segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Marines não querem homossexuais nos dormitórios: projeto de Obama engasga e juíz tenta salvar

A esmagadora maioria dos Marines ‒ fuzileiros navais e a mais prestigiosa arma do exército americano ‒ opõe-se à idéia de partilhar os domitórios com homossexuais ou lésbicas, declarou o Comandante supremo do Corpo, general James Terry Conway (foto).

A declaração complicou ainda mais o projeto de Obama no Congresso de dar plena igualdade aos homossexuais nas FFAA dos EUA, noticiou a agência Reuters.

Atualmente, eles podem servir sem declarar sua orientação perversa, mas são expulsos se se tornam notórios. É a política do “don't ask, don't tell” que os advogados do homossexualismo querem revogar, gerando temores de uma desmoralização e perda da coesão e força operativa das Forças Armadas.

Um juiz federal ordenou, entretanto, que as Forças Armadas cessassem com sua política do “don't ask, don't tell”. Os responsáveis militares acataram a decisão acrescentando que ela durará pouco.

De fato, incapazes de convencer a opinião pública, as esquerdas optaram por infiltrar o Poder Judicial e, por meio dele, impor suas utopias a contrapelo da democracia, do direito e do pensamento geral do país.

De recente, um outro juiz federal chegou ao absurdo de declarar nulo e anticonstitucional o resultado de referendo que tirou o “casamento” homossexual da Califórnia reformando a Constituiçao estadual.

O referendum foi objeto de muita polêmica mas foi acatado por todos os Poderes californianos.

A rápida intervenção de um tribunal superior cassou a facciosa manipulação da Justiça por um juiz ideologizado.

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