quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prelado lembra o inferno para afastar os religiosos dos escândalos morais

Inferno (Très Riches heures du Duc de Berry)
Mons. Charles Scicluna, promotor na Congregação pela Doutrina da Fé disse que para quem abusa sexualmente de crianças seria melhor morrer antes que cometer esse crime, pois “a sua perdição eterna será mais terrível”, noticiou o diário italiano “Il Sole 24 Ore”.

O prelado lembrou as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “quem escandalizar um destes pequenos, seria melhor que se ponha uma pedra de moinho no pescoço e seja jogado ao mais profundo do mar”.

São Gregório Magno comentou este ensinamento divino dizendo que “misticamente o mar profundo significa a perdição mais terrível”.

Mons. Scicluna acenou então para os tormentos do inferno, enquanto falava para seminaristas romanos.

A meditação sobre inferno foi recomendada por Nosso Senhor para evitar a condenação eterna.

Porém, uma falsa visão da religião fez tudo para omiti-la, e até pregou que o inferno não existe ou, se existe, está vazio.

Os péssimos resultados dessa omissão sistemática estão à vista na ordem eclesiástica e na sociedade civil.

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Um comentário:

  1. O Inferno é Dogma de Fé Católico. Não é Católico quem nega a existência do Inferno pois está a nega o atributo da Justiça Divina. E Deus é infinito nos seus atributos, inclusive na sua Justiça. Rezemos à Imaculada Virgem Maria para que Ele nos proteja da Justiça Divina. Que Ela nos proteja a todos com o seu manto maternal.

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