eu nunca vi algo semelhante — observou a promotora Nadja Niesen.

Tampouco faltam ateus ou materialistas não menos perigosos e charlatães que os anteriores. A socióloga Maria Zoltkowska, por exemplo, afirma que a “epidemia” é resultado de sugestão, já que o assunto está constantemente na mídia. “As pessoas acham que a culpa é do demônio, porque é mais fácil culpar Satã do que enfrentar os problemas”, sofismou.

O especialista em demonologia, Pe. John Baptist Bashobora, de Uganda, fez uma série de rituais de exorcismo em massa. De cada um, participaram 58 mil pessoas no Estádio Nacional de Varsóvia, mais do que nos jogos da seleção, segundo “Sábado”.

Especialistas do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia da Clínica Charité, de Berlim, afirmam que há em toda a Europa mais demanda por exorcismo em consequência do baixo oferecimento de atendimento psiquiátrico, acrescentou a revista portuguesa.

Exorcista, revista mensal polonesa dedicada ao problema
Exorcista, revista mensal polonesa dedicada ao problema
O exorcismo seria visto como um substituto e a possível cura, resultado de um processo de sugestão. Segundo um estudo alemão, 38% dos europeus sofrem de algum tipo de distúrbio mental, mas apenas um terço dos doentes tem acesso a tratamento.

Porém, a intervenção das potências infernais é cada vez mais sensível. Elas atacam com mais facilidade a pessoas psicologicamente doentes ou mais débeis sob diversos pontos de vista.

Doença psiquiátrica e possessão são duas coisas muito diversas que, com frequência, podem se acumular. O bom sacerdote procura logo de início discernir a natureza do caso.

Quantos dos mencionados doentes não estão sendo assediados também pelo pai da mentira? Só um análise bem harmonizada de natureza psiquiátrica e sacerdotal pode esclarecer a realidade.

Mas está difícil achar médicos e sacerdotes que acreditam na existência do diabo e estão dispostos a combatê-lo com as armas certas.


domingo, 21 de fevereiro de 2016

João Calvino: fim de um servo do demônio

João Calvino. Anônimo, século XVI, Bibliothèque de Genève.
João Calvino. Anônimo, século XVI, Bibliothèque de Genève.



Também João Calvino, o outro máximo líder dos protestantes junto com Lutero, foi servo do demônio; também ele agiu como um feroz anticristo, devorador das almas.

Vejamos os últimos momentos deste heresiarca descritos no livro do Pe. Júlio Maria “O Diabo, Lutero e o Protestantismo” (cap. IX, nº 3):

“Calvino é a mais asquerosa figura que apresentou a pretensa reforma protestante: verdadeiro monstro de corrupção e de hipocrisia.

“Todos os seus passos eram calculados, e dizia-se que os seus olhos, despedindo uma chama impura, lançavam olhares mortais.

“O fim de Calvino foi a digna conclusão de uma tal vida. Vivera na lama, morreu na podridão.

“Eis com que termos ela foi descrita pelo protestante Schlussemburg:

“Tal foi o golpe com que Deus feriu Calvino, com a sua mão poderosa, que ele exalou miseravelmente sua má alma, desesperado de sua salvação, invocando os demônios e proferindo imprecações as mais execráveis, e blasfêmias as mais horrorosas”.

“Ele morreu de febre maligna, devorado, de modo mais ignóbil e degradante, por um formigueiro de vermes, e consumido por abscessos ulcerosos, cujo infecto nenhum dos assistentes podia suportar”. (Th. Calvino 1594, t.2l. p. 72).

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Islã: soldado executa a própria mãe
e rapaz amputa a mão para não ser morto por “blasfêmia”





Um jovem de 20 anos que aderiu à “guerra santa islâmica” do Estado Islâmico (EI) executou de público sua própria mãe.

O “crime” dela teria consistido em tentar convencê-lo a abandonar o grupo criminoso que pratica contínuos assassinatos de cristãos, membros de outras tendências religiosas ou ligados ao Ocidente civilizado.

A informação é do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) e foi reproduzida pelo jornal “O Estado de S.Paulo”.

A mulher viajou 50 quilômetros desde Tabaqa, onde morava, até Raqqa, principal covil dos adeptos incondicionais do Corão, para implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia sua morte nos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos EUA.

O jovem já tinha lutado nas fileiras de combatentes islâmicos “moderados”. Quando os líderes do Estado Islâmico viram a mãe falando com o filho, mandaram prendê-la.

