sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Polícia prende terroristas que planejavam explodir a Sé de Milão em mesquita, mas arcebispo pede mais mesquitas


A polícia italiana prendeu em Milão dois terroristas ligados a Al Qaeda e mais dez cúmplices, que se reuniam com eles num centro cultural ‒ ou de oração. Eles planejavam dinamitar, entre outras coisas, a catedral no dia de Natal.

Mas, a maior surpresa veio do próprio arcebispo de Milão, o Cardeal Dionigi Tettamanzi.

Três dias depois da rumorosa prisão, o prelado pediu que fossem abertos “locais de oração (...) em todos os bairros da cidade” especialmente para os islâmicos.

O ministro Roberto Calderoli revidou qualificando ao Cardeal milanês de “último baluarte do cato-comunismo”, em referência à esquerda católica.

À luz da história da Igreja, o gesto do Cardeal não é novo. Têm precedentes, aliás, infaustos.

É fato que a atitude mole e entreguista ‒ hoje se diria ecumênica ou dialogante ‒ de maus bispos como Dom Opas, foi muito eficaz para abrir as portas da Espanha à invasão maometana no século VIII.


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