quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Indústria do “suicídio assistido” lucra com "famosos" (e menos "famosos") sem fé e fartos da vida

O caso de um casal inglês que se “fez suicidar” pela empresa Dignitas de Zurique, dividiu dois países: Suíça e Inglaterra.

Foram Sir Edward Downes considerado "um dos melhores diretores de orquestra britânicos da pós-guerra" seguno "El País", e sua esposa lady Joan ex-bailarina, produtora e coreógrafa.

Engrossaram o mundo dos “famosos” (acha-se que isto é sinônimo de “felizes”), mas não tinham fé, só viram os prazeres e esqueceram do destino trascendente do homem.

Idosos e pacientes terminais ingleses alimentam um “turismo da morte” até a Suíça. 116 britânicos foram mortos pela Dignitas num total de mais de mil desde 1988.

Entretanto, Dignitas não encontra local para funcionar pelo repúdio dos moradores dos bairros onde se instalou.

A Corte Européia de Direitos Humanos e o Supremo suíço emitiram acórdãos favoráveis a Dignitas. Mas a indignação popular não arredou e um advogado cedeu sua própria casa para o horrendo ato.

O imoral negócio rende 10 mil francos suíços (R$ 18.400) por suicídio. Há mais quatro clínicas semelhantes na Suíça, mas nenhuma aceita estrangeiros.

O jornal londrino “The Guardian” mostrou que muitos não tinham as doenças mortais que diziam. Na realidade, não se resignavam a não tirar mais prazeres da vida.

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Concepção da vida baseada na Fé

Numa era de fé, procuraram servir a Deus nesta terra e encontraram a paz do repouso eterno.

Túmulo de Juvenal des Ursins e de sua esposa na catedral Notre Dame de Paris.


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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Modelos e cantoras estimulam consumo de cocaína

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo o número de cocainômanas e mulheres alcoólatras vêm aumentando rapidamente.

Nas unidades de atendimento de São Paulo foram hospitalizadas 365 mulheres em 2006 por dependência dessa devastadora droga. Em 2008 o número pulou para 696. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também constatou a alarmante tendência.

A cocaína até não muito era vício que só se encontrava entre os homens. No País há dez casos de intoxicação por droga notificados a cada dia.

O psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Unidade de Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) explicou que habitualmente os cocainômanos abusam também do álcool. “O uso combinado vira uma bomba relógio para o coração”, explicou. Na delicada contextura feminina a mistura pode provocar a morte.

O psiquiatra Daniel Cruz Cordeiro explicou a influência de figurinos da moda e da música, como Britney Spears e Amy Winehouse, no aumento do consumo de drogas.

Elas são apresentadas pela mídia não como toxicômanas em estado de risco “mas sim como mocinhas loucas, que não têm nada a perder e se esbaldam nas drogas”, e ‘só’ “querem beber e dançar mais, usar mais drogas variadas para se divertir mais.”

A Fundação Oswaldo Cruz apresentou relatório segundo o qual as mortes por overdose bateram recordes.

Em 2007 elas atingiram o segundo lugar na escala da morte por intoxicação, no caso dos homens. Verificaram-se 64 óbitos em 2007 contra 7 em 2000. Os números absolutos não parecem elevados, mas indicam uma tendência preocupante.

O aumento das mortes deve-se também ao aumento na mistura de drogas, por vezes potencializadas indevidamente com certos remédios.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

TV coíbe desenvolvimento das crianças, dizem especialistas


Cada hora que a criança passa diante a TV, esta lhe “rouba” 700 palavras dos pais, noticiou “Il Corriere della Sera”.

Qualquer que seja o espetáculo, visto sozinho ou com adultos, o efeito é igual: “mais TV, menos desenvolvimento da linguagem”, segundo Dimitri Christakis, diretor do Centro para a Saúde, Comportamento e Desenvolvimento Infantil da Universidade de Washington, Seattle.

Para Anna Oliverio Ferrris, professora de psicologia da Universidade de Roma “as crianças precisam um aprendizado ativo: devem interagir com quem elas falam. Mas, com a TV não se dialoga: só se ouve”.

As crianças até 4 anos devem viver na realidade, diz Ferraris, “se não queremos danificar suas aptidões lingüística e intelectiva, e a criatividade. E com 4 anos, TV com moderação: 20 minutos por dia e só programas para a idade. Não venham me dizer que as criancinhas estão interessadas pela tela: elas estão simplesmente hipnotizadas”, acrescentou a professora.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Fanáticos islâmicos comemoram que a Cruz Vermelha abandone seu símbolo

O Jihad Watch, site que acompanha a atividade dos fanáticos islâmicos que pregam a “guerra santa” contra o Ocidente, deplorou que o ministro de relações exteriores da Inglaterra declarasse que o símbolo da Cruz Vermelha deve ser substituído por um emblema “neutral” porque evoca as Cruzadas.

O islamismo postula que os cristãos sejam postos num regime de humilhação conhecido como a Dhima, instituído há séculos.

A decisão britânica estimulará os fanáticos islâmicos que vêem no abandono do símbolo da Cruz pelos cristãos uma virtual capitulação.

Para eles, esta entrega de pontos aproxima o dia em que o Islã imporá sua lei despótica àqueles que se envergonham de seu passado católico.

Aliás, a Cruz deixou de ser usada como símbolo nas ambulâncias no Brasil e em muitos países ocidentais. A insígnia da caridade cristã foi substituída por um laico asterisco azul.

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