quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ecumenismo relativista entrega a Europa e o mundo ao Islã, denuncia eurodeputado



Basílica de Sao Paulo em Cantù: sacerdote faz propaganda do Islã
Na basílica de São Paulo, na cidade de Cantù, província de Como, Itália, com o pretexto da festa islâmica de Eid al-Fitr, a segunda mais importante do maometanismo, o preboste emérito, Pe. Lino Cerutti, distribuiu folhetos com orações islâmicas e textos místicos sufis apresentando o Islã como uma religião excelsa.

A denúncia foi feita pelo eurodeputado Magdi Cristiano Allam, ex-muçulmano, no jornal “Il Giornale” de Milão.

Allam sublinhou que quem acredita sinceramente em Jesus Cristo de modo algum pode se achar que Maomé foi um profeta autêntico nem que o islã seja uma religião verdadeira.

“Ou se acredita em Jesus Cristo ou se acredita em Maomé; ou se é cristão ou muçulmano”. Mas, absolutamente não se pode acreditar nos dois ao mesmo tempo.


Relativismo católico exacerba fanáticos do Islã
“Quem faz isso não é cristão. Não se trata de ser mais ou menos sincretista. Simplesmente se deixou de ser cristão. E se é um sacerdote que legitima Maomé e o Islã, em verdade comete uma heresia e é eventualmente réu de apostasia”, acrescentou o eurodeputado.

Allam critica o Pe. Lino por ter aderido ao relativismo religioso, imaginando que amar ao próximo implica simpatizar com a religião dele. O relativismo religioso, a partir do Concílio Vaticano II – continua o ex-muçulmano – está se espalhando dentro da Igreja Católica.

Entrementes, o lado maometano não somente não quer saber de relativismo, mas, seguindo o ensinamento de Maomé pelo contrário, condena os cristãos como heréticos.

Estamos diante de pessoas duplamente ingênuas e iludidas. Elas acreditam que relativizando o cristianismo tornarão os islâmicos mais sensíveis a nós. A verdade – disse, baseado na sua experiência pessoal –, é que vendo essas atitudes “ecumênicas”, os maometanos vêem o cristianismo como uma terra deserta que só serve para ser apropriada por eles.

A proliferação das mesquitas em Ocidente é um sinal dessa vontade de conquista de países cristãos esvaziados de fé por um falso e mal-entendido ecumenismo.

O que mais poderiam desejar os islâmicos de nós, ingênuos, estultos, ideologicamente infiltrados e destinados ao suicídio? – interrogou, finalmente, Allam.

É claro que mais do que nunca se torna imperiosa uma voz de esclarecimento dos encarregados por Jesus Cristo de proteger o rebanho dos fiéis.


4 comentários:

  1. Como atrair novos fiéis, se frutas podres; a exemplo desse sacerdote, pratica tão mau exemplo? Como manter a credibilidade de quase 2000 anos de história e catequeze?

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  2. O Papa Joao Paulo II beijou o Corao e confundiu os padres.

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  3. Também creio que a aceitação do islamismo pelos clero se deve ao episódio em que João Paulo II beijou o Coração.
    "Engraçado" que quando era catequista, eu comentei e elogiei essa atitude do Papa aos meus alunos de catequese, e uma das alunas discordou de mim em tom severo. Confesso que fiquei um tanto perdido com a atitude dela. Anos depois, vejo o quanto ela estava certa. Conto essa caso, para ilustrar como uma atitude vinda de um Papa pode influenciar os fiéis.
    Hoje João Paulo II já é santo no céu. Certamente os dolorosos anos de doença que ele passou serviram para purifica-lo de pecados como esse.
    Que ele interceda por nós agora, do céu, para que evitemos cometer os erros que ele cometeu.
    São João Paulo II, rogai por nós!

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  4. Uma correção: quis dizer CORÃO e não coração; foi um ato falho.

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