domingo, 27 de dezembro de 2009

Conto de Natal? Realidade? A história dos “elefantes cristãos” de Orissa



Na região de Orissa, Índia, manadas de elefantes vindas de longe, agem de um modo inusual. Fala-se que parecem cumprir uma "missão" vinda do alto.

Nessa região há quase dois anos ocorrem atrozes perseguições anti-cristãs praticadas por hinduístas.

Porém, há alguns meses, como que guiados por mão não humana manadas de elefantes estão punindo os perseguidores.

A matéria a seguir, de autoria do Pe. Sunil de Silva e publicada no site da arquidiocese de Colombo [Ceilão], em 9 de dezembro de 2009, dispensa comentários.

Em julho de 2008, estorou uma grave perseguição contra os cristãos no estado indiano de Orissa [Bahia de Bengala, parte oriental da Índia]. Uma freira de 22 anos de idade foi queimada viva quando multidões enfurecidas incendiaram um orfanato na aldeia de Khuntpali, no distrito de Barhgarh.

Outra freira foi estuprada por uma gangue em Kandhamal. Bandos atacaram as igrejas, incendiaram os carros e destruíram as casas de cristãos.

O Pe. Thomas Chellen, diretor do centro de pastoral que foi destruído por uma bomba, escapou por pouco de ser queimado vivo por um magote de hindus.

O resultado final foi de mais de 500 cristãos mortos, milhares de outros feridos e desabrigados após suas casas serem reduzidas a cinzas.

Porém, recentemente, um evento dramático e estranho ocorreu em Orissa, que fez muitas pessoas falarem e pensarem sobre ele.

Nos últimos meses, manadas de elefantes selvagens desceram sobre as aldeias onde residem alguns dos piores perseguidores dos cristãos durante os distúrbios.

Numa aldeia de onde, em agosto do ano passado, os cristãos tiveram que fugir para salvar as vidas enquanto suas casas destruídas pelos baderneiros, uma manada de elefantes surgiu da floresta circundante exatamente um ano depois, em julho de 2009, na mesma hora e dia do ataque.

Estes elefantes primeiro atacaram uma máquina trituradora de propriedade de um dos principais líderes da perseguição. Em seguida, avançaram e destruíram sua casa e suas fazendas.

No Estado de Orissa, centenas de habitantes das aldeias foram obrigados a se refugiarem em acampamentos após repetidos ataques das manadas.

Nas últimas semanas no distrito de Kandhamal, sete pessoas foram mortas e várias outras ficaram feridas em ataques perpetrados por uma manada de 12-13 elefantes.

Mais de 2.500 pessoas que vivem em 45 vilarejos foram afetadas pelos ataques, disse o chefe do distrito Krishen Kumar.

Não é claro, contudo, por que essa manada de elefantes migrou da reserva de Lakheri num distrito vizinho. Krishen disse que o rebanho viajou cerca de 300 km até Kandhamal, e até entrou numa cidade do distrito.

Especialistas em animais selvagens estão acampados no local dos ataques tentando descobrir por que os elefantes saíram de sua reserva.

Os moradores das aldeias insistem em que os elefantes atacam em manada, causando pesadas destruições.

Crescendo em ousadia, os elefantes invadiram outras casas de não-cristãos, demolindo os jardins, recordando as casas dos perseguidores, e deixando intocados os lares cristãos.

Estes estranhos ataques se espalharam, e de acordo com um outro relatório, os elefantes já destruíram mais de 700 casas em 30 aldeias, e mataram cinco pessoas.

Ninguém na região vira ou sequer imaginou o singular aparecimento de uma manada de elefantes selvagens como essa. Os elefantes não são normais, eles parecem estar cumprindo uma missão.

Pelo geral, os elefantes menores entram os primeiros nas aldeias, como se estivessem fazendo um recenseamento da comunidade. Depois voltam para a manada, e logo aparecem os elefantes maiores que fazem o serviço.

Um missionário da Índia, afirmou: “Nós achamos que isto pode ter algo a ver com a vingança do sangue dos mártires. De fato, o temor de Deus desceu sobre o povo local, que chama esses elefantes de “elefantes cristãos”.

O governo fornece pouca ajuda e os moradores montaram bloqueios nas estradas. “Os elefantes destruíram seletivamente plantações e casas.”

Mas os agentes do governo também confessam desconcerto e desamparo. Não há um ambiente permanente para elefantes em Sudargarh. Eles vêm de Bihar, Chhattisgarh e Jharkhand, onde seus habitats encolheram. Mas não está claro como e por que esses elefantes atingiram Orissa.



P.S.: entre os males das perseguições conta-se a desedificante apostasia de alguns católicos mais fracos. Porém, em Orissa verifica-se mais uma vez a palavra de Tertuliano (155-220 d.C.) para o imperador Antonino Pio: Semen est sanguis Christianorum “o sangue dos mártires é semente de cristãos.”

Ainda em dezembro de 2009, diante de mais de três mil fiéis, o arcebispo de Bhubaneswar, D. Raphael Cheenath, consagrou nova igreja no cidade de Kandhamal, mencionada acima.

Segundo informou a agência Zenit é a igreja mais espaçosa jamais construída na região, e o mais belo templo de todo Kandhamal. Ela era indispensável para atender o crescente número de fiéis que já atingem o 20% da população da região.
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Os melhores votos de um Santo Natal e próspero Ano Novo!



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Clique aqui para ouvir o canto de natal francês “Marcha dos Reis Magos”:


Clique aqui para ouvir o canto de natal alemão “O du fröliche, o du seliche”:


Clique aqui para ouvir o canto de natal italiano “Quando nascette Ninno”:


Clique aqui para ouvir o canto de natal francês “Os anjos em nossos campos”:


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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Novo tênis assemelha homem e animal


Certas empresas lançaram novos modelos de tênis como o FiveFingers em que os artelhos dos dedos se encaixam em compartimentos individuais como os dedos da mão na luva, noticiou “The New York Times”.

Os pés ficam grotescos parecidos com os de certos animais. Para isto, há pretextos como competir contra a moda (aliás, muito rara) de correr descalço.

Essas modas não são ingênuas. Dentro delas se espalha uma filosofia ecológico-evolucionista defendida por professores como Daniel E. Lieberman que ensina biologia evolucionária humana na Universidade Harvard, que pesquisou o papel da corrida na evolução humana.

“O sapato possivelmente atrapalhou a evolução”, justificou Galahad Clark, executivo-chefe da fabricante de calçados Terra Plana, de Londres.

A invenção do sapato visou atender uma necessidade e distinguir o homem dotado de alma racional e destinado à vida eterna, do simples animal. A tendência ecológico-evolucista visa reverter esse progresso civilizatório.

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