terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Saudade dos presépios e do Natal cheios de unção católica


Postamos uma lembrança do tempo em que o autor das linhas era criança. Entretanto, é muito oportuna para o tempo de Natal.

Na festa de Natal, católicamente vivida, se concentram como em seu fulcro os aspectos mais maravilhosos que todos os contos podem conter.

Copiamos o post do blog "Luzes de Esperança".

Eis um artigo tocante sobre o Natal publicado num jornal que com freqüência vem carregado de notícias em sentido oposto:


MENINO, LÁ EM MINAS , eu tinha inveja dos católicos. Eu era protestante sem saber o que fosse isso.

Sabia que, pelo Natal, a gente armava árvores com flocos de algodão imitando neve que não sabíamos o que fosse. Já os católicos faziam presépios.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

“Sou eu, Jesus... Venho te visitar”. Um conto de Natal — verídico, garante o autor

Desta vez enquanto aproxima o Natal trazemos um conto.

Não é medieval, mas se nós não avissásemos muitos poderiam crer que é mesmo.

Porém ele aconteceu há não muitos anos.

E é uma história verdadeira, ao menos garante o autor e testemunha dos fatos.

Mas por que parece tão medieval?

É porque no cerne desta história há uma presença do Lumen Christi, da Luz sobrenatural de Cristo, e uma atitude de alma das pessoas receptiva dessa Luz que é típica dos homens da Idade Média e que falta decididamente em tantos e tantos homens modernos.

Falta sim, mas não de todo. Porque no fundo de cada alma “moderna”, ainda que enchafurdada num mar de vício e de pecado, dorme um medieval com saudade dessa Luz sobrenatural de Cristo.

Como?

Vejamos a história:

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Só um aborto aumenta em 45% risco de morte da mulher

Um único aborto provocado aumenta o risco da mortalidade feminina em 45% em relação às mães que nunca cometeram esse crime. Assim diz novo estudo realizado na Dinamarca durante um período de 25 anos em todas as mulheres em idade reprodutiva. A informação foi veiculada pela agência LifeSiteNews.

Acresce que cada novo aborto eleva esse índice de mortalidade. As dinamarquesas que praticaram dois abortos tiveram o risco de morte aumentado em 114%, e as que fizeram três ou mais abortos o risco de morte subiu para 192%.

Em sentido contrário, as mães que deram à luz normalmente foram as que apresentaram menos probabilidades de morrer no período de um quarto de século analisado. O recorde de perigo de vida ficou com as mulheres que além de abortar jamais deram à luz uma criança.