domingo, 4 de setembro de 2011

Só o retorno à familia tradicional e à religião pode recompor as sociedades desfeitas

Paris, Maio 68: líder Daniel Cohn-Benit estimula depredações.
Foi o início do "Proibido proibir" e da "libertação sexual"
Michel Garroté, especialista em geopolítica que abandonou o laicismo e o esquerdismo radical para se tornar católico, denunciou que por trás do feroz vandalismo que abalou a Inglaterra estavam as idéias de “Maio de 68”.

“Há quaranta e três anos Maio de 68 vem apodrecendo a sociedade; já é hora de denunciar o enorme cretinismo das idéias pseudo-pacifistas de `Maio de 68`, escreveu ele em Drzz.Info.

O especialista apontou também a responsabilidade moral da “Escola de Frankfurt”, socialista e freudiana, que forneceu a ideologia que está na origem da descomposição da sociedade.

Saques e depredações em Londres:
conseqüência da destruição da família
Por sua parte, Melanie Phillips, do diário britânico Daily Mail, denunciou que a anarquia violenta que tomou conta de cidades inglesas não é senão o resultado muito previsível de três décadas de “experiências” de esquerda que reduziaram a frangalhos quase todos os valores fundamentais da sociedade.

A família pai-mãe bem casada, o mérito na educação, a punição dos criminosos, a identidade nacional, a repressão da droga foram jogados ao lixo pela “intelligentsia” de esquerda, disposta a levar adiante uma transformação revolucionária da sociedade.

Aqueles que resisitiam a essa ação insidiosa eram acusados de serem “conservadores de direita” e de quererem voltar a uma era de ouro mítica superada.

Nós estamos vendo agora o resultado dessa política nas cenas horríveis e sem precedentes de violência dos baderneiros, nas casas e lojas pegando fogo, na epidemia dos saques.

Casamento e família tradicional:
esperança de restauração da sociedade

As causas do vandalismo não estão na pobreza, mas num desabamento moral. E o trabalhismo exacerbou essas causas.

Na verdade, prosseguiu Melanie Phillips, no centro de todos esses problemas está o estilhaçamento da família.

E os governos se empenharam em destruir sistematicamente a família tradicional.

A família destruída foi premiada e encorajada pelo Estado Providência que subvencinou todas as formas anômalas e convivência.

Os absurdos antifamiliares foram piorados por um “multiculturalismo” segundo o qual achar que uma cultura é superior a outra – no caso a cultura inglesa sobre as culturas dos imigrantes africanos e asiáticos – seria ‘racismo’.

Casamento do príncipe Rainiero de Monaco
Assim acabou se abandonando o tecido social tradicional nacional e foi se instalando uma guerra primitiva de todos contra todos, em que os grupos mais agressivos destroem os mais pacíficos.

Segundo a jornalista, para a restauração do tecido social destruído:

“requer-se um retorno à transmissão enérgica da moral bíblica.

Quando os responsáveis religiosos cessarem de falar baboseiras mais próprias de assistentes sociais de idéias moles e recomeçarem a defender os princípios morais que fundamentam nossa civilização,

"quando nossos dirigentes politicos decidirem se opor à guerra cultural empreendida contra nossa civilização em vez de aquiescerem passivamente com sua destruição,

"então — e só então — poderemos começar a solucionar esta crise terrível”, concluiu Phillips no Daily Mail.



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