sexta-feira, 27 de julho de 2007

Fanatismo islâmico fascina libertários ocidentais

A jovem belga Muriel Degauque, convertida ao Islã, jogou-se com bombas contra soldados americanos no Iraque. A infeliz suicida levou uma vida "liberada" de todos os "preconceitos" do catolicismo: consumiu drogas, trocou à vontade de "maridos", até que por fim, já no desespero, adotou o Islã e se fez fundamentalista. Tais "conversões" não são raras, e ajudam a compreender o fascínio do fanatismo islâmico sobre aqueles que, renegando o Lumen Christi que se espalha desde Igreja católica, adotaram os costumes imorais e igualitários que corroem a Civilização Cristã. Da mini-saia e top-less à burka islâmica há um só passo no precipício da irreflexão.

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