domingo, 27 de setembro de 2015

Estado Islâmico é afim com movimentos cristofóbicos ocidentais

Bombeiros franceses levam um ferido em Montrouge.
Bombeiros franceses levam um ferido em Montrouge.



Mais um vídeo insolente o Estado Islâmico, ou ISIS, provocou os europeus em geral e os franceses em particular, ao dizer que seus militantes “amam a morte como vocês amam a vida”, noticiou o site JihadWatch, que acompanha os golpes propagandísticos do grupo fanático.

De fato, segundo o Jihad Watch, os extremistas islâmicos agem como inimigos da vida, da Criação, da criatividade, da arte e da civilização.

A única coisa que procuram é a morte, a dor e a destruição. Eles são como um subproduto quintessenciado do mal.

Não surpreende, pois, que o ISIS recrute militantes nos ambientes degradados pela Revolução Cultural que grassa no Ocidente e encontre cumplicidades nos movimentos ocidentais que sonham em apagar os vestígios de cristianismo nas leis, nas instituições, nos costumes e nas artes.

Na Síria, outro grupo do Estado Islâmico postou um vídeo no qual um militante de língua francesa abre fogo contra um prisioneiro de guerra sírio e declara que o Estado Islâmico “encherá de cadáveres as ruas de Paris”.

Essa “mensagem” estava endereçada aos franceses, à comunidade Internacional e a “qualquer um que combata contra Alá e seu profeta”. É incompreensível que se tente um “ecumenismo” e um “diálogo” abrindo a porta de igrejas e instituições católicas a “religiosos” desse naipe.

domingo, 20 de setembro de 2015

De jovem moderno a terrorista suicida do Islã

Seifeddine Rezgui formado em informática e fã de breakdance provou as decadências de Ocidente e se jogou na suprema decadência suicida islâmica
Seifeddine Rezgui formado em informática e fã de breakdance
provou as decadências de Ocidente e se jogou na suprema decadência suicida islâmica



Seifeddine Rezgui foi um jovem estudante tunisiano de 23 anos como muitos outros, sendo conhecido pela sua paixão pelo breakdance. Porém, um dia ele apareceu vestindo roupas negras e abrindo fogo contra turistas numa praia, matando 38 deles.

Ele tinha obtido um master profissional no Instituto Superior de Estudos Tecnológicos (Iset) de Kairouan, no centro da Tunísia. E não era procurado pelos serviços de segurança do país, pois seu ambiente familiar era normal, explicou um porta-voz do ministério do Interior, citado pelo jornal Le Monde de Paris.

A súbita transformação de Seifeddine Rezgui em terrorista solitário admirador do Estado Islâmico surpreendeu sua família e sua cidade. A rede local El Hiwar Ettounsi perguntou: “Como é possível que um universitário diplomado passe de um jovem bem-sucedido nos estudos a um terrorista matador de inocentes?”

Seu pai é um simples pedreiro que não consegue se recuperar do choque emocional. O espantoso terrorista, segundo seu primo Nizar, parecia uma pessoa normal, que trabalhou num bar e ia rezar na mesquita junto com os clientes do local. Todo o contrário de um “soldado do califado”.

Mas um comunicado do Estado Islâmico dissipou todas as ilusões: ele era bem um deles e o atentado se inseriu na onda de crimes anti-ocidentais dos fanáticos islâmicos.

domingo, 13 de setembro de 2015

Lições de dez anos de ‘casamento’ homossexual

Dez anos depois as marchas pela vida, pela família, contra o 'casamento' homossexual e a ideologia de gênero, enchem as ruas espanholas, Madri.
Dez anos depois as marchas pela vida, pela família,
contra o 'casamento' homossexual e a ideologia de gênero,
enchem as ruas espanholas, Madri.



A experiência de dez anos de “casamento” homossexual na Espanha fala por si, escreveu a agência Aleteia.

Esses “casamentos” estão ficando cada vez mais raros e pelo menos um de cada cinco já deu em divórcio, sem considerar as duplas que se desfizeram sem se interessarem em preencher essa formalidade.