Logo depois ordenaram ao filho que a assassinasse com um tiro na cabeça diante de quase 100 pessoas, em uma praça de Raqqa.

Crucifixões praticadas pelo Estado Islâmico
Crucifixões praticadas pelo Estado Islâmico
Por sua vez, a BBC Brasil informou que no Paquistão – país islâmico cujo nome significa “país dos puros” – um menino amputou por iniciativa própria uma de suas mãos, após ter sido acusado publicamente de blasfêmia.

De fato, o adolescente de 15 anos se enganou quando o pregador de uma mesquita na Província de Punjab, no leste do país, fazia perguntas sobre Maomé, pedindo que, em resposta, as crianças levantassem a mão.

Mas o jovem entendeu errado uma das perguntas e levantou a mão num sentido “coranicamente incorreto”.

O pregador islâmico imediatamente acusou o garoto de blasfêmia diante de cem pessoas.

O rapaz percebeu que seria morto, pois é a única pena que o Islã define para esse “crime”. A pena pode ser executada por qualquer pessoa, sem passar por julgamento algum. Também sua família poderia ser linchada.

Voltando a sua casa, ele correu para um cortador de grama, amputou a própria mão, colocou-a num prato e apresentou-a ao clérigo de Bafoma.

Crianças são formadas no crime religioso até em facções do Islã que ficaram parecendo 'moderadas'.
Crianças são formadas no crime religioso
até em facções do Islã que ficaram parecendo 'moderadas'.
O monstruoso gesto de desespero foi religiosamente glorificado no país como exemplo de “fé” no profeta do Islã e em seu livro, o Corão.

No Paquistão, há leis “antiblasfêmia” que, na prática, servem para justificar o martírio dos cristãos e vinganças pessoais entre muçulmanos.

Os fatos divulgados pela imprensa e pela Internet só confirmam mais uma vez que Maomé, segundo Santo Tomás de Aquino, foi portador de “sinais que não faltam em ladrões e tiranos”.

E o Doutor Angélico acrescentou:

“Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei” (Santo Tomás de Aquino, Summa contra Gentiles Livro I, capítulo 6.) 

Veja a Summa contra Gentiles em PDF


domingo, 14 de fevereiro de 2016

5° centenário da Reforma de Lutero.
O heresiarca ferido pela mão poderosa de Deus

Lutero máscara mortuária do rosto e mãos exibida na igreja do Mercado, Halle, Alemanha.
Lutero máscara mortuária do rosto e mãos exibida na igreja do Mercado, Halle, Alemanha.



A morte do heresiarca Lutero foi relatada — com base em fontes seguras da História — no livro do Pe. Júlio Maria Lombaerde S.D.N, que leva o título “O Diabo, Lutero e o Protestantismo”, capítulo XI nº 4.

A descrição faz lembrar da sentença de Santo Agostinho: “como foi a vida, assim será a morte” (Talis vita, finis ita).

Analisemos a morte de Martinho Lutero cujo 500 aniversário da mal nomeada Reforma (1517) se começará a lembrar neste ano (1516) em Lund, Suécia:

“A primeira opinião, a mais seguida entre católicos e protestantes, é a seguinte: Tendo Lutero resolvido voltar para Wittemberg, embora estivesse já alquebrado, doente e cansado, convidou os amigos para um banquete.

“Pela tarde do dia 17 o chefe manifestara ligeira melhora, recobrando passageiramente o seu velho bom humor e espírito zombeteiro.

“Comeram, beberam, cantaram; e, para agradar aos convidados, Lutero não deixou de beber bastante do bom vinho de Eisleben. Parecendo, entre os vapores do álcool, esquecer-se do seu estado doentio.

“Alta noite os comensais se retiraram, ficando, somente Lutero, Justo Jonas, dono da casa, seu criado particular e um filho.

“Conduzido ao seu quarto, Lutero sentou-se num sofá, mandando ao criado retirar-se, por não carecer mais dos seus serviços.

“Que aconteceu nesta noite tremenda?

“Só Deus o sabe.

“De manhã, demorando-se Lutero mais que de costume em seu quarto, o criado foi bater-lhe à porta, mas não obteve resposta, nem notou o mínimo ruído.

Lutero en Roma, Francesco de' Rossi (1510-1563), Palazzo Farnese, Roma
Lutero em Roma.
Francesco de' Rossi (1510-1563), Palazzo Farnese, Roma
“Conhecendo o servo o estado de seu mestre e receando qualquer catástrofe, chamou Justo Jonas e o filho de Lutero, e abriram a porta, não fechado por dentro. E uma cena mais horrenda e tétrica se ofereceu então aos seus olhos.

