quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Diocese aprova uso de suco na Missa e extingue o sacrifício do altar


Custa acreditar que possa ser verdade. Mas a informação veiculada pela “Gazeta do Povo” de Curitiba, em 07/08/2008 ilustrada com a foto ao lado, é estarrecedora.

Segundo ela, na diocese de São José dos Pinhais, o clero foi autorizado a usar suco de uva ou vinho sem álcool na missa, em lugar do “o vinho natural, do fruto da uva e não deteriorado” prescrito pelo cânone 924 da Igreja.

Para maior confusão a notícia diz que “permissão para o suco de uva é polêmica”.

Na realidade, se o sacerdote não empregar o vinho como a Igreja prescreve não há transubstanciação, ou consagração.

Portanto, após as palavras da consagração, não estará verdadeiramente presente o Corpo e Sangue de Cristo, e o sacerdote apresentará mero suco à adoração dos fiéis. Isto é, apresentará uma substância natural para a idolatria dos presentes, enganando num máximo ponto os fiéis. E desapareceria a essência da Missa!

A idéia é tão esdrúxula que até pareceria saída de um panfleto difamatório protestante qualquer. Até agora não soubemos de uma retificação.

Porém, entre os muitos abusos litúrgicos pós-conciliares encontra-se o produzido pelo liturgicismo progressista. Segundo ele, a Missa não seria mais do que um ágape, uma ceia, um jantar, em que os presentes apenas partilham uma refeição. Segundo essa falsa teologia, se for vinho, suco, cachaça, Coca-Cola, ou algum xarope indígena, não haveria muita diferença.

Esta espantosa inversão do sublime sacrifício da Missa é apresentada como uma adequação natural à, ai sim, polêmica lei seca no trânsito!!!


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