Após dez anos de aplicação da união sodomítica, as manipulações da mídia ficaram patentes. Por exemplo, o grande jornal de tendência socialista “El País” trombeteia que os homossexuais se divorciam em número muito menor que os heterossexuais. Mas omite dizer que os “casamentos” sodomíticos constituem apenas 1,8% das uniões, sendo suas dissoluções forçosamente menores em número.

O Instituto Nacional de Estadística (INE) respeita mais as proporções estatísticas e diz que na verdade as duplas homossexuais divorciam muito mais que as heterossexuais, cada vez se casam menos e representam uma parte mínima das uniões reconhecidas pelo Estado.

Os “casamentos” homossexuais foram apenas 1,77% do total. Mas considerando que se supõe que a população homossexual atinge 2-2,5% do total nacional, a conclusão é que essas uniões estão muito abaixo do que se pretende fazer crer.

domingo, 6 de setembro de 2015

Heresiarca Martinho Lutero ganha praça na Roma dos Papas

Lutero queima a bula de excomunhão A praça a ele dedicada em Roma foi comemorada como um revide
Lutero queima a bula de excomunhão.
A praça a ele dedicada em Roma foi comemorada como um revide



O heresiarca Lutero terá ecumenicamente uma Praça com seu nome em pleno centro de Roma, noticiou Infocatólica.

A Câmara de vereadores da capital italiana aprovou o projeto, que havia sido apresentado há seis anos por umas igrejolas adventistas.

A “Piazza Martin Lutero” ficará muito perto do Coliseu, na área do Colle Oppio, junto ao Viale Fortunato Mizzi.

A placa descritiva do local conterá a descrição: “Praça Martin Lutero, teólogo alemão.”

Stefano Bogliolo, responsável pela comunicação da Aliança Evangélica Italiana, disse que a decisão é “altamente simbólica”.

Ele comemora porque “Roma foi a capital dos Estados Pontifícios, extintos em 20 de setembro de 1870, data que difere apenas quatro dias da dedicação da praça” ao heresiarca alemão cujo grito de guerra era “abaixo Roma”.

Com Bogliolo comemoram diversos inimigos do poder temporal dos Papas filiados a associações anticatólicas ou ao movimento ‘progressista católico’, ufano depois do Concílio Vaticano II.

Todos eles anunciaram que iriam à inauguração.

A Santa Sé foi consultada e aprovou a decisão, segundo o Catholic Register, a despeito de Lutero ter coberto de soez lama Roma e a Igreja Católica.

“Foi uma decisão dos vereadores de Roma favorável para os católicos porque está na linha da caminhada de diálogo iniciada com o Concílio Ecumênico [Vaticano II]”, justificou o Pe. Ciro Benedettini, da Sala de Imprensa do Vaticano.

A iniciativa contradiz acentuadamente o que Lutero achava de Roma, onde foi ouvido exclamar, tal vez sob o efeito do álcool, repetidas vezes: “Se o inferno existe, Roma está construído sobre ele”.

A teologia “pos-conciliar” se esforça em vão para achar sofismas contra a existência dos antros infernais. Não duvidará então em ir a encontrar o heresiarca para dialogar eternamente com ele. E a praça poderá ser um lugar evocativo desse eventual encontro ecumênico.


O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana,
Roma, onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna publicou
 “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.

Lutero: quem foi e o que é que ensinou, segundo o padre Leonel Franca S.J.


Toda a verdade sobre o protestantismo evangélico

Lutero: golpe contra a vontade

O porco no chiqueiro: ideal moral de Lutero!

A contestação protestante demolindo as verdades consoladoras

A recusa da confissão, do perdão e da Eucaristia

Negação do valor das boas obras

Emancipação de todo vínculo moral

Deturpando os Evangelhos

Corrupção dos costumes

Lutero: o “berço do puro Evangelho” virou “foco de abominável corrupção”

Muskulus: “não é possível piorar”

A obra-prima do fanatismo

Degeneração do casamento e desprezo da mulher

Da ‘segunda união’ ao ‘amor livre’ pelo divórcio e a poligamia

Extinguindo a santidade do matrimônio com a pastoral ‘misericordiosa’ de Lutero

O ‘reino do Evangelho’ vira ‘império da embriaguez e de todos os vícios’

Desaparição do amor e do respeito ao pobre