“No meio do quarto, entre o móvel e o leito, o corpo de Lutero estava estendido no chão…. o rosto lívido, azulado, de olhar e boca desmedidamente abertos, os braços estendidos, o abdome intumescido, saindo-lhe as entranhas em redor do corpo.

“Era um cadáver.

“A mão justiceira de Deus havia prostrado aquele que durante tantos anos o blasfemara, na pessoa de seu representante visível na terra.

“Lutero já estava na eternidade: excomungado, herege, apóstata, sacrílego, levando as mãos tintas de sangue e tendo a alma envolta em rancores ao Papa e à Igreja de Cristo.

“Triste… Tristíssima bagagem para comparecer perante o Tribunal de Deus!

“Justo Jonas e o criado, à vista do cadáver, já em começo de decomposição, com as entranhas derramadas pelo chão, recuaram de espanto, enquanto Hans Lutero soltou um grito estridente, caindo de joelhos perto de seu pai, para examinar se realmente estava morto.

“Não havia dúvida; tinham diante de si um corpo frio e rígido; levantaram-no e deitaram-no sobre o sofá, indo um deles chamar o farmacêutico Landau para verificar a morte.

“Lutero falecera, vitimado por um ataque de apoplexia fulminante, proveniente talvez da indigestão dos alimentos e bebidas ingeridos no derradeiro banquete.

“O pretenso reformador da Igreja morrera como vivera: como um trivial gastrônomo.

“A medida da justiça divina estava repleta, e aquele que em vidas se intitulara ‘uma peste’ para o Papa, e que, ao morrer seria a sua morte, foi apenas a peste da seita fundada por ele, em cuja história representa uma negra mancha: o seu desaparecimento não foi a morte do Papa, mas a desgraça espiritual de seus sectários

“Lutero morreu, mas o Papado não. O Papado não morre!

“O padre Leonel Franca, cuja sinceridade e ciência histórica são indiscutíveis, adota a mesma opinião e conclui:

“Assim se calou, como um gastrônomo e libertino vulgar, o apóstata que se arrogava em reformador do cristianismo” (A Igreja, a reforma e a civilização, pg. 200, citando Paulus: Lutero lebesende. Mainz 1896 p. 5).

“Na hierarquia dos anjos rebeldes, ainda que cause pesar aos seus amigos”, diz outro escritor de renome, “Lutero ocupa o grau mais baixo, mais próximo do lodo e do pântano” (Th. Mainage, “Témoignages dês apostats”, Paris 1916, p. 76)”.

Existe, ainda, a hipótese de que Lutero teria se suicidado, baseada em uma suposta carta de um dos criados de Lutero.

Quando a isso, nem a autenticidade da carta e nem a falsidade da carta foram comprovadas. Portanto, parece-me que a hipótese mais coerente com a verdade história seja essa contada pelo Pe. Júlio Maria Lombaerde.

Enterro cheio de simbolismos

Lutero, outra máscara mortuária.
Lutero, outra máscara mortuária.
“O corpo de Lutero, bastante desfigurado e mal suportado pelos circunstantes, foi transportado no dia 20 para Halle, e no dia 22, pela madrugada, para Wittemberg, onde, por ordem do landgrave, devia ser sepultado na igreja, junto ao púlpito donde havia lançado a semente da revolta.

“Dizem os escritores da época que, ao ser ele para lá transportado, o mau cheiro do cadáver se tornou tão penetrante e insuportável que, diversas vezes, os carregadores foram coagidos e deixá-lo por algum tempo, só, no meio dos campos, para poderem respirar um pouco de ar puro.

“Contam ainda ter um bando de corvos, aliciados pela putrefação, seguido o cortejo lúgubre, como se fossem demônio montando guarda de honra a um de seus chefes. Foram tais as diversas opiniões veiculadas a respeito da morte e do enterro do fundador do protestantismo.

“Haverá qualquer exagero nestas narrações?

“É difícil dizê-lo; só me foi possível reproduzir o que os contemporâneos narraram a respeito.

“Que Justo Jonas, Célio, Aurifaber e, provavelmente, os filhos de Lutero tenham guardado silêncio sobre o fato é natural, pois a verdade seria a desmoralização da pessoa de seu amigo, de seu pai e até da reforma que este havia pregado e que eles mesmos seguiam.

“E por isso, conforme o testemunho citado, que todos juraram nada revelar da morte de seu chefe; é por isso também que ficou envolta em tantos mistérios e incertezas uma morte que devia ser notória para todos.”

Como Judas

“Lutero desceu à sepultura, depois de uma morte atribulada e cheia de remorsos. Dele, como de Judas, pode – se repetir a palavra de Jesus Cristo: ‘Bonum erat ei natus non fuisset’ – Melhor fora, para ele, se não tivesse nascido (Mat. 26,24).

“Sua vida, tão triste e tão baixa, foi como que a luta titânica do inferno contra o rochedo indestrutível de Pedro.

“Lutero caiu vencido como Juliano, o apóstata... e, como ele, talvez murmurando: Pedro, venceste, como o imperador gritara: Venceste, Nazareno!

“Sim, Roma, a indestrutível, venceu como sempre ela tem saído vitoriosa.

“E, enquanto em Wittemberg confiavam à terra os restos mortais do reformador já em putrefação, o Papado, cheio de vida e de glória, levantava a fronte, e com aquela mão que a morte não consegue abater, construiu o maior e o mais belo monumento da vida cristã: o grande Concílio de Trento”. (id. ibid. capítulo XI nº 6).

Lutero agiu como um verdadeiro anticristo, já que ele separou da Igreja de Deus e pregou a mentira, o engodo e a impostura.

Assim disse o Apóstolo São João:

‘Filhinhos, esta é a última hora. Vós ouvistes dizer que o Anticristo vem. Eis que há já muitos anticristos, por isto conhecemos que é a última hora. Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos’ (I São João II, 18-19).

(Autor: Pe. Júlio Maria Lombaerde S.D.N., “O Diabo, Lutero e o Protestantismo”, 2ª. Edição 1950. Editora “O Lutador” Manhumirim – Minas)  

(Fonte: Pergunte e responderemos, http://www.pr.gonet.biz/index-read.php?num=3615)


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Presidente checo: é “invasão organizada”
e “não um movimento espontâneo de refugiados”

Milos Zeman: é “invasão organizada”
Milos Zeman: é “invasão organizada”



O presidente da República Checa, Milos Zeman, defendeu que a Europa é objeto de uma “invasão organizada” de refugiados e denunciou a desproporcionalmente grande percentagem de homens jovens e solteiros entre os imigrantes, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Por que esses homens não lutam contra o Estado Islâmico e pela liberdade de suas pátrias?”, indagou Zeman.

O presidente de 71 anos acrescentou que “é possível ter compaixão com os velhos, doentes e crianças, mas que os homens jovens devem voltar a seus países para lutar contra os jihadistas”.

Durante o discurso televisionado de Natal, o presidente checo acrescentou que a chegada em massa de imigrantes é uma “invasão organizada”, e “não um movimento espontâneo de refugiados”.

Zeman concluiu seu discurso dizendo sobre a República Checa: “Este país é nosso. Este país não pode ser e não será para todos”.

O país concedeu status de asilado para apenas 70 pessoas em 2015, apesar de receber 1.400 solicitações.

A Áustria, por exemplo, aceitou o registro de 95 mil pedidos.

Já a Alemanha concedeu asilo a mais de 1 milhão de imigrantes, na sua imensa maioria muçulmana, e agora está pagando uma arrepiante conta de crime e violência de massa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Onda de atentados cristofóbicos no Natal da Europa

Presépio despedaçado em Fibbiana (Florença)
Presépio despedaçado em Fibbiana (Florença)



O Natal de 2015 e a passagem de ano foram marcados na Europa por uma onde de profanações e sacrilégios nunca vista. Certa grande mídia finge ignorar, mas os fatos vão transcendendo por diversas vias ainda que com dias de atraso.

Os atos de vandalismo e barbárie anticristã visaram especialmente os Presépios, que na Itália são montados em praças públicas, mas também as igrejas, segundo noticiou o jornal espanhol ABC de Madri.

Em Pitelli, cidadezinha da província de La Spezia, no norte da Itália, o Menino Jesus foi roubado e apareceu enforcado numa árvore da praça.

Os habitantes voltaram a repô-lo no presépio, manifestando sua indignação.

Mas este não foi um caso isolado. Em Seveso, cidade de 23.000 habitantes da Lombardia, também no norte de Itália, mãos sacrílegas decapitaram a imagenzinha do Menino Jesus no presépio montado na central Praça Cardeal Confalonieri.

O mesmo aconteceu com o presépio feito pelas crianças de uma escola primária de Motte Luino, na região lombarda: o Menino Jesus teve a cabeça decepada num ato ignóbil.